28/04/2017
08:42

Agora terá marajás em todos os poderes e Estados do Brasil 

Agência Brasil – O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (27), por 10 votos a 1, mudar o entendimento sobre a incidência do teto salarial para servidores que podem acumular cargos efetivos.De acordo com decisão, o cálculo do teto vale para cada salário isoladamente, e não sobre a soma das remunerações. Na prática, estes servidores poderão ganhar mais que R$ 33,7 mil, valor dos salários dos próprios ministros do Supremo, valor máximo para pagamento de salário a funcionários públicos.

A decisão da Corte também terá impacto no Judiciário e no Ministério Público, porque muitos juízes e promotores também são professores em universidades públicas, inclusive, alguns ministros do STF.

No julgamento, a maioria dos ministros decidiu que um servidor não pode ficar sem receber remuneração total pelo serviço prestado, se a própria Constituição autoriza a acumulação lícita dos cargos. De acordo com a Carta Manga, professores, médicos e outros profissionais da saúde podem acumular dois cargos efetivos no serviço público, desde que o trabalho seja realizado em horário compatível.

A Corte julgou dois recursos de servidores públicos do Mato Grosso. Nos dois casos, o governo do estado recorreu para tentar derrubar decisão da Justiça local que autorizou o corte isolado do salário com base no teto constitucional.

Votaram a favor da nova incidência do teto os ministros Marco Aurélio, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia.

O único voto contra a liberação do teto foi proferido pelo ministro Edson Fachin. Para o ministro, a garantia a constitucional da irredutibilidade dos salários não pode ser invocado para que o pagamento ultrapasse o teto constitucional.

Uns dos votos a favor da tese, o ministro Luís Roberto Barroso entendeu que é ilegal o servidor trabalhar e não receber integralmente seu salário, sendo que a acumulação dos cargos é autorizada. “É inconstitucional a Constituição, por emenda, dizer que um determinado trabalho legítimo, por ela autorizado, não vá ser remunerado”, disse.

Ricardo Lewandowski também votou com a maioria e disse que, se servidor deve receber efetivamente pelo seu trabalho, não pode ter uma remuneração “ínfima ou irrisória”.

“A pessoa trabalha um quarto de século para o Estado, contribui para a Previdência Social, e depois, na hora de aposentar, não pode se aposentar integralmente, está sujeito ao teto. Evidentemente, isso não é possível do ponto de vista constitucional”, disse o ministro.

No texto original da Constituição, a acumulação de cargos públicos era proibida. No entanto, uma Emenda Constitucional promulgada em 1998 autorizou a acumulação somente para professores e profissionais da saúde.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2017
08:39

FERNANDA PERRIN
DE SÃO PAULO

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), desistiu de oferecer transporte gratuito para os servidores municipais irem ao trabalho nesta sexta (28), dia em que sindicatos e movimentos sociais convocaram os trabalhadores para uma greve geral contra as reformas trabalhista e da Previdência.

O tucano havia feito um acordo na quarta (26) com as empresas Uber e 99 para que transportassem os funcionários públicos, conforme antecipado pela colunista Mônica Bergamo. O prefeito também afirmou que vai cortar o ponto de quem não comparecer ao trabalho.

O plano era que os aplicativos fizessem uma doação à prefeitura, reembolsando os motoristas que transportassem os servidores. O sindicato da categoria, que representa cerca de 129 mil trabalhadores, declarou adesão à greve.

Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura disse que “não foi possível obter a gratuidade”, mas que foi em decorrência do pedido da Prefeitura que as empresas se dispuseram a oferecer desconto em todas as corridas. O órgão não respondeu, contudo, se Doria manteria a promessa de cortar o ponto dos servidores que não forem ao trabalho.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2017
08:29

Na rotatória entre as BRs 406 e 101 Norte, que liga Natal aos municípios de Extremoz e Ceará-Mirim, na região metropolitana, um homem foi baleado.

Segundo a PRF, um carro furou o bloqueio e o ocupante do veículo atirou contra os manifestantes. O homem, que caminhava pela rodovia, foi atingido e socorrido. Ninguém foi preso.

Coluna de fumaça e BR 191 parada no inicio do dia

BR-101 Sul bloqueada na altura do Via Direta, manifestantes queimam pneus. Alternativas a BR-101 Sul: avs. Ayrton Senna e Prudente de Morais, além do Anel Viário da UFRN.

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2017
08:24

As idas e vindas da secretária de assistência social do RN, Juliana Faria, esposa do governador Robinson Faria, com relação a greve geral no dia de hoje, fez com que a Central do Cidadão de Caicó, cumprisse a primeira determinação da secretária, que era de aderir a greve, é fechar as centrais no dia de hoje.

Depois a própria secretária em nota , dizendo que por determinação do gabinete do governador,  as centrais deveriam funcionar normalmente, mas isso não está acontecendo em Caicó, não sabendo, se a determinação do governador está sendo cumprida nas centrais de outras cidades.

Resultado de imagem para fotos da central do cidadao de Caicó

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28/04/2017
08:14

BR-101 Sul bloqueada na altura do Via Direta, manifestantes queimam pneus. Alternativas a BR-101 Sul: avs. Ayrton Senna e Prudente de Morais, além do Anel Viário da UFRN.

As informações e foto são do Twitter oficial da Prefeitura do Natal

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2017
08:12

Primeiros manifestações da “Greve Geral” no início da manhã desta sexta-feira(28), na BR-101 sul, na altura da Árvore de Mirassol e campos da UFRN. Vídeo abaixo cedido.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2017
08:10

Em novas críticas à reforma trabalhista, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), declarou nesta quinta-feira, 27, que o texto não passará no Senado da forma como foi aprovado na quarta-feira, 26, na Câmara dos Deputados. O peemedebista também afirmou que não é “da melhor tradição o presidente da República não falar aos trabalhadores no 1º de maio”.

“Não acredito que essa reforma saia da Câmara e chegue aqui, ao Senado Federal – reforma de ouvidos moucos -, sem consultar opiniões; reforma que só interessa à banca, ao sistema financeiro, rejeitada em peso e de cabo a rabo pela população; reforma tão malfeita, que chega a constranger e a coagir a base do próprio Governo. Por isso ela vai e volta, de recuo em recuo”, declarou.

Renan avalia que a reforma é “injusta”, porque retira direitos dos trabalhadores. “Ela rebaixa os salários. Isso é sua consequência mais imediata e perversa. Ela pretende deixar o trabalhador sem defesa, condenado a aceitar acordos que reduzem a remuneração, suprimem reajustes e revogam garantias no emprego. Todos sabemos que acordos forçados em plena recessão, com 13 milhões de desempregados e com o desemprego aumentando mês a mês, é pedir que se aceite a crueldade como caridade”, criticou.

O peemedebista rebateu o argumento do governo de que a flexibilização das leis trabalhistas poderia aumentar a empregabilidade no País. “Esse discurso é usado para seduzir uma parcela da sociedade e garantir o avanço da retirada de direitos. Querem um Brasil para 70 ou 80 milhões de pessoas. Somos 200 milhões e não podemos simplesmente fazer de conta que não existem 120 ou 130 milhões de pessoas. Com essa reforma, elas podem voltar a ficar excluídas; são empurradas de volta para guetos onde padece a legião de ‘ninguéns’”, continuou.

Para Renan, a proposta vai aprofundar a desigualdade social. O líder do PMDB sugeriu que, em vez de votarem a reforma trabalhista, os parlamentares deveriam apreciar projeto que põe fim aos salários acima do teto na administração pública, os chamados supersalários. A proposta foi aprovada no Senado no final do ano passado. “Reforma justa seria uma reforma que retirasse privilégios. E os há, senhoras e senhores, demais neste País, são privilégios inconcebíveis. Os supersalários pagos com dinheiro público são o exemplo mais ostensivo e ofensivo à cidadania no Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2017
16:29


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), minimizou ontem, dia ,25, após almoço com o presidente Michel Temer, ministros e governadores, a decisão da executiva do PSB em fechar questão contra as reformas da Previdência e trabalhista e disse acreditar que ela pode ser revertida.

Segundo Maia, os governadores do partido que estavam no almoço mostraram apoio à reforma previdenciária. “O PSB, o governador Paulo Câmara (PE) esteve aqui e é radicalmente a favor da reforma da Previdência, ele soltou uma nota hoje falando desse assunto. Então, eu não tenho nenhuma dúvida que os deputados do PSB e a própria direção poderão nos próximos dias avaliar com cuidado”, disse.

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, estava presente. Já o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, o terceiro que a legenda possui, não compareceu. O governador paraibano tem posição contra as reformas trabalhista e da previdência.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2017
16:24

Os aeroviários dos principais aeroportos brasileiros devem paralisar suas atividades na próxima sexta-feira (28) em adesão à greve geral convocada pelas centrais sindicais e pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo contra a reforma da Previdência e mudanças na legislação trabalhista propostas pelo governo Michel Temer. Várias categorias em todo o país já confirmaram a adesão à greve.

Os aeroviários são responsáveis pelos serviços de contato direto com os usuários, como os que trabalham no setor de informações, no check-in das companhias aéreas, no embarque e desembarque de passageiros.

Os profissionais ligados ao SNA (Sindicato Nacional dos Aeroviários), que representa a classe em quase todos os aeroportos do Brasil – com exceção dos de São Paulo, do Recife, Porto Alegre e Manaus – decidiram pela adesão ao movimento nacional nessa terça-feira (25).

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2017
16:20

Desembargador do TRF-1 concedeu liminar a concorrente que argumentou que vencedor da licitação foi consórcio cuja proposta era a de maior preço

Créditos: Reprodução / WEB

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) concedeu nesta terça-feira (25) uma liminar (decisão provisória) que suspende a licitação do último trecho da transposição do rio São Francisco, o Eixo Norte, que entra na Paraíba pela cidade de São José de Piranhas.

O desembargador Souza Prudente atendeu ao pedido de um dos consórcios que participaram da licitação. Esse consórcio argumentou que a proposta vencedora era mais cara.

Além disso, empresas questionaram uma mudança no edital do Ministério da Integração Nacional que fez com que fossem eliminadas do processo, sob a justificativa de falta de capacidade técnica.

A Advocacia Geral da União (AGU) e o Ministério da Integração serão notificados da decisão judicial. O ministério informou que vai recorrer, assim que receber a notificação.

A Construtora Passarelli, que apresentou a proposta mais barata, questionou a decisão na Justiça porque entende que tem todas as capacidades técnicas para a realização da obra.

A empresa afirma que “tem atestados de capacidade técnico-operacional que comprovam a experiência na atividade exigida, todavia não foram aceitos apenas em razão da vedação” de um item do edital que, segundo a construtora, não deveria ser considerado para rejeitar a proposta.

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26/04/2017
16:16

Resultado de imagem para fotos de temerA pesquisa Ipsos também mostrou que Michel Temer teve sua desaprovação elevada em nove pontos em um mês e agora, pela primeira vez desde sua posse, iguala-se à taxa do ex-deputado Eduardo Cunha, personalidade pública mais rejeitada do Brasil em reiteradas pesquisas. De acordo com o novo levantamento, 87% dos brasileiros desaprovam a forma como Temer vem atuando; a aprovação a Temer também sofreu mudança relevante no período de um mês; caiu de 17% para 10% (leia mais).

A Ipsos, que faz esse monitoramento mensalmente, ouviu 1.200 pessoas em 72 municípios entre 1º e 12 de abril, com uma marge de erro de três pontos percentuais. Números foram divulgados pelo jornal Valor Econômico.

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26/04/2017
16:12

Créditos: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula/

Levantamento do Instituto Ipsos divulgado nesta quarta-feira, 26, confirma o que dois outros institutos de pesquisas já haviam cravado: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o político mais aprovado do País.

Apesar do massacre midiático liderado pela Globo e da caçada judicial da operação Lava Jato, Lula aparece em primeiro lugar em aprovação, com 34% da preferência do eleitor. Em segundo lugar vem a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 24%.

Em terceiro aparece o senador José Serra (PSDB), com 18% de aprovação, seguido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), ambos com 14%. O presidenciável do PDT Ciro Gomes vem na quinta colocação, com 11%.

O senador Aécio Neves (PSDB), derrotado nas eleições de 2014 e idealizar do golpe parlamentar de 2016, está na última colocação da preferência do eleitorado brasileiro, com apenas 9% de aprovação, empatado com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

 

A Ipsos, que faz esse monitoramento mensalmente, ouviu 1.200 pessoas em 72 municípios entre 1º e 12 de abril, com uma marge de erro de três pontos percentuais. Números foram divulgados pelo jornal Valor Econômico.

Brasil 247

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26/04/2017
16:05

indios

Durante o encontro da bancada do PT com os povos indígenas, a senadora Fátima Bezerra reforçou, nesta quarta-feira, 26, que é preciso muita luta para barrar as propostas que tragam retrocessos para os brasileiros, a exemplo do que acontece com os povos indígenas. Entre as propostas destacadas pela parlamentar estão a PEC 215 (demarcação das terras indígenas), a reforma trabalhista e a reforma da previdência.

“Nós temos consciência da importância dos povos indígenas e estamos juntos para barrar os retrocessos e zelar pela cidadania das comunidades. Os povos indígenas precisam de mais assistência, saúde, educação e sustentabilidade dos territórios”, afirmou. “Este Congresso não tem autoridade moral e nem política para aprovar leis que ferem a cidadania do povo brasileiro”, completou.

A senadora ainda criticou o decreto que extinguiu unidades da Fundação Nacional do Índio (Funai) no país. “No meu estado as comunidades indígenas repudiaram essa medida autoritária do governo, que numa canetada fechou várias unidades da Funai. O meu estado tinha apenas uma única unidade e agora, depois de muita pressão, o governo disse está revendo a decisão”, lembrou.

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26/04/2017
15:45

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26/04/2017
15:38

Gilmar Mendes (à esq.) e Aécio Neves em visita ao Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional, em 2009. Foto: Omar Freire/Imprensa MG/DIVULGACAO

Ao suspender o interrogatório do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no caso Furnas, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal disponibilizar ‘todos os depoimentos de testemunhas já colhidos’. Em despacho nesta terça-feira, 25, o ministro proibiu a PF de ‘surpreender’ Aécio.

“O argumento da diligência em andamento não autoriza a ocultação de provas para surpreender o investigado em seu interrogatório”, advertiu Gilmar.

Documento

Aécio é investigado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da estatal mineira. No início de abril, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, autorizou a abertura de outros cinco inquéritos contra o tucano, todos com base na delação da Odebrecht.

Na iminência de ser interrogado, Aécio recorreu a Gilmar – relator do inquérito no Supremo – a quem pediu a suspensão da audiência na PF. O criminalista Alberto Zacharias Toron, defensor do tucano, alegou que lhe foi negado o acesso a depoimentos já produzidos, sob o argumento de que representariam diligência em andamento.

Para Gilmar, ‘o depoimento de testemunhas é uma diligência separada do interrogatório do investigado’.

“Não há diligência única, ainda em andamento. De forma geral, a diligência em andamento que pode autorizar a negativa de acesso aos autos é apenas a colheita de provas cujo sigilo é imprescindível”, assinalou o ministro.

“É direito do investigado tomar conhecimento dos depoimentos já colhidos no curso do inquérito, os quais devem ser imediatamente entranhados aos autos. Em consequência, a defesa deve ter prazo razoável para preparar-se para a diligência, na forma em que requerido.”

Via Julia Affonso e Fausto Macedo

Publicado por: Chico Gregorio