FOTO: PM/ASSECOM/REPÓRTER: CB GLAUCIA
Nessa segunda-feira (13), o Comandante Geral da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, Coronel PM Alarico José Pessoa Azevedo Júnior, assinou as portarias relativas às promoções de 2.676 Praças da PMRN.
As portarias de promoções obedecem ao disposto na Lei Complementar Estadual n° 515/2014, Lei de Promoção de Praças, e efetivam as promoções de 2.676 policiais militares às graduações imediatamente superiores com retroatividade a 25 de dezembro de 2019.
Ao todo 2.676 policiais foram promovidos, dos quais 228 policiais foram promovidos à graduação de Subtenente, 200 à graduação de 1° Sargento, 198 à graduação de 2° Sargento, 395 à graduação de 3° Sargento e 1.655 Soldados à graduação de Cabo PM, configurando uma das maiores promoções da história da Polícia Militar do RN.
As promoções asseguram o acesso e a evolução na hierarquia da Polícia Militar, mediante a ascensão de forma seletiva, gradual e sucessiva, valorizando os militares estaduais que preenchem os requisitos exigidos na Lei de Promoção de Praças.
“É com honra e satisfação que estamos dando cumprimento à Lei que reestrutura a carreira policial”, declarou o Comandante Geral ao assinar os atos de promoções.



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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, exigiu o fim das “violações à soberania do Iraque” neste domingo, após o ataque a mísseis contra a base militar de Al Balad, incidente que deixou quatro iraquianos feridos. “Indignado com os relatos de outro ataque com mísseis contra uma base aérea iraquiana. Rezo pela rápida recuperação dos feridos e peço ao governo iraquiano para que faça os responsáveis prestarem contas por este ataque ao povo iraquiano. Estas violações contínuas da soberania iraquiana por grupos que não são leais ao governo iraquiano precisam terminar”, escreveu Pompeo no Twitter.
Quatro assessores de Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, receberam em dezembro um total de R$ 20 mil de diárias durante o recesso parlamentar, diz o Estadão. A equipe foi paga para assessorar o presidente do Senado em Macapá, até mesmo quando Alcolumbre estava, na verdade, em Brasília.



