08/10/2018
19:19

Garibaldi: de maior eleitor do RN à derrota acachapante

O eleitor do Rio Grande do Norte decidiu mudar a forma de representação no Senado. Isso começou em 2014 quando preteriu Wilma de Faria, candidata pela via conservadora, e elegeu Fátima Bezerra. Agora consolida a mudança de perfil de seus senadores ao eleger Capitão Styvenson (REDE) e Zenaide Maia (PHS).

O senador José Agripino (DEM) foi eliminado nas pesquisas e trocou a reeleição pela candidatura a deputado federal que terminou fracassada.

Já Garibaldi Alves Filho (MDB) levou uma surra de saia e de farda com direito a uma bengalada de Geraldo Melo (PSDB) que com 83 anos de idade se desaposentou da política após 12 anos e empurrou o emedebista para o quarto lugar.

O eleitor potiguar decidiu mudar o perfil dos seus representantes e Garibaldi e Agripino sucumbiram com isso.

Garibaldi, outrora maior eleitor do Rio Grande do Norte, sentiu na pele.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:15

Kerinho virou protagonista de imbróglio

Um balde de água fria nas pretensões do deputado federal Beto Rosado (PP) seguir na Câmara num próximo mandato. O indeferimento da candidatura de Kericlis Alves Ribeiro, o “Kerinho” (PDT), determinado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) já foi mantido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O problema em torno de Kerinho” é que ele não entregou a documentação completa e não cumpriu o prazo para retificar.

Segundo consta nos autos ele não entregou documento oficial de identificação, comprovante de escolaridade e certidões de 1º e 2º grau das Justiças Estadual e Federal de seu domicílio eleitoral. Ele também não apresentou o comprovante de quitação eleitoral de uma pendência decorrente de uma multa eleitoral.

O ministro Jorge Mussi em decisão monocrática já seguiu o entendimento do TRE de que o candidato não cumpriu os prazos e que se trata de um problema insanável. “Nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, em processo de registro de candidatura não se admite a juntada de documentação faltante após o esgotamento das instâncias ordinárias, exceto quando relativa a fatos supervenientes que afastem a inelegibilidade, o que não é o caso dos autos. Nesse contexto, incabível apreciar os documentos e certidões trazidos apenas nesta seara, muitos deles preexistentes ao processo de registro, ressaltando-se, ainda, que houve intimação prévia no âmbito da Corte Regional para sanar a falha”, diz o magistrado.

”Kerinho” teve 8.990 votos considerados nulos porque concorreu com registro indeferido com recurso. O quadro ainda pode ser levado ao plenário do TSE.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:10

 

1517747790 5a76fe4e7ebe5 768x432 300x169 - FHC: ‘Entre Haddad e Bolsonaro, não há saída. Vou de Haddad’

“Não tenho alternativa. Estou com o Haddad”, afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao avaliar os caminhos que o PSDB deveria seguir no segundo turno.

Mas será um apoio com restrições, já que o ex-presidente tem ressalvas profundas sobre a política econômica e relações exteriores do PT.

Publicamente, FHC ainda decidiu manifestar seu apoio. Afirma que não votará em Bolsonaro. Mas, no segundo turno, vai anular seu voto.

Há algum tempo, ele dizia, reservadamente, que Geraldo Alckmin não teria chances nesta eleição.

Desde o ano passado, ele insistia em nome alternativo que estivesse fora da política: Luciano Huck. Mas não deu certo.

FHC diz que não gostaria de ver da volta do PT ao Planalto, por considerar que o partido não defende o que considera as reformas necessárias para o país – especialmente a da Previdência. Considera, ainda, que o PT não tem uma visão econômica “correta” sobre como devolver o crescimento ao país, já que defende uma presença forte do Estado.

Mesmo assim, o tucano considera que Bolsonaro seria uma opção pior, uma “ameaça” à democracia. FHC suspeita que, com o deputado, haverá um risco autoritário permanente e crise institucional, devido à sua fragilidade de apoios no Congresso.

Na época da ditadura, FHC foi exilado. Existe também uma questão pessoal: o candidato do PSL chegou a dizer, em entrevista a uma emissora, que fuzilaria Fernando Henrique Cardoso, acusando-o de corrupção.

Apesar das divergências políticas, FHC tem um bom relacionamento pessoal com Haddad – ambos têm a mesma base acadêmica, a USP. Haddad já disse publicamente que pretende procurar o PSDB para obter apoio na disputa de um eventual segundo turno.



Fonte: Catraca livre

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:06

rc ccl 300x128 - Ricardo desmoraliza as oposições e, de quebra, chuta Cássio para um humilhante quarto lugar - Por Wellington Farias
Diariamente, o jornalista Wellington Farias comenta os bastidores e avalia os principais fatos da política e do cotidiano da Paraíba e do Brasil

Numa eleição histórica e de resultados sem antecedentes na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho (PSB), seja como protagonista do processo, ou como mentor de um projeto de gestão muito bem avaliado, fez o que convencionamos chamar de “barba, cabelo e bigode”. Só não fez costeletas, porque não conseguiu a eleição do seu parceiro Luiz Couto (PT) para o Senado.

Detalhe: político historicamente de esquerda, Coutinho consegue esta proeza num momento em que, em várias partes do mundo, o conservadorismo dá o ar de sua graça, e num Brasil em que a cadela do fascismo está num cio desesperado.

Numa lapada só, Ricardo Coutinho elegeu o candidato de sua escolha pessoal para sucedê-lo, seu ex-secretário João Azevêdo, do mesmo partido; conseguiu a eleição de 15 deputados estaduais da coligação que articulou, além de ter o reforço de outros que foram eleitos e serão da base aliada; a eleição de metade da bancada paraibana à Câmara Federal, resgatou de um iminente ostracismo o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PSB), que andou mal visto pelos seus eleitores e, sobretudo setores progressistas, desde aquele histórico “paroxístico momento” do SIM a Temer, para derrubar a então presidente Dilma.

E o pior: armou uma conjuntura eleitoral em que Cássio Cunha Lima (PSDB), até então seu principal opositor, depois de tentar ser mais esperto que todos e todas, foi submetido a um humilhante quarto lugar na disputa para o Senado. Lembrando, apenas, que não outro, a não ser o próprio Ricardo, foi quem tirou de Cássio a invejável condição de imbatível, ao impor-lhe a primeira derrota em 2014.

Mas…

A casa não caiu pra Cássio só em razão da arapuca política-eleitoral que Ricardo montou para ele a sua turma. Ele também se autodestruiu. Não entendeu os novos momentos e as mudanças que precisava fazer em suas atitudes e hábitos muito manjados.

Vejamos

Cássio quis jogar com tudo e com todas. Por que Luciano Cartaxo (PV) não deixou a Prefeitura de João Pessoa para concorrer ao governo? Porque, especula-se, desconfiava de uma provável arapuca armada por Cássio, usando Manoel Junior (PSV), o vice-prefeito, para tomarem a gestão e com ele romper politicamente; depois, Cássio ainda conseguiu convencer os Cartaxos a manterem-se aliados, evidentemente, pensando no palanque que precisava em João Pessoa, para a sua campanha de senador e seu filho Pedro, para deputado federal.

Ah, lá!

De palanque garantido na Capital, Cunha Lima pouco ou nada empenhou-se pela candidatura de Lucélio Cartaxo (PV), irmão gêmeo de Luciano, que o substituiu na candidatura ao governo. Achando pouco, segundo a imprensa noticiou, ainda montou comitê de campanha com José Maranhão, o candidato a governador pelo MDB, na cidade de Patos, mesmo tendo compromisso com os Cartaxos.

Não faz muito tempo em que a Paraíba ouviu Cássio tecer loas à gestão do presidente Michel Temer (MDB) quando, no primeiro aniversário do golpe, discursou dizendo que aquele era um “governo ousado e corajoso”. Na sequência, na cidade de Monteiro, implorou ao público uma saraivada de palmas para o grande presidente da República. Antes, sem que ninguém visse, quase verteu lágrimas ao abraçar Temer, segundo este mesmo revelaria ao público em seu discurso ao microfone.

Oposição?

Pois bem. Depois de tudo isso, Cássio Cunha Lima tentou convencer os paraibanos de que era oposição a Michel Temer, num momento eleitoral em que nada era mais recomendável do que jamais ter tido qualquer compromisso com o presidente da República mais desgastado e indesejável da história do Brasil.

Humilhação

Ricardo de fato desmoralizou as oposições e, de quebra, chutou Cássio Cunha Lima para onde ele jamais imaginava: o humilhante quarto lugar na disputa para o Senado. E mais: num cenário em que o seu principal opositor em Campina Grande, Veneziano Vital do Rego, foi o mais votado para senador da República.

 

Créditos: Por Wellington Farias

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
19:01

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Após obter 49,2 milhões de votos no primeiro turno, o candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse hoje (8) que pretende intensificar a campanha eleitoral nos próximos dias, mas depende de uma avaliação médica no dia 10. Segundo ele, a intenção é procurar a união para o segundo turno com os adversários derrotados e eventuais aliados.

“O discurso é de união, queremos unir o Brasil e pacificar”, afirmou o candidato à Presidência durante quase 20 minutos de entrevista exclusiva concedida à Rádio Jovem Pan.

Bolsonaro confirmou que chamou a atenção do candidato a vice-presidente, General Mourão, e do consultor econômico Paulo Guedes. Ele disse que deu “uma canelada” neles para que “maneirem” nas opiniões. “O que eu pedi para ele [Guedes] e para o Mourão é que tenham cuidado com as palavras.”

Economia

Questionado sobre as propostas econômicas, Bolsonaro reiterou que tem conversado com sua equipe, liderada por Paulo Guedes, e que amanhã (9) terá uma reunião. Ele destacou que pretende extinguir estatais, mas não mencionou quais, e manter o programa Bolsa Família, mas combatendo o que considera fraudes. “ Não podemos cortar esse programa porque seria uma desumanidade.”

Mais uma vez, ele ressaltou que é contrário à recriação da CPMF, o imposto do cheque, e disse que ao admitir que pouco entende de economia, quis demonstrar ser humilde. “Eu dou os ingredientes, eles [os integrantes da equipe econômica] fazem o bolo”, afirmou o candidato, acrescentando que pretende reduzir o total de ministérios para 15.

Política

Bolsonaro disse ainda que pretende participar de debates com o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad. “Debater com o PT não tem dificuldade. O que o PT fez ao longo de 13 anos acredito que está vivo na memória de todo mundo, não queremos isso de volta. Eu represento, com quem está do meu lado, uma oposição.”

Questionado se pretende conversar com eventuais aliados e eleitores de centro, que não o apoiaram no primeiro turno, o candidato respondeu com bom-humor. “Não posso virar o Jairzinho paz e amor e me violentar, eu tenho de continuar sendo a mesma pessoa.”

Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:56

Em nota publicada na tarde desta segunda-feira (8), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que teve Guilherme Boulos na corrida presidencial no primeiro turno, oficializou apoio no segundo turno ao candidato da frente democrática, Fernando Haddad, tendo como ponto central a necessidade de derrotar Jair Bolsonaro; “Sua derrota (Bolsonaro) abre a possibilidade de bloquear a agenda iniciada por Temer, garantir a soberania nacional e reunir condições para seguir defendendo as conquistas democráticas frente ao autoritarismo. Para isso o PSOL apoiará a partir de agora a candidatura de Haddad e Manuela, mesmo mantendo diferenças políticas e preservando nossa independência. Convocamos toda a nossa militância a tomar as ruas para continuar dizendo em alto e bom som: ele não!”

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:50

 

O instituto Datafolha promete para esta terça (9) sua primeira pesquisa para o 2º turno entre Jair Bolsoanro (PSL) e Fernando Haddad (PT). 

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Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:42

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, mandou um recado para o adversário Jair Bolsonaro (PSL). 

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Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
18:41

 

Via Esmael Morais.

Os principais expoentes do golpe que botou Michel Temer no poder, em 2016, perderam a eleição deste domingo. O senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo no Senado, não foi reeleito, por exemplo. 

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Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
11:08

 

José Aldenir / Agora RN
Bebbiano disse que, durante a campanha, os petistas foram “desleais” e “baixaram o nível”

Em dos principais integrantes da equipe do candidato ao Planalto Jair Bolsonaro (PSL), o advogado Gustavo Bebbiano, presidente do PSL, disse neste domingo, 7, que há confiança numa vitória ainda na votação deste domingo e, num eventual segundo turno, o tom da publicidade e dos discursos de campanha é de mobilização e foco no ataque aos concorrentes.“É porrada”, afirmou. “Se tiver um segundo turno, o confronto vai ser direto. Com o PT não tem conversa”, ressaltou. “Vamos com força, não vamos ter piedade com os erros e os males do PT ”

Na conversa com a reportagem, Bebbiano disse que, durante a campanha, os petistas foram “desleais” e “baixaram o nível”. A estratégia para um eventual possível turno está preparada.

“Estamos preparados para o confronto”, disse. Uma pacificação será necessária, na avaliação do presidente do PSL, mas isso deverá ocorrer apenas depois do resultado final das urnas, num eventual governo. “Depois das eleições a coisa é diferente”, disse. “É governar para todo o Brasil”, afirmou. “O País tem que se pacificar para o bem de todos.”

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
10:45

As eleições 2018 foram históricas no Rio Grande do Norte e uma continuidade do recado das urnas dado em 2014: o eleitor potiguar escolheu trocar a pele da política tradicional pela renovação de fato.

Pela primeira vez desde a redemocratização, nenhuma das três cadeiras do Estado no Senado terá representantes da família Alves, agripinismo ou Rosados. Na década passada, os três grupos familiares ocupavam os três espaços e há quatro anos dois Alves estavam lá na Alta Câmara junto com José Agripino Maia (DEM).

Agora os três senadores do Rio Grande do Norte terão mandatos fora da órbita oligárquica. Duas teses ruíram nestas eleições: 1) a força das estruturas; 2) a necessidade de grandes alianças.

O colapso oligárquico em 2018 passa pela comunicação. Eles apostaram tudo em velhas táticas de conquista de voto como a cooptação de lideranças fazendo a terceirização do pedido de votos por meio de cabos eleitorais.

A política moderna indica um trabalho intenso nas redes sociais e investimentos em boa comunicação. Duas estratégias que as oligarquias sempre desprezaram. Na ótica delas se comunicar bem é coagir jornalistas a defender o indefensável por meio de intimidação ou abuso de poder econômico.

As oligarquias ainda respiram por aparelhos e podem se reerguer mais à frente caso as novidades decepcionem. Ainda preservaram o mandato de Walter Alves (MDB) na Câmara Federal (à duras penas) e podem conquistar o Governo do Estado com Carlos Eduardo Alves (PDT) no segundo turno.

Nem tudo está perdido, mas temos um colapso oligárquico.

Via Blog do Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
10:35

O advogado Luiz Fernando Casagrande Pereira, do Paraná, contratado pelo PT para atuar na Justiça Eleitoral, recebeu a missão de barrar as fake news disseminadas pela candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, 97% das notícias compartilhadas por bolsonaristas no primeiro turno eram falsas e os 6 de cada dez eleitores do ex-capitão do Exército se informam por meio do aplicativo WhastApp.

O desafio de Casagrande Pereira é quebrar a lógica das fake news de Bolsonaro neste segundo turno. O advogado não dá detalhes sobre o projeto, mas o assunto a linha de atuação da defesa na campanha de Fernando Haddad, nas redes sociais, deverá ser decidida ainda esta semana.

Só a título de conhecimento, na véspera da eleição de domingo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retirou do ar 40 fake news contra Haddad e o PT.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
10:05

A eleição da presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, para a Câmara com 212 mil votos mostra o tamanho do sucesso da legenda de Fernando Haddad. Se ele for eleito no dia 27 de outubro, no segundo turno, terá a maior bancada na Casa.

Antes mesmo de as urnas serem fechadas, neste domingo, o dito “mercado” previa um ambiente para Jair Bolsonaro (PSL) com frio, chuva e e tempestade. Segundo anúncio pago pela especuladora Empiricus, Haddad será eleito presidente da República.

Dito isto, o PT elegeu 56 deputados federais. A bancada petista será a maior bancada na Câmara, seguida do PSL com 52 parlamentares. A terceira será o PP (37); quarta o PSD (34), quinta o MDB (33).

O PSDB desmilinguiu e será no ano que vem a décima maior bancada com 29 deputados.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
09:52

  

Foto: Lula Marques/Agência PT

Depois das eleições deste domingo (7), o Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu eleger um número suficiente de deputados federais que o credenciam a ser a maior bancada da Câmara Federal. O partido do ex-presidente Lula e de Fernando Haddad terá, a partir de 2019, 57 deputados no Congresso Nacional.

O partido do oponente de Haddad no segundo turno da eleição presidencial, o PSL do capitão da reserva Jair Bolsonaro, que teve apenas um em 2014, dessa vez conseguiu eleger 52 deputados.

Uma das maiores derrotas nesse processo eleitoral foi protagonizada pelo PSDB. A bancada dos tucanos, que elegeu 53 parlamentares em 2014, perdeu nada menos do que 23 deputados. A partir do próximo ano, será somente a oitava bancada, com apenas 30 deputados.

PSDB e MDB, partidos que patrocinaram o golpe, deixaram escorrer pelas mãos praticamente toda sua representatividade na Câmara. O MDB, que tinha 66 deputados em 2014, elegeu 34 neste domingo. Em resumo, perderam quase metade do tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.

Publicado por: Chico Gregorio


08/10/2018
09:40

Após perder eleição para prefeito em 2016 na cidade de Jucurutu, o deputado Nelter Queiroz, dá a volta por cima, se supera, tem uma votação surpreendente na cidade com 7.170 votos, seguido do presidente  da Assembleia Ezequiel Ferreira que obteve 1.150 votos e Fernando Antônio Bezerra que teve 737 votos. Pelo visto, o grupo de prefeito Valdir Medeiros, saiu fragilizado do pleito eleitoral deste ano.

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Chamou a atenção a expressiva vitória de Fátima Bezerra  com 6.885 votos, contra 1.640 de Carlos Eduardo Alves, com Robinson Faria 1.292 votos.

Publicado por: Chico Gregorio