09/10/2026
09:29

Natália Bonavides e Nina Souza lideram corrida para deputada federal -  Tribuna do Norte

Porque que a imprensa bolsonaristas  do RN não comentou sobre disputa em Natal para deputado federal envolvendo a deputada federal Natália Bonavides e a esposa do prefeito Paulinho Freire  Nina Sousa ? evidente o resultado não foi o que eles desejavam, enquanto  a petista obteve 81,492 votos, a esposa do prefeito obteve 56.158 votos, uma maioria de Natália sobre ela de 25.334 votos.

Esse resultado acendeu um sinal de alerta no prefeito Paulinho Freire pensando em 2028, pois no último pleito , Natália foi candidata a prefeita  da capital e já criou sérias dificuldade para a eleição de Paulinho, mesmo com prefeito de época Álvaro Dias  usando toda a máquina pública em prol de Paulinho como denunciou o Ministério Público Eleitoral que entrou com ação na  justiça eleitoral pedindo a punição de Álavaro , alguns vereadores, o prefeito eleito e a vice, que mesmo depois de 2 anos ainda não foi julgado.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
09:09

Neto Queiroz***

Está todo mundo fazendo conjecturas sobre como deverão se apresentar os números das pesquisas eleitorais no Rio Grande do Norte, na disputa entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula pelo Governo do Estado.

Para analisar esse cenário, é preciso considerar alguns fatores que poderão influenciar o comportamento dos eleitores potiguares no segundo turno. Vou examinar cada um deles, atribuindo-lhes um peso e indicando a tendência que os votos poderão seguir.

FATOR 1: A tendência do voto bolsonarista no RN que escolheu Álvaro Dias no primeiro turno.

Boa parte dos 26% dos votos dados a Álvaro Dias veio de eleitores identificados com a direita e com o bolsonarismo, cuja escolha teve motivação ideológica.

Essa parcela representa a maior parte dos votos recebidos por Álvaro, e a tendência é que migre para Allyson Bezerra ou opte por não votar em nenhum dos dois candidatos, considerando a resistência desse eleitorado ao PT.

Mas é bom lembrar que algumas pesquisas indicaram que cerca de 4% dos eleitores de Flávio Bolsonaro declararam voto em Cadu de Lula. Portanto, existe uma pequena parcela desse eleitorado que poderá optar pelo candidato petista.

Este é um fator pró-Allyson.

FATOR 2: A tendência do voto de Álvaro que pertence ao próprio Álvaro, e não ao bolsonarismo.

Entre os eleitores de Álvaro Dias, existe uma parcela que votou nele em reconhecimento ao seu trabalho na Prefeitura de Natal, por sua ligação com a região do Seridó ou por outras razões pessoais.

Esse voto, vinculado à figura de Álvaro e não necessariamente a uma posição ideológica, poderá se dividir de maneira equilibrada entre Allyson e Cadu. Não há, a princípio, uma razão evidente para que migre majoritariamente para um ou para outro.

Este é um fator de equilíbrio entre os dois candidatos.

FATOR 3: O impacto do desempenho de Cadu e Allyson nas urnas sobre a percepção do eleitor.

Até o dia 4 de outubro, praticamente todas as análises apontavam o favoritismo de Allyson Bezerra e tratavam Cadu de Lula como um azarão. Poucos apostavam na possibilidade de vitória do candidato petista.

Entretanto, o resultado das urnas surpreendeu pela votação de Allyson abaixo das expectativas e pelo desempenho de Cadu acima das previsões.

Esse resultado pode ter provocado uma mudança no estado de ânimo de parte do eleitorado, especialmente entre aqueles que não gostam de votar em candidatos considerados sem chances de vitória.

O eleitor que deixou de votar em Cadu por acreditar que sua derrota era certa poderá, agora, reconsiderar sua escolha diante de um cenário que se mostrou mais competitivo do que o esperado.

Este é um fator pró-Cadu.

FATOR 4: A influência da eleição presidencial sobre a disputa estadual.

Não se pode negar que, neste segundo turno, a disputa presidencial está dentro da casa de cada brasileiro. O envolvimento dos eleitores é intenso, e a polarização política atingiu seu ponto máximo.

Nesse ambiente, é possível que eleitores de Lula no Rio Grande do Norte que votaram em Allyson Bezerra no primeiro turno reconsiderem sua escolha, influenciados pela campanha do voto casado no 13 para presidente e governador.

Além disso, parte desse eleitorado, que antes não acreditava nas chances de vitória de Cadu, poderá passar a enxergar a disputa estadual sob uma nova perspectiva.

Este também é um fator pró-Cadu.

CONCLUSÃO

Diante desses quatro fatores, que poderão orientar o comportamento de boa parte dos eleitores no segundo turno, temos um fator claramente favorável a Allyson, dois favoráveis a Cadu e um que tende ao equilíbrio entre os candidatos.

Não estou fazendo previsões sobre o resultado da eleição. Estou apenas analisando elementos da campanha e tentando compreender o que se passa na cabeça do eleitor.

Se essa leitura está correta ou não, teremos que aguardar as primeiras pesquisas para sentir o pulso do eleitorado.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
08:59

Agora RN

O Rio Grande do Norte tem 14 dos 69 reservatórios monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) com menos de 10% da capacidade de armazenamento. O levantamento, atualizado nesta semana, mostra diferenças entre as reservas hídricas do Estado, com açudes praticamente secos em municípios do Seridó e do Alto Oeste, enquanto outros mananciais apresentam volumes superiores a 80%.

A situação mais crítica é registrada no reservatório Passagem das Traíras, em São José do Seridó, que acumula apenas 0,03% de sua capacidade. Em seguida aparecem o açude Dourado, em Currais Novos, com 0,11%, e o Itans, em Caicó, com 0,36%. Os três estão com menos de 1% do volume máximo de armazenamento.

Vista aérea de reservatório do Rio Grande do Norte, com barragem e estrada junto ao espelho de água
Levantamento aponta situação de baixos volumes em açudes do Seridó e Oeste — Foto: Igarn/Divulgação

Outros reservatórios também apresentam níveis reduzidos, como Jesus Maria José, em Tenente Ananias, com 1,20%; Mundo Novo, em Caicó, com 1,25%; Alecrim, em Santana do Matos, com 1,51%; Zangarelhas, em Jardim do Seridó, com 1,97%; e Totoró, em Currais Novos, com 2,31%.

A lista inclui ainda os açudes 25 de Março, em Pau dos Ferros, e Esguicho, em Ouro Branco, ambos com 4,51%; Currais Novos, com 4,87%; Boqueirão de Parelhas, com 7,17%; Sabugi, em São João do Sabugi, com 7,19%; e Caldeirão de Parelhas, com 7,45%.

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Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
08:57

Agora RN

O senador Styvenson Valentim (Podemos) evitou, nesta quinta-feira 8, declarar apoio a algum dos candidatos que estão no segundo turno da disputa para o Governo do Rio Grande do Norte. Durante agenda em Mossoró, o senador reafirmou apoio a apenas a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Eu vou apoiar o Flávio Bolsonaro”, respondeu quando questionado sobre a escolha para o segundo turno. Diante da insistência sobre a disputa estadual, afirmou: “Tudo igual para mim. Tudo igual.” Styvenson lembrou que apoiou Álvaro Dias (PL) na primeira etapa, mas não apresentou uma nova opção depois da derrota do aliado.

Styvenson Valentim discursa na tribuna do Senado, com a mão direita levantada
Senador foi reeleito no último domingo com mais de 1 milhão de votos; ele tinha apoiado Álvaro Dias para o Governo — Foto: Waldemir Barreto/Senado

Estão no segundo turno da eleição para o governo os candidatos Allyson (União) e Cadu de Lula (PT). A votação está marcada para 25 de outubro.

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Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
08:53

Foto: divulgação/Bruno Barreto**

A neutralidade de Álvaro Dias e do PL no segundo turno para o Governo do RN atrapalha os planos do candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Allyson Bezerra (UB).

Allysson  conta com a vinda dos mais de 500 mil votos de Álvaro para formar uma maioria sobre o candidato Cadu de Lula (PT).

Mas os movimentos de bastidores mostram Cadu atraindo apoios que estavam com Álvaro no interior e o bolsonarismo raiz sinalizando que vai cruzar os braços.

Com o primeiro turno terminando praticamente empatado, o segundo começa do zero. Para quebrar a neutralidade, Allyson precisa declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial como fez o seu partido, o União Brasil.

Se fizer isso, corre risco de perder a base lulista para Cadu.

Publicado por: Chico Gregorio


09/10/2026
08:50

Foto: cedida/Bruno Barreto***

A candidatura de Cadu de Lula ao governo do estado ganha forte adesão no interior do Rio Grande do Norte com a chegada de prefeitos e ex-prefeitos ao projeto para o segundo turno. Entre os nomes que oficializaram apoio nesta primeira semana do segundo turno estão o prefeito Joquinha Nogueira e o ex-prefeito Flávio de Berói, de Nova Cruz; o prefeito Joca Basílio, de Riachuelo; o prefeito Acácio, de Serra Negra do Norte; além do ex-prefeito Nixon Baracho, de Alto do Rodrigues.

As declarações de apoio foram confirmadas em encontros de alinhamento político para traçar as estratégias de mobilização. Durante as reuniões, as lideranças municipais destacaram o diálogo aberto como fator essencial para assegurar um política de desenvolvimento local e garantir a continuidade das ações estaduais nas cidades potiguares.

Com a expansão do grupo no Agreste, Seridó, Potengi e Vale do Açu, a campanha fortalece sua articulação política diretamente com a população e as bancadas locais. O candidato Cadu de Lula celebrou a união de forças ao afirmar: “essa é uma semana com muito diálogo pensando no futuro do nosso Rio Grande do Norte. Receber esses apoios nos dá ainda mais energia para seguir em frente rumo à vitória”.

O engajamento das lideranças do interior consolida a estratégia de palanque amplo no segundo turno, visando ampliar a votação nas zonas urbanas e rurais de todo o estado. A expectativa é que novas adesões sejam anunciadas ao longo dos próximos dias.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
11:17

Incêndio na UFPE

Incêndio na UFPE

Foto: Reprodução/X

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) registrou três incêndios em instalações acadêmicas no Recife em um intervalo de uma semana, em outubro. As ocorrências atingiram setores de pesquisa e não deixaram pessoas feridas.

O episódio mais recente ocorreu na noite desta quarta-feira, 07, no prédio da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo, localizado no campus da Cidade Universitária. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco foram acionadas para conter as chamas, enquanto as causas oficiais do fogo permanecem sob apuração.

O deputado Jones Manoel (PSOL) declarou ter acionado a Polícia Federal e o Ministério Público Federal para solicitar a apuração de possível ato criminoso na instituição. O parlamentar mencionou a circulação de mensagens com ameaças direcionadas a setores universitários antes do incidente de quarta.

https://www.terra.com.br/noticias/incendios-na-ufpe-o-que-se-sabe-sobre-os-tres-casos-que-atingiram-o-campus,0026dc155d615676f17024e4876885c3c00bxs3q.html?utm_source=clipboard

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
11:05

Neto Queiroz ***

Lendo e acompanhando o noticiário nacional, tenho a impressão de que o segundo turno nem precisa acontecer. É como se Flávio Bolsonaro já fosse o presidente eleito do Brasil e a nova votação fosse apenas uma formalidade.

O foco de parte da cobertura já está no que viria depois da vitória: como e quando Flávio atuaria para tirar o pai da cadeia, o que faria em relação ao STF e como o Brasil se encaixaria na estratégia de Trump para a América Latina.

Já se fala na escolha dos ministros e na partilha do poder. Rogério Marinho é tratado como futuro presidente do Senado. Discute-se o próximo governo como se a etapa que permite chegar até ele já estivesse vencida.

Reconheço o favoritismo de Flávio e considero sua vitória provável. Mas também conheço a história das eleições brasileiras o suficiente para saber que é preciso esperar o voto cair na urna antes de cantar vitória. Favoritismo não é resultado.

Nos últimos meses, vivemos um processo eleitoral pendular. O eleitor independente oscilou entre a esquerda e a direita, indo e vindo ao sabor das manchetes, dos escândalos e das crises políticas.

Lula já foi considerado franco favorito. Depois, Flávio empatou o jogo. Vieram os áudios envolvendo Vorcaro, e a candidatura de Flávio chegou a ser dada como sepultada. Em seguida, as controvérsias envolvendo o STF e a guerra política entre ministros voltaram a alimentar a rejeição ao sistema e o desejo de mudança. Na minha leitura, esse movimento favoreceu novamente Flávio.

Esse vaivém é justamente o motivo para ter cautela. Se o cenário mudou tantas vezes ao longo da campanha, por que presumir que permanecerá imóvel nas três semanas que ainda restam?

Há outro aspecto que me chama a atenção. Embora Flávio seja hoje o grande favorito, não encontro, entre os eleitores com quem converso, muitas manifestações de confiança em seu preparo ou em sua capacidade de governar. Percebo um voto muito mais enraizado na frustração com o governo e no desejo de que alguma coisa mude no país.

Essa diferença ajuda a entender a disputa. Um eleitor pode escolher Flávio sem estar convencido de suas qualidades. Pode votar nele porque rejeita a continuidade do governo atual e enxerga, entre as opções disponíveis, um caminho para expressar essa insatisfação.

A meu ver, o grande erro de Lula foi conduzir a campanha como se bastasse enfrentar Flávio Bolsonaro. Seu adversário mais difícil, porém, é o sentimento de frustração com o governo. Criticar o concorrente não resolve, por si só, as razões que levam o eleitor a querer mudança.

Flávio tem o mérito político de ocupar esse espaço e transformar a insatisfação em apoio eleitoral. Está no lugar certo, na hora certa. Mesmo desconfiando de que ele não seja esse mel todo, muitos eleitores parecem entender que essa é a alternativa que restou para dizer que querem outro rumo para o país.

Isso sustenta seu favoritismo, mas não elimina a incerteza. Um apoio movido principalmente pela rejeição ao adversário não equivale, necessariamente, a uma confiança consolidada no candidato. Ainda há espaço para fatos novos alterarem a percepção de quem vai votar.

Ninguém sabe quais novidades surgirão, que denúncias poderão aparecer ou como os candidatos reagirão aos acontecimentos das próximas semanas. Muita coisa já aconteceu nesta eleição. Com base em quê podemos afirmar que nada mais acontecerá?

Minha reflexão é um lembrete diante do clima de eleição resolvida: ainda temos uma nova votação pela frente. O noticiário pode antecipar ministros, alianças e a partilha do poder. Mas quem decide se tudo isso sairá do papel é o eleitor.

E ele ainda vai às urnas mais uma vez.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
11:03

Neto Queiroz***

Procurei nas redes sociais da senadora Zenaide Maia algum pronunciamento sobre o segundo turno, especialmente uma manifestação de apoio e empenho para eleger Allyson Bezerra governador.

Encontrei apenas um texto em que ela agradece a votação recebida e a confiança dos eleitores, além de se colocar à disposição do Rio Grande do Norte para novas lutas.

Não que Zenaide precise reafirmar uma aliança que, até aqui, não há indicação de ter sido rompida. Mas o resultado das urnas criou uma situação política que merece atenção: a senadora foi apenas a quarta mais votada em Mossoró, principal reduto eleitoral de Allyson.

Seria simplista atribuir a Mossoró a derrota de Zenaide. A derrota tem muitas mães e muitos pais. Há diversos fatores que podem explicar o resultado, cada qual com seu peso. Isso, porém, não impede que se examine a contribuição de uma cidade em que a senadora esperava contar com a força política de um aliado tão próximo.

Zenaide perdeu a eleição por uma diferença de cerca de cinco mil votos. É essa margem estreita que torna seu desempenho em Mossoró um componente importante da análise. Uma votação maior na cidade poderia ter sido decisiva.

Allyson recebeu 82.286 votos em Mossoró. Zenaide obteve 41.437, pouco mais da metade da votação do ex-prefeito. Ficou atrás de Styvenson, com 76.719 votos; Samanda, com 44.073; e Coronel Hélio, com 43.575.

Esses números não permitem medir exatamente quantos votos Allyson transferiu para Zenaide. Permitem, contudo, questionar por que uma aliança tão estreita não se traduziu em uma posição melhor para a senadora no principal reduto do candidato ao governo.

Era razoável esperar de Allyson uma mobilização capaz de colocar Zenaide em posição de destaque em Mossoró. Estamos falando de uma aliada de primeira hora, profundamente ligada à sua gestão, que destinou recursos para a construção de nada menos que 15 UBSs no município.

O contraste com o desempenho de sua esposa reforça essa cobrança. Se Allyson conseguiu ajudar a construir para Cinthia a maior votação já obtida por uma candidatura a deputado estadual em Mossoró, por que o apoio a Zenaide produziu um resultado tão aquém do esperado?

São disputas diferentes, com dinâmicas próprias, e a força de uma liderança não se transfere automaticamente de uma candidatura para outra. Ainda assim, a diferença de desempenho merece uma explicação política.

A comparação com 2022 também chama a atenção. Naquela eleição, Rogério Marinho obteve cerca de 47 mil votos em Mossoró com o apoio de Allyson, embora tivesse uma parceria menos estreita com o então prefeito e enfrentasse rejeição considerável na cidade. Zenaide, mesmo com uma relação muito mais próxima, ficou abaixo dessa marca.

Não se trata, portanto, de dizer que Mossoró derrotou Zenaide. Trata-se de discutir se o apoio de Allyson na cidade correspondeu à expectativa criada pela aliança e pela contribuição da senadora à sua gestão. Diante de uma derrota por margem tão pequena, essa pergunta ganha ainda mais relevância.

Por essas razões, fiquei à espera de um pronunciamento de Zenaide reafirmando sua parceria com Allyson no segundo turno. Uma manifestação assim ajudaria a esclarecer como a senadora pretende participar desta nova etapa da campanha.

Seu silêncio, por si só, não comprova rompimento nem ressentimento. Mas deixa uma pergunta no ar: Zenaide considera que Allyson largou sua mão?

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
11:01

Neto Queiroz ***
O resultado da eleição de domingo em Mossoró permite algumas considerações importantes sobre a força dos grupos políticos na cidade e os caminhos que podem se abrir para 2028.

Allyson Bezerra recebeu cerca de 56% dos votos válidos no município, contra os 78% obtidos há dois anos, quando se reelegeu prefeito. Uma queda de aproximadamente 22 pontos percentuais.

Alguém pode argumentar que são eleições diferentes. De fato, uma disputa municipal e uma estadual têm dinâmicas próprias. Mas essa diferença não torna a comparação irrelevante. Nos dois casos, Allyson enfrentou candidaturas posicionadas à direita e à esquerda: em 2024, Genivan Vale e Lawrence Amorim; agora, Álvaro Dias e Cadu de Lula.

O que os números mostram é que a vantagem de Allyson sobre seus adversários diminuiu consideravelmente dentro de seu principal reduto. A soma de Cadu e Álvaro chegou a cerca de 43% dos votos válidos em Mossoró. Ele continua majoritário, mas já não apresenta a mesma distância em relação aos concorrentes.

Há outros resultados que merecem entrar nessa análise. Cabo Deyvison disputou uma vaga de deputado federal e saiu das urnas com 54 mil votos em Mossoró. É uma votação expressiva, que lhe dá uma base importante para construir um projeto político na cidade.

Na disputa para deputado estadual, a esposa de Allyson recebeu cerca de 32 mil votos, estabelecendo um recorde histórico no município. Ao mesmo tempo, a soma das votações de Isolda Dantas, Jorge do Rosário, Ivanilson Oliveira e Bibiano, nomes com base política em Mossoró, chegou a 52 mil votos.

Esses votos não formam automaticamente um bloco único, nem podem ser transportados integralmente para uma eleição municipal. Mas demonstram que há espaço eleitoral e lideranças com capacidade de mobilização para além do núcleo político de Allyson.

A esse quadro se soma a situação de seu sucessor na Prefeitura, Marcos Medeiros. Nas pesquisas recentes que consultei, sua aprovação aparece, em média, cerca de 30 pontos abaixo das marcas alcançadas por Allyson no auge da gestão. Embora essa comparação também envolva momentos diferentes, a distância merece atenção de quem pretende manter o comando da cidade.

Diante desses elementos, o olhar para 2028 permite imaginar três movimentos.

O primeiro é a consolidação de Cabo Deyvison como um dos principais nomes para disputar a Prefeitura. Sua votação lhe dá credenciais para ocupar esse espaço. Acredito que o PL investirá nele, e não duvido de que sua atuação passe a ser organizada, desde agora, na perspectiva de uma candidatura a prefeito.

O segundo envolve Marcos Medeiros. Como nome natural à reeleição, ele precisará corrigir rumos na gestão e construir sua própria identidade política. Até aqui, a administração continua com a cara, o jeito e o modo de Allyson. Não vejo uma marca própria suficientemente clara.

Seis meses depois de assumir o cargo, já é razoável cobrar sinais dessa identidade. Marcos precisa mostrar ao eleitor o que caracteriza sua gestão e por que merece continuar à frente da Prefeitura. A força do antecessor é um apoio importante, mas não substitui a construção de uma liderança própria.

O terceiro movimento é o fortalecimento da esquerda na cidade. Os cerca de 44 mil votos de Cadu mostram que esse campo mantém uma base relevante em Mossoró. Na minha avaliação, esse resultado alimenta a perspectiva de uma candidatura própria em 2028, com identidade política mais definida.

Nada disso significa que a próxima eleição municipal esteja desenhada. Até 2028, haverá tempo para mudanças, alianças e novas lideranças. Mas os resultados de domingo oferecem um ponto de partida: a disputa pelo poder em Mossoró pode ser mais aberta do que foi há dois anos.

Para o presente, a conclusão que considero mais importante é que Allyson perdeu terreno eleitoral em sua cidade. Continua forte, mas sua vantagem diminuiu, enquanto outros nomes demonstraram capacidade de conquistar votos.

A grande pergunta é: por que Allyson perdeu força justamente em seu principal reduto?

Cada um pense sua resposta.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
10:44

Prefeitos que apoiaram Álvaro Dias no primeiro turno anunciam apoio a Cadu Xavier

Os prefeitos Joquinha Nogueira (MDB), de Nova Cruz; Joca Basílio, de Riachuelo; e Acácio Brito (PSD), de Serra Negra do Norte, anunciaram nesta quarta-feira (7) apoio à candidatura de Cadu de Lula (PT) no segundo turno das eleições para o Governo do Rio Grande do Norte.

Os três gestores apoiaram Álvaro Dias (PL) no primeiro turno. Com a ausência do ex-prefeito de Natal na disputa final, decidiram declarar voto ao candidato petista.

A adesão de Joquinha Nogueira também foi noticiada nesta quarta-feira, enquanto o apoio de Acácio Brito já havia sido divulgado anteriormente.

As declarações fazem parte das movimentações políticas que se intensificaram após o primeiro turno, com lideranças municipais definindo seus posicionamentos na disputa entre Cadu Xavier e Allyson Bezerra.

Robson Pires ***

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
10:33

Foto: Reprodução

Quem precisa consultar o histórico de vacinação pode acessar as informações disponíveis pelo Meu SUS Digital. A plataforma do Ministério da Saúde permite verificar registros de vacinas recebidas, acessar a carteira digital de vacinação e emitir documentos e certificados, utilizando uma conta Gov.br. Na área de vacinação, o cidadão pode consultar os imunizantes registrados em seu nome nos sistemas de saúde integrados à Rede Nacional de Dados em Saúde(RNDS). Conforme as informações disponibilizadas, é possível verificar as vacinas recebidas, as doses aplicadas e os respectivos registros de vacinação.

A plataforma também disponibiliza a Carteira Nacional de Vacinação Digital, que reúne as informações recebidas dos sistemas integrados, além de certificados específicos, como o Certificado Nacional de Vacinação contra a Covid-19 e o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), utilizado para comprovar a vacinação contra a febre amarela quando atendidos os requisitos de emissão.

Como consultar suas vacinas?

Para acessar os registros disponíveis, o cidadão deve seguir os passos:

1 – Abra o aplicativo Meu SUS Digital ou acesse o endereço meususdigital.saude.gov.br .

2 – Entre com sua conta Gov.br, informando CPF e senha.

3 – Na tela inicial, acesse a área “Minha Saúde” .

4 – Selecione a opção “Vacinas” .

5 – Consulte o histórico das doses registradas. Para acessar a carteira digital e os certificados disponíveis, selecione a aba “Documentos”.

Na área de documentos, o cidadão pode visualizar e, conforme o documento, exportar os arquivos disponíveis em formato digital.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
10:29

Por Fernanda Sabino

Cadu de Lula (PT) reagiu às declarações de Allyson Bezerra (União Brasil) após o primeiro turno e rebateu a acusação de uso da máquina pública para chegar ao segundo turno. O petista citou a prisão em flagrante do ex-prefeito de Baraúna Aldivon Simão do Nascimento, com dinheiro e material de campanha, caso que levou a uma representação do então candidato ao Governo Álvaro Dias contra Allyson e Hermano Morais no TRE-RN.

“Ontem, vendo os vídeos do discurso do meu adversário, ele dizendo que nós usamos a máquina para chegar ao segundo turno. Ele sempre fala das práticas que ele mesmo comete, dizendo que são os outros”, afirmou Cadu.

Na sequência, o candidato relacionou diretamente o episódio de Baraúna à disputa eleitoral.

“Foram apoiadores dele que foram pegos com dinheiro e bottons da campanha dele, não foram nossos. Ele é suspeito de corrupção, não nós. Ele é suspeito de comprar voto, não nós. É assim que a gente vai vencer as eleições, juntos com o presidente Lula”, declarou.

A referência é ao flagrante ocorrido no domingo (4), em Baraúna, quando Aldivon foi detido com cédulas de R$ 20 e R$ 50 presas a materiais de campanha. Segundo a representação apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, foram identificados pelo menos 14 conjuntos, totalizando R$ 430, além de santinhos da chapa de Allyson e Hermano e materiais com o número 44. A ação pede a cassação do registro ou diploma dos dois candidatos.

O TRE-RN recebeu a representação e determinou diligências para aprofundar a apuração. O recebimento do processo, porém, não representa condenação nem confirma, neste momento, a participação de Allyson ou Hermano no episódio.

Outro episódio envolve pedido de votos em Mossoró

Além do caso de Baraúna, outro episódio envolvendo integrante do grupo político de Allyson havia sido noticiado pelo Diário do RN durante a campanha. Em setembro, o prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros, apareceu em vídeo pedindo votos para Allyson e para Cinthia de Allyson durante uma reunião com moradores da comunidade rural Puxa-Boi.

“A gente está andando aqui para pedir voto para o nosso governador. Pedindo voto para Allyson, para a nossa deputada estadual, Cinthia de Allyson. A gente precisa reunir o máximo possível de votos para apoiar o candidato”, afirmou o prefeito na ocasião.

A reunião havia sido realizada para tratar de reivindicações dos moradores relacionadas principalmente ao abastecimento de água e à falta de atendimento regular de saúde na comunidade. Durante o encontro, Marcos apresentou uma proposta de transporte de moradores para atendimento médico e odontológico em outra localidade e, no mesmo contexto, pediu apoio eleitoral.

O episódio passou a integrar o conjunto de questionamentos feitos pela oposição sobre a utilização da estrutura pública e a atuação de aliados de Allyson durante a campanha.

A resposta de Cadu ocorre no início de uma nova etapa da disputa. Os dois terminaram o primeiro turno praticamente empatados, com Allyson em primeiro, com 36,75% dos votos, e Cadu com 36,28%. A diferença de apenas 0,47 ponto percentual deixa o segundo turno aberto e coloca acusações, alianças e episódios da campanha anterior novamente no centro do debate.

Nos bastidores, a tendência é que os dois candidatos ampliem, nesta nova fase, a discussão sobre suas propostas e também sobre os fatos que marcaram a campanha. Cadu já sinalizou que pretende manter a associação com o presidente Lula como um dos eixos de sua candidatura, enquanto Allyson deverá sustentar o discurso de mudança utilizado no primeiro turno.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
10:13

Prefeito Joca Basílio muda de posição e declara apoio a Cadu de Lula no segundo turno

Carlos Felipe***

O prefeito de Riachuelo, Joca Basílio, declarou nesta quarta-feira (7) apoio a Cadu de Lula na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. A manifestação ocorre após o primeiro turno das eleições, quando o gestor havia apoiado Álvaro Dias.

Na votação realizada no município, Álvaro Dias foi o candidato mais votado, com 1.979 votos. Allyson Bezerra ficou em segundo lugar, com 1.817 votos, enquanto Cadu de Lula obteve 1.690 votos.

Com a definição do prefeito para o segundo turno, o cenário eleitoral em Riachuelo passa por uma nova configuração. O apoio de Joca Basílio acrescenta um novo movimento à disputa no município, que agora terá os votos dos eleitores novamente em jogo.

A mudança de posicionamento também coloca em evidência a movimentação das lideranças municipais neste segundo turno e abre a expectativa sobre como o novo apoio poderá se refletir no desempenho de Cadu de Lula nas urnas de Riachuelo.

O segundo turno definirá o próximo governador do Rio Grande do Norte.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2026
10:03

Laurita Arruda

O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD)  mudou radicalmente o tom em relação ao candidato à Presidência,  Flávio Bolsonaro (PL).

No primeiro turno, chamou o senador de “um dos maiores assaltantes do Brasil” e afirmou em sua propaganda: “tanto faz roubar com a mão esquerda ou a direita: quem rouba é ladrão”.

Agora, no segundo turno, declara apoio ao mesmo candidato e diz que entra na campanha “de corpo inteiro, por convicção”.

E por falar em convicção, ou na falta dela, a mudança também remete a outro episódio recente  da trajetória política de Caiado. Em 2015, ele chamou Gilberto Kassab de “cafetão do Planalto” e fez duras críticas ao então ministro. Anos depois, acabou se filiando ao PSD, partido presidido por Kassab.

Caiado agora promete trabalhar por uma ampla votação de Flávio em Goiás.

A missão, porém, parte de um cenário em que o candidato do PL já teve forte desempenho no estado: no primeiro turno, recebeu 53,6% dos votos válidos, enquanto o próprio Caiado ficou com 12,3%, apesar de deixar o governo goiano com altos índices de aprovação.

Publicado por: Chico Gregorio