O presidente interino Hamilton Mourão afirmou que o presidente Jair Bolsonaro pode anunciar ainda nesta semana que navio causou o derramamento de óleo no litoral brasileiro.
O general da reserva se reuniu nesta quarta-feira (30) com o comandante da Marinha, Eduardo Bacellar. Após o encontro, disse que a investigação está na fase final.
“Temos uma boa chance”, disse. “A gente sempre aprende no quartel o seguinte: notícias boas é o comandante que dá. As ruins é o subcomandante. É assim que funciona”, ressaltou.
Segundo ele, o governo brasileiro chegou a um número de 11 navios que podem ter derramado combustível no litoral nordestino.
O responsável pelo desastre ambiental, de acordo com o presidente interino, não estava com o transponder desligado. O equipamento de comunicação informa a posição da embarcação.
“Tem que cobrar, tem que multar. Existe uma legislação do mar, existe um sistema de alerta em relação ao meio ambiente. Qualquer navio que ocorra um acidente desta natureza tem que avisar. A legislação vai bater em cima dele”, afirmou.
Segundo Mourão, pelo que foi apurado até o momento, o navio responsável pelo derramamento não é ilegal e teria causado o incidente ao fazer uma ejeção de óleo para manter a estabilidade da embarcação.
“Eu acho que o cara fez uma ejeção de porão ali pela quantidade de óleo”, afirmou. “Se ele tá com problema de flutuação, de balanço, aí ele tira um pouco de óleo para ter estabilidade”, acrescentou.
Mourão lembrou que foram recolhidos até o momento 2.500 toneladas de óleo e que um um navio transporta cerca de 250 mil toneladas, o que representa um 1%.
Desde o dia 30 de agosto, as manchas de óleo já atingiram 283 localidades em 98 municípios dos nove estados do Nordeste.
FOLHAPRESS

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
Imagem mostra vazamento de óleo em formato de meia lua com 55 km de extensão — Foto: Divulgação/Lapis
Imagem mostra como ocorre o processo de fragmentação de petróleo no mar — Foto: Divulgação/Lapis
A idiotia é um mal que acomete os presidentes da República originários do golpe de 2016. Vide os casos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PSL). Ambos fizeram a maldade imposta pela velha mídia e o “mercado”, e depois foram cuspidos como bagaço de laranja –atirados às hienas.





