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NOTA
Em atenção ao povo de Parnamirim, às dezenas de milhares de apoiadores, aos partidos políticos aliados, que seguem os ideais de um grupo vencedor, liderados pelo Prefeito Mauricio Marques,
Retiro minha pré-candidatura ao cargo de Prefeito de Parnamirim – RN, permitindo assim que o mesmo grupo venha a indicar um novo nome, que comungue com os ideais de projeto coletivo, em benefício de uma Parnamirim, cujo crescimento, através de seus indicadores sociais, é reconhecido nos últimos quinze anos.
Volto a me agregar, como militante, ao grupo do Prefeito Maurício Marques, para garantir a escolha de um Prefeito, que afaste projetos individuais ou pessoas que não comungam com os interesses da Sociedade Parnamirinense.
Também dedicarei parte do meu tempo à minha família que, como eu, está sendo alvo de difamações de toda ordem e que serão respondidas à altura, nos limites que a lei e a Constituição garantem.
Tenho certeza que este gesto demonstra meu amor por esta Cidade tão acolhedora e meu compromisso com as pessoas, que sempre ventilaram meu nome para ocupar o honroso cargo de Prefeito Municipal.
Por fim, agradeço, de coração, a todos os Parnamirinenses que, neste momento difícil, não me abandonaram e me incentivaram à continuar minha luta.
Parnamirim, 18 de Julho de 2016.
NAUR FERREIRA DA SILVA

Alguns seguidores do deputado estadual e pré-candidato do Governo do Estado a prefeito de Parnamirim, Carlos Augusto Maia já estão dando como certo o afastamento pela justiça do prefeito Maurício Marques.
Diante da gravidade dos fatos investigados pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e do RN, eles garantem que é só uma questão de tempo.
Neste caso, assumirá à Prefeitura a vice-prefeita Lucinha Thiago(PSD).
Como à candidatura do deputado não tem apelo popular, pois sequer um candidato a vice-prefeito ele conseguiu, o deputado renunciará sua pré-candidatura e passará a apoiar a vice-prefeita Lucinha que poderá ser candidata a reeleição.
Lucinha também é do partido do governador..
Fonte Renato Dantas.
para o funcionamento dos bares e restaurantes, reforma total do Ginásio Poli-Esportivo, como cobertura,
rede elétrica ,rampa para deficientes e sinalização, foi oficialmente liberada pelo Corpo de Bombeiros após vistoria.

Por: Agora RN
Para o consultor de marketing político Wagner Araújo, o encurtamento do período eleitoral e a restrição de financiamento empresarial vai acarretar em mudanças profundas no jeito de se fazer campanhas eleitorais. Na visão de Araújo, para além dos minguados recursos financeiros, deverão se sobressair a criatividade dos responsáveis pela imagem do candidato e, sobretudo, a empatia do próprio candidato em garantir a viabilidade das propostas defendidas em palanque.
“Quando faltam os recursos técnicos, devem preponderar os recursos criativos. Esta será a primeira campanha depois desse período de desencanto da população, do eleitor em relação à classe política em geral, então nós vamos enfrentar uma campanha em meio a esse sentimento. Vamos ver como isso vai se dar, se vai haver espaço para renovação, para novas formas de fazer governo, novos formatos de apresentação de candidatos”, pontuou Araújo, que foi secretário de Planejamento durante do governo de Wilma de Faria.
Ele comenta que o candidato que quiser se sobressair em meio ao leque de nomes que estarão à disposição da população, deverá formatar propostas que sejam palpáveis. “O candidato que tiver proposta deverá se sobressair. Isso foi sempre relegado ao segundo plano. Sempre foi explorado a questão da trajetória pessoal, se o candidato já tinha experiência maior ou maior. Acho que dessa vez será ampliado a questão da proposta”, destacou, durante entrevista ao Meia Dia Cidade (94 FM), apresentado pelo jornalista Alex Viana e Sêmio Timeni.
Wagner Araújo alerta: não adianta ter candidato, tem que ter projeto. “O candidato tem que saber dizer o que pretende fazer. Não adianta ser candidato de si mesmo. Ele tem que ser candidato dentro de um projeto político-administrativo, seja ela parlamentar ou executivo. As propostas devem ser assertivas, que elas não sejam fora da realidade, que elas tenha credibilidade, que o eleitor vislumbre a concretude daquela proposta e que ela tenha as principais demandas daquela população contempladas”, destacou Wagner Araújo.
Redes sociais
Questionado sobre o papel que as redes sociais terão no decorrer das campanhas eleitorais, Wagner Araújo comenta que este advento é responsável pelo “redesenho” dos pleitos. “As redes sociais estão alterando o universo comunicacional. A rigor você anda com uma emissora de transmissão ao vivo para o público em geral, algo que só era possível se você fosse dono de uma televisão. As redes sociais são um grande laboratório político, não dá para ficar de fora e, uma vez de dentro, tem que ter muita cautela.
O empresário Laodse de Abreu Duarte, um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é o maior devedor da União entre as pessoas físicas. Sua dívida é maior do que a dos governos da Bahia, de Pernambuco e de outros 16 Estados individualmente: R$ 6,9 bilhões. Laodse – que já foi condenado à prisão por crime contra a ordem tributária, mas recorreu – é um dos milhares de integrantes do cadastro da dívida ativa da União, que concentra débitos de difícil recuperação. Além de Laodse, aparecem no topo do ranking dos devedores pessoas físicas dois de seus irmãos: Luiz Lian e Luce Cleo, com dívidas superiores a R$ 6,6 bilhões. No caso desses três irmãos, quase a totalidade do valor atribuído a cada um diz respeito a uma mesma dívida, já que eles eram gestores de um mesmo grupo empresarial familiar que está sendo cobrado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
A soma dos valores devidos por empresas e pessoas para o governo federal ultrapassou recentemente R$ 1 trilhão. São milhões de devedores, mas uma pequena elite domina o topo desse indesejável ranking: os 13,5 mil que devem mais de R$ 15 milhões são responsáveis, juntos, por uma dívida de R$ 812 bilhões aos cofres federais – mais de três quartos do total devido à União.
O débito desses maiores devedores representa cinco vezes o buraco total no Orçamento federal previsto para 2016. Nesse grupo – que exclui dívidas do estoque previdenciário, do FGTS e dos casos em que há suspensão da cobrança por determinação judicial – estão desde empresas quebradas, como a Varig e a Vasp, mas também motores do PIB nacional, como a Vale, a Carital Brasil (antiga Parmalat) e até a estatal Petrobrás.
Fonte Estadão.
Jornal GGN – Dois meses ocupando a Presidência da República em função do impeachment de Dilma Rousseff, o interino Michel Temer (PMDB) decidiu driblar o silêncio da mídia e dos institutos de pesquisas que não divulgaram um estudo completo sobre o desempenho do peemedebista e contratou, via Palácio do Planalto, o Ibope para fazer uma sondagem. Mas o resultado foi guardado a “sete chaves” por Eliseu Padilha, da Casa Civil.
Segundo informações da IstoÉ, o governo Temer ficou muito animado com a mudança medida na última semana, e divulgou à imprensa apenas os dados que revelam a “discreta, mas importante aumento na popularidade” (nas palavras da revista) junto com uma lista de ações que justificam o “crescimento” aferido em relação à pesquisa divulgada pela CNI no começo do mês.
“Os dados, guardados a sete chaves pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, revelam uma melhora em pelo menos parte dos índices. (…) Segundo o levantamento, a parcela da população que avalia o governo de Michel Temer como bom e ótimo subiu de 13 para 15%. Já entre os que consideram a gestão regular, o apoio passou de 35 para 39% dos brasileiros”, diz a revista.
Apesar de chamar esse “salto” na popularidade de “conquista”, com a margem de erro de dois pontos percentuais para cima e para baixo, a pesquisa aponta apenas que a popularidade de Temer oscilou dentro da margem.
Além disso, não há menção à quantidade de brasileiros que acham a gestão ruim ou péssima, como também não foi divulgado pela revista o número de pessoas que participaram do levantamento. Tampouco se a elas foi perguntado se são a favor de Temer no poder ou apoiam novas eleições.
Temer divulgou os números apenas para sustentar que os projetos que têm engatilhado para o País estão repercutindo bem entre a população, embora haja controvérsias.
Em nota à imprensa, ele divulgou um balanço, destacando o plano de austeridade fiscal, a aprovação da Lei das Estatais, a redução de nove ministérios com o congelamento de 4,3 mil cargos comissionados, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita o aumento dos gastos públicos, o reajuste do Bolsa Família, o anúncio de investimentos para revitalização do rio São Francisco, entre outros.
Por Luiz Nassif.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse à Folha que não haverá “dogmas” na venda de ativos da estatal e admitiu estudar o controle compartilhado com o setor privado de algumas subsidiárias, como a BR Distribuidora ou a Transpetro.
“Na hipótese de a gente abrir a maior parte do controle, é com cocontrole”, afirmou, lembrando que isso será feito obedecendo a três condições: maximizar o valor dos ativos, preservar a empresa verticalizada e manter os seus interesses estratégicos.
Dogma, para Parente, é apenas a privatização da estatal. “Não acho que a sociedade brasileira esteja madura para sequer discutir, isto sim é dogma, a privatização da Petrobras.”
Em entrevista à Folha no escritório de São Paulo, Parente afirmou que os diretores envolvidos no petrolão “foram escolhidos com a intencionalidade” de praticar crimes e apontou que uma das razões da crise da estatal foi “fazer deliberadamente a escolha desses desonestos para liderar a empresa”.
Nome apontado pelo presidente interino, Michel Temer, como um dos trunfos de seu governo para ganhar a confiança do mercado, Parente sorriu antes de responder se ficaria na empresa numa eventual volta de Dilma Rousseff. “Não sei. Não tenho a menor ideia”, afirmou.
Folha
Gil Alessi, El País
O Supremo Tribunal Federal (STF) entrou nos holofotes durante o julgamento do escândalo do mensalão em 2012 e desde então nunca mais saiu. As sessões transmitidas ao vivo fizeram com que as atenções dos brasileiros se voltassem à Corte. Se por um lado o evento passa uma imagem de transparência nos procedimentos, especialistas matizam a percepção e veem espaço para que o STF amplie suas práticas democráticas. A última polêmica envolvendo o tribunal aconteceu no início do mês. O decano Celso de Mello decidiu contrariar sozinho uma decisão do plenário da Corte que havia sido tomada em fevereiro deste ano. À época, por 7 votos a 4, os ministros entenderam que as penas podiam começar a ser cumpridas após confirmação da sentença em segunda instância. Em junho, no entanto, Mello mandou soltar um homem condenado por homicídio que já cumpria pena. A expectativa agora é que a Corte volte a discutir o assunto.
Não é o único caso controverso. Sobram dúvidas sobre os critérios das escolhas feitas pelo STF. Por que o tribunal demorou cinco meses para analisar o pedido de afastamento do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ)? O ministro Gilmar Mendes poderia ter segurado por 20 meses o processo sobre o fim do financiamento empresarial de campanha após pedir vista? E um dos processos contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acusado de peculato e falsidade ideológica, que aguarda parecer dos ministros há mais de três anos? Veja abaixo o que pensam especialistas sobre esses problemas.
Não existe nenhum critério objetivo para determinar o que e quando será votado no STF. Thomaz Pereira, professor de direito da Faculdade Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, explica que “cabe ao presidente e seus pares julgar aquilo que entendem ser adequado, e claro que há influencia de uma possível pressão social”. Neste cenário, ministros podem dar maior ou menor importância a uma determinada questão, de acordo com seus critérios pessoais. “Quando você tem um tribunal com muita liberdade para escolher o que e quando julga, ele passa a ter o ônus de explicar suas decisões para a sociedade”, afirma Pereira. “É preciso que a Corte diga a razão de um pedido de liminar ter sido julgado em dias e um outro semelhante não ter sido analisado ainda anos depois de ter sido protocolado”.

Trinta governadores e 7.899 policiais foram detidos depois da tentativa de golpe na Turquia, informou o Ministro do Interior do País.
Pelo menos 50 funcionários de alto escalão também foram afastados de seus cargos.
Anteriormente, a mídia turca anunciou que a corte nacional decidiu prender 41 dos 103 generais e almirantes detidos por tentativa de golpe.
Hoje, um homem não identificado abriu fogo perto do Palácio da Justiça em Ancara. A mídia relata que não há vítimas e que o homem foi eliminado.
Tentativa de golpe
Na noite de sexta (15) durante uma tentativa de golpe militar na Turquia mais de 290 pessoas morreram e 1,44 mil ficaram feridas.
De acordo com o ministro da Justiça turco, Bekir Bozdag, após o fracasso do golpe, cerca de 6 mil pessoas foram presas.
Durante a noite, os envolvidos no golpe atacaram uma série de instalações em Ancara, inclusive o prédio do Estado-Maior, as sedes da polícia, do Ministério do Interior e o Parlamento.
Depois do apelo do presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, as ruas das principais cidades da Turquia foram tomadas por milhares de pessoas contrárias ao golpe militar.
Turquia
A Turquia é um país integrante da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e um dos principais aliados dos Estados Unidos. A Otan é uma aliança política e militar que integra 28 países da América do Norte e Europa. Quase 100% da população turca se identifica como muçulmana.
A maior parte dos muçulmanos da Turquia são sunitas e professam a religião dentro de padrões moderados, ao contrário de outras nações muçulmanas, que seguem uma orientação fundamentalista. O presidente Erdogan, que também é muçulmano, tem dominado a cena política turca por mais de uma década.
Agência Brasil, com informações da Agência Sputnik Brasil
Por: Alex Viana

Mineiro disse que a motivação da audiência é a preocupação com o impacto da venda de ativos da Petrobras na economia do Rio Grande do Norte. A companhia confirmou que vai “readequar a frota de sondas” no Estado, segundo informou na edição desta quinta-feira (14) a Tribuna do Norte.
Em março, a empresa havia anunciado a venda de 38 campos terrestres em operação, que representam 23% de toda a produção potiguar em terra, equivalente a 15 mil barris/dia. A operação está prevista para ocorrer até o final de setembro deste ano.
O Sindipetro-RN, segundo a reportagem da Tribuna do Norte, estima que a venda desses campos, somada ao desligamento de sondas da Petrobras, poderá gerar até 5 mil demissões de trabalhadores terceirizados apenas no RN.
Foram convidados para participar do debate a senadora Fátima Bezerra (PT), o deputado federal Betinho Rosado (PP), o gerente-geral da Petrobras no RN Tuerte Amaral Rolim, o presidente do Sindipetro-RN José Antônio Araújo, o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP) José Maria Rangel e o presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras no RN e CE Ricardo Pinheiro Ribeiro.
Por: iG

As panelas silenciaram. A temperatura das ruas baixou. Tudo parece ter voltado à velha normalidade. Mas, alto lá, não era contra a corrupção? Não haveria resistência contra aquilo que foi chamado de golpe? Onde estão “coxinhas” e “mortadelas”? Para onde foi todo mundo?
No dia 13 março deste ano, a imprensa trombeteava “a maior manifestação da história do País”. Segundo estimativa da Polícia Militar, mais de 3 milhões de brasileiros foram às ruas para pedir a saída de Dilma Rousseff da Presidência da República. Dias depois, apoiadores de Dilma também tomaram as ruas e arregimentaram milhares de manifestantes Brasil afora, conforme a PM e organizadores.
Atos de abrangência nacional ocorreram até que o afastamento provisório de Dilma fosse votado, em 12 maio. Depois disso, um protesto contra o governo interino contou com atos em quase todas as capitais e levou muita gente à Avenida Paulista, mas a PM não divulgou o público presente. Desde então, só manifestações pontuais, aqui e acolá, nada muito retumbante. A promessa de incendiar o País acabou por não se concretizar. E, ao menos por enquanto, a luta contra a corrupção também se acanhou.
A jornalista Carla Louise, que esteve em diversas manifestações a favor do impeachment, confessa que o seu afã já não mais é o mesmo. “Eu sou uma que diminuí o ativismo depois que a Dilma foi afastada. Mesmo não confiando no Michel Temer, acho que ele tem feito algo pela economia. É ‘marotagem’ dizer que a corrupção acaba com a saída dela (Dilma), mas também é cedo demais para sair às ruas e derrubar ele (Temer).”
O lado de farsa do impeachment leva uma trombada forte. Na mesma ocasião, a Lava Jato arrisca-se a comprovar o lado de farsa implícito na acusação, feita por muitos, de que o seu alvo verdadeiro não é a corrupção, mas Lula e o PT.
A conclusão do Ministério Público Federal sobre as tais “pedaladas”, fundamentais no pedido e no processo de impeachment de Dilma Rousseff, recusa a acusação de constituírem crime de responsabilidade. Dá razão à tese de defesa reiterada por José Eduardo Cardozo, negando a ocorrência de ilegal operação de crédito, invocada pela acusação. E confirma a perícia das “pedaladas”, encomendada pela Comissão de Impeachment mas, com o seu resultado, mal recebida na maioria da própria comissão. À falta de base da acusação, o MPF pede o arquivamento do inquérito.
A aguardada acusação final do senador Antonio Anastasia tem, agora, a adversidade de dois pareceres dotados de autoridade e sem conexão política. A rigor, isso não deve importar para a acusação e o acusador: integrante do PSDB, cria e liderado de Aécio Neves, Antonio Anastasia assinará um relatório que será apenas como um esparadrapo nas aparências. Sem essa formalidade farsante, não precisaria de mais do que uma frase recomendando a cassação, que todos sabem ser seu propósito acima de provas e argumentos.
Folha.
Por Leandro Mazzini
A batata das autoridades locais e nacionais está assando no calor do Rio de Janeiro.
Não bastassem os soldados da Força Nacional reclamarem das condições de alojamento, os delegados federais aprovaram indicativo de greve para os Jogos, e devem ganhar apoio dos policiais.
Haverá paralisação durante um dia com manifestações nas ruas da capital.
A partir de 1º de agosto, a quatro dias da abertura da Olimpíada, os delegados querem entregar chefias e declarar greve por tempo indeterminado.
Cobram concurso para 500 delegados e plano de carreira. O Planalto agiu rápido e anunciou mais 10 delegados para o grupo de Curitiba na quinta-feira passada, uma das demandas da categoria.