04/08/2019
07:56

Em entrevista ao GLOBO, o vice-presidente Hamilton Mourão defende uma posição pragmática e flexível do Brasil na relação com todos os países, independentemente do sistema político. Ele alega que o governo brasileiro é alvo de uma campanha internacional, supostamente fomentada por grupos que perderam a eleição, no ano passado, para o presidente Jair Bolsonaro . Para o general, que foi adido militar na Venezuela quando o país tinha como presidente Hugo Cháveze, recentemente, escreveu o prefácio do livro “Como destruir um país”, de Marcelo Suano, existe uma receita que garante a manutenção do líder chavista Nicolás Maduro no poder: oposição desunida, militares doutrinados, empresários corruptos, medo e repressão.

Na sua opinião, o que mantém Nicolás Maduro no poder? 

Ao longo de todo esse período do chavismo, a oposição adotou estratégias totalmente erradas. Deixou de participar de eleições e, só nos últimos tempos, passou a ter voz junto à comunidade internacional. A oposição venezuelana está desunida. E aí entra o núcleo desse governo venezuelano, que são as Forças Armadas. As dissidências que têm ocorrido no âmbito são muito pequenas para que haja, efetivamente, um racha lá dentro. Há um processo de doutrinação das Forças Armadas, que começou nas décadas de 1960 a 1970. Chávez foi instrutor de um grande número de cadetes na academia militar, e posteriormente elevou essas pessoas a cargos importantes e as manteve. Por outro lado, temos a questão dos cubanos, que controlam o sistema de inteligência e as milícias. Com isso, exercem uma pressão pelo medo em cima das famílias daqueles militares que poderiam se opor ao governo. E a classe empresarial venezuelana saiu do país. Os poucos que ficaram resolveram aproveitar a corrupção do regime para enriquecer. Esse somatório mantém Maduro no poder, a começar pelo medo e a repressão. É só você ver o relatório da Michelle Bachelet (comissária de direitos humanos da ONU), que mostra que, nos últimos dois anos, em torno de 6.500 pessoas foram mortas pelo regime, fora a quantidade de presos torturados. Existe uma repressão forte ocorrendo lá.

Para ler a entrevista completa click aqui: https://oglobo.globo.com/mundo/ser-aliado-dos-eua-extra-otan-nao-tem-nada-ver-com-ideologia-diz-mourao-23851293

Publicado por: Chico Gregorio


04/08/2019
07:53

O então juiz Sergio Moro em palestra em Novo Hamburgo (RS) em setembro de 2016
O então juiz Sergio Moro em palestra em Novo Hamburgo (RS) em setembro de 2016 – Reprodução

 

O ministro da Justiça, Sergio Moro, omitiu uma palestra remunerada que deu em setembro de 2016 ao prestar contas de suas atividades quando era o juiz responsável pelas ações da Operação Lava Jato em Curitiba.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, responsável pela revisão dos processos da primeira instância do Paraná, informou à Folha que Moro declarou ter participado de 16 eventos externos em 2016, incluindo 9 palestras, 3 homenagens e 2 audiências no Congresso Nacional.

Mas a relação de eventos não inclui uma palestra mencionada numa mensagem que ele enviou ao procurador Deltan Dallagnol pelo aplicativo Telegram em 2017, que faz parte do pacote obtido pelo site The Intercept Brasil.

No dia 22 de de maio de 2017, Moro disse a Deltan que um executivo do grupo de comunicação Sinos queria seu contato para fazer um convite.

“Ano passado dei uma palestra lá para eles, bem organizada e bem paga”, escreveu o juiz. “Passa sim!”, respondeu Deltan, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Uma resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça em junho de 2016 tornou obrigatório para juízes de todas as instâncias o registro de informações sobre palestras e outros eventos que podem ser classificados como “atividades docentes” pelas normas aplicadas à magistratura.

De acordo com a resolução, os juízes têm 30 dias para informar sua participação nos eventos e devem registrar data, assunto, local e entidade responsável pela organização. As normas do CNJ não obrigam os juízes a declarar se foram remunerados.

Em resposta a questionamentos da Folha, Moro afirmou que a omissão da palestra em suas prestações de contas pode ter ocorrido por “puro lapso” e disse que parte do cachê recebido foi doada a uma entidade beneficente.

Dono de uma emissora de rádio e vários jornais na região do Vale do Sinos, o grupo Sinos lotou um teatro de Novo Hamburgo (RS) para receber Moro no dia 21 de setembro de 2016. Os 2.000 ingressos colocados à venda se esgotaram em 48 horas.

O assunto da palestra era o combate à corrupção. Moro foi aplaudido de pé ao entrar no palco e novamente no fim do evento, de acordo com vídeos publicados nas redes sociais na época por pessoas que assistiram à palestra.

Houve tempo para perguntas da plateia, e um dos espectadores quis saber quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria preso. O público riu e bateu palmas. Depois que a plateia silenciou, Moro disse, sorrindo: “Bem, para essa questão realmente não tenho nem como começar a responder”.

Uma pessoa que participou da organização do evento afirmou à Folhaque Moro ganhou pela palestra um cachê entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. De acordo com o TRF-4, Moro recebeu como juiz R$ 28,4 mil em setembro de 2016, já descontados os impostos.

Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, Moro não declarou nenhuma remuneração pelas palestras que informou ao TRF-4 em 2016. “Estão todas sem constar valor recebido, entendendo-se como gratuitas”, disse a assessoria, em resposta à Folha.

Em 2017 e 2018, até abandonar a magistratura para ser ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL), Moro declarou participação em 25 eventos, conforme os registros disponíveis no site do TRF-4. Em nenhum caso ele informou ter recebido remuneração.

Um levantamento realizado pela Agência Pública em julho do ano passado encontrou notícias sobre 12 cursos e palestras que Moro havia dado sem informar ao tribunal. Ele registrou 5 desses eventos depois, mas ignorou os outros 7.

Ao responder questionamentos do jornal Valor Econômico na época em que o levantamento foi publicado, a assessoria de imprensa de Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba afirmou que “as palestras ministradas pelo juiz não são remuneradas”.

As mensagens obtidas pelo Intercept mostram que Deltan indicou a Moro oportunidades para cursos e palestras remunerados em duas ocasiões, em 2017. Nos dois casos o juiz disse que não tinha espaço na sua agenda, mas acabou aceitando um dos convites.

Meses depois de receber a dica de Moro, Deltan fez uma palestra no mesmo teatro que lotara para o juiz. O procurador esteve em Novo Hamburgo no dia 15 de março de 2018. Cerca de 600 ingressos foram vendidos desta vez.

Em mensagem à sua mulher nesse dia, Deltan disse ter cobrado R$ 10 mil pela palestra, reduzindo seu cachê a um terço do valor que chegou a cobrar em outros eventos, de R$ 30 mil.

“Rádio ganha em imagem etc, preferi fazer essa concessão, até porque nosso objetivo não é financeiro”, disse o procurador. Ele descreveu com entusiasmo a reação do público à palestra: “Ficaram vidrados, aplaudiram no meio e de pé ao fim. Engajados”.

Como a Folha e o Intercept revelaram em julho, Deltan chegou a cogitar a criação de uma empresa de palestras para lucrar com a fama alcançada na Lava Jato e faturou quase R$ 400 mil com eventos desse tipo no ano passado.

Ele recebeu R$ 426 mil como procurador em 2018, incluindo auxílio-moradia e outros penduricalhos, e descontados impostos.

Conselho Nacional do Ministério Público permite que procuradores façam palestras e sejam remunerados por isso. Como no caso dos juízes, as normas tratam essas atividades como de natureza docente. Não há, no entanto, nenhuma exigência para que os procuradores informem sua participação nos eventos.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


04/08/2019
07:51

Depois de se desligar da Globo em carta aberta e de pedir desculpas por conta de seu envolvimento com trabalhos para o Bradesco, o jornalista Dony de Nuccio, 35, agora se vê envolvido em mais um capítulo dessa história. Ele teria ganho no último trimestre de 2018 R$ 1,2 milhão em seis parcelas de R$ 200 mil, ao realizar serviço de assessoria de imprensa para a o plano de saúde Amil.

Segundo informações e documentos adquiridos pelo site Notícias da TV, Dony tinha uma parceria com a Amil ao mesmo tempo em que era apresentador do Jornal Hoje (Globo), onde ficou por dois anos. E ele seria sócio de uma empresa que orientava o plano de saúde sobre como deveria proceder ao enviar sugestões de reportagens a emissoras e à própria Globo, o que caracterizaria assessoria de imprensa.De acordo com o site, Dony de Nuccio dizia em detalhes a forma como a empresa deveria se posicionar para ter mais chances de emplacar pautas na TV.

O site diz ainda que em 15 de outubro do ano passado Dony orientou a empresa para que fornecesse à mídia sugestões de contato para que as pessoas certas fossem procuradas, o que ajudaria a tornar a sugestão uma reportagem de fato.

Procurada, a Globo afirma que Dony não faz mais parte do quadro de funcionários e que não há mais o que comentar. Já o jornalista não respondeu à nova solicitação, porém, em sua cara aberta à emissora, ele já havia deixado claro que poderia ter feito algum trabalho que pudesse ser encarado como uma assessoria.

O agora ex-apresentador do Jornal Hoje, Dony de Nuccio, havia pedido demissão do Grupo Globo na quinta-feira (1°) após reportagem do site Notícias da TV revelar que o jornalista havia recebido mais de R$ 7 milhões, em dois anos, para produzir conteúdo para o Banco Bradesco.

De acordo com o site, Nuccio participava de eventos institucionais por meio de vídeos, road shows telepresenciais, cartilhas e palestras para a instituição financeira. O site mostrou ainda troca de e-mails entre o jornalista e o Bradesco no qual o âncora negociava valores com a instituição financeira, como um novo contrato que geraria uma receita de mais de R$ 60 milhões, em três anos, para o âncora.

NOTÍCIAS AO MINUTO

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04/08/2019
07:48

Jair Bolsonaro (foto Evaristo Sá/AFP)

Da revista Exame:

O presidente Jair Bolsonaro é responsável direto pela invasão à tribo indígena waiãpi no Amapá e pelo posterior assassinato de seu líder, segundo a relatora das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, Victoria Tauli-Corpuz.

“Quando Bolsonaro estimula a exploração econômica das terras indígenas em seu discurso, na prática outorga um passe livre aos interesses econômicos e políticos que querem explorá-las”, declarou a relatora em entrevista por telefone à Agência Efe.

A morte do cacique Emyra Waiãpi aconteceu no último dia 23 de julho e em um primeiro momento se falou de uma possível invasão de trabalhadores da mineração, mas a hipótese não pôde ser confirmada ainda.

Cerca de 1.300 indígenas waiãpis vivem em uma região que é rica em ferro, cobre e ouro, e que é a única do Brasil onde os nativos têm autorização para explorar ouro de forma sustentável.

“Bolsonaro é diretamente responsável, porque é responsabilidade do governo proteger a vida dos seus cidadãos. E o Brasil assinou todas as convenções internacionais de direitos humanos que protegem a vida dos seus cidadãos”, acrescentou a relatora da ONU.

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03/08/2019
09:12

Olavo e Carvalho e Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do ex-ditador João Batista Figueiredo. Foto: Reprodução.
Via DCM.

Athos Moura na Coluna de Lauro Jardim no Globo informa que Paulo Renato Figueiredo Filho, neto do ex-presidente João Figueiredo, foi preso em Miami. O empresário, alvo da operação Circus Máximus — desdobramento da Greenfield — estava foragido desde janeiro.

De acordo com a publicação, apesar de ter um mandado de prisão em aberto no Brasil, expedido pela 10ª Vara Federal do DF, Paulo Renato foi preso pelas autoridades americanas porque havia um alerta da Interpol em seu nome. Ele foi detido na semana passada e ainda está nos EUA.

Figueiredo participou de um fundo de investimentos que pagou propinas a ex-dirigentes do Banco de Brasília em troca de aportes, como no Trump Hotel, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Trump saiu do negócio em 2016, quando Figueiredo começou a ser investigado. E o hotel mudou de nome, completa o jornal.

Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, neto do general João Batista Figueiredo. Foto: Reprodução/Facebook
Paulo Figueiredo e o antigo sócio Trump

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03/08/2019
08:44

A jornalista Daniela Lima, editora do Painel, informa que diversos membros do MPF acreditam que não há mais chance de o procurador escapar de punição no Conselho Nacional do Ministério Público – que já fala em afastá-lo cautelarmente das funções

(Foto: Reprodução)

247 – “Subprocuradores da República avaliam que, com a série de reveses impostos à  Lava Jato e a Deltan Dallagnol na quinta (1º), uma ala do Supremo emitiu um sinal claro aos órgãos de controle do Ministério Público Federal de que, para ela, a situação do coordenador da força-tarefa de Curitiba se tornou insustentável”, informa a jornalista Daniela Lima, na coluna Painel.

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03/08/2019
08:42

Governo conclui iluminação do ‘prolongamento’ da Prudente de Morais

O Governo do RN realizou uma parceria com as prefeituras de Parnamirim e Natal e concluiu a iluminação do trecho de 4,2 km de extensão da avenida Omar O’Grady, mais conhecida como prolongamento da avenida Prudente de Morais, que interliga o conjunto Cidade Satélite, zona Sul de Natal, e a BR-101 na altura de Emaús, em Parnamirim. Há cerca de uma semana a via foi…

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03/08/2019
08:23

Resultado de imagem para fotos Check-up Vascular acontece em agosto com atendimento gratuito

Prevenção e saúde andam juntas. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – SBACV/RN realiza no dia 17 de agosto, no shopping Via Direta, o Check-up Vascular. A ação disponibiliza consulta individualizada e informações a respeito de doenças vasculares, como o AVC, a trombose e os aneurismas; problemas de circulação no geral, formas de prevenção e tratamento, orientação quanto aos sinais e sintomas estão entre as atividades da campanha. No ano passado, cerca de 800 pessoas receberam atendimento.

Medidas preventivas como parar de fumar, reduzir estresse, adotar uma dieta equilibrada com menos gordura, sal e açúcar, evitar bebidas alcoólicas e praticar exercícios físicos regularmente são algumas das principais precauções indicadas.

Com apoio institucional da FQM| Farma, Marinha do Brasil, Venosan – meias compressivas e realização da SBACV/RN, o Check-up é uma ação que envolve médicos angiologistas, cirurgiões vasculares e residentes da especialidade para promover atendimentos em prol da prevenção, detectando características que advirtam situações de risco e que acometam o sistema cardiovascular.

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03/08/2019
08:12

O Corregedor Nacional do Ministério Público (CNMP), Orlando Rochadel, abriu reclamação disciplinar contra o procurador Deltan Dallagnol por ele participado de encontro secreto com banqueiros, que foi organizado pela XP Investimentos em junho do ano passado. A suspeita é de que ele possa ter repassado informações privilegiadas da Lava Jato.

Na decisão, que atende a um pedido feito por parlamentares do PT a partir de vazamentos revelados pelo site The Intercept Brasil no último dia 26, Rochadel afirma que a sociedade deve ter “plena convicção de que os Membros do Ministério Público se pautam pela legalidade, mantendo a imparcialidade, evitando conflitos de interesse”. Para Rochadel, o caso pode representar uma violação ao Estatuto do Ministério Público, na parte que obriga os procuradores a “guardar segredo sobre assunto de caráter sigiloso que conheça em razão do cargo ou função”.

“Sem adiantar qualquer juízo de mérito, observa-se que representação assevera suposto desvio na conduta de Membro do Ministério Público Federal, o que, em tese, pode caracterizar falta funcional”, disse o corregedor, na decisão.

Rochadel deu um prazo de dez dias para Dallagnol se manifestar sobre o caso.

Clique aqui para ler a decisão do CNMP.

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03/08/2019
08:03

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília, determinou hoje (2) que a Polícia Federal (PF) envie para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes cópia da investigação sobre as invasões aos telefones celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e de outras autoridades.

O magistrado, que preside a investigação, cumpriu decisão proferida por Alexandre de Moraes, relator do inquérito aberto pelo STF para apurar a divulgação de notícias falsas contra integrantes da Corte.

Moraes determinou ontem (1º) que todo material da investigação, incluindo mensagens de celulares, devem ser remetidos ao seu gabinete no prazo de 48 horas.

Ontem, o juiz Ricardo Leite atendeu pedido da PF e decretou a prisão preventiva dos quatro investigados presos na Operação Spoofing, que investiga os ataques de hackers.

Com a decisão, os investigados Danilo Cristiano Marques, Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Walter Delgatti Neto vão continuar presos, mas por tempo indeterminado. Dessa forma, eles deverão ser transferidos para um presídio no Distrito Federal. De acordo com a PF, os acusados devem ser mantidos na prisão para não atrapalhar as investigações.

Agência Brasil

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03/08/2019
08:01

O secretário estadual do Planejamento e das Finanças, economista José Aldemir Freire, confirmou que o Governo do Estado iniciará, a partir da próxima semana, negociações com bancos privados para a obtenção de empréstimos vinculados ao Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF), que está sendo gestado pelo Governo Federal a partir de proposta em tramitação na Câmara dos Deputados desde o dia 4 de junho.

Aldemir Freire diz que as conversas com  representantes de dois bancos já  escolhidos – Citybank e Goldman Sachs, serão feitas por videoconferência com sua equipe da Seplan, no decorrer desta semana. Depois, segundo ele, “será agendada uma visita deles aqui ou uma ida nossa a São Paulo nas próximas semanas”.

Freire afirmou que a Seplan não elaborou, ainda, o modelo de empréstimo a ser feito para a contratação desse banco privado, que deverá emprestar cerca de R$ 1,2 bilhão ao Rio Grande do Norte com o aval da União.

Porém, o secretário do Planejamento informou que esse contrato não será firmado somente em relação a primeira parcela da ajuda financeira, que será dada aos estados que se encontram em dificuldades fiscais: “A modelagem não foi definida, mas provavelmente vamos dividir com mais de um banco, alguns podem entrar só na primeira, outros na primeira e na segunda ou alguns podem entrar nas quatro parcelas”.

Inicialmente, a ideia do governo era negociar o empréstimo com o Banco Mundial, o qual já financia os projetos de infraestrutura do Rio Grande do Norte através do projeto “Governo Cidadão”. Mas devido a burocracia, segundo Freire, essa hipótese está descartada.

A governadora Fátima Bezerra anunciou, no meio da semana passada, que a primeira parte desses recursos será usada para reduzir o passivo da dívida de salários dos servidores e fornecedores de bens e serviços,  mas as outras parcelas terão como destino obras de infraestrutura no Estado.

O socorro financeiro aos estados está sendo chamado de Plano Mansueto e apresenta oito medidas de ajuste fiscal, a fim de que Estado cumpra pelo menos três para ter acesso a primeira parcela, a ser liberada até dezembro deste ano.

Com relação a essas três medidas, Aldemir Freire reafirmou que elas não estão, ainda, definidas pelo governo. “Quando for batido o martelo e o projeto for enviado à Assembleia, o governo fará o  anúncio”.

Para continuar lendo só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/governo-vai-negociar-com-dois-bancos-privados/455834

Publicado por: Chico Gregorio


03/08/2019
08:00

Em cerimônia com a presença do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB-PA), a unidade de elite da PM gritou, em coro: “Arranca a cabeça e deixa pendurada/É a Rotam patrulhando a noite inteira/pena de morte à moda brasileira”.

O evento, na última quarta-feira (31), ocorreu dois dias depois que um massacre no presídio de Altamira (830 km a sudoeste) ter deixado 58 mortos, dos quais 16 decapitados, em meio a uma disputa entre facções rivais. Outros quatro morreram durante a transferência para Belém, dentro de um caminhão.

Tratava-se de uma comemoração pelos 13 anos do Batalhão de Polícia Tática (BPOT), mais conhecido como Rotam, em Belém.

Com 290 policiais, eles são acionados em casos de rebeliões, assaltos com refém, grandes assaltos e combate ao narcotráfico.

Procurado pela reportagem da Folha, Helder Barbalho informou, via assessoria de imprensa, que “não vai se manifestar sobre este fato”.

O Pará atravessa uma crise de segurança pública, principalmente em Belém, onde milícias ligadas a policiais militares disputam território com facções criminosas. Em maio, uma chacina com 11 mortos foi planejada por quatro PMs, segundo investigação da Polícia Civil.

“A Constituição expressamente proíbe a pena de morte. Ver funcionários públicos não apenas negligenciando sua obrigação de proteger vidas humanas, mas de fato celebrando tamanha atrocidade é repugnante e uma demonstração ultrajante de total desrespeito pela vida humana. O governador do Pará e as autoridades em geral precisam denunciar fortemente essa atitude”, afirma Maria Laura Canineu, diretora do escritório da Human Rights Watch no Brasil.

“É completamente inadequado. Mostra uma polícia pouco profissional, que não tem preocupação técnica e promove a barbárie”, afirma o professor da FGV-SP Rafael Alcadipani, integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“O Estado trata a segurança pública, um problema grave, como se fosse uma mera questão de matar e morrer”, diz Alcadipani. “Um governo aceitar que isso aconteça diante dele mostra que não tem comando. E, se tiver, é de uma polícia que promove a barbárie.”

Procurado pela reportagem da Folha, Helder Barbalho informou, via assessoria de imprensa que “não vai se manifestar sobre este fato”.

Via FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


02/08/2019
12:42

Resultado de imagem para fotos do coronel azevedo com robinson faria governador do rn

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) decidiu, por unanimidade, garantir ao deputado estadual Coronel Azevedo sua liberação partidária. Com isso, ele está, oficialmente, com sua desfiliação do Partido Social Liberal (PSL). A decisão aconteceu na sessão plenária desta quinta-feira, 1, ocorrida na sede da Corte eleitoral.

A petição Nº 0600116-29.2019.6.20.0000 teve como relator o desembargador Cornélio Alves de Azevedo Neto e trata da “justificação de desfiliação partidária”, uma vez que o parlamentar protocolou seu pedido para saída do PSL.

Em trecho de sua decisão, o relator disse que “autoriza a desfiliação sem que seja considerado infiel nem a perda do mandato de deputado estadual”.

Coronel Azevedo assegura que vai manter sua linha de oposição ao governo estadual e de apoio ao governo federal, posições que têm externado na Assembleia Legislativa desde o início de seu mandato.

Do Blog:

Coronel Azevedo foi eleito deputado estadual usando a avalanche Bolsonaro, agora decide sair do partido do presidente, mostrando que os políticos mesmo novatos, segue os mesmos passos dos velhos caciques do estado do RN.

Publicado por: Chico Gregorio


02/08/2019
12:30

O livro-reportagem “Os Onze”, escrito por Felipe Recondo e Luiz Weber, descreve os bastidores da Corte Suprema do país, o STF, desde o processo sobre o chamado mensalão, em 2005, até o governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro; entre outras coisas, o livro revela que houve uma ameaça de golpe militar às vésperas do segundo turno da eleição presidencial do ano passado.

(Foto: Isac Nóbrega/PR | Lula Marques)

247 – Acaba de ser publicado pela Companhia das Letras o livro-reportagem, escrito por Felipe Recondo e Luiz Weber. “Os onze” descreve os bastidores da Corte Suprema do país, o STF, desde o processo em que se iniciou a criminalização do PT, Ação Penal 470, sobre o chamado mensalão, em 2005, até o governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro.

O livro revela, entre outras coisas, a ameaça de golpe militar às vésperas do segundo turno da eleição presidencial do ano passado.

O livro narra que na noite de 23 de outubro, a apenas cinco dias do segundo turno, houve um entrevero na sede do STF entre o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, e o ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso.

Da discussão participaram também Rosa Weber e Edson Fachin, também ministros do STF, em torno da punição ou não de um coronel que insultara Rosa Weber.

De acordo com o jornalista Guilherme Amado, da revista Época, ao chegar ao tribunal, o ministro Dias Toffoli relatou a Weber e Fachin “uma situação preocupante”.

“Sem usar a palavra golpe – conta Guilherme Amado -, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) lembrou que o então comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, tinha 300 mil homens armados que apoiavam Jair Bolsonaro, um candidato que duvidava da lisura do processo eleitoral e incitava seus seguidores, os militares aí incluídos, a questionar as urnas eletrônicas. O TSE deveria ser, mais do que nunca, claro em seus posicionamentos”.

A informação indica o grau da interferência militar na atual vida política nacional.

Publicado por: Chico Gregorio


02/08/2019
12:22

 

1 77 12398804 300x201 - Estudante é brutalmente agredida em academia por criticar Bolsonaro

Uma jovem de 18 anos foi brutalmente agredida, nesta quinta-feira, dentro da Academia BodyTech, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, por intolerância política. De acordo com o Boletim de Ocorrência, registrado na 10ª DP (Botafogo), Isabella Pinheiro estava no vestiário do local quando discordou da opinião de uma mulher que defendia o governo do presidente Jair Bolsonaro.
A estudante, que quase perdeu o prazo para se matricular no curso de História da UFRJ, por causa do ocorrido, relatou na delegacia que foi xingada de “vagabunda, alienada, infantil e idiota” e, ao sair do banheiro, foi atacada pelas costas com golpes de garrafa térmica. Aline Pinheiro, mãe de Isabella, ainda contou ao MEIA que a agressora estava descontrolada e socava a cabeça da filha na parede de forma violenta.
“Ela falava que a ditadura militar era muito boa e que se sentia segura. Teve uma hora que ela citou a facada do Bolsonaro, dizendo que é absurdo e que a esquerda é maluca. Em seguida, ela falou que tem que matar todo mundo da esquerda. Ela sempre mostrava muita raiva e ódio por todo mundo”, disse Isabella ao MEIA.

A jovem conta que foi amparada por frequentadores e funcionários da academia. “Foi muito chocante. Não esperava uma reação dessas”.
Em relato feito através do Facebook, Aline diz esperar que a justiça seja feita e que a BodyTech possa tomar as medidas necessárias. “Precisamos banir esse tipo de pessoas do convívio da sociedade doente em que vivemos. Não foi apenas lesão corporal. Foi crime de intolerância”, falou a mãe de Isabella.
A reportagem entrou em contato com a acusada e com a academia, mas ainda não obteve retorno.

Fonte: Meia Hora

Publicado por: Chico Gregorio