31/10/2018
07:39

A tramitação da votação em plenário ainda pode ter alterações com a apresentação de substitutivos (Foto: Reprodução)

Na volta das atividades parlamentares após o segundo turno das eleições, possíveis mudanças no Estatuto do Desarmamento, uma das propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), podem voltar à pauta da Câmara dos Deputados ainda neste ano.

O coordenador da Frente Parlamentar da Segurança Pública, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), disse hoje (30) que as alterações no estatuto, em vigor desde 2003, podem ser analisadas ainda em novembro. Segundo ele, não há chance de revogação da lei.

O estatuto prevê que a pessoa declare a efetiva necessidade da arma, mas este requisito será suprimido. “Por ser muito subjetivo, estamos suprimindo do texto do estatuto o requisito que diz que precisa comprovar necessidade para o uso da arma”, disse Fraga.

Segundo o deputado, os outros requisitos para a posse e porte de arma deverão ser mantidos, como a exigência de não ter antecedentes criminais, comprovação de curso de tiro e exame psicotécnico e ter, no mínimo, 25 anos de idade para a compra de armas. Ontem, no entanto, em entrevista a emissora Record, Jair Bolsonaro falou em diminuir a idade mínima para compra de arma para 21 anos.

A tramitação da votação em plenário ainda pode ter alterações com a apresentação de substitutivos. Fraga informou que irá apresentar emenda para o que chamou de “porte rural”. “Para o morador do campo ter direito de portar uma arma nos limites da sua propriedade. Saiu dos limites, é porte ilegal de armas”, disse.

O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já sinalizou que o debate sobre o projeto que flexibiliza o estatuto pode ser levado a plenário ainda este ano.

Via Agência Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


31/10/2018
07:35

Melhores momentos de Grêmio 1 x 2 River Plate pela Taça Libertadores 2018

Melhores momentos de Grêmio 1 x 2 River Plate pela Taça Libertadores 2018

O dilúvio que caiu sobre Porto Alegre ao final do segundo jogo entre Grêmio e River Plate, na semifinal da Libertadores, parecia as lágrimas dos mais de 50 mil tricolores que foram à Arena na noite desta terça-feira. O sonho do tetra ficou pelo caminho. Endossado pelo uso da tecnologia, os argentinos viraram sobre os brasileiros e classificaram-se para a final. O VAR foi definitivo na partida, quando o árbitro Andrés Cunha consultou as imagens para conceder um pênalti aos argentinos aos 41 minutos do segundo tempo. E Pity Martínez saiu do banco para calar o estádio.

Paulo Miranda, em atuação impecável na vaga do suspenso Kannemann, sentiu cãibras e precisou sair aos 24 minutos do segundo tempo. Bressan entrou e, sem tocar na bola, recebeu cartão amarelo. Borré empatou de cabeça aos 36. A classificação ainda era gremista. Porém, aos 41, o lance que definiu o jogo. Scocco recebeu na entrada da área, girou e chutou alto. A bola desviou no braço de Bressan, algo que o árbitro Andrés Cunha não flagrou. Mas o VAR, sim. Alertado pelo assistente de vídeo, Cunha observou as imagens e marcou o pênalti. O zagueiro gremista entrou em desespero, foi para cima da arbitragem e acabou expulso. Saiu de campo em prantos. Após nove minutos de paralisação, Pity Martínez converteu a cobrança e deu a vitória ao River. Depois do apito final, os gremistas voltaram a pressionar a arbitragem, mas por pouco tempo.

Publicado por: Chico Gregorio


31/10/2018
07:19

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) se manifestou contra a extinção do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços), que será incorporado ao superministério da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O novo ministério vai incorporar também as pastas da Fazenda e do Planejamento e será comandada pelo economista Paulo Guedes. A fusão dos ministérios foi confirmada por pelo futuro ministro e a medida desagradou os industriais.

“Tendo em vista a importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas”, disse em nota Robson Braga de Andrade, presidente da CNI.

Andrade ponderou também que “a excessiva concentração de funções em um único ministério reduziria a atenção sobre temas que são cruciais para a indústria, que ficariam diluídos em meio aos incêndios que cotidianamente desafiam a gestão macroeconômica”.

A CNI cita exemplos de países como Inglaterra e Estados Unidos, que criaram órgãos estatais específicos para industrias.

“A eventual perda de status do MDIC colocaria o Brasil, portanto, na contramão dessa tendência e reduziria a nossa capacidade em negociações internacionais”, diz o presidente da CNI no comunicado.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


31/10/2018
07:15

Os zagueiros de times de várzea cultivam uma regra segundo a qual a primeira entrada no adversário deve ser na canela. Não há melhor maneira de demonstrar quem manda nas cercanias da grande área. Em matéria de reforma da Previdência, o economista Paulo Guedes, com quem Jair Bolsonaro mantém um “casamento hétero”, tem no deputado Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil, seu problema mais imediato. Com uma canelada, retirou-o de campo.

”Houve gente do próprio futuro governo falando que não tem pressa de fazer reforma da Previdência”, disse o futuro ministro da Economia. “Esse jornalista que fez a pergunta está dizendo que o Onyx, que é coordenador político, falou de banda cambial. Ao mesmo tempo, está dizendo que o Onyx falou que não tem pressa na Previdência. Aí o mercado cai. Estão assustados por quê? É um político falando de economia. É a mesma coisa do que eu sair falando de política. Não dá certo, né?”.

Guedes defende que o futuro governo Bolsonaro comece a reformar a Previdência ainda neste ano, aprovando parte do projeto enviado ao Congresso por Michel Temer. Onyx tem ojeriza à proposta. Na comissão especial da Câmara que discutiu o texto, ele tachou de “terrorismo demográfico” a estatística oficial sobre envelhecimento da população. Chegou mesmo a contestar no ano passado a existência de déficit previdenciário. O que há, disse Onyx, é uma confusão contábil entre as contas da Previdência e da assistência social. (veja no vídeo abaixo)

Ao inaugurar a fase de transição de governo com um lance de zagueiro de campinho de várzea, Paulo Guedes revela um estilo. Diante da necessidade de gerenciar uma ruína fiscal, concluiu que seu maior excesso seria a moderação com um coordenador político que deixa o futuro governo sem nexo. Entretanto, há um problema: o ‘Posto Ipiranga’ de Bolsonaro pode ser bambambã em economia. Mas não tem um mísero voto no Congresso. É Onyx quem terá de seduzir deputados e senadores. Por ora, não há votos.

Para complicar, Bolsonaro informa que a sedução será feita “sem toma-lá-dá-cá”. Beleza. Agora só falta operar o milagre de transformar caneladas em votos nos plenários da Câmara e do Senado. Onyx não está sozinho. Eleito senador por São Paulo, o atual deputado Major Olímpio também torpedeia as mexidas previdenciárias propostas sob Temer.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


31/10/2018
07:11

José Aldenir / Agora RN
Brigadeiro da reserva da Aeronáutica Carlos Eduardo Almeida

O brigadeiro da reserva da Aeronáutica Carlos Eduardo Almeida, presidente do PSL – partido do presidente eleito Jair Bolsonaro – no Rio Grande do Norte, afirmou nesta terça-feira, 30, em entrevista ao Jornal da Cidade, da 94 FM de Natal, que “a corrupção não vai acabar nunca” e que “infelizmente, há pessoas que têm preço”.

Carlos Eduardo defendeu a redução do tamanho do Estado para conter a corrupção. “Um Estado inchado de pessoas que se corrompem – e a corrupção não vai acabar nunca, mas tem de ser controlada, e é aí que vem Bolsonaro, que diz que vai controlar a corrupção – não é a solução. Infelizmente, há pessoas que têm preço”, destacou o dirigente partidário.

Eleito presidente no domingo, Jair Bolsonaro fez um forte discurso contra a corrupção durante sua campanha. O presidente eleito prometeu adotar medidas para reduzir desvios de recursos públicos, como a nomeação de técnicos, e não políticos de carreira, para ocupar órgãos federais e ministérios.

O PSL elegeu no Rio Grande do Norte um deputado federal (Girão Monteiro) e um deputado estadual (André Azevedo). Segundo Carlos Eduardo Almeida, o pleito fortaleceu o partido, que, agora, terá como meta a penetração em municípios do interior do Estado. “Montamos uma rede de colaboradores. A estratégia utilizada é militar. Agora, vamos montar os diretórios nos municípios”, revelou Almeida.

Em todos os 9 estados da região Nordeste – além de Pará e Tocantins, no Norte –, Jair Bolsonaro perdeu para Fernando Haddad (PT). No Rio Grande do Norte, o petista teve 63,41% dos votos válidos, contra 36,59% do presidente eleito, que só teve maioria em 3 das 167 cidades (Natal, Parnamirim e Carnaúba dos Dantas).

O presidente do PSL potiguar conta que os diretórios municipais terão como objetivo entender o sentimento do interior nordestino. “A gente precisa entender por que o Nordeste está diferente. Qual é a mágoa, qual é o anseio, se estamos há 14, 15 anos com um governo socialista e eles não resolveram o problema do Nordeste? 64% dos trabalhadores do RN vivem com um salário mínimo. Por que continuam achando que governos de esquerda são a solução?”, acrescenta.

De acordo com Carlos Eduardo Almeida, é preciso enveredar pelas cidades do interior pela via da “educação”, em contraposição a políticas assistencialistas. “Precisamos mostrar para o cidadão que vive no interior que, sem as pessoas que têm a coragem de transformar ou inovar – estou falando do empresariado –, não teremos condições de dar condições aos mais humildes”, finalizou.

Publicado por: Chico Gregorio


31/10/2018
07:09

José Aldenir / Agora RN
Aldemir Freire, Coronel Margarida, Jaime Calado e Alexandre Motta

Minutos após ser declarada governadora eleita do Rio Grande do Norte, a senadora Fátima Bezerra (PT) voltou a afirmar que escolherá uma equipe de secretários com perfil técnico, ou seja, sem escolhas políticas. Enquanto não confirma nome nenhum, alguns já são especulados como prováveis novos auxiliares do Governo.

É o caso do vice-governador eleito, Antenor Roberto (PCdoB), advogado e procurador concursado do Estado. Presidente comunista no RN, é um aliado histórico de Fátima Bezerra e do PT potiguar.

Outro cotado para ocupar uma secretaria no governo de Fátima Bezerra é Aldemir Freire. Economista e ex-diretor do IBGE no Rio Grande do Norte, ele foi um dos elaboradores do plano de governo da petista e é cotado para cargo de relevância.

Para o comando da Polícia Militar no Estado, surge o nome da Coronel Margarida, que atuou como coordenadora do Proerd. A coronel foi eleita segunda suplente na chapa de Styvenson Valentin (Rede Sustentabilidade) para o Senado. Caso se confirme, seria a primeira mulher a ocupar o posto.

Petistas de carteirinha, nomes como o ator Rodrigo Bico e o ex-presidente da Potigás, Geraldo Pinto, o Geraldão, também podem compor a equipe, respectivamente nas áreas culturais e de energia ou desenvolvimento. Setor que também poderá contar com João Hélio, ex-diretor do Sebrae que deixou o posto durante a pré-campanha, quando teve o nome considerado entre as opções para ser candidato a vice-governador.

Atual presidente estadual do PT, Júnior Souto é mais um em condições de ocupar funções de primeiro escalão. Assim como o ex-vereador Hugo Manso e o médico Alexandre Motta, que foi candidato a senador pelo PT este ano.

Na Educação, o PT pode trazer de volta o ex-secretário Francisco das Chagas Fernandes, que ocupou a pasta durante o governo Robinson Faria por indicação do partido, mas passou poucos meses, deixando a função após rompimento da legenda com o governador.

O ex-prefeito de São Gonçalo de Amarante Jaime Calado é mais um que poderá figurar no novo secretariado. Irmão do vereador petista Fernando Lucena e esposo da senadora eleita Zenaide Maia (PHS), conta a seu favor a alta aprovação que conquistou durante seu mandato como prefeito, período em que o município acumulou obras e registrou forte crescimento econômico, impulsionado pelo Aeroporto Aluísio Alves.

Derrotada nas urnas, a deputada estadual Márcia Maia (PSDB) é outra figura conhecida que pode aparecer no secretariado petista. Ex-secretária estadual de Trabalho e Assistência Social, Márcia se uniu a Fátima no segundo turno ao lado do presidente de seu partido no Estado, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
17:00

Nesta terça-feira (30), o prefeito de Caicó, Marcos José de Araújo, participou da reinauguração da lavanderia pública do bairro Paraíba, com a presença secretários municipais, representantes da Câmara Municipal e a comunidade.

Marcos pediu agilidade na restauração da lavanderia, já que a mesma estava desativada por mais de dez anos, ocasionando prejuízos para as lavadeiras do bairro Paraíba. Após o ato inaugural, foi servido um café para todos os presentes.

“A gente encontrou o Município de Caicó numa situação muito crítica, mas estamos conseguindo com a ajuda de toda a nossa equipe proporcionar melhorias significantes nos vários setores da cidade. Constatamos no semblante das lavadeiras a emoção de receber essa obra tão importante”, disse o prefeito.

Ele confirmou que a meta do Município é restaurar todas as lavanderias e anunciou que a próxima será no bairro Recreio. “Pedimos a população um pouco de paciência, pois o Município não tem condições financeiras de fazer todas de uma vez”, afirmou Marcos José.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
16:48

O prefeito de Natal, Álvaro Dias, que assumiu a prefeitura em abril com o afastamento do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves, tinha assumido o compromisso com o ex-gestor, que passado as eleições, faria a substituição de alguns indicados por pessoas de sua confiança, hoje demitiu a  ex-prefeita de Macaíba, Marília Dias,  do cargo de secretária adjunta de Turismo da Prefeitura de Natal. Marília foi indicada pelo deputado reeleito Walter Alves.

O prefeito também exonerou outros cargos comissionados,  entrou na relação das demissões  a secretária de Trabalho e Assistência Social, Ilzamar Pereira da Silva.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
16:34

Eleita governadora do Rio Grande do Norte neste domingo (28), Fátima Bezerra (PT) ainda não sabe se terá maioria na Assembleia Legislativa quando começar seu mandato, em 1º de janeiro de 2019. Dos 24 deputados que irão compor o parlamento estadual em 2019, metade esteve com a petista desde o início da campanha ou passou a apoiá-la no segundo turno.

Dos demais, oito eleitos fizeram campanha a favor de outros candidatos derrotados ao governo e até então permanecem como oposição e quatro declararam que irão manter uma postura de independência ou de neutralidade.

Confira a lista:

Apoio

Isolda Dantas (PT)

Francisco do PT (PT)

Kleber Rodrigues (Avante)

Eudiane Macedo (PTC)

Ubaldo Fernandes (PTC)

Sandro Pimentel (Psol)

Ezequiel (PSDB)

Raimundo Fernandes (PSDB)

Galeno Torquato (PSD)

Vivaldo Costa (PSD)

George Soares (PR)

Souza (PHS)

Oposição

Coronel Azevedo (PSL)

Dr. Bernardo (Avante)

Gustavo Carvalho (PSDB)

Tomba Farias (PSDB)

Hermano Morais (MDB)

Getúlio Rêgo (DEM)

Albert Dickson Oftamologista (PROS)

José Dias (PSDB)

Independência ou neutralidade

Kelps (Solidariedade)

Allyson Bezerra (Solidariedade)

Nelter Queiroz (MDB)

Cristiane Dantas (PPL)

G1 RN

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
16:30

Esse campanha de 2018, ficou marcada por  a derrotas históricas  do candidato Carlos Eduardo Alves,  em Ceará Mirim,  de 18 mil votos de maioria para candidata Fátima Bezerra..

A grande maioria não quis testar e desaprovaram o ex-prefeito de Natal.

Fátima obteve 73,58% dos votos apurados e Carlos Alves apenas 26,42%.

Fátima Bezerra              28.739 VOTOS 

Carlos Eduardo Alves 10.321 VOTOS

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
13:05

O leme da oposição na Paraíba; quem assume?

Até a grama da Lagoa sabe que a oposição saiu desidratada do processo eleitoral de 2018, na Paraíba. Muito pela incapacidade de convergência que fez dela um balaio de gatos, dividida, dispersa e sem propósitos comuns no pleito.  O que facilitou a vida de João Azevedo, o vencedor.

Batida a poeira do segundo turno, cabe aos líderes do que sobrou da oposição à condução do barco meio à deriva após o tsunami eleitoral que varreu a maioria das pretensões de poder opostas ao grupo do governador Ricardo Coutinho.

Quem assumirá este leme? É a grande pergunta que se faz entre as lideranças Estado afora resistente ao movimento de adesão automática para sobrevivência.

Pela estatura do cargo, o prefeito de João Pessoa aparece no topo da lista. Mas terá Luciano Cartaxo apetite para conciliar a tarefa de concluir os seus dois vindouros anos de gestão e tentar eleger o sucessor e ainda se desdobrar para puxar o contraponto ao futuro governo João Azevedo e atender demandas de aliados do Interior?

Lucélio Cartaxo, ex-candidato ao governo e segundo colocado no pleito, vai persistir no projeto majoritário, após dois insucessos, demarcando território do seu grupo, ou seguirá o script da lógica de construir um mandato legislativo, mais fácil e menos desgastante?

Um adendo. os dois só são elegíveis em 2022 e vão precisar entrar em acordo: cabem os dois numa disputa proporcional? Se não, quem vai para o sacrifício?

O senador Cássio Cunha Lima voluntariamente saiu desse xadrez. Com o anúncio de mudança para Brasília, o tucano sinalizou a opção pela discrição, baixou as armas e vai contar com o tempo como lenitivo. Passará os próximos dois anos, pelo menos, fora do combate.

Romero Rodrigues, prefeito de Campina Grande, ganhou energia no segundo turno ao se postar como única grande liderança em favor da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência, um movimento que tende a render, pelo menos, parcerias e fortalecimento de sua administração.

Rodrigues tem interesse em assumir o front contra João Azevedo ou preferirá dar sequência ao mandato e pavimentar seus próprios caminhos futuros?

Fortalecido pela recondução de Aguinaldo Ribeiro à Câmara e a ascensão de Daniella Ribeiro ao Senado, o clã Ribeiro deve ampliar os espaços de poder em Brasília, com reflexos na base política paraibana, e pode tomar gosto pela coisa. Com oito anos de mandato no caminho, tribuna e vitrine ao seu dispor, Daniella tende a se aventurar a assumir a missão de marcar posição e construir, quem sabe, uma candidatura ao governo.

Uma coisa é certa. Em política, não há espaço vazio. Alguém vai ocupar. Quem assumir esse leme, pega nas mãos o desafio de guiar um barco avariado e ameaçado por ondas caudalosas a exigir muita perícia e resistência para não afogar a tripulação.

Via Resumo/PB

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
12:50

morosergio werther santanaestadao - Moro deveria recusar convite de Bolsonaro - Por Ascânio Seleme

Sérgio Moro deveria agradecer e recusar o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro para o Ministério da Justiça. Duas razões básicas são impeditivas. Primeiro, porque ele ainda tem muito trabalho pela frente na Operação Lava-Jato, a começar pelo julgamento do ex-presidente Lula no inquérito do sítio de Atibaia. Segundo, porque sua aceitação pode alimentar a teoria petista de que sua conduta na Lava-Jato foi calculada, almejando uma função pública maior.

O convite para o Supremo Tribunal Federal, outra alternativa levantada por Bolsonaro, pode ser mais fácil para Moro aceitar. Em dois anos, quando abrir a primeira vaga no STF com a aposentadoria do ministro Celso de Melo, o seu trabalho em Curitiba já estará quase concluído, e os ânimos no país, um pouco mais tranquilos.



Fonte: O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
12:46

Resultado de imagem para fotos de inacio joaquim barbosaA Polícia Federal abriu inquérito nesta segunda-feira (29), para apurar a conduta de um policial da Superintendência Regional da Paraíba. Um perfil no Twitter, atribuído ao policial, afirmou no domingo (28), que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa fazia ‘papel de escravo’. Um dia antes, o ministro havia anunciado voto pelo candidato Fernando Haddad (PT), que perdeu a disputa pela Presidência para Jair Bolsonaro (PSL).

Na rede social, o policial escreveu. “Na minha opinião, o negro Joaquim Barbosa, erigido ao posto de ministro do STF, apenas paga favor ao PT. Faz papel do escravo que, mesmo com carta de alforria, teve medo de deixar a Casa Grande. Seu voto é só isso: Apenas 1 voto. Nada mais.”

COM A PALAVRA, A POLÍCIA FEDERAL

“Diante da notícia sobre postagem publicada no domingo, 28/10, em rede social de um servidor desta Superintendência Regional, a qual faz menção desrespeitosa a um Ministro do Supremo Tribunal Federal; a Polícia Federal informa que instaurou inquérito para apurar a conduta do policial.

A Corregedoria Regional da PF também já adotou os procedimentos necessários pertinentes ao caso.

A Polícia Federal reafirma o seu absoluto respeito às pessoas e às instituições mantendo o firme propósito de sempre apurar todas as condutas eventualmente irregulares de seus servidores.” Com informações Estadão.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
12:43

O suspeito e a vítima, alvo dos disparos, foram encaminhados à Central de Polícia, no bairro do Geisel, para prestar esclarecimentos. (Foto: Reprodução)

A Polícia Militar deteve um agente penitenciário por disparar uma arma de fogo em uma briga na noite desta segunda-feira (29), no bairro da Torre, em João Pessoa.

De acordo com informações da Polícia Militar, os policiais chegaram ao local após denúncias feitas ao Centro Integrado de Operações (Ciop).

O suspeito e a vítima, alvo dos disparos, foram encaminhados à Central de Polícia, no bairro do Geisel, para prestar esclarecimentos.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2018
12:30

José Aldenir / Agora RN
Fátima pode abrir as portas para um nome petista no comando do Executivo Municipal em 2020

 

O triunfo da senadora Fátima Bezerra (PT), eleita governadora do Rio Grande do Norte no último domingo, 28, começa a desenhar o quadro eleitoral de 2020, quando ocorrerá novas eleições para a Prefeitura do Natal. E é de dentro do petismo que surgem dois nomes fortalecidos pelas urnas de 2018: os deputados federais eleitos Fernando Mineiro e Natália Bonavides.

O atual deputado estadual Fernando Mineiro já disputou o Palácio Felipe Camarão em 2012, quando ficou em terceiro lugar. Desde então, não esconde que mantém a meta de comandar a cidade. Já Natália, que estreou na política em 2016 sendo eleita vereadora da capital potiguar, chega à Câmara dos Deputados com o status de ter sido a mais votada da cidade. Com o PT no Governo do Estado, será natural que o partido discuta a possibilidade de lançar um nome próprio para a Prefeitura.

Atual chefe do Executivo municipal, o prefeito Álvaro Dias (MDB) trabalha com foco em reconquistar o mandato. E, para isso, terá ainda quase dois anos para mostrar serviço e conquistar apoios. Ex-deputado estadual, ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-deputado federal, Álvaro tem experiência de sobra. Mas com história política construída no Seridó potiguar, ainda carece de liderança na capital potiguar, onde é pouco conhecido.

Dentro do seu próprio partido, terá a concorrência pela postulação do deputado estadual Hermano Morais (MDB), que foi candidato a prefeito da cidade em 2012, sendo derrotado, na época, pelo próprio Carlos Eduardo em um segundo turno bastante acirrado. Hermano foi reeleito para a Assembleia Legislativa este ano.

Outro nome posto é o do presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Raniere Barbosa (Avante). Aliado da governadora eleita, o parlamentar terá de disputar a preferência de Fátima junto aos nomes petistas citados acima. Além disso, precisará se manter no jogo sem o comando do Legislativo municipal, já que a partir de 2019 o comando da Casa será do vereador Paulinho Freire (PSDB).

O PSOL mais uma vez deverá repetir a estratégia eleitoral de lançar seu candidato majoritário nas eleições de 2020. E, para o pleito futuro, terá entre as alternativas a candidatura do deputado estadual eleito Sandro Pimentel. Isso sem falar na “carta na manga”, que é o nome do professor universitário Robério Paulino.

Além destes, o deputado estadual reeleito Kelps Lima (Solidariedade) é outro nome que desponta para disputar a Prefeitura em 2020. Em 2016, ele concorreu ao cargo e ficou em 2° lugar, perdendo ainda no primeiro turno para Carlos Eduardo Alves.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio