Informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo

Cezar Bitencourt, advogado do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), afirmou que seu cliente “morre, mas não delata”, apesar do momento delicado pelo qual ele passa na prisão.
Segundo relatos de quem esteve com ele na prisão, Loures estaria muito mal. O deputado ficou as últimas duas semanas numa cela sem janela, com pouca ventilação, sem banheiro nem chuveiro, na carceragem da Polícia Federal em Brasília.
O advogado afirma que o cliente foi sempre muito bem tratado pela Polícia Federal, mas que a carceragem do órgão não está aparelhada para a permanência de um detento. “É um local de passagem de presos, que deveriam ficar lá no máximo dois dias”, afirma.
Nas mesmas condições e preso no mesmo local, em dezembro de 2015, o ex-senador Delcídio do Amaral passou mal, chegou a ter uma crise de claustrofobia e decidiu delatar depois que deixou a cela.
Bitencourt conta que Loures não teve direito a banho de sol. No fim de semana, não pôde receber a visita de familiares e teve livros recolhidos. “Depois de lá teremos que levá-lo a um hospital”, afirma.
Loures é considerado peça-chave do escândalo que envolve Michel Temer. É o deputado quem pode dizer se os R$ 500 mil que recebeu numa mala da JBS eram recursos só para ele ou destinados também ao peemedebista.
As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.
Brasil 247




A liderança do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) na última pesquisa Datafolha que sondou as intenções de voto para a Presidência da República aumentou as chances de consolidação de uma chapa que vem sendo articulada nos bastidores da cena política potiguar para concorrer ao Governo do Estado e às duas vagas para o Senado em 2018. As conversas estão adiantadas ao ponto de a composição de vice e suplentes já estar sendo costurada.

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Cunha, Temer e Aécio: os mais reprovados em junho entre os brasileiros (Montagem de EXAME.com com fotos da Reuters/Divulgação)
