04/11/2018
11:16

Via Esmael Morais.

O Senador Magno Malta (PR-ES), que um dia foi o vice dos sonhos de Jair Bolsonaro (PSL), enfrenta pesada artilharia do exército bolsonarista. Senador derrotado, Malta tenta acomodação no futuro ministério do ex-capitão, representando o segmento evangélico. Ele sonha com o insondável “Ministério das Famílias”. O senador capixaba virou “um elefante” para Bolsonaro, segundo o vice-presidente eleito, Gal. Hamilton Mourão (PRTB). 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


04/11/2018
11:09

José Aldenir / Agora RN
Fátima disse que formação do secretariado acontecerá “no momento certo”

A governadora eleita do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), disse que perdeu apoios durante a campanha para o Governo do Estado por não aceitar discutir a distribuição de cargos na administração antes de a eleição terminar. De acordo com a petista, lideranças políticas que a apoiaram não têm garantia de espaço no governo e a formação do secretariado só vai acontecer, segundo ela, “no momento certo”.

“Isso [loteamento de cargos para aliados] não aconteceria [durante a campanha] porque não faz parte da minha cartilha. Tudo tem seu momento, tudo tem sua hora. Não vamos botar a carroça na frente dos bois”, revelou, durante entrevista ao Jornal da Noite, da 95 FM, na última quinta-feira, 1°.

De acordo com Fátima Bezerra, todos os apoios recebidos no primeiro ou no segundo turno foram aceitos de forma “transparente”. “Foi uma decisão que essas lideranças tomaram, por entender que o melhor projeto para o Rio Grande do Norte era o representado por mim. Inclusive, perdi apoio porque [a liderança] veio querer colocar a discussão de cargo, e eu disse que não aceitava. Não discuti isso nem com o meu partido nem com o partido do vice [Antenor Roberto, do PCdoB]”, afirmou.

Durante o segundo turno, Fátima foi criticada pelo adversário – Carlos Eduardo Alves (PDT) – por ter recebido apoios de políticos tradicionais do Estado, supostamente em troca de espaço na gestão. Entre os que decidiram apoiar a petista estão políticos do PSDB (adversário histórico do PT), como o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, e a deputada estadual Márcia Maia, filha da ex-governadora Wilma de Faria.

Na entrevista à 95 FM, a governadora eleita assinalou que a formação de seu grupo de auxiliares ficará para um segundo momento e que, agora, ela está dedicada ao processo de transição. “Até porque o Rio Grande do Norte tem pressa, a começar pelo calendário de pagamento dos servidores. Vamos arrumar a casa. E vamos precisar de um tempo porque essas coisas não se fazem em um passe de mágica. Temos consciência da situação, mas o Rio Grande do Norte espera de mim é trabalho, determinação, seriedade e espírito público”, emendou.

Perguntada sobre o anúncio dos nomes que vão integrar a comissão de transição, Fátima Bezerra disse que o fará “o mais breve possível”. “O que posso dizer agora é que são nomes de muita respeitabilidade, preparo, competência e muita disponibilidade, porque a comissão não será para inglês ver. É para trabalhar, e muito. Vamos receber os relatórios, secretaria por secretaria. Temos muito trabalho pela frente”, relatou.

A governadora eleita afirmou que, só após ter posse dos documentos que descrevem a real situação do Estado, é que ela poderá anunciar as primeiras medidas de seu governo. Apesar disso, ela antecipou as duas áreas que merecerão especial atenção na fase inicial: finanças e segurança. “Primeiro, é organizar as contas para botar em dia o pagamento. E foco na segurança pública. Temos de nos dedicar a fazer uma gestão eficiente, com planejamento, e uma gestão integrada para que a gente possa alcançar o objetivo, que é reduzir os índices de criminalidade”, concluiu.

Publicado por: Chico Gregorio


04/11/2018
11:02

 

A governadora eleita Fátima Bezerra deverá anunciar na próxima semana a equipe que vai cuidar da transição entre o governo Robinson Faria e a sua gestão.

Deverão fazer parte da equipe, sendo alguns já definidos como titulares de pastas no governo que começará em janeiro, os seguintes nomes:

Antenor Roberto – procurador do Estado e vice-governador eleito

Aldemir Freire – economista, chefe do IBGE no Rio Grande do Norte (deverá ocupar pasta das Finanças)

Getúlio Marques – professor do IFRN (deverá ser o secretário de Educação – foi o nome indicado por Fátima no início do Governo Robinson, que optou por um nome apresentado pelo deputado Fernando Mineiro)

Adriano Gadelha – assessor de Fátima no Senado (poderá assumir a chefia da Casa Civil)

Caramuru Paiva – Agrônomo, disputou mandato de deputado federal (poderá ocupar Agricultura, Recursos Hídricos, Emater…)

Jean-Paul Prates – suplente de senador (não ocupará cargo pois assumirá o mandato de senador por 4 anos)

Raimundo da Costa Sobrinho – foi secretário de Assuntos Fundiários e Reforma Agrária (poderá reassumir a pasta)

Outros nomes que deverão integrar o Governo Fátima Bezerra:

Guia Dantas – jornalista – assessora Fátima há alguns anos, tem boa relação com a imprensa, deverá assumir a Comunicação

Rodrigo Bico – foi titular da Fundação José Augusto por indicação do PT no governo Robinson. Deverá ser nomeado para alguma função da Cultura

Deputado Carlos Augusto Maia, do PSDB aliado.

Não se reelegeu.

Ou assumirá um cargo ou espera que um dos deputados eleitos na coligação que fez parte – Chico do PT, Isolda ou Souza – seja nomeado para que ele possa permanecer na Assembleia

Ana Maria Costa – foi presidente da Emprotur por indicação do PT (poderá voltar ao cargo)

Magnólia Fonsêca – integrava equipe de cerimonial de Wilma tanto nos governos quanto nas gestões de prefeita. É ligada hoje ao futuro senador Jean-Paul Prates. (deverá ocupar a função)

Márcia Maia – a deputada não reeleita apoiou Fátima no 2º turno e se integrou à campanha (poderá assumir um cargo. Fala-se na Setas, mas a secretaria de Assistência Social tem o histórico de uma indicação muito muito muito próxima de governadores).

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


04/11/2018
10:56

 

Se na eleição presidencial a figura principal de um marqueteiro foi abolida, nas eleições do Rio Grande do Norte, as campanhas que adotaram o marketing tradicional, não se deram bem nas urnas.

O governador e candidato à reeleição, Robinson Faria, contratou o marqueteiro João Maria Medeiros, o mesmo que fez sua campanha vitoriosa em 2014.

Não foi sequer para o segundo turno.

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, contratou Alexandre Macedo, marqueteiro de suas campanhas vitoriosas para a Prefeitura.

Foi derrotado no primeiro e no segundo turno.

A senadora Fátima Bezerra optou por uma equipe de profissionais de comunicação.

Não teve a figura do marqueteiro.

Ganhou no primeiro turno, e no segundo se elegeu governadora do RN.

Os dois marqueteiros citados ainda participaram de campanhas para o Senado.

Foi da equipe de João Maria que saiu o marqueteiro do senador Garibaldi Filho.

Garibaldi, que teria uma eleição “batida”, perdeu.

Foi o quarto, ficando atrás dos eleitos Capitão Styvenson e Zenaide Maia, e ainda do terceiro, Geraldo Melo.

Foi Alexandre Macedo o marqueteiro do candidato a senador Antônio Jácome.

Que ficou na quinta colocação, atrás de Styvenson, Zenaide, Geraldo e Garibaldi.

Mais votado para o Senado, o Capitão Styvenson não teve marqueteiro.

Sequer usou os mínimos segundos de TV a que teria direito no programa de TV.

Styvenson usou redes sociais para postar material criado pela assessoria, mas fez lives – várias – para falar o que queria.

Até receita de pratos que ele fazia e ensinava ao vivo direto da cozinha de sua casa.

Foi eleito o senador mais votado, com quase 750 mil votos.

*

Em 2016 o deputado estadual Kelps Lima disputou a Prefeitura de Natal inovando o estilo independente e sem marqueteiro .

Também não contratou equipes ricas em equipamentos.

Lançou o bordão “com o celular na mão e um desejo no coração”, e marcou território ficando em segundo lugar, perdendo para Carlos Eduardo Alves.

Usou redes sociais, mas não adotou o ‘impulsionamento’, à época proibido pela justiça eleitoral, mas liberado agora em 2018.

*

Daqui a dois anos haverá eleições municipais.

E até lá os marqueteiros terão que estudar novos formatos que integrem o seu trabalho ao modelo vitorioso de 2018.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


04/11/2018
10:52

 

José Aldenir / Agora RN | Geraldo Magela
Carlos Eduardo Alves, José Agripino Maia e Walter Alves

O juiz Almiro da Rocha Lemos, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), decidiu aplicar uma multa de R$ 15 mil a seis políticos que participaram de um evento em Patu, no Oeste Potiguar, que foi caracterizado como um “showmício”, que é proibido pela legislação eleitoral.

Foram condenados na ação o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), que disputou o Governo do Estado; o senador José Agripino Maia (DEM), que concorreu a deputado federal; os deputados federais Walter Alves (MDB), que foi reeleito, e Antônio Jácome (Podemos), que concorreu ao Senado; o deputado estadual reeleito Raimundo Fernandes (PSDB); e o prefeito de Patu, Rivelino Câmara.

Todos eles foram denunciados por participarem de um evento em Patu em 22 de julho que teve o pretexto de comemorar os 48 anos do prefeito. Na opinião do Ministério Público Eleitoral, o ato se assemelhou a um “showmício”, no qual as candidaturas dos envolvidos nas eleições de 2018 foram promovidas.

“A estrutura montada na praça central do município – grande estrutura de palco, bandas musicais, equipamentos de som, tendas, cadeiras e mesas –, o convite dirigido indistintamente à população – que acorreu ao evento em centenas ou, quiçá, milhares de pessoas –, a presença de inúmeros ocupantes de mandatos eletivos – a exemplo dos segundo a quinto representados – e, principalmente, o teor dos discursos propalados durante ele escancararam sua natureza político-eleitoral”, assinalou o Ministério Público.

No processo, as defesas de Carlos Eduardo, José Agripino, Walter Alves, Antônio Jácome, Raimundo Fernandes e Rivelino Câmara negaram irregularidades. Eles afirmaram que não houve pedido explícito de voto.

Em decisão do último dia 29 de outubro, o juiz Almiro Lemos de fato não identificou pedido explícito de voto nas provas anexadas ao processo, mas os condenou pela realização de “showmício”.

“É inegável que não ocorreu tão somente a presença dos representados no evento, mas um verdadeiro comício em favor destes, sendo notório, ademais o caráter de ‘show’ do evento, no qual foi montado palco para apresentações musicais”, assinalou o magistrado, registrando que o evento teve apresentações da banda Forró dos Três e de Cachorrão do Brega.

“O palco não restou ocupado unicamente pela atração musical, mas por todos os representados, que tiveram não apenas as suas presenças destacadas quanto a possíveis qualidade políticas realçadas, havendo, ainda, o proferimento de inúmeros discursos”, continuou Almiro Lemos.

Nas falas destacadas pelo juiz, políticos se referiram a Carlos Eduardo como “futuro governador” e teceram elogios mútuos, fazendo referência à campanha que viria.

A veiculação de propaganda por meio vedado configura infringência à legislação eleitoral. A violação sujeita o responsável a aplicação de multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou ao equivalente ao custo da propaganda, se este for maior. O juiz decidiu cobrar R$ 15 mil de cada condenado.

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
12:00

Via Esmael Moriais.

Agentes da Policia Federal (PF) obrigaram ontem (02), no Rio de Janeiro, um cinegrafista da TV Globo a apagar imagens que gravou do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).  

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
11:41

Resultado de imagem para fotos do vereador rutenio humberto e gustavo carvalho

Em seu programa na rádio Caicó, o deputado Vivaldo Costa deu uma declaração que deve causar um rebuliço na política de São João do Sabugi, na visão do Papa Jerimum, hoje na cidade  tem duas principais lideranças políticas, de um lado o  ex-prefeito Aníbal Pereira, do outro o presidente da câmara municipal vereador Rutênio Humberto, o Nego do povo, segundo Vivaldo foi surpresa a votação dada por Nego do Povo ao deputado Gustavo Carvalho, superior a 600 votos, enquanto  ele com vários apoios obteve 544 votos, e Adjuto Dias com apoio de Aníbal Pereira obteve 938 votos.

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
09:34

 

Resultado de imagem para fotos de agripino maia e felipe maia

A ambição do senador Agripino Maia, já quase aos 80 anos de idade, levou ao sacrifício o próprio filho, Felipe Maia, que para alguns analistas políticos, se tivesse disputado o mandato a reeleição de deputado federal, teria  conseguido êxito.

Mas esse não foi o pensamento do pai, Agripino, que sentindo que tinha dificuldades de uma reeleição para o senado federal, decidiu disputar  o cargo de deputado federal,  na certeza que seria uma eleição fácil, mas a rejeição que o atingia, não era apenas para o senado federal, era para a vida pública como um todo.

Fora da política, qual o pai,  com quase 80 anos de idade, roubaria do filho uma oportunidade de continuar como substituto da família em uma atividade ? o desgosto de Felipe foi tão grande, que ficou praticamente fora da campanha eleitoral de 2018.

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
08:57

Ministério Público Federal se posiciona contrário novamente à volta de Dinaldo Filho ao cargo de prefeito

A Procuradoria Geral da República do Ministério Público Federal, em Brasília-DF, deu parecer contrário, pela segunda vez, a volta de Dinaldo Medeiros Wanderley Filho, ao cargo de prefeito de Patos. A petição foi feita pela defesa do prefeito após a soltura de um dos implicados na Operação Cidade Luz, Múcio Sátyro Filho.

Dias atrás, a defesa do prefeito já havia tido um parecer contrário ao habeas corpus, com pedido liminar, impetrado no Superior Tribunal de Justiça, em favor de Dinaldo contra a decisão do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, que manteve as medidas cautelares diversas da prisão impostas ao prefeito denunciado pela prática dos delitos de fraude em licitação, peculato e organização criminosa na Operação Cidade Luz que investiga crimes praticados por ele e mais 12 pessoas ligadas à sua administração em Patos.

Neste segundo pedido, a defesa alega que o fundamento essencial do habeas corpus consiste na ausência de contemporaneidade entre os fatos denunciados e a decretação das medidas cautelares contra o paciente.

Aduz que “(…) NÃO existe e NUNCA existiu, durante a gestão do paciente, iniciada em janeiro de 2017, nenhum contrato firmado entre a Prefeitura Municipal de Patos/PB e o posto de combustíveis MASTERGÁS” (e-STJ, fl. 384).

Afirma que “(…) a denúncia que originou o presente processo NÃO se refere à licitação para o fornecimento de combustíveis mas tão somente a supostas irregularidades no contrato decorrente da iluminação pública. E esse contrato foi rescindido desde julho de 2017” (e-STJ, fl. 384).

Alega que o TJ/PB “proferiu, no final do mês de setembro passado, decisão, nos autos do Agravo Interno na Medida Cautelar nº 0000983- 78.2018.815.00002 (…), determinando a soltura, SEM APLICAÇÃO DE NENHUMA OUTRA ESPÉCIE DE MEDIDA CAUTELAR, do único denunciado que teve a liberdade cerceada, o Sr. Múcio Sátiro Filho, apontado, inclusive, pelo Ministério Público do Estado da Paraíba como o principal envolvido nos delitos narrados na denúncia. O fundamento essencial foi o de ausência de fato atual a justificar a medida extrema de privação da liberdade” (e-STJ, fls. 385/386).

Sustenta que referido argumento se presta para rechaçar aquilo que foi dito por este órgão ministerial no parecer deste habeas corpus, quando aduziu que “(…) caso não seja afastado do cargo de vereador que ocupa … HAVERÁ RISCO de que o recorrente se valha novamente do cargo e influência … para a prática delitiva, que PODERÁ trazer mais danos ao Município” (e-STJ, fl. 388).

Com efeito, as teses da defesa de que, (i) durante a gestão do ora paciente, nunca se celebrou contrato entre o Município do Patos/PB e a empresa Mastergás e de que (ii) foi determinada a soltura, sem a aplicação de nenhuma outra espécie de medida cautelar, do único denunciado que teve a liberdade cerceada, o Sr. Múcio Sátiro Filho, não podem ser enfrentadas na estreita via do habeas corpus, pois demandam ampla dilação probatória, o que não se coaduna com a finalidade e a extensão da presente ação mandamental (de rito célere e cognição sumária).1

No mais, quanto às medidas cautelares diversas que foram impostas pelo juízo originário e pelo Tribunal a quo, reitera-se os termos da manifestação deste órgão ministerial de fls. 368/378.

Em seu parecer, o subprocurador-Geral da República, Nívio de Freitas Silva Filho, manifestou-se pelo indeferimento da pedido formulado na petição de fls. 383/389.

A decisão foi publicada no dia 26 de outubro de 2018.

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
08:45

Futuro ministro da Defesa, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira rejeita a ideia de que será um Golbery do Couto e Silva do governo de Jair Bolsonaro. Diante da referência à eminência parda do regime militar, mais conhecido como “o bruxo”, e dos comentários de que comandará também a política externa brasileira, o general de Exército mostrou-se indignado.

“Está doida! Estou fora, ainda mais de ser o Golbery do governo. Pode tirar o meu nome disso”, afirmou em entrevista por telefone a VEJA.

Na conversa, o general Heleno indicou que não haverá comunhão do futuro governo com as intenções dos Estados Unidos de intervir militarmente na Venezuela, para derrubar o regime de Nicolás Maduro. Mas esquivou-se de responder sobre outras questões de política externa, como a transferência da embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, confirmada por Bolsonaro, e os rumores de rompimento de relações do país com Cuba.

“É constitucional que o Brasil não aceita ingerência de países estrangeiros nos assuntos internos e também não fará ingerência nos assuntos internos de outros países. Então, é isso aí”, afirmou o general sobre os rumores em torno da Venezuela.

Cogitado para ser vice-presidente, o general Augusto Heleno passou a ser a escolha de Bolsonaro para o Ministério da Defesa depois que seu partido, o PRP, rejeitou a aliança com o candidato do PSL, em julho passado. Durante a campanha, ele coordenou o programa de governo de Bolsonaro.

Aos 70 anos, Heleno é respeitado nas Forças Armadas, em especial por seu trabalho como comandante da missão de paz da ONU no Haiti. Para a Defesa, indicou que reforçará o Sistema de Monitoramento das Fronteiras (Sisfron), especialmente como meio de impedir que o Brasil se torne um “narcopaís”.

O general reiterou seu polêmico conceito de que “direitos humanos são para humanos direitos” e insistiu que “pessoas normais não têm desvios de conduta”. Mas defendeu uma imediata mudança no sistema penitenciário brasileiro, para permitir que os condenados possam ser recuperados.

Também indicou que a missão de Garantia da Lei e da Ordem no Rio de Janeiro terá prosseguimento no governo de Jair Bolsonaro.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
05:40

 

alexandre pato - Ex-atacante da seleção compartilha texto questionando Bolsonaro

O ex-atacante da seleção brasileira, Alexandre Pato compartilhou em seu InstaStories um texto da modelo brasileira Gisele Bündchen, no qual questiona o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), sobre a fusão dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura.

“Fragilizar a autoridade representada pelo Ministério do Meio Ambiente, no momento em que as preocupações com as ameaças da mudança climática e do desmatamento se intensificam pode ser desastroso”. diz um trecho da publicação.

“A natureza é o nosso bem mais valioso na Terra, e preservar o meio ambiente é essencial para o futuro dos nossos filhos. Por favor, permita que não retrocedamos décadas de luta pelas florestas” conclui.

Campeão do Mundial de Clubes com o Internacional em 2006, com apenas 17 anos, Alexandre Pato foi uma das maiores promessas do futebol brasileiro nos anos 2000. Atualmente o jogador atua no Tianjin Quanjian FC, da China.



Fonte: Notícias ao Minuto

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
05:31

Resultado de imagem para fotos para fake news nas eleicoes 2018

Pesquisadores e analistas ouvidos pela Agência Brasil destacaram a relevância e a influência, nas eleições deste ano, da disseminação de notícias falsas (ou fake news, no termo em inglês popularizado no Brasil) pelas redes sociais.Segundo o consultor em direitos digitais que atuou no Conselho Consultivo do TSE sobre Internet e Eleições, Danilo Doneda, as redes sociais e a disseminação de notícias falsas tiveram maior relevância do que se esperava. “Alguns indicativos são o volume de material que pode ser classificado como desinformação, que foi extremamente relevante”, avalia.Para o pesquisador Marco Konopacki, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS), entidade que elaborou relatórios sobre a desinformação nas eleições, um ponto importante no Brasil foi a migração do uso das redes sociais de plataformas públicas ou semi-públicas, como Facebook e Twitter, para serviços de mensagem, em especial o WhatsApp. Essa movimentação não ocorreu em outros países, como os Estados Unidos.

Whatsapp

O WhatsApp é usado por mais de 120 milhões de brasileiros – quase a totalidade dos usuários de internet no país. Segundo o Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters, um dos mais notórios do mundo, o Brasil é um dos países onde o aplicativo é mais popular, atrás apenas da Malásia.

A três dias do 2º turno das eleições, o Instituto Datafolha divulgou pesquisa destacando que metade das pessoas entrevistadas disse acreditar nas mensagens recebidas. Outra metade relatou desconfiança. Levantamento anterior apontou que 46% dos eleitores disseram se informar pelo WhatsApp.

Para a pesquisadora do instituto Internetlab Mariana Valente, o Whatsapp foi o “grande diferencial” dessas eleições e teve um papel proeminente, especialmente na reta final. No caso da candidatura do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), ela destaca que houve uma articulação de redes multi-plataformas construída desde 2013, envolvendo também redes sociais como Facebook e YouTube, mas que teve grande atuação dentro do Whatsapp.

A campanha do candidato do PSL, conforme levantamento do instituto, não gastou nada com impulsionamento de conteúdos em plataformas como Facebook e Google, recurso permitido pela primeira vez nessas eleições. De acordo com a pesquisadora, no entanto, é difícil saber o alcance do WhatsApp dado o caráter privado do aplicativo.

Danilo Doneda destaca que essa natureza da plataforma, originalmente de comunicação interpessoal, foi subvertida para outros usos nessas eleições. Campanhas aproveitaram redes orgânicas, formadas anteriormente, mas utilizaram também permissões do aplicativo, como a possibilidade de 9.999 grupos por uma mesma conta, listas de transmissão com até 256 destinos por conta e a funcionalidade de enviar mensagens a quaisquer números, não apenas aqueles salvos na agenda do telefone.

Segundo o consultor, esse conjunto de recursos abriu espaço para envios em massa, muito além da comunicação somente entre pessoas e pequenos círculos. “O Whatsapp parece ferramenta insuspeita de ser um grande veículo de difusão de informação. Mas ao mesmo tempo tem esse vetor de grandes grupos que não são compatíveis de uso para mensagem interpessoal”, pontua.

O ITS acompanhou centenas de grupos públicos do WhatsApp nessas eleições e identificou tanto uma articulação para envios em massa como a presença de contas automatizadas, os chamados robôs (ou bots, no termo popularizado em inglês). Segundo Marco Konopacki, um dos autores do estudo, foram identificados dois elementos.

O primeiro é o fato de perfis inscritos em vários grupos com função de difusão das notícias. Eles enviaram 25 vezes mais mensagens do que a média dos demais integrantes do grupo. “Existia distribuição estratégia desses usuários. Um deles com perfil de envio massivo em cada grupo analisado”, relata.

Mariana Valente afirma que será preciso muita pesquisa para compreender o fenômeno das notícias falsas mais profundamente. Pesquisas como as realizadas por instituto de pesquisa sobre consumo e influência de conteúdos enganosos devem ser vistas com cuidado. “O entrevistado não quer dizer que foi influenciado, pois você nunca acha que foi influenciado. Estamos falando de comportamento eleitoral, que é complexo”, comenta.

Memória

No meio do 2º turno das eleições deste ano, em 17 de outubro, a agência de checagem de informações Lupa realizou levantamento em conjunto com os professores Pablo Ortellado (USP) e Fabrício Benvenuto (UFMG) em que mapeou as imagens mais compartilhadas em um uma amostra de 347 grupos e descobriu que 8% apenas eram verdadeiras.

No dia 26, às vésperas da votação do 2º turno, pesquisa do instituto Atlas Político divulgada pelo jornal Valor Econômico apontou que duas notícias desmentidas por agências de checagem teriam alcançado cerca de 1/3 do eleitorado: a de que o candidato Fernando Haddad (PT) teria criado um “kit gay” e a de que o jornal Folha de São Paulo teria sido “comprada pelo PT”.

Após o resultado do pleito, a agência de checagem Aos Fatos divulgou balanço segundo o qual 113 notícias falsas verificadas por ela chegaram a 3,84 milhões de pessoas no Facebook e no Twitter. Apenas no fim de semana do 2º turno, 19 conteúdos enganosos desmentidos pelo site tiveram 290 mil compartilhamentos. O projeto do Grupo Globo Fato ou Fake relatou ter checado mais de 200 boatos ao longo das eleições.

O fenômeno de disseminação de fake news já preocupava entidades da sociedade civil, autoridades e partidos antes do início da campanha e foi apontado pela missão internacional que acompanhou a disputa no Brasil como um fenômeno “sem precedentes”.

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil Brasília

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
05:25

O presidente eleito Jair Bolsonaro assinou nesta sexta-feira (2) uma lista com 24 nomes da equipe de transição. Entre os nomes estão confirmados dois nomes da Paraíba, Julian Lemos e Sérgio Augusto de Queiroz. Ambos são os primeiros paraibanos a atuar na equipe de transição de um presidente da República.

A lista deverá ser divulgada até próxima segunda-feira (5), com os nomes dos 24 escolhidos pelo presidente eleito.

Julian Lemos, deputado federal eleito, amigo e homem da absoluta confiança de Bolsonaro. O presidente eleito já destacou que o paraibano será o coordenador de todas as ações na Região Nordeste, e terá um papel de destaque na Câmara Federal.

Via ClickPB

Sérgio Augusto de Queiroz, procurador da Fazenda Nacional em João Pessoa, tem 25 anos de dedicação exemplar ao serviço público, e foi homenageado na última quarta-feira (31), com o prêmio denominado de ‘Jubileu de Prata’. Ao longo de sua trajetória pública, Sérgio também havia sido aprovado e também nomeado em outros concursos, como o de Engenheiro Civil, do Ministério Público Federal, e o de Agente Fiscal de Tributos da Paraíba, para o Governo Estadual, mas não chegou a assumi-los. Sérgio Queiroz é também conhecido no Brasil por sua atuação social por meio da Fundação Cidade Viva, da qual é seu fundador e presidente.

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
05:19

O ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN) professor-padre Sátiro Dantas emitiu comunicado ao final da tarde de hoje (quinta-feira, 1º), para desmentir uma “fake news”.

Desde cedo que circula em grupos de WhatsApp e outros dispositivos de relacionamento virtual, uma suposta declaração de Sátiro. Segundo essa postagem inverídica, ele teria desabafado:

– “Eu falhei como educador, eu fui professor de história nessa instituição (Colégio Diocesano Santa Luzia). E é uma decepção para mim quando vejo meus ex alunos, médicos, juízes, apoiando ditador. Voltem a estudar. Se quiserem, eu mesmo debilitado me procurem”.

Veja abaixo a nota divulgada pelo educador:

Desmentido

Aos amigos e ao público em geral, informo que a mensagem que circula na internet a mim atribuída, são notícias inventadas, sendo assim, verdadeiras fake news. Diria como disse o Papa Francisco, quem sou eu para julgar, no caso de consciência dos meus ex-alunos, quanto às suas opções políticas. Com veemência, proclamo: FATO MENTIROSO EM SUA FONTE, LOCAL E PROTAGONISTAS. Cidadão, pense, sirva-se dos meios de comunicação apenas para a verdade. Deus nos proteja. Padre Sátiro Cavalcanti Dantas.

Via  Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


03/11/2018
05:16

Será promovido no próximo dia 16 de novembro em Mossoró, no auditório do Hotel Vitória Palace, o 4º Congresso de Vereadores e Assessores promovido pela União dos Vereadores do RN (UVERN).

Começará às 8 horas.

O evento conta ainda com a parceria da União dos Vereadores do Brasil (UVB) e Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM).

Segundo o presidente da Uvern, vereador Hanne Bruno Figueiredo (PSDB) de Severiano Melo, “serão abordados temas como O Município na Constituição Brasileira, Contratos Públicos e Licitações”.

Maiores informações por este número: (84) 99621-7321.

Publicado por: Chico Gregorio