Uma área pouco explorada e cheia de mistérios. Assim é o Seridó do Rio Grande do Norte, o qual, apesar de ser bastante conhecido por sua gente, queijo e carne de sol, esconde riquezas que estão além do olho comum.
A terra da scheelita carrega em suas costas marcas, imagens e memórias que a constituem um dos lugares únicos no planeta. No coração do Seridó Oriental, uma porção de terra que reúne seis municípios e milhões de anos de história pode se tornar o mais novo geoparque do Brasil e um dos poucos, na América Latina, reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Estabelecido em uma área de 2.800 quilômetros quadrados, o Geoparque Seridó abraça os municípios de Cerro Corá, Lagoa Nova, Currais Novos, Acari, Carnaúba dos Dantas e Parelhas. Cada um desses lugares possui características muito específicas, culturas e comportamentos significativos para constituição dessa região maior, que é o Seridó potiguar. Questões essas que também importam à Unesco na hora do reconhecimento, o que pode acontecer em setembro do ano que vem.

Segundo Marcos Nascimento, professor de Geologia da UFRN e coordenador científico do projeto que defende a candidatura desse território, esse trabalho se baseia na tríade da conservação, educação e turismo. “Geoparques são áreas geográficas únicas e unificadas, nas quais há locais e paisagens de significado geológico internacional, sendo gerados com um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável”, explica.
Via Agora RN




O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se superou nesta sexta-feira (3) ao criticar o excesso de “letrinhas” nos livros didáticos distribuídos às escolas brasileiras.

O governo federal já gastou mais de R$ 7 milhões em passagens para servidores públicos civis, militares e “colaboradores eventuais” apenas entre 1º e 3 de janeiro deste ano. De acordo com o painel de viagens do Ministério da Economia, o total equivale apenas às mais de seis mil passagens emitidas para utilização ao longo do ano e não inclui os valores que ainda serão gastos com o pagamento de polpudas diárias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.







