02/03/2019
11:04

Via Esmael Morias.

Em reclamação trabalhista, um ex-executivo da OAS afirma que os executivos da empresa que fizeram delação premiada receberam R$ 6 milhões para “ajustar os depoimentos aos interesses” dela. Ele, que negociou sozinho com o Ministério Público, não recebeu dinheiro, diz ter sofrido represálias e ter sido “jogado à própria sorte”.  

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Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:44

Os programas de jornalismo da Globonews, da Rede Globo, tratou de forma superficial a decisão da justiça Federal de consentir a saída do ex-presidente Lula de sair da cadeia na Polícia Federal, em Curitiba, para acompanhar o velório de seu neto, em São Paulo.

Desde o anúncio da morte e do pedido de advogados, foram mais de quatro horas sem nenhum destaque ao fato envolvendo o ex-presidente preferindo acompanhar o carnaval de Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

Diferentemente da cobertura de outros fatos políticos de mesma dimensão, a Globonews resolveu tratar o assunto sem o destaque merecido.

Via WScom

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:27

 

Eleitores e aliados têm mostrado a Jair Bolsonaro que ele precisará de mais habilidade política e “jogo de cintura” para lidar com discordâncias sobre decisões da Presidência.

Há dois meses no cargo, ele já teve de enfrentar crises envolvendo família e membros do governo, indicações reprovadas por eleitores e ainda convive com reclamações de seus aliados políticos. Relembre os casos abaixo.

O presidente Jair Bolsonaro

1. #IlonaNão

O caso envolvendo a cientista política Ilona Szabó é o mais recente. Escolhida pelo ministro Sérgio Moro para ser suplente no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, ela virou alvo da fúria da rede bolsonarista por já ter manifestado discordância de ideias do presidente. A hashtagh #IlonaNão virou trending topic no Twitter.

Não durou uma semana no Conselho. Após a repercussão, Bolsonaro solicitou a Moro que retirasse a indicação. “Moro disse que lamentava, mas o presidente não sustentava a escolha na base dele”, disse ela ao ‘Estadão’.

2. Mozart x bancada evangélica

Escolhido para comandar o Ministério da Educação como revelou o Estadão, o educador Mozart Neves Ramos foi reprovado por eleitores e pela bancada evangélica por discordar, entre outros temas, do ‘Escola Sem Partido’.

“Não há afinidade ideológica. A bancada evangélica não vai respaldar um ministro que não tenha afinidade”, disse o deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), ligado à Assembleia de Deus, ao Estadão. Bolsonaro recuou e escolhou Ricardo Vélez Rodríguez para o cargo.

3. PSL sem espaço

Mesmo antes do início dos trabalhos no Congreso, deputados e senadores do PSL reclamaram da falta de espaço de seus quadros no governo e ainda antes, na equipe de transição de Bolsonaro. Líderes do partido pressionaram o então presidente eleito para que indicasse alguns de seus quadros para ministérios.

Leia Também:   Governo Bolsonaro é aprovado por apenas 38,9% dos brasileiros, aponta pesquisa

4. Falta de articulação

A articulação política de Bolsonaro com o Congresso tem sido uma dificuldade para o governo, que precisa de apoio se quiser aprovar pautas como a reforma da Previdência. Nesta semana, Maia fez alerta.

“Não tem velha e nova política, tem a política. O problema é a governabilidade da Casa em conjunto. A Reforma da Previdência vai ter um peso positivo para o governo em 2022 e os deputados querem compreender como isso será dividido”, disse Maia. “O governo tem o PSL na base e não tem mais partido algum. Precisamos trazer uns 10, 12 partidos para a base para ter musculatura.”

5. Bebianno

O “romance” entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno durou pouco. Fã que virou braço direito de Bolsonaro, chegou a dizer, no ano passado, que era apaixonado pelo então deputado – “de forma hétero”, destacou. Menos de dois meses depois de entrar no governo, saiu ressentido pela demissão envolvendo as rusgas com o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente. Ele também é suspeito de envolvimento em desvio de recursos de campanhas do PSL.

O apoio declarado do PSL, partido do presidente, à reeleição de Rodrigo Maia para o comando da Câmara, ligou sinal de alerta em apoiadores de Bolsonaro. Mais de uma vez o governo e aliados fizeram questão de declarar que o apoio era do partido e não do presidente, nem do governo. As críticas vieram por eleitores de Bolsonaro enxergarem Maia como um representante da chamada “velha política”.

Mercado preocupado com reação árabe

Majoritariamente favorável à ascensão de Bolsonaro, o mercado se mostrou receoso após a retaliação de países árabes ao Brasil em função das declarações pró-Israel do então presidente eleito. Durante a campanha, ele enfatizou o plano de mudar a embaixada do País em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

A localização da embaixada é uma questão sensível porque Israel e Palestina disputam o predomínio sobre Jerusalém. O Estado judeu considera toda a cidade como sua capital, enquanto os palestinos desejam tornar Jerusalém Oriental a capital do seu futuro Estado.

Fonte: Terra

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:22

Lula chegou pouco depois das 7h ao aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, de onde seguirá para o velório (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, onde cumpre pena, para ir ao velório do neto, às 7h deste sábado (2). Arthur Lula da Silva, de 7 anos, morreu nesta sexta-feira (1º) vítima de meningite meningocócica, em São Paulo.

O ex-presidente saiu da sede da Polícia Federal (PF) em um helicóptero da Polícia Civil e seguiu para o Aeroporto do Bacacheri, também na capital, e embarcou em uma aeronave do governo do Paraná. O avião decolou do terminal aéreo às 7h19.

O velório do corpo de Arthur acontece no Cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo.

A autorização foi concedida pela juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Criminal Federal de Curitiba. As circunstâncias do transporte até o local não foram informadas pela Justiça. O processo de execução penal do ex-presidente está sob sigilo.

O Governo do Paraná colocou à disposição o avião do estado para fazer o transporte do ex-presidente até São Paulo.

O pedido feito pela defesa citava o artigo 120 da Lei de Execução Penal, que diz que “os condenados que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto e os presos provisórios poderão obter permissão para sair do estabelecimento, mediante escolta, quando ocorrer falecimento ou doença grave do cônjuge, companheira, ascendente, descendente ou irmão”.

Na petição, a defesa de Lula se compromete “a não divulgar qualquer informação relativa ao trajeto que será realizado”. O velório ocorre a partir da noite desta sexta no cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo (SP).

Por G1 Paraná

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:13

 

Eduardo Maia / ALRN
Medida foi aprovada pelo plenário na última terça-feira

O plenário da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou um projeto de lei que regulamenta a concessão de férias e 13º salário para os deputados estaduais, com efeito retroativo a 2015. A aprovação aconteceu na última terça-feira, 26, no mesmo dia em que os parlamentares validaram o decreto assinado pela governadora Fátima Bezerra que reconheceu situação de calamidade financeira do Estado.

De acordo com o projeto, que agora precisa ser sancionado por Fátima Bezerra, as férias dos deputados serão concedidas anualmente, acrescidas de um terço sobre o salário mensal. O gozo das férias deverá coincidir com os períodos dos recessos legislativos, sendo que, preferencialmente, deverá ocorrer no mês de janeiro.

O texto não permite a indenização de férias não gozadas, exceto no caso de afastamento definitivo do mandato, se houver convocação extraordinária durante o recesso e no último ano de mandato, de forma integral, por não terem como gozar das férias em função de estarem deixando o cargo.

Quanto ao décimo terceiro salário, o projeto de lei aprovado no plenário estabelece que o abono poderá ser pago em duas parcelas, a primeira até o dia de 30 de julho e a segunda até o dia 20 de dezembro de cada ano. O benefício será correspondente a 1/12 do salário mensal, por mês de efetivo exercício do mandato.

O projeto aprovado na Assembleia é de autoria da Mesa Diretora, presidida pelo deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB). Na justificativa da matéria, o tucano e demais membros da Mesa argumentam que férias e 13º salário são direitos “sociais e fundamentais” dos parlamentares, garantidos pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do Recurso Extraordinário 650.809. Decisão expedida nesse caso estendeu os direitos previstos no Artigo 7º da Constituição Federal aos deputados estaduais.

Os novos benefícios para os parlamentares foram aprovados sem passar antes pelas comissões temáticas. A dispensa de tramitação foi definida em reunião dos líderes partidários e de bancada da Assembleia. No plenário, a votação foi simbólica, e apenas o deputado estadual Sandro Pimentel (PSOL) se manifestou contra a medida.

O vencimento básico pago a cada deputado estadual é, segundo o Portal da Transparência da Assembleia Legislativa, de R$ 25.322,25 por mês. Não é possível calcular, entretanto, qual será o impacto do pagamento dos benefícios no orçamento da Casa porque alguns parlamentares devem renunciar às vantagens – até o momento, apenas Sandro Pimentel se manifestou neste sentido.

A Assembleia explicou, via assessoria, que não há ilegalidade na medida. Os deputados recebiam os benefícios até 2015, inclusive, mas os pagamentos foram questionados no Supremo em função de não haver regulamentação clara. Com o julgamento do recurso no STF, as vantagens foram restabelecidas.

O projeto aprovado pela Assembleia já encaminhado para o Gabinete Civil do Governo do Estado. A governadora Fátima Bezerra tem até 20 de março para decidir se sanciona ou não a medida.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:10

José Aldenir / Agora RN

Senador Jean-Paul Prates (PT) é contra a reforma previdenciária

O senador Jean-Paul Prates (PT) criticou o plano de reforma da Previdência idealizado pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (PT). De acordo com o parlamentar, há pontos no projeto que prejudicam diretamente o povo nordestino.

“O projeto se divide em vários capítulos. O principal é a questão do sistema de capitalização. O outro são as mudanças na aposentadoria rural, que afetam a muitos aqui no Nordeste. Afetam tremendamente o Nordeste. As mudanças vão desde o benefício até a questão do cadastro e as pessoas provarem que são trabalhadores rurais”, explicou.

Visto como “muito grave” por Prates, o projeto original deve passar por mudanças. O presidente Bolsonaro sinalizou que deve acatar alguns pedidos e recuar em alguns pontos. “A proposta, se aplicada hoje, tiraria 96% dos trabalhadores rurais, num primeiro momento, do sistema. É muito grave”, alertou.

“Fundir o Banco do Nordeste ao BNDES é péssima ideia”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, cogitou recentemente a possibilidade de uma fusão entre o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O argumento de Guedes é de que, assim, haveria maior eficiência à máquina estatal.

Para o senador Prates, a iniciativa parte de pessoas que não conhecem os impactos que ela pode trazer para o Nordeste. “Suponho que a ideia tenha partido de gente que não conhece a realidade do Nordeste. A proposta não agrega nada em termos de custo. O BNB é um órgão autônomo, com baixo custo operacional”, disse em entrevista à Rádio Cidade de Natal.

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:06

Foto: Canindé Soares/G1

A Justiça potiguar atendeu o pedido do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e determinou a suspensão imediata do Carnaval de Macau 2019, a partir desta sexta-feira (1º). A ação civil pública com pedido de liminar ajuizada pela Promotoria de Justiça da cidade alega que o Corpo de Bombeiros não identificou o protocolamento de qualquer documento para vistoria e autorização de funcionamento.

Em caso de descumprimento da decisão, será imposta multa no valor de R$ 100 mil por dia a ser aplicada ao prefeito de Macau. A suspensão estará em vigor até que a organização do evento apresente ao Juízo da comarca de plantão o Atestado de Vistoria e aprovação do Corpo de Bombeiros.

A Justiça também determinou que seja expedido ofício à Delegacia Plantonista da Região de Macau e ao Comando Geral da Polícia Militar, Pelotão de Macau, comunicando a concessão da liminar e seus termos. As autoridades policiais devem fiscalizar o cumprimento da decisão, remetendo certidão diária em relação aos eventos que ocorreram no Carnaval de Macau 2019. A decisão engloba ainda a intimação ao Comandante do Corpo de Bombeiros para que receba os documentos apresentados pelo Município de Macau.

Para o MPRN, a realização do evento sem a devida vistoria e autorização acarreta risco a integridade física dos participantes, considerando a existência de estruturas de palcos e trios elétricos, itens que exigem critérios específicos do Corpo de Bombeiros.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
08:05

A justificativa apresentada ao Ministério Público do Rio pelo ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL) Fabrício Queiroz, na quinta-feira, 28, contradiz normas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para contratações de servidores. No documento protocolado por sua defesa, Queiroz alegou que os depósitos feitos por funcionários do gabinete de Flávio em sua conta seriam uma forma de aumentar uma rede de colaboradores informais do então deputado. Porém, a Alerj informou, em nota, que não é permitida a contratação de nenhum funcionário sem sua nomeação, que deve ser publicada no Diário Oficial do Legislativo.

A Assembleia afirmou também que, para qualquer nomeação em gabinete, é exigida a apresentação de documentos para formalização do vínculo. “Estas nomeações são solicitadas pelos deputados e publicadas no Diário Oficial pela Mesa Diretora”, informou.

Cada parlamentar da Alerj tem direito a 20 cargos em seu gabinete, que podem ser desmembrados, de forma oficial, em até 40 postos de menor remuneração. O limite até o fim de janeiro era ainda maior: 63 cargos.

Queiroz argumentou que fazia um “gerenciamento financeiro” de valores recebidos pelos demais servidores para gerir rede de colaboradores informais de sua confiança. Ou seja, recolhia os salários e os redividia, por um número maior de contratados – sem passar pela estrutura da Casa.

Por esse método informal de Queiroz, os funcionários não teriam direito a benefícios fornecidos pela Casa como o auxílio de R$ 1.193,36 para filhos em idade escolar. Os gabinetes também contam com até 28 auxílios alimentação para servidores, no valor de R$ 60 por dia útil. Os contratados informalmente também não os receberiam, o que torna ainda mais difícil de compreender a versão.

A versão foi apresentada por Queiroz ao Ministério Público do Rio no último dia 28 e revelada pelo Estado. Essa é a primeira manifestação formal do investigado, quase três meses após o ex-assessor faltar ao primeiro convite para depor – ao todo, ele não atendeu a quatro chamados do MP. O ex-funcionário deixou o Rio para ser operado de um câncer no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde agora mora para prosseguir com o tratamento.

Queiroz está sob investigação desde o ano passado, quando um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), feito na Operação Furna da Onça, sobre corrupção na Alerj, detectou as movimentações atípicas nas contas de assessores de 22 deputados e ex-deputados – um deles era ele, que movimentou R$ 1,2 milhão em 13 meses. Promotores suspeitam que Queiroz coordenava um esquema de “rachadinha” – repasse de parte dos salários dos assessores ao parlamentar, o que é ilegal.

Queiroz argumentou em sua defesa que jamais se beneficiou de qualquer recurso público “para si ou para terceiro, uma vez que sempre buscou preservar a finalidade pública dos recursos oriundos da remuneração de assessores parlamentares que sempre por ajuste prévio livre e espontâneo foram postos sob sua administração”.

Também disse que estes servidores eram modicamente remunerados por ele para atividades externas claras e firmemente alinhadas com a atividade-fim parlamentar. A tarefa, segundo Queiroz, era possível porque ele exercia uma função que se assemelhava à do chefe de gabinete, apesar de não ocupar oficialmente o cargo. Disse também que Flávio não sabia dessa combinação, porque “nunca reputou necessário expor a arquitetura interna do mecanismo que criou ao próprio deputado e ao chefe de gabinete”.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


02/03/2019
07:59

Via Esmael Morias.

Dirigentes, parlamentares e militantes do PT ficaram revoltado nesta sexta (1º) com postagem do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) sobre a morte do neto do ex-presidente Lula. 

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Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:53

Ex-deputados federais pelo Rio Grande do Norte, Henrique Alves e Paulo Wagner integram uma lista com 17 nomes de aposentados da Câmara Federal, os quais recebem o teto benefício no valor de 33,7 mil  reais por mês.

O valor de Henrique Alves tem relação com sua chegada na Casa ainda na década de 1970 e permanecido por pelo menos 40 anos. O mesmo não pode ser dito de Paulo Wagner, este permaneceu em Brasília por apenas um mandato e conseguiu se aposentar por invalidez, procedimento este chancelado por Henrique Alves, na condição de presidente da Câmara na época.

Ao conceder o benefício ao parlamentar, Henrique justificou, na publicação, que seguiu o laudo expedido pela junta médica da Câmara Federal. O salário da aposentadoria também é reajustado de acordo com os proventos pagos aos deputados federais. Paulo Vagner é o mais novo da lista dos 17 beneficiados com o teto da aposentadoria, tem hoje 56 anos de idade, já Henrique Alves possui 70.

Via Robson Pires.

Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:29

 

Bolsonaro Venezuela - Bolsonaro manda confiscar celulares em reuniões

Alvo de vazamentos de conversas com ministros, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) adotou uma regra para quem se reúne com ele: celulares não entram. O confisco dos aparelhos é uma medida de proteção usada não só em seu gabinete, mas em todas as reuniões das quais tem participado.

Vinte e dois deputados que estiveram no Palácio da Alvorada para se reunir com o presidente nesta semana contaram que havia um local designado para deixar os aparelhos na entrada da sala. No Palácio do Planalto, uma caixinha no corredor que antecede o gabinete presidencial faz este papel.

A prática já era adotada por outros presidentes. Na gestão atual, porém, a regra foi ampliada. No gabinete do vice-presidente, Hamilton Mourão, qualquer pessoa que entra em sua sala é convidado a deixar o telefone celular do lado de fora.

Até mesmo o secretário de imprensa, tenente-coronel Alexandre de Lara, passou a exigir esta semana que jornalistas também não entrem em seu gabinete com celulares.

A proibição, porém, não está sendo seguida à risca. Na semana passada, o jornal O Globo mostrou que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, ligou, sem querer, para um repórter enquanto conversava com Bolsonaro. No breve diálogo, os dois tratam da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, que deixou vazar conversas de WhatsApp com o presidente.

Fonte: Metrópoles

Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:25

montagem405 - NO XADREZ DA FUNASA: Esposa de Romero Rodrigues e mãe de Aguinaldo Ribeiro estão na disputa para manter cargo federal e apoio federal


No xadrez da política duas “rainhas” estão brigando no tabuleiro da Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Para entender as jogadas feitas nesse tabuleiro, temos que voltar até a última rainha deposta.

Ana Cláudia Vital do Rêgo, esposa de Veneziano Vital do Rego, entregou o cargo em 2016. A ex superintendente ocupou o posto por 6 anos e desistiu do jogo quando o marido desembarcou do MDB, após o processo de impeachment de Dilma Roussef.

Em seguida, o lugar foi preenchido pela mãe de Aguinaldo Ribeiro. A ex-prefeita D. Virgínia Velloso Borges, ficou no lugar após o PP confirmar apoio ao governo de Michel Temer. Mas com a mudança de governo, o reinado de Virgínia está ameaçado. Como o PP ainda não firmou posicionamento favorável ao governo federal, a família deverá perder prestígio e, por conseguinte, espaços nas indicações.

De olho na superintendência da Funasa, uma nova rainha está pronta para ocupar o cargo. A esposa do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), a médica Micheline Rodrigues (PSDB) deve ser recompensada pelo presidente Jair Bolsonaro pelo apoio durante a campanha.

Romero e Micheline abandonaram o PSDB Nacional em 2018  ao não apoiar o candidato da sigla, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, à presidência da República,  para apoiar o nome do então candidato Jair Bolsonaro, do PSL.

Com a ascensão de Micheline a um cargo no Governo Federal, volta a se especular a possibilidade de mudança de sigla de Romero para o PSL do presidente da República, ou até mesmo para a UDN, partido que o presidente e filhos cogitam ingressar.

Assim como no jogo de xadrez, o jogo só termina quando o rei leva um xeque mate, enquanto isso, há espaço para as rainhas elaborarem estratégias.

 

Fonte: Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:18

sergio moro heroi 1 1 - Jair Bolsonaro fez do herói Sérgio Moro um "bundão" - Por Gilberto Dimenstein

Até pouquíssimo tempo, Sérgio Moro era visto por muita gente – eu, inclusive, confesso – como um herói contra a corrupção por causa de sua atuação na Lava Jato.Foi essa a imagem que levou para o Ministério da Justiça: o homem sem medo de enfrentar a corrupção, arriscando a própria vida.

Já se especulava até mesmo que ele seria o próximo candidato a presidente.
Mas aí começou a crise na imagem: ele prendeu Lula, tirou-o das eleições e foi trabalhar para o vitorioso.
Em pouco tempo, Bolsonaro fez dele, desculpe a expressão, um “bundão”.
Não consegui encontrar uma palavra melhor.

Foi obrigado a ficar calado em vários escândalos envolvendo a família Bolsonaro, mostrou-se fraco ao falar em Caixa 2 dos políticos ( algo que ele disse que era pior do que corrupção).
Para atender o chefe defendeu medidas que defendem licença para matar – algo que fez com que ele pisassem em seu diploma de Harvard.

A cereja do bolo foi Bolsonaro obrigá-lo a desconvidar uma especialista em criminalidade – Ilona Szabó – de uma suplência de um conselho que era apenas consultivo. Isso mesmo, suplência.
Isso porque Ilona tem uma visão divergência sobre armas – e esse conselho nem trata da questão das armas

Fonte: Catraca Livre

Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:10

Resultado de imagem para fotos do executivo da UTC, Ricardo Pessoa.

O blog do jornalista e analista político Walter Santos traz, nesta sexta-feira (1°), uma síntese sobre a “indústria da delação” instaurada no Brasil.

Segundo o publisher, a ordem é denunciar o que puder, sem medir as consequências e reduzir sua própria culpa, assim como no recente caso da OAS e oito ex-funcionários, segundo o site Antagonista, forçados a depor em troca de benefícios diante da Lei, além do executivo da UTC, Ricardo Pessoa.

Confira e entenda:

A indústria da delação reforçada por Moro cria “culpados” para reduzir penas ao se imputar inverdades

Há que se admitir: a nova estratégia de envolvidos em esquemas de desvios de recursos públicos, através de grandes negociações de construtoras, agora de optarem pela delação premiada para reduzir penas judiciais transformou o instrumento tão defendido pelo ex-juiz Sérgio Moro em grave conduta de desvios de função, mesmo assim acatada pela justiça em nome da pretensa justiça.

O caso mais recente é gritante e diz respeito às relações em série de ex-funcionários da OAS denunciando uma série de políticos dentro de uma estratégia combinada revelada pelo Antagonista, segundo a qual, esta é a nova base de redução de penas adotada pela construtora doa em quem doer, pois a máxima é se safar dos problemas.

DONO, CABEÇA DA ESTRATÉGIA

A tática adotada por muitos da Lava Jato parece que deu certo ao se combinar tudo com o MPF em sintonia com a Justiça. Foi o proprietário da UTC, Ricardo Pessoa, o principal elemento de acusação do ex-presidente Lula no caso triplex , quando na condição de proprietário do imóvel, conforme comprova a justiça, insinuou interesse do ex-presidente na aquisição do apartamento, cujo contrato inexistiu, não se consolidou, mas sua “fraca fala documental” ajudou ao interesse dos condenadores sem provas.

A estratégia deu certo para reduzir a pena do empresário, o que não lhe exclui de graves consequências financeiras quebrando praticamente a construtora, só que , não satisfeito, resolveu se transformar em escola de estratégias a serem adotadas também por funcionários de outras empresas, como a OAS, com mesmo objetivo de se salvar dos crimes acusando a todos, alguns inocentes.

Segundo o Antagonista, os funcionários combinaram argumentos e acusações, mesmo nivelando propina com doações à época permitidas pela lei eleitoral.

Esta é uma das questões que a lei anti-crime precisa encarar e resolver para impedir condenações prévias de inocentes.

Publicado por: Chico Gregorio


01/03/2019
11:02

O aumento de salários para os militares das Forças Armadas e das gratificações para quem tem especializações são o ponto que trava o envio ao Congresso do projeto de lei que modifica as regras de aposentadoria da categoria. Deputados, por sua vez, condicionam a tramitação da reforma da Previdência ao envio do projeto dos militares.

Entre os pontos que devem estar na reforma dos militares estão o aumento do tempo de contribuição de 30 anos para 35 anos e da alíquota previdenciária dos atuais 7,5% para 10,5%.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, até considera que os vencimentos da caserna estão defasados, mas integrantes da sua equipe e lideranças da Câmara advertem que o reajuste contaminaria a discussão da Nova Previdência, forma como o governo Bolsonaro batizou a reforma enviada na semana passada. O risco é de o aumento salarial reforçar a polêmica em torno das regras do regime de seguridade dos militares.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o Ministério da Defesa entende que, se o aumento não for incluído agora, não será dado após aprovação da proposta. O prazo estipulado pelo governo para o encaminhamento do projeto de lei ao Congresso era 20 de março. Mas o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou ao Estadão/Broadcast na semana passada que enviaria antes.

Os militares temem que o reajuste em um texto separado fique parado e não seja aprovado depois da reforma. Segundo as Forças Armadas, desde o governo Fernando Henrique Cardoso, os salários dos militares vêm sendo achatados.

O embaraço em torno do tema é tão grande que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, segurou a tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) até que a proposta com as mudanças nas regras dos militares chegue ao Congresso.

Publicado por: Chico Gregorio