Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Flávio Azevedo, a Petrobras não pode seguir a lógica empresarial para tomar decisões nos Estados onde opera. A análise é uma resposta aos efeitos do rebaixamento da refinaria Clara Camarão divulgado recentemente pela estatal sem qualquer diálogo com o Governo do Estado. Na prática a refinaria perde autonomia e volta a ser subordinada à diretoria de Exploração e Produção da empresa, a exemplo do que ocorria há oito anos.
Ex-presidente da Federação das Indústrias no Rio Grande do Norte, ele ressalta o papel social da estatal no Estado e, como tal, deve pensar nas pequenas empresas e nas pessoas que dependem dela. O aporte de recursos da Petrobras no Rio Grande do Norte representa 70% do investimento público que o Governo faz no Rio Grande do Norte. Azevedo ainda aguarda explicações para o rebaixamento da refinaria Clara Camarão. Ele reclama da falta de diálogo com a direção da empresa:








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