06/01/2019
13:51

Via Esmael Morais.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai enviar ao Congresso Nacional uma Medida Provisória (MP) que tem o objetivo de fazer um pente pente-fino em todos os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A MP estabelecerá o pagamento de um bônus de R$ 57,50 a servidores do seguro social que identificarem irregularidades em aposentadorias e pensões.

Pela medida provisória, entram na mira dos fiscais a pensão por morte, a aposentadoria rural e o auxílio-reclusão.

O modelo que Bolsonaro quer adotar com a MP é semelhante ao pente-fino que foi usado na gestão do ilegítimo Michel Temer (MDB) nos auxílios-doença e nas aposentadorias por invalidez pagos há mais de dois anos. Desde 2016, os peritos médicos previdenciários estão recebendo R$ 60 por exame extra realizado nos postos do INSS.

Até 15 de dezembro de 2018, quase 1,2 milhão de perícias tinham sido realizadas no pente-fino dos benefícios por incapacidade.

Cerca de 651 mil segurados, praticamente a metade dos que foram avaliados nos exames periciais, tiveram o pagamento cortado.

Com informações da Folha

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:42

ABC Futebol Clube

@ABCFC

NOTA DE PESAR

A diretoria do ABC Futebol Clube, em nome dos dirigentes, conselheiros, sócios e torcedores, manifesta seus sentimentos pelo falecimento da esposa do técnico Ranielle Ribeiro, Ana Letícia Rezende Fernandes Queiroz.

O ABC decreta luto oficial de três dias.

A esposa do técnico Ranielle Ribeiro faleceu na noite deste sábado (5) no apartamento em que vivia em Nova Parnamirim. Vizinhos relataram que ela
cometeu suicídio.

Diante da trágica notícia, o clube alvinegro decretou luto oficial de três dias. Do Blog, os sentimentos para amigos e familiares, em especial, ao técnico Ranielle.

Via BG.

 

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:38

A área financeira do Governo do Rio Grande do Norte é a quarta em estado de calamidade nos últimos quatro anos. Um ponto central do estado de calamidade é o maior diálogo entre Estado e União para a transferência de verbas: com os três decretos anteriores, R$ 677 milhões do Governo Federal foram transferidos pela União para as áreas da segurança, saúde e sistema penitenciário, de acordo com o levantamento feito pela TRIBUNA DO NORTE.

Se contar com a situação de emergência da seca, que tem um grau menos grave que o estado de calamidade, o valor transferido ao Rio Grande do Norte foi de R$ 737 milhões. Essa situação é mais antiga: o primeiro decreto é de 2012, sendo renovado por 12 vezes. As ajudas emergenciais, incluindo a de combate à seca, serviram principalmente para pagar salário de servidores, comprar equipamentos, reformar prédios, contratar operações e construir adutoras.
Os maiores contingentes foram na área da saúde: com o estado de calamidade decretado em junho de 2017 e prorrogado até o fim de 2018, R$ 515 milhões foram recebidos para pagar fornecedores, cooperativas médicas e servidores, reabrir leitos hospitalares, comprar equipamentos. A segurança pública teve R$ 225 milhões prometidos há um ano, mas efetivamente recebeu cerca de R$ 100 milhões e outros R$ 80 milhões estão previstos para este ano. Já o sistema penitenciário teve uma reserva de R$ 62 milhões, mas somente R$ 7,7 milhões foram utilizados.

O Governo Federal ainda precisa reconhecer o estado de calamidade financeiro para expandir o diálogo sobre transferências e priorizar o RN no uso de recursos de fundos. Mas, segundo especialistas em Direito Constitucional ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE, o Governo Federal não tem a obrigação de reconhecer. Eles afirmam que a calamidade em situações financeiras é questionada por alguns juristas, apesar de ser mais aceita após o Rio de Janeiro decretar a calamidade na área em 2016. O Estado tem uma dívida de R$ 2,6 bilhões com salários de servidores, pagamentos de fornecedores, retenção de consignados e repasses obrigatórios na área da saúde. O déficit orçamentário de R$ 1,8 bilhão também é uma das justificativas do decreto.

A governadora Fátima Bezerra anunciou que entrou em contato com o Tesouro Nacional e marcou uma reunião para a próxima semana, com a intenção de explicar a situação financeira do Rio Grande do Norte, cuja calamidade foi decretada pela governadora na última quarta-feira (2). Segundo o Procurador-Geral do Estado Luís Marinho, o Governo Federal deve reconhecer e assumir a responsabilidade de ajudar. “A Constituição diz que somos uma federação. Quando um ente da federação está em calamidade a União é responsável por ajudar”, afirmou.

A declaração de Luís Marinho agrega à da própria governadora, no momento em que anunciou a calamidade. Fátima foi enfática ao dizer que o decreto põe o Estado em condição de buscar “com mais efetividade a ajuda do governo federal”, mas sem que a busca seja um “pedido de favor”. “Vou cobrar o direito que o povo do Rio Grande do Norte tem. Na medida em que o governo federal deve fazer sua parte e dar sua colaboração”, disse ela.

Se a situação for reconhecida, a União pode enviar transferências sem necessidade de devolução. O Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, dois estados que estão em estado de calamidade financeira, receberam os aportes ainda em 2016. O decreto do Rio Grande do Norte utiliza os dois Estados como base.
Página 2 de 2 O sistema penitenciário do Rio Grande do Norte foi a primeira área – excetuando os decretos da seca – a ter a situação decretada, em 2015, e ainda está em vigor. Em 2017, foi a Saúde que decretou calamidade e renovou o decreto por mais seis meses, em agosto do ano passado. A área da segurança também foi considerada em calamidade há um ano, quando as polícias civis e militares paralisaram as atividades e se aquartelaram por atrasos nos salários. Esse último decreto foi encerrado em julho.

Outro decreto em vigor é o de emergência contra a seca. Esse é o mais antigo, realizado em 2012 e renovado por 11 vezes. A diferença entre esse e os outros citados é que a seca não é um estado de calamidade, mas situação de emergência. Isso significa que o Estado tem condições de resolver a situação com os próprios recursos, mas necessita da complementação do governo federal. O estado de calamidade, ao contrário, afirma que o Estado só supera a situação se houver recursos federais.
Sistema prisional
O sistema prisional do Estado foi considerado em calamidade em 2015 depois de detentos comandarem rebeliões em cinco unidades prisionais e atentados a ônibus na região metropolitana de Natal. O documento estabeleceu a construção de novos presídios de maneira emergencial, recuperação dos destruídos e a criação de uma “força tarefa”, que passou a atuar no sistema. Foi quando a Força Nacional começou a atuar na segurança do Estado. Por outro lado, mesmo com o decreto projetos pensados para as penitenciárias não foram efetivados.

Depois de 2015, com o decreto em vigor, o sistema prisional ainda sofreu mais rebeliões. A maior completa dois anos este ano: conhecida como o “massacre de Alcaçuz”, resultou em 26 mortes de presos e mais de uma semana de conflitos internos entre facções criminosas. A Penitenciária Estadual de Alcaçuz foi destruída e a reforma aconteceu meses depois, com os recursos viabilizados e licitação dispensada pelo decreto de calamidade.

Entre 2016 e 2017, o Estado recebeu cerca de R$ 62 milhões do Fundo Penitenciário Nacional para serem utilizados nas principais fragilidades do sistema penitenciário. Somente R$ 7,7 milhões foram utilizados, segundo uma ação do Ministério Público Estadual do ano passado, que determinou o uso do restante das transferências. O então secretário de Justiça e Cidadania do Estado, Luís Mauro Albuquerque, atribuiu a não-utilização às recusas do Departamento Nacional Penitenciário (Depen) sobre os projetos pensados.

Um dos projetos que não teve liberação para ser iniciado foi a construção da unidade prisional de Afonso Bezerra. O projeto foi enviado ao Departamento Penitenciário Nacional em junho de 2017, passou um ano pendente e foi reprovado. Mauro Albuquerque, então secretário de Justiça e Cidadania, considerou a reprovação “sem justificativa”. Dois novos pavilhões estão sendo pensados para Alcaçuz, mas até o momento as obras não iniciaram. Os recursos federais para a construção estão assegurados ao Estado, mas não foram utilizados.
Saúde

Saúde

A situação calamitosa na saúde foi decretada em junho de 2017. O Governo do Estado divulgou na época que o decreto estava sendo publicado “devido aos reflexos da crise econômica que causaram a redução da arrecadação estadual e a queda de transferências de receitas constitucionalmente garantidas ao Estado”. A sobrecarga de hospitais e a diminuição de servidores ativos também foram citados como razões.

O secretário estadual de saúde na época, George Antunes, chegou a afirmar que o Governo não estava conseguindo cumprir “o dever de casa” e precisava de auxílio da União. As transferências somaram R$ 515 milhões no período. Segundo o último secretário a ocupar a pasta, Sidney Domingos, o valor foi o necessário para reabrir leitos de UTI, pagar folhas salariais dos servidores, contratos e convênios.

Sidney Domingos ainda afirmou que a renovação desse decreto é necessária somente se a União não assegurar recursos federais novamente para o Rio Grande do Norte. Ainda segundo ele, a situação de calamidade colocou o Estado em “prioridade” no diálogo com o Ministério de Saúde.

Segurança

Segurança Pública

A área da segurança foi a última a ser decretada em situação de calamidade, um ano atrás. Os policiais civis estavam com grande parte das atividades paralisadas e a Polícia Militar aquartelada, as duas pelo atraso dos salários. No documento, o Governo considerou “o aumento dos índices de violência decorrente da paralisação das atividades dos policiais militares e civis”. O período foi marcado por arrastões em diversos pontos comerciais e disseminação de boatos em todo estado, o que gerou pânico na população.

Outra razão, existente até hoje, é a insuficiência da quantidade de pessoal existente na área de segurança e o sucateamento da frota. Estima-se 10 mil servidores a menos que o estabelecido por lei, considerando a Polícia Civil, Militar e o Corpo de Bombeiros. O decreto na área da segurança serviu para o pagamento de salários, aquisição de novos equipamentos, como armas, coletes balísticos e viaturas. A falta de infraestrutura era elencada pelas associações de policiais como razões para as paralisações. Cerca de R$ 100 milhões em compras foram transferidos de imediato ao Estado, apesar do ministro da Segurança da época, Raul Jungmann, anunciar R$ 225 milhões.

Em junho, outros R$ 100 milhões foram anunciados para cumprir metas do Plano Estratégico de Segurança Pública, liberados de forma mais urgente após a calamidade. Mas o atual secretário de segurança estadual, coronel Francisco Araújo, disse que estão previstos R$ 80 milhões.

Seca

SECA RN
O decreto há mais tempo em vigência no Estado é contra a seca, renovado 11 vezes seguidas. São seis anos de situação emergencial decretada por conta da escassez hídrica nos municípios do Rio Grande do Norte. Graças aos decretos, o Estado recebeu cerca de R$ 60 milhões da União. O valor é abaixo do suficiente para aplicação do Plano de Segurança Hídrica, elaborado em 2015 com a a previsão de R$ 340 milhões.

Com o dinheiro recebido, foi construída a adutora Caicó-Jurucutu (R$ 44 milhões) e contratado o abastecimento de água via carro-pipa (R$ 16 milhões). Estão pendentes as construções de outras adutoras e a captação de água em um leito mais fundo da barragem Armando Ribeiro Gonçalves pela Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern).

As consequências da seca são os principais motivos para o decreto. Mesmo com a chuva de 2018, acima da média registrada na última década, ainda não foi possível recuperar a capacidade hídrica. No segmento agropecuário, as perdas estimadas são de R$ 4,3 bilhões. Pelo menos 21 cidades foram consideradas “muito secas” no período entre 2011 e 2017. De acordo com dados atualizados pelo Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) as reservas hídricas do RN estão, neste início de janeiro, com 960 milhões de m³ de água disponíveis em 47 reservatórios (21,7% da capacidade de armazenamento). Oito acudes estão secos. Caern aponta nove cidades estão em colapso e 90 em rodízio.

Tribuna do Norte

 

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:31

O governo Jair Bolsonaro planeja enviar ao Congresso Nacional uma MP (medida provisória) que revê regras previdenciárias para deflagrar um pente-fino em todos os benefícios pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Para viabilizar a operação, a MP estabelecerá o pagamento de um bônus de R$ 57,50 a técnicos e analistas do seguro social que identificarem irregularidades em aposentadorias e pensões.

A medida provisória será apresentada pelo governo Bolsonaro como um conjunto de ações para aperfeiçoamento e modernização da legislação.

Folhapress

 

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:29

O governo publicou, ontem (5), em edição extra do Diário Oficial da União, decreto que regulamenta a prorrogação de benefícios fiscais a empresas das áreas da Sudam (Amazônia) e da Sudene (Nordeste). Ao contrário do que anunciou o presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira (4) pela manhã – e que à tarde foi desmentido -, o texto não prevê aumento imediato de impostos para compensar a perda de arrecadação com os incentivos. O decreto, no entanto, abre uma brecha para que o governo eleve a carga tributária caso esses benefícios extrapolem o limite estabelecido para este ano.

Na sexta-feira pela manhã, Bolsonaro chegou a dizer que havia assinado decreto aumentando a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compensar a prorrogação dos incentivos, mas foi desmentido mais tarde pelo secretário da Receita, Marcos Cintra, e pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que disseram que não será necessário mexer no tributo.

O decreto publicado é fruto de uma queda de braço da área política e da econômica, em que venceu o ponto de vista da primeira. O texto limitou a concessão dos incentivos fiscais aos valores já previstos no Orçamento de 2019 – uma renúncia fiscal de R$ 755,5 milhões, segundo estimativa da Receita Federal.

Considerada confusa pelos técnicos da área econômica ouvidos pelo Estadão/Broadcast, a norma, porém, deixa uma brecha para que, se for necessário, haja aumentos de impostos até o fim do ano para compensar a ampliação dos benefícios, para além dos R$ 755,5 milhões. O texto determina que os incentivos que ultrapassem o limite orçamentário de 2019 somente entrarão em vigor quando implementadas medidas de compensação previstas na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que são elevação de alíquotas ou criação de novo tributo.

Com a sanção do projeto que prorroga benefícios para as superintendências do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Amazônia (Sudam) pelo presidente Jair Bolsonaro, a primeira ideia discutida pelo governo foi elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compensar a renúncia fiscal adicional. No governo anterior, do presidente Michel Temer, a equipe econômica havia defendido o veto do projeto. No novo governo, o time queria que, se sancionado, houvesse a compensação com o aumento de tributos, para cumprir à risca a LRF.

Nas reuniões, porém, técnicos da Sudam e da Sudene insistiram que não seria necessária a ampliação do orçamento deste ano, porque os novos projetos que seriam apresentados demoram a sair do papel e só teriam efeito financeiro em dois ou três anos em média. O entendimento da área econômica, porém, era diferente, de que não havia como garantir esse intervalo no impacto financeiro dos novos projetos.

O primeiro argumento convenceu a área política, que encontrou uma solução para não começar o governo aumentando impostos e descumprindo, já no quarto dia de governo, uma das promessas de campanha.

Ao limitar o valor da renúncia neste ano ao que já está previsto no Orçamento, na prática, novos projetos apresentados só poderão ter efeito financeiro neste ano se houver uma medida de compensação. A expectativa é que isso não ocorra, mas, segundo os técnicos, há autorização para isso, a depender do andamento desses projetos.

Não há no decreto previsão de que a renúncia da ampliação dos benefícios, estimada em R$ 755 milhões, seja automaticamente transferida para 2020. Na elaboração do Orçamento de 2020, a Receita Federal terá de computar o impacto fiscal referente aos projetos apresentados neste ano e estimar o impacto de 2020, que deve ser maior do que o R$ 1,4 bilhão previsto.

O temor da área econômica é que esse “jeitinho” encontrado para sancionar a lei sem compensação sirva de modelo para outros projetos e acabe desconfigurando a LRF.

Polêmica

A prorrogação dos incentivos para o Norte e Nordeste acabou explicitando o primeiro ruído entre Bolsonaro e sua equipe. Poucas horas depois de o presidente anunciar que, “contra sua vontade”, já havia assinado o aumento do IOF, o secretário da Receita, Marcos Cintra, disse que Bolsonaro “se enganou” e que a elevação do tributo não seria necessária.

No fim da tarde, coube a Onyx dizer que o presidente “se equivocou” e que o aumento não seria necessário, já que a equipe havia encontrado outra solução. O ministro da Economia, Paulo Guedes, não falou sobre o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:21

 

Jose´Aldenir / Agora RN
Álvaro Dias, prefeito de Natal

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (MDB), anunciou que espera a conclusão de um estudo que está sendo feito dentro do Poder Executivo natalense para anunciar a tomada de medidas “austeras, duras e impopulares”. A declaração foi dada ao jornal Tribuna do Norte neste domingo, 6.

De acordo com o prefeito, essas medidas precisarão ser tomadas de modo a garantir, no futuro, que os servidores do Executivo terão seus salários pagos em dia, dentro do mês trabalhado. Contudo, ele preferiu não adiantar que tipo de medidas serão essas, vez que ainda aguarda resultado de auditoria.

“Contratamos uma empresa de consultoria (Fundação Dom Cabral) para fazer um balanço do funcionamento da Prefeitura (…). Estamos aguardando a conclusão do estudo porque tenho certeza de que vamos precisar adotar medidas duras, austeras e impopulares, até para garantir equilíbrio”, contou o chefe do Executivo.

Segundo Álvaro Dias, essas medidas serão tomadas sem qualquer receio de sua parte, dada a necessidade de ajustar as contas da Prefeitura. Ele admitiu que podem haver demissões de servidores, desde que sejam autorizadas pela Constituição, e reconheceu haver excessos no funcionalismo.

“Nós temos um excesso comprovado e demonstrado. A Prefeitura conta hoje com 20 mil funcionários, sendo que funcionaria com 10 mil. Isso nos causa uma dificuldade enorme, pois mais de 65% da nossa arrecadação é destinada ao pagamento dos servidores. Restam 35% pra manter toda estrutura”, completou.

Álvaro Dias, eleito vice-prefeito nas eleições de 2016 em chapa com Carlos Eduardo Alves (PDT), assumiu o comando da Prefeitura do Natal em maio do ano passado, quando o então prefeito pediu renúncia para se candidatar ao cargo de governador do Rio Grande do Norte, onde acabou derrotado.

Publicado por: Chico Gregorio


06/01/2019
13:19

José Aldenir / Agora RN
Servidores da Polícia Civil fizeram protesto no final do ano passado

As decisões proferidas por juízes de primeira instância no final da semana passada, que deliberavam pela obrigatoriedade do Estado do Rio Grande do Norte de pagar os salários e gratificações natalinas dos servidores da Polícia CivilSaúde e dos escrivães, foram suspensas no plantão judiciário deste domingo, 6.

O desembargador plantonista Gilson Albuquerque foi o responsável pelas suspensões. Ele acatou a argumentação do Governo, que alegou que o cumprimento das decisões acarretaria em “grave prejuízo à ordem pública e econômica”, gerando insuficiência de recursos para pagar os demais servidores de outras áreas.

A reportagem entrou em contato com o Sindicato dos Policiais Civis do Rio Grande do Norte (Sinpol/RN), mas foi informada de que, até o fechamento desta matéria, a entidade ainda não havia recebido nenhuma notificação do Tribunal de Justiça do Estado no sentido de suspender as decisões anteriores.

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
15:52

Uma chuva de granizo surpreendeu os moradores de Dix-Sept Rosado, cidade da Região Oeste do RN, distante cerca de 310 km de Natal. A chuva de gelo caiu na zona rural da cidade, durou cerca de cinco minutos e deixou muita gente impressionada.

O tempo fechou e logo iniciou uma forte chuva no fim da tarde desta sexta-feira (04). Moradores registraram o fenômeno raro. “Primeira vez que eu vejo isso aqui em Governador, Rio Grande do Norte”, disse um morador, impressionado, ao presenciar a chuva. Veja vídeo:

Por Diego Campelo

 

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
15:42

247- Indicado para chefiar a diretoria do Inep, responsável pela aplicação do Enem, o economista Murilo Resende Ferreira, já acusou os professores brasileiros de serem desqualificados e manipuladores, além de atuarem para roubar o poder da família por meio da ideologia de gênero; ele foi indicado para o cargo pelo movimento Escola sem Partido; para Rezende, a “ideologia de gênero, que hoje é o grande cavalo de batalha desses manipuladores, sim, gente que não quer estudar de verdade, que sequer conhece a literatura, sequer conhece a filosofia”

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
15:31

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Comissionados
O presidente da  Câmara Municipal do Natal,  publicou  os quadro de Cargos em Comissão do legislativo municipal.
Em meados de dezembro passado, o parlamento municipal exonerou todos os seus funcionários comissionados. Agora, refeito o quantitativo de cargos, o novo presidente Paulinho Freire disporá de 491 para livre nomeação.
Caso todos sejam ocupados, será gerada uma folha de pagamento de R$1,584 milhão só com a categoria.
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
14:59

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Médicos
Em Parnamirim, a Secretaria Municipal de Saúde – SESAD está convocando para contratação imediata oito médicos para reforçar o atendimento no Programa Saúde da Família.
Também são oferecidas outras dezesseis vagas para cadastro de reserva.
Via Roaslie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
14:48

Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha em 18 e 19 de dezembro mostra que as privatizações e a redução das leis trabalhistas são rejeitadas pela maioria dos brasileiros: 60% e 57% dos ouvidos pelo Datafolha sobre essas duas práticas, respectivamente, discordam delas. A pesquisa ouviu 2.077 pessoas em 130 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos.

Ela aponta que apenas 34% concordam que o governo deve vender o maior número possível de suas empresas.

Outros 5% não têm opinião formada, e 1% se diz neutro.

A pesquisa indica que apenas entre partidários da sigla de Bolsonaro, o PSL, o apoio às privatizações é majoritário: 65% defendem a medida.

Já entre aqueles que simpatizam com o PSDB, partido historicamente ligado à privatização, o número cai a 41%.

Entre os petistas observa-se o menor apoio às privatizações (29%).

Segundo o Datafolha, as privatizações encontram maior aprovação entre os mais ricos, na faixa de rendas superior a dez salários mínimos (56%). Homens, pessoas com curso superior e moradores do Centro-Oeste e do Norte também são mais favoráveis à venda das estatais, segundo o Datafolha.

Nos últimos dias, evidenciou-se que as privatizações são alvo de controvérsia no seio do próprio governo Bolsonaro. Na sexta-feira (4), o próprio presidente levantou dúvida sobre a compra da divisão de aviação civil da Embraer pela Boeing porque há a possibilidade de os 20% brasileiros da nova empresa serem vendidos aos americanos, ameaçando o que ele chamou de “patrimônio nosso”.

Mulheres, pessoas com escolaridade média, moradores do Sul e do Nordeste e os mais pobres rejeitam majoritariamente as privatizações.

Já em relação à reforma trabalhista, se mostram a favor da redução de leis no setor 40% dos brasileiros.

Além dos 57% contrários, há também 3% de pessoas que dizem não ter opinião.

Homens, mais ricos e moradores do Sul são mais favoráveis à medida. No espectro de simpatia partidária, novamente aqueles que gostam do PSL de Bolsonaro lideram: 50%.

Entre os que mais condenam o ataque aos direitos dos trabalhadores estão os mais pobres, mulheres, moradores do Centro-Oeste e do Norte e simpatizantes do PT — estes com 65% de discordância.

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
14:31

O prefeito de Caicó, Marcos José, assinou a portaria de nomeação do titular para a secretaria municipal de Planejamento e Articulação Institucional, o nome escolhido foi de Manoel Gomes Filho, que é pai do vereador Zaqueu Fernandes.

 

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
14:22

Nomeado secretário executivo do Ministério da Saúde no governo Jair Bolsonaro, o médico João Gabbardo dos Reis é réu em uma ação de improbidade administrativa no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Ele e outros seis servidores públicos da Secretaria de Saúde do DF respondem pela utilização, em 2013, de R$ 6 milhões em recursos da saúde pública para reformas no Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), apontado na denúncia como uma instituição privada. Gabbardo era o superintendente do hospital à época e diz que a denúncia é equivocada.

O prejuízo estimado seria de mais de R$7,6 milhões para a saúde pública, em valores corrigidos. A denúncia foi aceita pelo TJ em janeiro de 2018. Gabbardo esteve à frente do ICDF entre 2010 e 2014. Segundo o Ministério Público do DF, o hospital teria sido beneficiado por um procedimento de dispensa de licitação instaurado para a contratação de serviços cardiológicos por parte do ICDF na gestão de Gabbardo.

Porém, os recursos teriam sido usados para aquisição de equipamentos e reformas realizadas no hospital, “sem contrapartida para a Administração Pública e, assim, com prejuízo ao erário”, diz o MP, que alega que os seis servidores da Secretaria de Estado de Saúde do DF teriam atuado para a execução do contrato. “O réu João, agente particular, representante legal do ICDF, teria concorrido para a contratação, ao passo que o réu ICDF teria se beneficiado do ato ímprobo, também na qualidade de agente particular”, pontua o juiz Daniel Eduardo Branco Carnacchioni ao aceitar a denúncia.

O Diário Oficial do DF registra a ratificação de dispensa de licitação na edição de 5 de novembro de 2013. O registro aponta que os R$ 6 milhões deveriam ser utilizados para “contratação de serviços cardiológicos, objetivando a reestruturação dos serviços de média e alta complexidade para atendimento de pacientes com enfermidades cardiovasculares visando ser centro de excelência no atendimento, durante a realização da Copa do Mundo.”

Para Gabbardo, o hospital é público. “O Instituto de Cardiologia faz a gestão do hospital. O patrimônio é das Forças Armadas, do governo federal”, disse o secretário ao Estado. “É uma denúncia absolutamente equivocada de que se usou recurso público para reformar um hospital privado. O hospital não é privado. Ele é público.”

No site do ICDF, o hospital informa ser uma instituição privada sem fins lucrativos.

O Ministério Público pede a suspensão dos direitos políticos de todos os réus por cinco anos, a perda de função pública aos agentes públicos envolvidos, o pagamento de multa , a devolução na íntegra do valor recebido e que o ICDF ainda seja proibido de ser contratado pelo poder público por três anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


05/01/2019
14:19

As idas e vindas em torno do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da proposta de reforma da Previdência revelaram uma disputa interna na equipe do presidente Jair Bolsonaro logo na primeira semana de governo. De um lado está o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e, de outro, o ministro da Economia, Paulo Guedes. O primeiro é o capitão do time e o segundo tem a chave do cofre.

A ideia de elevar o IOF para compensar a perda de arrecadação com a extensão de incentivos às regiões Norte e Nordeste – anunciada ontem por Bolsonaro e descartada poucas horas depois pelo secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra – chegou mesmo a ficar de pé por algumas horas. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o núcleo político do governo venceu, porém, a queda de braço com Guedes e conseguiu derrubar a medida, considerada impopular.

No Palácio do Planalto há quem atribua o vazamento da notícia sobre o aumento do IOF ao ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, que faria uma espécie de “dobradinha” com Guedes. Nos bastidores, Onyx e Bebianno disputam o protagonismo nas articulações políticas.

Não é de hoje que o chefe da Casa Civil anda se estranhando com o titular da Economia. Nos últimos dias, Onyx ficou muito contrariado ao saber que Guedes convenceu o PSL de Bolsonaro a apoiar a candidatura à reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

No diagnóstico do ministro da Economia, a recondução de Maia é fundamental para que o governo tenha mais tranquilidade no Congresso e consiga aprovar, por exemplo, a reforma da Previdência. Bebianno tem a mesma avaliação de Guedes e acha até mesmo que alguma mudança nas regras da aposentadoria já poderia ter passado pelo Congresso se o aval a Maia tivesse sido anunciado antes.

Resistência

Apesar de ser do DEM, Onyx resistia ao apoio a Maia. Ficou ainda mais irritado ao saber que a aproximação entre o PSL e o presidente da Câmara foi feita por Guedes. Deputados eleitos pelo PSL disseram a ele, então, que optaram por esse acordo porque, caso contrário, o partido de Bolsonaro ficaria isolado, sem assento em comissões estratégicas da Câmara, como Constituição e Justiça e Finanças e Orçamento.

Onyx só se convenceu mesmo depois que integrantes da nova assessoria parlamentar da Casa Civil – formada por deputados não reeleitos – afirmaram que, se Maia fosse “ignorado” pelo PSL, criaria muitos problemas em votações de interesse do Planalto.

O ministro da Casa Civil também tem sido protagonista de informações consideradas desencontradas sobre a proposta de reforma da Previdência. O vaivém desagrada a equipe técnica que prepara o texto porque, na avaliação desses assessores, aumenta incertezas em torno da estratégia para a proposta que será apresentada depois que o novo Congresso voltar aos trabalhos, em fevereiro.

Na primeira reunião ministerial do novo governo, anteontem, Guedes propôs uma reforma da Previdência mais dura, com idade mínima maior para a aposentadoria. Bolsonaro discordou e pediu aos ministros que sempre apresentassem a ele duas linhas de ação. O presidente defende uma idade mínima de 57 anos para mulheres e de 62 para homens.

Maia acha que Guedes tem razão. O presidente da Câmara afirmou ontem que a redução da idade mínima em relação à proposta do governo de Michel Temer “mata” a regra de transição. Temer propôs que homens se aposentassem a partir de 65 anos e mulheres, 62.

A entrevista dada por Bolsonaro ao SBT, comentando pontos ainda não definidos da proposta, também trouxe preocupação ao mercado, que viu risco de a reforma acabar sendo muito branda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio