
RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A insatisfação que já era verificada no elenco do futebol chegou ao corpo de funcionários do Botafogo. Prestadores de serviços da sede de General Severiano e do estádio Nilton Santos planejam uma greve geral para a próxima segunda-feira (5). Com o clube atravessando uma crise financeira, os salários estão atrasados há dois meses e o fato de que o clube tem pago às empresas terceirizadas aumentou ainda mais a insatisfação.
Internamente, alguns grupos de funcionários já elaboram uma paralisação para esta sexta (2). Segundo o UOL Esporte apurou, há a reclamação de que, com os poucos recursos que tem, a cúpula não tem sido transparente nas escolhas de quais débitos quitar.
Em meio a isso, a diretoria busca saídas para aliviar a situação dos cores e conseguir sanar ao menos parte do problema até segunda-feira, evitando uma movimentação ainda maior.
Vale lembrar que não são apenas os funcionários que estão externando a insatisfação com a situação financeira do clube. O elenco, por exemplo, não tem dado entrevistas coletivas e nem participado de ações de marketing -apenas o técnico Eduardo Barroca tem atendido à imprensa.
Neste ano, além de greve dos jogadores, o Botafogo também viu a luz da sede de General Severiano ser cortada por conta da falta de pagamento.
Na última semana, uma reunião deu início ao processo que pode fazer com que um grupo de alvinegros ilustres -encabeçado pelos irmãos Moreira Salles-, assuma o departamento de futebol do clube.


Depois das últimas revelações do site The intercept sobre o esquema de chantagem organizado contra os ministros do STF pelo coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, ganha força a discussão nos órgãos de controle – PGR e Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) – qual a melhor maneira para afastar o procurador, de preferência de forma indolor, segundo informa a revista Veja.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) divulgou, nesta sexta-feira (02), a continuidade na redução dos números de Condutas Violentas Letais e Intencionais (CVLIs) ao longo dos meses em 2019. Dessa vez, os dados apontam um início de segundo semestre com diminuição nas estatísticas, quando comparado aos números de 2018.
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Foto: Marcos Corrêa/Presidência




