A obra da Transposição do Rio São Francisco, o maior projeto de infraestrutura hídrica do Brasil, tem como objetivo levar água do rio para o semiárido nordestino, beneficiando milhões de pessoas nos estados de PE, PB, CE e RN, com 477 km de canais (Eixos Norte e Leste), aquedutos, túneis (como o Cuncas I, o maior da América Latina para água) e estações de bombeamento, visando segurança hídrica e combatendo a seca, com obras iniciadas em 2007 e ramais adicionais sendo implementados. A presidente do PT no Rio Grande do Norte, Samanda Alves, afirmou que o partido não permitirá que o Estado fique “à deriva”, diante da possibilidade de uma dupla vacância no comando do Governo do Estado, após as renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice Walter Alves (MDB).
“Eu quero tranquilizar o povo do Rio Grande do Norte e dizer que o PT tem responsabilidade. A gente não vai deixar o Rio Grande do Norte à deriva em nenhuma aventura”, afirmou Samanda, em entrevista ao programa Cenário Político, da TCM.

Questionada sobre o fato de o vice-governador já ter confirmado à imprensa que não pretende assumir o governo, Samanda disse que, até agora, Walter Alves não comunicou oficialmente ao PT sobre sua decisão. Para ela, o caminho natural após a renúncia de Fátima seria a posse do vice. “É ilegítimo, não é natural. Quando ele foi eleito vice-governador, a gente tinha a expectativa de que ele, na ausência da governadora – que também tem a legitimidade de ser candidata ao Senado Federal –, assumisse o governo”, afirmou.


Ao manter sua pré-candidatura ao Senado mesmo após o vice Walter Alves afirmar que não pretende assumir o governo caso haja desincompatibilização, Fátima Bezerra preserva o último lance da política potiguar. Nada se fecha antes de sua decisão final. O tabuleiro só estará completo quando a governadora disser, de forma inequívoca, se será candidata ou se permanecerá no cargo até o fim do mandato. Até lá, todos jogam em função desse movimento — inclusive ela, que atua para construir uma composição mais vantajosa aos seus interesses eleitorais.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) revisou o entendimento anteriormente adotado sobre a possibilidade de acumulação de cargos públicos com o exercício do mandato eletivo de vereador. A decisão foi tomada pelo Pleno da Corte ao julgar Procedimento de Revisão de Interpretação das Consultas nº 006623/2013-TC e nº 001162/2016-TC.







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