17/11/2018
11:40

 (Foto: reprodução BCS)

Em entrevista ao programa RN Acontece da Band Natal nessa sexta-feira (17), falando ao jornalista Diógenes Dantas, o médico e ex-candidato ao Senado pela Coligação Do Lado Certo, Alexandre Motta (PT), apontou a prioridade número um da gestão Fátima Bezerra (PT) no governo estadual:

– Não vai dar para pensar que o governo será eficaz e positivo, se ele não conseguir pelo menos pagar o funcionário em dia – disse.

Argumentou que “a folha é um elemento importante por várias razões; por conferir bem-estar, passar uma sensação de mudança para os trabalhadores, como segurança econômica (…) fomentando a economia”.

“Hoje, o grande dilema é fazer a economia girar”, destacou ele, enxergando o plano nacional.

O segundo grande desafio será enfrentar as graves crises na segurança e na saúde. Em terceiro ponto ele falou de investimento na educação, pelo simbolismo do trabalho da senadora Fátima Bezerra em toda sua história.

Via Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
11:32

Além dos mais de 8.300 cubanos que deixarão o país até o fim do ano, o Brasil corre o risco de perder outros 3.300 profissionais do Mais Médicos caso o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), cumpra a promessa de exigir revalidação do diploma de todos os médicos do programa. Esse é o número de participantes chamados de intercambistas, ou seja, brasileiros formados no exterior ou estrangeiros de outras nacionalidades que também foram dispensados da revalidação do diploma para atuar no país.

Em entrevista na quarta-feira, quando Cuba anunciou a saída do Mais Médicos, Bolsonaro afirmou que o Revalida será cobrado de todos. “(De) qualquer profissional de saúde trabalhando no Brasil, exigiremos uma prova de que realmente são competentes, conhecida como Revalida.”

Nesta sexta-feira, 16, a Defensoria Pública da União (DPU) protocolou, junto à Justiça Federal, ação civil pública em que pede ao governo federal a manutenção das atuais regras do Mais Médicos e a abertura do programa a estrangeiros de qualquer nacionalidade. Segundo a DPU, o objetivo é evitar que a população seja prejudicada.

Veja

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
11:29

Oito cidades potiguares ficarão sem nenhum médico, após a saída dos 142 profissionais cubanos que atuam no Mais Médicos no Rio Grande do Norte. A informação é da coordenadora da comissão do programa no estado. Além de perderem os serviços, os municípios também correm risco de ficar sem repasses do governo federal para as ações de saúde. Ao todo, 489,9 mil potiguares serão afetados.

As cidades que devem ficar sem médicos são Bodó, Taboleiro Grande, Timbaúba dos Batistas, Vila Flor, que têm um profissional cada; além de Jardim de Angicos, Riacho de Santana, São Francisco do Oeste e Itajá, que contam com dois médicos cubanos cada uma.

De acordo com assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Saúde Pública, ao todo, 282 médicos estão em atividade no RN através do Programa Mais Médicos. Destes, 142 são cubanos e atuam em 67 municípios do RN.

No caso das oito cidades citadas acima, os cubanos são os únicos médicos. Com a saída deles, as equipes de enfermeiros, técnicos e agentes devem permanecer atuando nas comunidades, mas poderão ser desfeitas, caso as vagas de profissional médico não sejam preenchidas em até quatro meses.

De acordo com Ivana Fernandes, que é coordenadora da Comissão Estadual do Programa Mais Médicos no Rio Grande do Norte, conforme as regras atuais, se as cidades ficarem inconsistidas (sem médico) e não conseguirem contratar profissionais em até 90 dias, terão recursos federais bloqueados.

Caso passem quatro meses sem médicos, as cidades podem ser descredenciadas do programa Saúde da Família (onde os profissionais cubanos do Mais Médicos atuam), prejudicando toda a estrutura, como o pagamento do restante das equipes e causar a suspensão completa do atendimento à população.

Ainda não há data definida para os médicos deixarem o país, mas quando isso ocorrer, começará a valer o prazo para recomposição das equipes começaria a valer. A data ainda não é confirmada. A preocupação da comissão é justamente com a dificuldade para reposição dos profissionais.

Mesmo com a previsão de abertura de editais para reocupar as vagas, a situação é de alerta para quem acompanha o programa. Conforme Ivana, os editais são abertos inicialmente para profissionais brasileiros. Quando as vagas não são preenchidas, ele passa a acatar brasileiros que têm formação em outros países e não revalidaram diplomas.

Por fim, se ainda constinuam sem ser preenchidas, as oportunidades passam a abranger médicos estrangeiros. Os cubanos entram numa quarta etapa, quando as possibilidades do edital se esgotam e entrar em vigor a cooperação que existia entre os governos brasileiro e cubano. “Eles (cubanos) vêm para locais que outros médicos não querem vir”, explica.

População afetada

Segunda maior cidade potiguar, Mossoró vai perder 14 médicos dos 66 que estão nas equipes de Estratégia de Saúde da Família. Caicó, no Seridó potiguar, perderá um terço – oito dos 24 médicos que atuam na cidade. Pau dos Ferros, na região do Alto Oeste, ficará sem 4 dos 12 profissionais atuais.

Ao todo, 489,9 mil potiguares deverão ser afetados pela saída de médicos cubanos do Brasil. O cálculo da comissão é feito baseado no número de médicos (representam uma equipe de estratégia) multiplicado pela quantidade (teto) de pessoas que devem ser cobertas numa área por uma equipe, que é de 3.450 pessoas.

Substituição

O Ministério da Saúde informou na manhã desta sexta-feira (16) que a seleção de médicos brasileiros para ocuparem as vagas que serão deixadas pelos profissionais cubanos do programa Mais Médicos ocorrerá ainda em novembro.

Na última quarta (14), o Ministério da Saúde Pública de Cuba anunciou a decisão de deixar o programa Mais Médicos, criado durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Cuba enviava profissionais para atuar no Brasil desde 2013.

O governo cubano atribuiu a decisão a “declarações ameaçadoras e depreciativas” de Bolsonaro. O presidente eleito afirma que Cuba não quis aceitar condições para continuar no programa.

De acordo com o Ministério da Saúde, a formulação do edital para substituição dos médicos cubanos será finalizada ainda nesta sexta, durante reunião com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

G1

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
09:31

Via Esmael Morais,

Tem males que vêm para o bem, no caso do médico cubano Richel Colazzo. Com o fim do Mais Médicos, anunciado esta semana pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), ele foi convidado para ser o secretário de Saúde do município de Chapada (RS). 

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Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
09:25

Confira o anúncio do deputado:

Tá ótimo deputado Fábio Faria, nos governos Lula/Dilma, foram implantados modernos Veículos Leves sobre Trilhos em nossa capita, agora a luta é para não deixar o governo Temer tirar uma locomotiva de Natal, para servir em Brasília. A que ponto chegamos com esse governo que assumiu após golpe de 2016, apoiado pelos velhos caciques da política do pobre rio Grande do Norte.

Nota à imprensa

A Superintendência de Trens Urbanos de Natal vem prestar novos esclarecimentos a respeito das notícias que têm sido veiculadas sobre a transferência de uma das composições de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Natal para o Distrito Federal.

O Deputado Federal Fábio Faria, promoveu intensos diálogos durante toda a semana junto ao Diretor-Presidente da CBTU, José Marques, e ao Ministro das Cidades, Alexandre Baldy, que resultaram em um novo estudo e parecer técnico sobre o caso, o qual resultou na desistência da retirada da composição de VLT do sistema de Natal, uma vez que tal ação iria prejudicar consideravelmente a operação ferroviária e o atendimento à população no RN.

Além da permanência do VLT, conseguiu-se junto ao ministério das cidades a liberação de 15 milhões, que serão utilizados na ampliação de 3.4 km de via e construção de duas novas estações: Cajupiranga e Boa Esperança, no município de Parnamirim, assim como a confirmação de que a Superintendência de Natal receberá novos VLTs.

Raphael Albuquerque

Coord. Com. e Marketing

CBTU/STU-NAT

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
09:02

 

José Cruz / Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), encerrou intempestivamente uma entrevista coletiva no 1º Distrito Naval, no Rio. O militar da reserva estava sendo perguntado sobre a continuidade dos atendimentos de saúde no Programa Mais Médicos, já que cerca de 8,3 mil profissionais podem deixar o País com decisão de Cuba de interromper a parceria. Bolsonaro respondeu apenas uma pergunta após ser questionado sobre o Mais Médicos – não comentou, por exemplo, a indicação do economista Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC).

O presidente eleito voltou a criticar os termos do acordo com Cuba no Mais Médicos, que prevê o repasse direto ao governo caribenho de 70% dos salários dos profissionais de saúde. Repetiu que a situação dos profissionais de saúde cubanos é “praticamente de escravidão” e questionou a qualidade dos serviços prestados.

“Nunca vi uma autoridade no Brasil dizer que foi atendido por um médico cubano. Será que devemos destinar aos mais pobres profissionais, entre aspas, sem qualquer garantia de que eles sejam realmente razoáveis, no mínimo? Isso é injusto, é desumano”, disse Bolsonaro.

O presidente eleito defendeu o exame presencial de validação do diploma dos médicos incluídos no programa. “O que temos ouvido, em muitos relatos, são verdadeiras barbaridades. Não queremos isso para ninguém no Brasil, muito menos para os mais pobres. Queremos o salário integral (dos médicos cubanos) e o direito (deles) de trazer a família para cá. Isso é pedir muito? Isso está em nossas leis, que estão sendo desrespeitadas”, resumiu Bolsonaro antes de encerrar a entrevista, que durou menos de cinco minutos.

O futuro presidente do Brasil também prometeu asilo político para todos os médicos cubanos que pedirem. “Há quatro anos e pouco, quando foi discutida a Medida Provisória (que criou o Mais Médicos), o governo da senhora Dilma (Rousseff) disse, em alto e bom som, que qualquer cubano que, por ventura, pedisse asilo, seria deportado. Se eu for presidente, o cubano que pedir asilo aqui, (que) se justifica pela ditadura da ilha, terá o asilo concedido da minha parte”, afirmou.

Voa Agência Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
08:55

Menos de 24 horas depois de anunciar sua saída do programa Mais Médicos, o governo cubano proporcionou uma recepção festiva para os primeiros profissionais que retornaram do Brasil. Deu-se na madrugada da última quinta-feira.

De acordo com reportagem exibida pela emissora estatal TV Cuba, desembarcaram no aeroporto de Havana 196 médicos. Estavam no Brasil havia três anos. Foram recebidos pela vice-ministra da Saúde Pública, Regla Angulo Pardo.

Em entrevista, Regla Pardo disse ter acompanhado a preparação dos médicos durante todo o tempo de duração da parceria com o Brasil, iniciada em 2013, “Durante esses cincos anos, vi eles partirem, se prepararem, compartilhei com eles a preparação do idioma, da geografia do Brasil, das características, das condições da saúde do povo brasileiro.”

Regla Pardo afagou os brasileiros: “Não continuamos no programa Mais Médicos, mas reconhecemos a maneira com que o povo brasileiro sempre tratou nossos médicos.” Para ela, a clientela humilde do Brasil reconhece o “profissionalismo” dos doutores cubanos.

Três médicos foram entrevistados. Um deles, José Ángel Véliz, fez referências poucos lisonjeiras a Jair Bolsonaro. Atribuiu a decisão de não permanecer no Brasil “às manifestações servis deste lacaio do império, o novo presidente eleito do Brasil, que não tem conhecimento nem preparo para ser presidente desse país e que não se interessa pela saúde do povo brasileiro.”

A volta dos médicos foi tratada na reportagem como ”um momento mágico de regressar à pátria com a missão cumprida.” Ao final, todos  entoaram o hino nacional de Cuba.

Durante o período em que permaneceram no Brasil, os cubanos receberam salários inferiores aos dos colegas brasileiros e de outros países que atuam no Mais Médicos. O pagamento fazia escala em Havana, que retinha 70% do valor. Isso permitiu que Bolsonaro cavalgasse sua retórica ideológica, acusando Havana de tratar seus médicos como ”escravos”.

JOSIAS DE SOUZA

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16/11/2018
16:28

Inicia nesta sexta-feira (16), a partir das 14h a vaquejada do Sítio Manhoso com a presença de vaqueiros de diversas regiões. A vaquejada acontece no Haras JG que fechou uma parceria com a organização do Forró do Manhoso para que o evento acontecesse em sintonia com a 17ª edição da maior Festa Rural do Planeta. A programação de shows do…

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16/11/2018
16:17

 

José Aldenir/ Agora Imagens

“É só especulação”. Assim, o deputado Rogério Marinho (PSBD), que não conseguiu se reeleger à Câmara Federal, respondeu ao Agora RN nesta sexta-feira, 16, às informações divulgadas inicialmente pela Revista Crusoé e replicadas por blogs de que estaria à caminho de uma função no novo governo Bolsonaro. A mesma informação foi postada no site O Antagonista.

Reconheceu a derrota ao fato de ter sido o relator da reforma trabalhista, o que motivou contra ele uma verdadeira caçada por parte de entidades sindicais e corporações de juízes sob o argumento, segundo o parlamentar, de retirada de direitos trabalhistas que não aconteceram.

Já do ponto de vista político, ao diário carioca O Globo, Rogério afirmou que faltou ao PSDB, partido dele, uma pauta mais conservadora em relação à segurança pública e atribuiu “a investigação de corrupção contra Aécio” como outro empecilho para o bom desempenho dos tucanos neste ano.

Durante a campanha eleitoral, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) criou a campanha “Se votar, não volta”, denunciando deputados e senadores que apoiaram a reforma trabalhista. Os textos mostravam fotos e organizavam as listas por estado. E, é claro, Rogério encabeçou todas elas.

Meses antes da eleição, em março, uma das corporações dos juízes do trabalho representada pela Associação dos Juízes para Democracia (AJD) criticou uma homenagem que seria feita a Rogério no âmbito do TRT 21.

Segundo a entidade, Rogério só não defendeu “açodada promulgação da nova legislação, como enfaticamente a defende”.

E as últimas declarações do deputado durante todo esse tempo confirmaram isso. “Não só fiz, como faria tudo de novo”.

Publicado por: Chico Gregorio


16/11/2018
16:10

A equipe de transição da governadora eleita, Fátima Bezerra (PT), passa a ter a colaboração a partir desta sexta-feira(16) de seis policiais militares. Eles repassarão para a governadora eleita as informações relativas ao trabalho específico da Polícia Militar.  Confira a lista abaixo:

Tenente-coronel Carlos Eduardo de Medeiros Costa, Chefe de Gabinete do Comandante Geral;

Coronel Demócrito de Almeida Assis Filho, Representante do Quadro de Saúde da PM/RN;

Coronel Francisco Canindé Spinola, Diretor de Finanças;

Coronel José Francisco Pereira Júnior, Diretor de Pessoal;

Coronel Klécius Bandeira Cavalcanti, Diretor de Apoio Logístico;

Coronel Lenildo Melo da Silva, Subcomandante Geral e Chefe do Estado Maior.

Via BG

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16/11/2018
12:02

Foto: Lula Marques/ Agência PT

O empresário Waldir Rocha Pena, dono de um supermercado utilizado pelo grupo JBS para repassar propinas a políticos, revelou ter entregue dinheiro vivo a Frederico Pacheco, primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a Mendherson Souza, ex-assessor do senador Zezé Perrela (MDB-MG).

De acordo com o Globo, o dinheiro era embalado em caixas de sabão em pó. O relato de Pena corrobora a delação da JBS e constitui mais uma prova de pagamento de propina aos políticos.

O depoimento foi dado por Waldir à Receita Federal e enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR). As informações prestadas por ele também foram compartilhadas com a Polícia Federal de Minas Gerais e usadas na deflagração da Operação Capitu, que apura corrupção no Ministério da Agricultura e prendeu temporariamente o dono da JBS, Joesley Batista, e outros envolvidos no caso.

Com informações de O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


16/11/2018
11:55

Desde que foi eleito presidente, no fim de outubro, Jair Bolsonaro (PSL) voltou atrás em algumas decisões referentes à estrutura de seu governo. Em ao menos seis temas, ele disse que faria algo e, depois, mudou de ideia. A Lupa selecionou alguns desses casos.

“[Trabalho] Vai continuar com status de ministério”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em entrevista no dia 13.nov.2018

CONTRADITÓRIO

No dia 7 de novembro, após participar de um almoço com o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Bolsonaro afirmou, em entrevista, que o Trabalho seria “incorporado a algum ministério” – mas não deu detalhes sobre à qual pasta se referia. Seis dias depois, na última terça (13), o presidente eleito voltou atrás. “O Ministério do Trabalho vai continuar com status de ministério, não vai ser secretaria. Vai ser ‘Ministério Disso, Disso e do Trabalho’”, afirmou, comparando a situação com a do Ministério da Indústria e Comércio. Procurado, Bolsonaro não retornou.


“A princípio, [o ensino superior] vai ser mantido no Ministério da Educação mesmo”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em entrevista no dia 13.nov.2018

CONTRADITÓRIO

No dia 1º de novembro, quatro dias depois de ser eleito, Bolsonaro disse que o Ensino Superior seria responsabilidade do Ministério de Ciência e Tecnologia. No mesmo dia, ele confirmou o astronauta Marcos Pontes como titular da pasta. Segundo o presidente eleito, a mudança na gestão do ensino superior daria um “gás muito especial” para as universidades brasileiras. Na última terça (13), pouco antes de um encontro no Tribunal Superior do Trabalho (TST), Bolsonaro recuou e afirmou que deve manter a gestão das universidades federais sob a responsabilidade do Ministério da Educação. Procurado, Bolsonaro não retornou.


“Comunico a todos a indicação do General-de-Exército Fernando Azevedo e Silva para o cargo de Ministro da Defesa”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, no Twitter, no dia 11.nov.2018

CONTRADITÓRIO

Aliado de primeira hora de Bolsonaro, o general Augusto Heleno chegou a ser anunciado, ainda durante a disputa do segundo turno, como futuro ministro da Defesa. Após a eleição de Bolsonaro, em entrevista, Heleno detalhou seus planos para a pasta. Mas na última terça (13), o presidente eleito anunciou outro general para comandar o ministério. “Comunico a todos a indicação do General-de-Exército Fernando Azevedo e Silva para o cargo de Ministro da Defesa”, publicou em sua conta no Twitter. No dia 7 de novembro, o próprio general Heleno havia sinalizado o recuo, ao afirmar que assumiria o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). “O presidente escolheu”, disse em evento no Comando da Aeronáutica. Procurado, Bolsonaro não retornou.


“Não deve existir ministério com esse nome [Ministério da Família]”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em conversa com jornalistas no dia 07.nov.2018

CONTRADITÓRIO

A declaração de que não deverá ser criado um Ministério da Família foi dada um dia depois de Bolsonaro dizer que era “possível” que o senador Magno Malta (PR-ES) assumisse a pasta, que seria criada para gerenciar os programas sociais do governo federal. Malta é um dos aliados mais próximos de Bolsonaro – chegou a ser cotado como vice em sua chapa, mas preferiu disputar a reeleição para o Senado, acabou derrotado e perderá o mandato no fim de 2018. O senador esteve ao lado do presidente eleito em seu primeiropronunciamento, logo após o anúncio do resultado da eleição. Procurado, Bolsonaro não retornou.


“Pelo que está parecendo, vão ficar distintos [os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente]”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em entrevista no dia 1º.nov.2018

CONTRADITÓRIO

Promessa de campanha, a unificação dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente ficou pelo caminho. A proposta estava em consonância com o interesse da bancada ruralista, mas, segundo o presidente eleito, “os próprios ruralistas acharam que não era o caso, para evitar pressões internacionais entre outras coisas”. Assim, no dia 1º de novembro, Bolsonaro afirmou que manteria as duas pastas: “pelo que está aparecendo, [os ministérios] vão ficar distintos, mas eu que vou nomear os dois ministros.” Dois dias antes, o ministro extraordinário do governo de transição, Onyx Lorenzoni, havia insistido na unificação. “Ninguém recuou nada. A questão da agricultura, alimentação e meio ambiente é uma decisão desde os primeiros passos do plano de governo”, disse. Bolsonaro já anunciou a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS) como ministra da Agricultura. Procurado, Bolsonaro não retornou.


“Acho que seria prematuro um país anunciar uma retaliação sobre uma coisa que não está decidida ainda [a mudança da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em entrevista no dia 06.nov.2018

CONTRADITÓRIO

No dia 1º de novembro, Bolsonaro indicou, em entrevista ao jornal israelense Israel Hayom, que transferiria para Jerusalém a embaixada brasileira em Israel – que hoje fica em Tel Aviv. No mesmo dia, disse no Twitter: “Como afirmado durante a campanha, pretendemos transferir a Embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém. Israel é um Estado soberano e nós o respeitamos”. Em dezembro de 2017, os Estados Unidos reconheceram Jerusalém como a capital de Israel e informaram que mudariam para lá sua embaixada. Apesar de Israel defender que Jerusalém é sua capital, a cidade também é reivindicada como capital pelos palestinos e não há consenso sobre a situação na Organização das Nações Unidas. A declaração de Bolsonaro gerou reação negativa no Oriente Médio – o Egito chegou a cancelar uma visita do ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. Em 6 de novembro, o presidente eleito negou o atrito e disse que a mudança “não estava decidida ainda”. Procurado, Bolsonaro não retornou.

Editado por: Natália Leal

Publicado por: Chico Gregorio


16/11/2018
11:49

O custo de um médico cubano para os municípios do Rio Grande do Norte equivale a menos da metade da média paga a um médico brasileiro contratado de forma direta. O cálculo foi confirmado pelo presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte José Leonardo Cassimiro de Araújo, prefeito de São Paulo do Potengi.

Com a saída de Cuba do Mais Médicos, o Estado perderá 142 médicos cubanos e, para repor, precisará desembolsar, em alguns casos, mais do que o dobro do que já paga.

Enquanto a contrapartida das cidades ao programa Mais Médicos varia entre R$ 2 mil e R$ 3 mil, verba usada para custear hospedagem, alimentação e internet para um médico estrangeiro, um especialista brasileiro contratado fora do programa chega a receber entre R$ 6 mil e R$ 8 mil do município para completar um salário que varia entre R$ 12 e 14 mil.

O valor repassado pelo Ministério da Saúde aos municípios por médico contratado é de R$ 10,6 mil. No caso do programa Mais Médicos, a prefeitura fica com R$ 4,6 mil e repassa R$ 6 mil para a Organização Pan-americana da Saúde, que intermedia o acordo de cooperação entre Brasil e Cuba. Desses R$ 6 mil, parte é repassado para os médicos cubanos e uma fatia é destinada ao governo cubano.

Quando a contratação é feita de forma direta entre o médico brasileiro e o município, a prefeitura desembolsa um valor bem maior porque o profissional do Brasil exige um salário de, no mínimo, R$ 12 mil. Logo, além dos mesmos R$ 6 mil do Ministério da Saúde que o município destina à Organização, o médico local recebe uma verba que varia entre R$ 6 mil e R$ 8 mil para complementar o salário.

Via Rafael Duarte.

Publicado por: Chico Gregorio


16/11/2018
11:44

Marcelo Camargo/ABR

247 – Por meio de uma carta entregue ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) durante uma reunião realizada esta semana em Brasília, os governadores eleitos pediram a flexibilização dos critérios que regem a estabilidade dos servidores públicos; objetivo, segundo os gestores, é que uma mudança na legislação, permitindo a demissão de servidores, auxilie no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para despesas com pessoal

Publicado por: Chico Gregorio


16/11/2018
11:32

A imagem pode conter: céu, atividades ao ar livre e natureza
A imagem pode conter: céu, nuvem, atividades ao ar livre e natureza

O prefeito de Jardim do Seridó, Amazan Silva,  publicou em rede social fotos a respeito do início da construção da Adutora que sairá do Açude Boqueirão  que fica localizado no município de Parelhas, para abastecer a cidade de Jardim do Seridó. Após sua conclusão, a adutora  beneficiará cerca de 12 mil pessoas do município e região. O investimento soma R$ 6,2 milhões com recursos do Banco Mundial.

Publicado por: Chico Gregorio