11/09/2019
07:16

A deputada federal Natália Bonavides (PT) rebateu, nesta terça-feira, 10, as declarações dadas pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, que sugeriu que a democracia não tem colaborado para gerar mudanças no país. A parlamentar declarou ainda que o atual governo age para “desmanchar” a democracia.

“Carlos Bolsonaro fala a verdade. O projeto de Bolsonaro, Moro e Paulo Guedes é incompatível com a democracia”, publicou a petista em sua conta no Twitter. Natália se refere a uma publicação feita por Carlos Bolsonaro no qual o vereador afirma que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos”.

A declaração do vereador foi criticada por diversos políticos e pela Ordem dos Advogados Brasileiros (OAB), que afirmou ter visto uma ofensa ao sistema democrático brasileiro.

Natália Bonavides finalizou dizendo que “a história cobrará de cada um de nós o posicionamento diante desses ataques”.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
07:13

 

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, afirmou que as declarações do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) são “problema dele”. Em contraponto ao filho do presidente Jair Bolsonaro, Mourão defendeu que a democracia é “fundamental” e que é “lógico” que é possível fazer mudanças no País por meio do diálogo com o Congresso.

“Lógico, senão a gente não tinha sido eleito”, disse Mourão ao ser questionado se é possível fazer as mudanças que o governo quer por vias democráticas. “Temos que negociar com a rapaziada do outro lado da Praça (dos Três Poderes). É assim que funciona. Com clareza, determinação e muita paciência”, afirmou.

Ontem, nas redes sociais, Carlos disse que por meios democráticos não haverá as mudanças rápidas desejadas no País. Perguntando diretamente sobre a fala do vereador, Mourão respondeu: “Carlos Bolsonaro, vocês perguntam para ele”. “Isso é problema dele, pergunte a ele”, reagiu sobre o fato de Carlos ter dado entendimento contrário.

Mourão foi questionado sobre o assunto na entrada do Palácio do Planalto, onde continua despachando do gabinete da vice-presidência na ausência de Bolsonaro. Ele deve permanecer interinamente no cargo até quinta-feira, 12.

“(A democracia é) Fundamental, são pilares da civilização ocidental. Vou repetir para você: pacto de gerações, democracia, capitalismo e sociedade civil forte. Sem isso, a civilização ocidental não existe”, declarou o vice aos jornalistas.

Fonte: Noticias ao minuto

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
07:07

 Em meio à interferência de Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal, o ministro da Justiça. Sergio Moro, determinou que a PF abra uma “imediata apuração dos fatos no âmbito administrativo e criminal, com a identificação dos responsáveis” por uma suposta fraude de agentes em uma investigação que teria entre os alvos o aliado de primeira hora do clã Bolsonaro e possível candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, o deputado Hélio Negão (PSL-RJ).

Pedido de investigação de Moro foi aberto no primeiro dia “das férias” do diretor-geral da PF, Mauricio Valeixo – que já foi ameaçado de exoneração por Bolsonaro caso não atendesse a ordem para demitir o superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi – e evidencia que o curso político dado à corporação pelo atual governo. No ofício enviado ao diretor-geral em exercício da PF , Disney Rossetti, Moro também exige ser informado dos “desdobramentos” da investigação.

A crise na Policia Federal foi aberta após a revista Veja e o jornal Folha de S. Paulo publicarem reportagens de que uma investigação contra Hélio Negão estaria em curso, o que teria desagradado Bolsonaro e o levado a intervir diretamente no comando da corporação.

Segundo reportagem do jornal O Globo, Moro teria argumentado que de, acordo com a Folha de S. Paulo, o nome de Hélio Negão teria sido incluído na investigação “com o aparente intuito de manipular o governo federal contra a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro”, evidenciando o conteúdo político da nova investigação.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:56

A Agência de Inovação (AGIR) da UFRN e o Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo (PAX) serão dois dos destaques no stand da Universidade durante a 37ª edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEEBA), de 15 a 17 de setembro de 2019, em Natal (RN). Considerado o mais importante evento focado nas relações entre os dois países, a programação contempla painéis, fóruns, encontros de negócios e visitas técnicas à empresas e instituições.

Segundo o diretor da AGIR, Daniel Pontes, a oportunidade servirá para que a Agência mostre aos participantes as potencialidades da UFRN no quesito inovação. “Temos o propósito bem forte de estimular a transferência de tecnologia da Universidade para o setor produtivo. Para isso, desenvolvemos estudos de prospecção tecnológica e de inteligência competitiva, no campo da propriedade intelectual, de forma a orientar as ações de inovação na UFRN”, colocou o diretor. Ele acrescentou que, além de planejar e coordenar as transferências de tecnologia, know-how e licenciamentos de tecnologias da UFRN, a AGIR é responsável pela gestão dos ambientes promotores de inovação, como as incubadoras e os parques tecnológicos.

Localizado na cidade de Macaíba/RN, o Parque Científico e Tecnológico Augusto Severo está inserido em um Arranjo Produtivo Local que conta com a participação do setor empresarial, do governo e do acadêmico. Com vocação inicial nas áreas de energias, reabilitação em saúde e tecnologia de informação, o PAX está previsto para ser instalado em janeiro de 2021. Segundo a assessora da UFRN para o Parque, Ângela Maria Paiva Cruz, o objetivo é mostrar aos investidores alemães as potencialidades da iniciativa, dentre as quais estar na região do principal parque eólico do país e entre os cinco estados no Brasil com maior inserção de mestres e doutores na indústria.

O Encontro Econômico Brasil-Alemanha é anual e acontece alternadamente no Brasil e na Alemanha, com o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica. O EEBA é organizado pela Federação das Indústrias Alemãs (BDI) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), e, na edição de 2019, com a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN). O EEBA é aberto oficialmente pela cerimônia de entrega do Prêmio Personalidade Brasil-Alemanha que, em 2019, acontecerá na noite do dia 15 de setembro. No stand da UFRN, também estarão presentes equipes da Secretaria de Relações Internacionais (SRI), Instituto Metrópole Digital (IMD), Instituto do Cérebro (ICe) e Instituto Ágora.

Serviço:

Período: de 15/09/2019 a 17/09/2019

Local: Centro de Convenções de Natal

Entrada: Gratuita

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:51

A Medida Provisória 896/2019, publicada nesta segunda-feira (9) no Diário Oficial da União, altera quatro leis para desobrigar órgãos públicos da União, estados, Distrito Federal e municípios de publicar documentos relativos a licitações em jornais de grande circulação. Com isso, a exigência legal de divulgação estará cumprida quando houver publicação em site oficial e no Diário Oficial da União.

Pelo texto da MP, poderão ser publicados somente em diário oficial ou na internet avisos de licitação (que contêm os resumos dos editais), chamamento público para a atualização de registro cadastral, convocação de interessados em pregões, minuta de edital e de contrato de parceria público-privada (PPP) e extrato de edital de concorrência sob o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).

Fonte: Agência Senado

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:41

Migalhas é dos site com notícias jurídicas mais tradicionais  nacionalmente. Hoje noticiou o “Imbróglio no TRT da 21ª região”.  Abaixo a íntegra da notícia que, sem querer  discutir o mérito, mostra que a disputa continua em alta temperatura.

O CNJ se debruça na próxima sessão em um caso curioso.

Ao formar a lista tríplice do quinto da advocacia no TRT-21, a Corte potiguar, no último dia 15 de agosto, escolheu, entre os advogados, a ex-esposa do atual presidente.

Como se não bastasse, tal se deu com voto do próprio desembargador na ex-esposa, com quem tem filha em comum e de quem é sócio de empreendimento e instituto.

A resposta do desembargador no procedimento aberto no CNJ é recheada de explicações para cada um dos fatos, de modo a mostrar, por si só, o quão constrangedor isso é.

Ao final, ele pode até vir a ter razão, mas essas questões de suspeição devem seguir a máxima da mulher de César: não basta ser, é preciso também parecer ser. E, como é bem de ver, não é o caso. (PCA 0006011-11.2019.2.00.0000). 

Via Laurita Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:33

O Sintect-SP (Sindicato dos trabalhadores dos Correios de São Paulo, Grande SP e Sorocaba) anunciou greve a partir desta terça (10) em todo o país por tempo indeterminado.

A decisão foi tomada após assembleias dos trabalhadores, que buscam reajuste salarial pela inflação, de 3,43%, e a manutenção de benefícios, como ter os pais como dependentes no plano de saúde e coparticipação de 30%; continuidade de percentual de férias em 70% e vales alimentação e refeição.

A categoria é contra a privatização dos Correios, medida defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ele, a iniciativa melhoraria e baratearia os serviços prestados.

O Sintect-SP diz que a decisão foi tomada em assembleias em locais como São Paulo, Bauru, Rio de Janeiro, Tocantins e Maranhão, que decretaram greve a partir das 22h dessa terça-feira (10)

Para o Sintect-SP, “a direção dos Correios a mando do governo se negou a negociar com os trabalhadores. O próprio TST denunciou isso”. “A intenção do governo e da direção da ECT é acabar com os benefícios da categoria.” Segundo o sindicato, em nota, a direção da ECT e o governo querem “reduzir radicalmente os salários e benefícios para privatizar os Correios”.

No último dia 4 de setembro, os Correios rejeitaram uma mediação feita pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) com funcionários. Pela primeira vez uma empresa fechou as portas, de forma unilateral, em negociação dirigida pela corte, que é responsável por arbitrar impasses envolvendo categorias de empresas com abrangência nacional.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:32

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) saiu em defesa de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), e disse que a declaração dele sobre a democracia não tem “nada de mais”.

“O que o Carlos Bolsonaro falou não tem nada de mais, ele falou que as coisas na democracia demoram porque tem debate, só isso”, afirmou o deputado, durante sessão da Casa nesta terça-feira (10).

“A gente debate, a gente fala, por nós teria outra velocidade. Mas o tempo do Congresso não é o tempo da sociedade, ponto”, afirmou Eduardo.

Ele comparou o irmão ao ex-premiê britânico Winston Churchill (1874-1965), autor de palavras que tratam da imperfeição da democracia, mesmo que sem defender ditaduras (“A democracia é a pior forma de governo, exceto todas as outras que foram experimentadas”).

“‘A democracia é a pior forma de governo’. Sabe quem falou essa frase? Winston Churchill. Se ele fosse deputado, filho do presidente, os opositores parariam por aí e não seguiram a leitura da mensagem, que termina ‘com exceção de todas as demais’”, disse Eduardo, arrancando protestos da oposição.

Nesta segunda (9), o vereador Carlos Bolsonaro afirmou nas redes sociais: “Por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos… e se isso acontecer. Só vejo todo dia a roda girando em torno do próprio eixo e os que sempre nos dominaram continuam nos dominando de jeitos diferentes!”

Eduardo atacou a oposição. “São incapazes de repudiar a narcoditadura de Maduro, e vem querer posar aqui de diamantes da democracia”, disse.

A fala de Carlos, porém, não foi criticada apenas por parlamentares da oposição. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a declaração não cabe em um país democrático.

Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que a fala merece desprezo.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:31

O Rio Grande do Norte saiu vitorioso do 1º Leilão de Oferta Permanente de Petróleo e Gás realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta terça-feira, 10, no Rio de Janeiro. Dos 33 blocos exploratórios arrematados, 19 (57,57%) estão na região Oeste potiguar. As quatro empresas que adquiriram os blocos deverão investir, ao longo dos próximos três anos, cerca de R$ 18.254.500,00 em pesquisas, perfuração de poços e exploração de petróleo. À TRIBUNA DO NORTE, empresários do setor disseram que o arremate desses blocos exploratórios significa a retomada da produção do petróleo em terra, mas sem a participação da Petrobras no processo.

“Isso mostra que há uma boa perspectiva para a retomada da produção de petróleo e gás em terra. As empresas estão otimistas e os nossos campos ainda têm muito a ofertar. O Estado precisa aproveitar esse momento para voltar a crescer”, analisa o presidente da RedePetro/RN, Gutemberg Dias.  Ele explica que os recursos anunciados pelas empresas para investimentos no Estado deverão ser consumidos ao longo de três anos, pois os processos incluem a assunção das áreas a serem exploradas, desenvolvimento de pesquisas com o objetivo de encontrar novas potenciais áreas de exploração, perfuração de poços, análise de viabilidade econômica e extração do petróleo em si. “Nós queremos que as empresas descubram mais poços”, destaca Dias. Por enquanto, ele diz que não é possível estimar quantos empregos diretos e indiretos serão gerados, tampouco quanto de petróleo será produzido. “Tudo isso depende dos estudos que serão feitos”, ressalta.

No leilão desta terça-feira foram arrematados 33 blocos nas bacias Sergipe-Alagoas, Parnaíba, Potiguar e Recôncavo, e 12 áreas com acumulações marginais, nas bacias Potiguar, Sergipe-Alagoas, Recôncavo e Espírito Santo. Para os blocos exploratórios, o bônus total arrecadado foi de R$ 15,32 milhões (ágio médio de 61,48%) e há previsão de R$ 309,8 milhões em investimentos. Já para as áreas com acumulações marginais, o bônus total foi de R$ 6,98 milhões (ágio de 2.221,78%), com previsão de R$ 10,5 milhões em investimentos. Para o Rio Grande do Norte, o bônus de assinatura total foi de R$ 3.967.750,30.

TRIBUNA DO NORTE

 

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:30

Com Orçamento estrangulado e sem recursos para bancar sua parte nos subsídios do Minha Casa Minha Vida, o governo recorreu ao FGTS para que o fundo, formado com os recursos da poupança forçada dos trabalhadores, banque a totalidade das subvenções das faixas 1,5 e 2 (destinadas às famílias com renda de até R$ 4 mil). A medida tem potencial de destravar R$ 26,2 bilhões em investimentos do programa.

Por regra, o FGTS paga 90% da subvenção para a compra do imóvel, enquanto os outros 10% são bancados com recursos da União. O subsídio é concedido por meio de um desconto no valor da residência e por juros mais baixos do que os praticados nas outras linhas. Quando falta recursos no caixa do governo federal, porém, a União não paga a parte dela, o que acaba travando a operação, já que a Caixa não autoriza empréstimos só com a parte do FGTS.

Na terça-feira, o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), responsável pelo programa, publicou uma portaria, em edição extra do Diário Oficial da União, para deixar explícito que o FGTS pode bancar 100% dos subsídios das faixas 1,5 e 2 quando acabar o dinheiro da União reservado para esse fim. “Vários empreendimentos estão prontos. Isso vai ativar a economia, com a injeção de recursos. O mercado vai voar”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

A medida vale até o fim de 2019, mas o ministro disse que há estudos para estender a iniciativa para o ano que vem. Com o aperto no Orçamento de 2020, a avaliação do ministro é que, se o FGTS puder bancar sozinho os subsídios para as faixas superiores do programa, sobram mais recursos para a faixa 1, que atende a famílias com renda até R$ 1,8 mil e depende dos recursos da União. Como o Estado já mostrou há atrasos no pagamento das construtoras, levando à paralisia do programa.

Alerta

O governo limitou a R$ 450 milhões o subsídio para as famílias das faixas 1,5 e 2 neste ano, dinheiro que já acabou. Apesar de a portaria anterior deixar implícita a possibilidade de o FGTS bancar 100% do subsídio, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, alertou o ministro que não poderia liberar as contratações por falta de segurança jurídica para usar o fundo no pagamento de todo o subsídio. Era preciso uma norma para deixar explícita a autorização. As contratações ficaram em compasso de espera até que houvesse uma solução para os 10% da União.

O ministro se reuniu nesta terça-feira, 10, com Guimarães para alinhar o texto da portaria e fechar os últimos detalhes. “Isso destrava. Já aportamos os R$ 450 milhões (do limite), não precisa aportar mais nada. A partir de amanhã (hoje), a Caixa libera as novas contratações. O mercado pode respirar aliviado”, disse Canuto.

Do dinheiro que será liberado, R$ 21,3 bilhões são em financiamentos e R$ 4,9 bilhões são em subsídios às faixas 1,5 e 2. Esses são os limites restantes dentro do orçamento aprovado pelo Conselho Curador do FGTS para 2019.

Segundo o ministro, os financiamentos serão liberados por ordem cronológica. “Quem chegar primeiro vai conseguir os financiamentos. As construtoras e incorporadoras vão trabalhar para conseguir”, disse.

O impacto na economia será significativo, segundo Canuto, porque vai melhorar o fluxo de caixa das empresas do setor da construção. Com o rendimento de um empreendimento, elas poderão construir novas unidades. O MDR estima para cada R$ 1 bilhão liberado, são gerados ou mantidos 20 mil postos de trabalho. Com a injeção de recursos prevista, seriam 524 mil vagas.

Para o FGTS, não haverá impacto adicional. O mesmo orçamento já aprovado para as faixas 1,5 e 2 vai bancar a parcela maior do subsídio. Para isso, haverá ajuste no número de unidades. A faixa 1,5 do programa concede um subsídio de até R$ 47,5 mil na compra da casa própria. Na faixa 2, esse benefício é de até R$ 26 mil.

O ministro admitiu que a maior dificuldade do governo tem sido bancar os gastos com a faixa 1, em que 90% do custo do imóvel é pago pela União.

R$ 2,71 bi para o programa

A proposta orçamentária para 2020 reserva apenas R$ 2,71 bilhões para o Minha Casa Minha Vida, metade da dotação prevista para este ano. O dinheiro deve ser usado apenas para honrar as obras já em andamento, sem novas contratações. O programa habitacional chegou a receber R$ 20 bilhões em 2015.

A restrição existe porque o espaço no Orçamento está menor para as chamadas despesas discricionárias, que incluem custeio da máquina e investimentos. O avanço acelerado de gastos com salários, benefícios previdenciários e sociais tem deixado uma folga menor no teto de gastos.

O Ministério do Desenvolvimento Regional teve para 2020 um dos maiores cortes nas despesas discricionárias, que podem ser alocadas com maior liberdade e contemplar investimentos. A redução foi de 27,1% em relação à previsão para 2019, somando R$ 6,56 bilhões.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


11/09/2019
06:29

Na primeira semana da volta aos trabalhos depois do recesso de verão no Congresso americano, a Amazônia foi tema de duas iniciativas. O deputado democrata Peter DeFazio propôs uma lei para proibir a importação de determinados produtos brasileiros e também a negociação de um acordo de livre comércio com o país. Já em uma audiência na Comissão de Relações Exteriores, os deputados trataram da crise na Amazônia, focando nas relações entre o governo Trump e o governo Bolsonaro e no papel da China no desmatamento .

O projeto de lei de DeFazio fala em barrar a importação de carne, soja, couro, madeira, açúcar, tabaco, papel, milho e petróleo do Brasil. O texto menciona também proibir que o representante de Comércio americano leve adiante negociações de um acordo de livre comércio com o país, devido à “falha do governo do Brasil em combater agressivamente os incêndios na Floresta Amazônia e o desmatamento”.

A proposta, que tem o apoio de outros 14 congressistas, prevê também a suspensão de assistência militar ao país.

— O presidente Jair Bolsonaro acredita que pode agir impunemente e acelerar a destruição da floresta amazônica e ele precisa saber que há consequências no mundo real para suas ações imprudentes — diz DeFazio.

O encarregado de negócios da embaixada do Brasil em Washington, embaixador Nestor Forster Jr., afirma que esse tipo de iniciativa pode se voltar contra o próprio objetivo de combater o desmatamento. Para ele, punir as empresas que conseguem chegar ao mercado americano é punir o setor da economia que tem o maior índice de comprometimento com a legislação ambiental.

— Eles têm mais condição para isso [obedecer a legislação ambiental], eles têm maior escala pra isso, eles têm equipamento, então cada vez que se coloca uma barreira dessas, o protecionismo disfarçado de meio ambiente, acaba se prejudicando o objetivo que se pretendia alcançar. Então, o que que ficou evidente? A gente quer estímulos, a gente quer premiar quem protege.

Audiência mais amena

Na audiência na Câmara dos Representantes, o tom foi mais ameno e menos combativo com relação às ações a serem tomadas pelos Estados Unidos. Os deputados presentes — quatro democratas e três republicanos — questionaram três especialistas convocados sobre temas prioritários da política externa americana que vão além do meio ambiente, como comércio com a China e a aproximação de Trump do governo Bolsonaro de um modo geral.

O deputado democrata Albio Sires, presidente da subcomissão que convocou a audiência, por exemplo, disse que a ideia não é apontar culpados ou legislar sobre o Brasil, e sim “descobrir o que podemos fazer trabalhando juntos para ajudar a parar o desmatamento”.

— Você não pode só dizer ao governo ‘faça isso, faça aquilo’, precisa ser uma abordagem de dar e receber e isso levará a algum tipo de entendimento.

Sires citou a questão do aumento da venda de soja brasileira à China em decorrência da guerra comercial entre o país asiático e os Estados Unidos. O republicano Ted Yoho focou na questão da importação de madeira ilegal pela China, apesar de o diretor de políticas da International Conservation Caucus Foundation, Bill Millan, afirmar que não tem conhecimento de que essa madeira seja exportada do Brasil.

Para o republicano Francis Rooney, a ideia é discutir como equilibrar o impacto positivo que a Amazônia tem nas mudanças do clima e no mundo “sem prejudicar as capacidades dos brasileiros de desenvolverem seu país”, citando a possibilidade de criação de “certificados verdes”.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


10/09/2019
11:42

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Informações recebidas da cidade de Jardim do Seridó, dão conta de que caso o ex-prefeito Padre Jocimar Dantas, não deseje concorrer ou tenha algum impedimento, tem pelo menos dois nomes do seio familiar que estariam sendo preparados para a disputa municipal,  com amplas condições de vencer o atual prefeito da cidade Amazan Silva.
Uma  das estratégias do padre Jocimar seria lançar um nome com forte vinculação a zona rural, setor esse, que anda esquecido do gestão atual, apresentando uma forte rejeição ao nome de Amazan. Uma segundo estratégia seria lançar nome de uma jovem com forte influência na cidade, como também na zona rural, pois é descendente da família ligada a agropecuária. De uma coisa, ninguém tem dúvidas, ou o padre Jocimar  sendo o candidato ou  que ele apoiar, o atual prefeito Amazan não terá uma reeleição fácil pela frente.

Publicado por: Chico Gregorio


10/09/2019
11:16

A deputada federal pelo PT do estado do RN, Natália Bonavides, usou as redes sociais para declarar que o vereador do rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro fala a verdade. O projeto do  Bolsonaro, junto com os ministros Sérgio  Moro e Paulo Guedes é incompatível com a democracia.

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Publicado por: Chico Gregorio


10/09/2019
10:54

Circula nas redes sociais uma foto de um menino segurando um livro intitulado “Filhos de Pais Maconheiros”. Na legenda, é dito que a foto foi tirada na Bienal do Livro, no Rio de Janeiro. Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

Bienal do livro … ou deveríamos dizer bienal do lixo … 👇👇👇. Estão mesmo querendo acabar com as crianças … !!!!”
Legenda de imagem publicada no Facebook, que, até as 17h30 do dia 9 de setembro, tinha sido publicada por mais de 200 pessoas

FALSO

A foto analisada pela Lupa é uma montagem. O título do livro mostrado foi digitalmente alterado. A capa com o desenho de um homem em posição de meditação é de uma obra chamada “Budismo em Quadrinhos para Principiantes” (no inglês, Buddha for Beginners). O livro, de fato, é de Stephen T. Asma – o nome do autor foi mantido na montagem. A obra foi publicada em português pela editora Pensamento em 2012.

Asma é professor de filosofia no Columbia College, em Chicago, nos Estados Unidos. Não há, na sua bibliografia, nenhum livro intitulado “Filhos de Pais Maconheiros” ou similar.

Publicado por: Chico Gregorio


10/09/2019
10:44

Os cortes no orçamento da Educação que levaram a CAPES a suspender todas as bolsas de pesquisa no país em 2019 congelaram 167 financiamentos na UFRN. Por enquanto, as pesquisas continuam sendo realizadas pelos estudantes, mas caso haja desistência ou o aluno defenda sua tese ou dissertação, a bolsa não poderá ser repassada para outra pessoa, como geralmente acontece. Isso ocorre porque a bolsa pertence ao programa de pesquisa, e não ao estudante.

Os cortes da CAPES atingiram 5.613 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em todo o Brasil.

O pro-reitor de pós-graduação da UFRN Rubens Maribondo explicou que, pelo calendário da universidade, até o final do ano 25 bolsas serão suspensas em razão da conclusão do curso pelos estudantes. Ele avalia que, ao menos até agora, a situação está sob controle. Porém, caso o governo Bolsonaro mantenha a política de congelamento das bolsas, o problema se agrava:

“Se isso prevalecer no ano que vem o desastre será muito grande”, diz.

A partir de 2020, estarão sob risco quase 300 bolsas de mestrado e 25% dos financiamentos de doutorado pela CAPEs

A UFRN trabalha com uma previsão de rotatividade das bolsas nos meses de fevereiro, março, junho e julho:

“A CAPES envia as bolsas para os programas e são repassadas aos alunos em função dos méritos acadêmicos deles. Quando um aluno desiste, é reprovado ou defende sua dissertação, a bolsa é cancelada e outro aluno passa a recebê-la. Então, todos os programas têm uma fila. Quando esse congelamento acontece, eu não tenho como repassar a bolsa para ninguém. Não posso mudra o CPF”, explica.

Das 167 bolsas congeladas atualmente na UFRN estão incluídos mestrado e doutorado.

“O impacto hoje não é tão grande porque as pesquisas estão acontecendo. Mas é muito pequena a possibilidade algum aluno novo conseguir uma bolsa esse ano”, afirma.

Questionado como tem visto a política de cortes do MEC, o pro-reitor acredita que o problema é apenas orçamentário, e não politico:

– É um ato em função de orçamento, não acho que exista política de cortar. O que existe é uma não priorização do sistema de pós-graduação. Há um relatório da Clarivate divulgado recentemente que fez um ranking sobre a produção de ciência no Brasil a partir dos índices de citação. A UFRN foi a única universidade do Nordeste a ficar entre as 9 primeiras. Quando tiro esses alunos da dedicação integral do seu mestrado e o doutorado, a qualidade cai consideravelmente”, afirmou.

Via SaibaMais.

Publicado por: Chico Gregorio