25/04/2020
09:36

Registro feito na manhã deste sábado (25) da sangria da Barragem do Sabugi, às margens da BR-427, na Zona Rural de Caicó, Região do Seridó do Rio Grande do Norte. As chuvas dos últimos dias possibilitaram o momento tão aguardado da sangria.

Vídeo: Eugênio Gois/BG

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
09:19

O empresário Adriano Azevedo Dantas, 41 anos, que faleceu no Hospital Regional do Seridó, na cidade de Caicó, vítima da covid-19, residia no Povoado Ermo, comunidade do município de Carnaúba dos Dantas (no RN), e tinha negócios com cidades do Curimataú paraibano.

A notícia da morte do empresário pegou a todos da comunidade Ermo de surpresa, e foi um enorme choque para a família, que disse ter notícias que ele estava se recuperando. A esposa da vítima manteve contato com o repórter Jukinha JCN nesta sexta feira e falava em recuperação, o que não aconteceu.

Jukinha (repórter carnaubense) informou ao blog Jair Sampaio que Adriano tinha alguns possíveis problemas de saúde, sendo o mais grave deles o Diabetes, além de obesidade, problemas de fígado e pressão alta. A morte do empresário chocou a comunidade carnaubense, assim como o Seridó.

Jair Sampaio.

 

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:59

Rio Piranhas

O Rio Piranhas, que percorre municípios da Paraíba e do Rio Grande do Norte, está em grande cheia na manhã deste sábado, 25/04, a maior do ano até agora, depois das últimas chuvas caídas na região.

A cheia já invadiu algumas estradas dos sítios de Jardim de Piranhas-RN e de outros municípios, impossibilitando o acesso a muitas comunidades.

Folha Patoense

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:51

Precisamos proteger os profissionais do Hospital Regional do Seridó.
O uso dos aventais já ultrapassa os 100 por dia.
Avental de TNT gramatura 40.

Estou disponibilizando minha conta para doação em dinheiro.

Ana Patricia Batista de Souza
CPF.: 008.820.754-46
Banco do Brasil
Ag.: 0128-7
Conta Corrente: 35.446-5

A prestação de contas será rigorosa aos doadores.
Whatsapp: 84 98137-6919

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:45

48418393512-4ebe5b7915-bPor Fernando Rodrigues no Poder 360 

O abraço da fotografia não seria possível hoje.  E não pelas normas de distanciamento social, mas por divergências agudas entre os ministros Paulo Guedes e o potiguar Rogério Marinho.

O detalhe é que Marinho chegou a Bolsonaro pelas mãos de Guedes.

Não é novidade que o ministro Paulo Guedes (Economia) acha 1 erro despejar dinheiro público para obras de infraestrutura pelo país. A novidade é que ele vocalizou em reunião recente isso de forma muito explícita para Jair Bolsonaro e para os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

Guedes expressou de maneira muito dura a Bolsonaro, Braga Netto e Marinho seu juízo a respeito do plano Pró-Brasil, elaborado pela Casa Civil para a retomada da economia pós-pandemia:

“Querem cavar mais fundo para ver se saímos do buraco”.

Em reuniões com o presidente e outros ministros, Paulo Guedes apresentou sua avaliação sobre o que acha do Pró-Brasil:

“Isso aí é o PAC. Isso aí é a Dilma[Rousseff]. Voltou a Dilma! Nós vamos querer nos levantar segurando os próprios suspensórios. O Brasil afundou por causa dessas obras que não terminaram, ficaram todas quebradas, jogaram dinheiro fora. Quer dizer: nós vamos então sair do buraco cavando mais fundo?”.

Rogério Marinho foi o mastermind do projeto. Telefonou para vários ministros militares e disse ser necessário fazer imediatamente 1 programa de investimentos públicos para alavancar o crescimento.

Saudosos do período em que essa era a regra no Brasil (no início da década de 1970), os generais abraçaram a proposta na hora. Braga Netto tomou a dianteira.

Poder360 apurou no Planalto que Paulo Guedes demonstrou grande irritação com Rogério Marinho. Enviou nesta semana uma mensagem de 3 palavras para o ministro do Desenvolvimento Regional, que até 2019 era 1 de seus maiores protegidos:

“Você é desleal”.

Laurita Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:37

 

O advogado Erick Wilson Pereira, do Rio Grande do Norte, foi um dos juristas ouvidos pelo portal UOL que traçou um retrato de como a interferência do presidente da república na polícia federal afeta a democracia.

Além do doutor em direito constitucional Erick Wilson Pereira, foram ouvidos Claudio Couto, professor de gestão pública da Fundação Getúlio Vargas, Rodrigo Brandão, professor de direito constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Thiago Bottino, professor de direito penal da FGV-RJ, o cientista político Gilberto Palma, e diretor do Instituto Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia.

Segue trecho da reportagem:

O jurista Erick Wilson Pereira, doutor em direito constitucional, defende a necessidade de investigação das denúncias feitas por Moro contra o presidente.

“Se ele tinha alguma informação, ele explique o porquê de não ter investigado. O que ele diz é de uma gravidade enorme, precisa ser apurado, tanto em relação ao Bolsonaro, quanto ao Moro que é o autor dessas denúncias. Infelizmente, isso já devia ter sido debatido.”

Pereira discordou de Claudio Couto sobre possíveis usos políticos da PF por parte de Bolsonaro.

“Não acredito que a PF se torne uma polícia política do Bolsonaro. Me parece um juízo subjetivo e individual do Moro. A corporação é muito maior do que um diretor. Ela sobrevive um elemento. Pode haver tentativas, sim, de interferência. Mas, a própria Polícia Federal pode expurgá-lo por não ser orgânico”, avalia.

CLIQUE AQUI e confira a íntegra da reportagem

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:30

O ex-ministro da Justiça Sergio Moro exibiu nesta sexta-feira (24) à TV Globo uma troca de mensagens entre ele e o presidente Jair Bolsonaro, ocorrida nesta quinta (23), na qual Bolsonaro cobrou mudança no comando da Polícia Federal.

Mais cedo, nesta sexta, ao anunciar que havia decidido deixar o cargo, Moro afirmou que Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF ao decidir demitir o agora ex-diretor-geral da corporação Maurício Valeixo.

Depois, também em pronunciamento, Bolsonaro afirmou que as declarações de Moro eram infundadas e que ele não havia tentado interferir na Polícia Federal.

Após o pronunciamento de Bolsonaro, a TV Globo cobrou de Moro provas de que as declarações tinham fundamento. O ex-ministro mostrou, então, a imagem de uma troca de mensagens entre ele e o presidente, ocorrida nesta quinta.

O contato é identificado por “presidente novíssimo”, indicando ser o número mais recente de Bolsonaro. A imagem mostra que o presidente enviou a Moro o link de uma reportagem do site “O Antagonista” segundo a qual a PF está “na cola” de dez a 12 deputados bolsonaristas.

Imagem: reprodução/TV Globo

O presidente, então, escreveu: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à mudança na direção da Polícia Federal.

Imagem: reprodução/TV Globo

Sergio Moro respondeu ao presidente explicando que a investigação não tinha sido pedida pelo então diretor da PF, Maurício Valeixo. Moro enviou a mensagem: “Esse inquérito é conduzido pelo ministro Alexandre, no STF”, se referindo ao ministro Alexandre de Moraes.

Imagem: reprodução/TV Globo

Moro prossegue: “Diligências por ele determinadas, quebras por ele determinadas, buscas por ele determinadas”. E finaliza: “Conversamos em seguida, às 0900”, referindo-se ao encontro que os dois teriam.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:28

Imagem: reprodução/TV Globo

O ex-ministro Sérgio Moro mostrou ao Jornal Nacional imagens de uma troca de mensagens com a deputada federal Carla Zambelli (PSL), aliada de primeira hora de Bolsonaro. Ela, inclusive, estava nesta sexta ao lado do presidente durante o pronunciamento.

A deputada Carla Zambelli afirmou que não vai comentar a troca de mensagens.

Na troca de mensagens, Carla Zambelli diz: “Por favor, ministro, aceite o Ramage”, numa referência a Alexandre Ramagem, diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ramagem é um dos candidatos de Jair Bolsonaro para a Direção-Geral da Polícia Federal.

Imagem: reprodução/TV Globo

Parte da deputada a proposta para que Sergio Moro aceite a mudança na PF em troca da nomeação dele para o Supremo Tribunal Federal.

“E vá em setembro pro STF”, enviou a deputada. “Eu me comprometo a ajudar”, acrescentou. “A fazer JB prometer”, completou.

Imagem: reprodução/TV Globo

Sergio Moro, então, rechaça a proposta: “Prezada, não estou à venda”.

Carla Zambelli, então, continua a argumentar: “Ministro, por favor, milhões de brasileiros vão se desfazer”

Em seguida, ela responde à mensagem de Moro de que não estaria à venda. “Eu sei”, diz. “Por Deus, eu sei”, acrescenta.

“Se existe alguém que não está à verba é o senhor”. A palavra “verba”, neste caso, parece ser “venda”, com erro de digitação.

Moro finaliza a conversa dizendo: “Vamos aguardar, já há pessoas conversando lá”. Segundo o ex-ministro, era uma referência à tentativa de aliados de convencer o presidente a mudar de ideia.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:23

O ex-ministro Sergio Moro (Justiça) mostrou troca de mensagens com o presidente Jair Bolsonaro que indicam que o mandatário queria substituir a direção-geral da Polícia Federal, entre outros motivos, devido ao inquérito das fake news que corre no STF (Supremo Tribunal Federal) e que teria como alvo deputados bolsonaristas.

As mensagens foram apresentadas por Moro ao Jornal Nacional, da TV Globo. A Folha também obteve acesso às mensagens após a divulgação pela emissora.

Moro mostrou ao telejornal uma troca de mensagens por aplicativo em que Bolsonaro lhe envia uma matéria do site O Antagonista intitulada “PF na cola de 10 a 12 deputados bolsonaristas”.

Em seguida, o mandatário escreve: “Mais um motivo para a troca”, se referindo à sua intenção de tirar Maurício Valeixo do comando da corporação.

O inquérito citado pela reportagem do site foi aberto para apurar fake news e ameaças contra integrantes da corte.

A instauração do inquérito foi muito criticada pelo fato de a corte ter agido de ofício, ou seja, ter iniciado uma investigação sem ser provocada pela Procuradoria-Geral da República, que nem sequer participa das apurações.

Ainda segundo as mensagens mostradas no JN, Moro responde a Bolsonaro argumentando que a investigação não tinha sido pedida por Valeixo.

Reprodução da conversa entre Moro e Bolsonaro no WhatsApp

Procurado após a veiculação da reportagem na TV, o Palácio do Planalto não respondeu a questionamentos enviados pela Folha.

Na noite desta sexta, Moraes determinou à Polícia Federal que mantenha à frente dos casos os delegados que apuram a propagação de notícias falsas contra a corte e investigam os protestos a favor da ditadura militar.

Além do inquérito das fake news, a decisão de Moraes alcança outro inquérito, aberto na terça (21) e que faz referência às manifestações do último domingo (19) que pediram a intervenção militar e a volta do AI-5.

Moro também encaminhou ao telejornal mensagens trocadas com a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), uma das mais fiéis aliadas de Bolsonaro no Congresso Nacional.

As mensagens, segundo o ex-ministro, provam que ele não condicionou aceitar a troca na PF a uma futura indicação para o STF —acusação feita por Bolsonaro.

Print da conversa entre Sergio Moro e Carla Zambelli, do Jornal Nacional

A deputada foi procurada pelo Jornal Nacional, mas disse que não comentaria as mensagens.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:15

Presidente do Instituto Brasil 200, Gabriel Kanner diz que a saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça é “o começo do fim de Bolsonaro”.  O instituto reúne cerca de 300 empresários em todo o Brasil que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao Estado, Kanner afirma que, com as acusações “gravíssimas” de Moro, o apoio fica “completamente abalado”. “Se perde”, disse. “Hoje, qualquer tipo de esperança que a gente pudesse ter no Bolsonaro veio por água abaixo”. Kanner disse ainda que é possível que o ministro da Economia, Paulo Guedes, saia do governo em breve.

Qual o impacto da saída do ministro Sergio Moro?

É impressionante. Todo mundo acreditou que Bolsonaro pudesse fazer uma transformação na política brasileira, uma limpa, combater a corrupção, esses pilares que o elegeram em 2018, representavam que ninguém aguentava mais o que tinha acontecido no Brasil. Hoje, qualquer tipo de esperança que a gente pudesse ter no Bolsonaro veio por água abaixo. Não só pela saída do Sérgio Moro, gravíssima, que abala fortemente a base de sustentação do governo, mas as acusações são extremamente graves. Essa interferência, que ele queria ter na Polícia Federal, não vimos nem na época do PT quando começou a Lava Jato. Mostra outra faceta do Bolsonaro que até agora não havia sido exposta. Faz a gente perder qualquer tipo de confiança que a gente podia ter no presidente. Vai ser a palavra de um de outro. Mas eu acredito no ministro Moro de que o presidente queria ter alguém na PF.

O sr. representa um grupo de empresários que apoiou o presidente. Como ficará o apoio desses empresários a partir de agora?

O apoio fica completamente abalado. Hoje, contamos com cerca de 300 empresários pelo Brasil inteiro. E apoio se perde. Não tem como manter apoio a um presidente que vai tão de desencontro aos valores que o elegeram. Ele está fazendo o contrário. A gente elegeu o Bolsonaro para combater a corrupção e ele está fazendo o contrário. O apoio fica completamente abalado.

Todos os empresários do grupo vão retirar o apoio?

Não posso falar por todos. Mas, sem dúvida, é o começo do fim do Bolsonaro. Dificilmente, ele vai conseguir uma base de apoio dos empresários. Até por causa do isolamento do Paulo Guedes.

Como o sr. vê a fritura do Paulo Guedes, que é o alvo da vez dos bolsonaristas?

Esse plano Pró-Brasil sem a participação de Paulo Guedes imagino que o ministro deva sair em breve do governo. Isso realmente destrói qualquer esperança que a gente possa ter. Do ponto de vista econômica, é muito grave. A gente vinha de uma mudança de rota da economia, buscando uma recuperação econômica. Vai ser muito difícil a retomada da economia. É muito incerto. Não temos como saber se o Paulo Guedes vai permanecer ou sair. A forma como foi abalada a confiança nos deixa muito inseguros.

Qual a expectativa do sr. em relação à permanência do ministro?

Ele já entrou em rota de colisão. Se a gente acompanha todos os casos. Eles sempre acabaram em demissão. É possível que o Paulo Guedes saia do governo em breve.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:10

A refutação a acusações feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro era o objetivo do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro no fim da tarde, rodeado de ministros, do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e de deputados como o filho Eduardo Bolsonaro e Hélio Lopes. Mas o tempo que levou, inusual para um político conhecido por declarações curtas e diretas, as digressões a que se prestou, e as versões que apresentou sobre sua tentativa de se relacionar com a Polícia Federal acabaram por reforçar as suspeitas do ex-auxiliar.

O presidente voltou a se apresentar como uma vítima, ao dizer-se perseguido pelo establishment e pela imprensa, lembrando do atentado que sofreu na campanha eleitoral e estabelecendo um paralelo da tentativa de assassinato com a morte da vereadora Marielle Franco. Desceu a detalhes como a intervenção no Inmetro para defender taxistas, os gastos com o cartão de crédito e a piscina aquecida do Palácio da Alvorada. Enquanto revisitava temas maiores e menores, Bolsonaro admitiu que pediu a Moro relatórios da Polícia Federal para, segundo ele, poder tomar decisões de governo. E que pediu à PF para ouvir um dos acusados pela morte da vereadora do PSOL, o PM aposentado Ronnie Lessa. O motivo teria sido a notícia de que a filha de Lessa, que morava no mesmo condomínio do presidente no Rio de Janeiro, teria namorado Jair Renan, o “filho 04” de Bolsonaro.

Bolsonaro contou que determinou que os agentes da PF fossem ouvir o ex-PM, quando já estava preso em Mossoró, no Rio Grande do Norte, porque o ministro da Justiça não se mexeu. O presidente acrescentou que tem em suas mãos o conteúdo deste inquérito e que o acusado de assassinar Marielle e o motorista Anderson Gomes negou a relação da filha com Jair Renan.

As implicações legais destas admissões pelo presidente ainda vão ser esquadrinhadas. Mas ao relatar esse fato, assim como os pedidos de relatórios, Bolsonaro reforça a visão de que não separa interesses públicos e privados. Até por talvez desconhecer a diferença, como indicou ao contar que pensou em escolher o novo diretor da Polícia Federal por sorteio entre os nomes sugeridos por ele e por Moro.

GUSTAVO ALVES – O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
08:01

Anaísa Silva de Castro tinha 42 anos e morreu de Covid-19 em Mossoró — Foto: Arquivo da família

Uma mulher de 42 anos de idade com síndrome de down morreu vítima da Covid-19 em Mossoró, Oeste potiguar. A mãe dela, de 84 anos, está internada na UTI com a doença e dois irmãos também foram infectados.

Anaísa Silva de Castro foi a óbito na terça-feira (21), mas a causa só foi confirmada nesta sexta (24) pela secretaria de saúde da cidade. Ela era diabética e hipertensa. Essa foi a 39ª morte provocada pelo novo coronavírus no Rio Grande do Norte.

 “Princesa. Era assim que a gente chamava Anaísa. Uma pessoa carinhosa, amorosa, brincalhona, o xodó da família”, diz um dos irmãos dela, Airton de Castro, que também contraiu Covid-19.

Curado da doença, está em casa com outra irmã também infectada, mas que se recupera em isolamento, sem agravamento do quadro de saúde. Ao todo, são 10 irmãos, porém somente eles dois e Anaísa moravam com a mãe na mesma casa.

Airton conta que Anaísa de Castro sentiu os sintomas da doença no fim de semana passado. No hospital, os exames indicaram que havia suspeita de novo coronavírus e ela ficou internada. Depois foi encaminhada à UTI. A situação se agravou e, na terça, ela morreu.

G1RN

Publicado por: Chico Gregorio


25/04/2020
07:48

O secretário de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Coremas, José Albertino, informou que do dia de ontem (sexta, 24) para este sábado, 25, o Açude de Coremas, maior manancial da Paraíba, pegou 84 centímetros d’água.

O manancial, cuja capacidade de armazenamento é de 744.144.694 m³ d’água, já pegou 14,16 metros de recarga em 2020 e agora está agora com 366.932.713 m³, de acordo com a tabela da ANA e da AESA.

Folha Patoense 

Publicado por: Chico Gregorio


24/04/2020
09:35

O Procurador Geral de Justiça, Eudo Leite, desautorizou publicamente o promotor Wendell Bethoven, em entrevista ao telejornal Bom Dia RN, ao afirma que o promotor “não tem atribuição para impetrar habeas corpus coletivo”, como ocorreu na noite desta quinta-feira, 23. A peça vai de encontro ao Decreto Estadual do Governo do RN que impede carreatas e aglomerações, mas também a recomendação do MPRN do mesmo dia de que as Prefeituras devem seguir os Decretos estaduais em relação aos cuidados sanitários com a Covid-19.

“É uma opinião pessoal do colega, ele não tem atribuição para impetrar esse habeas corpus coletivo, O Ministério Público em sua posição institucional é que esse habeas corpus coletivo é indevido, inclusive a competência nesse caso seria do PGJ e nós vamos discutir isso hoje com o desembargador, o qual for distribuído. O MP não concorda com esse habeas corpus, não é questão de querer prender ninguém, mas do ponto de vista sanitário impedir a aglomeração de pessoas e a sociedade potiguar não pode ter prejuízos se esse ou aquele grupo deseja fazer aglomerações”, afirmou o chefe do MPRN ao vivo.

Confira trecho da entrevista:

O promotor entrou com um Habeas Corpus Coletivo no Tribunal de Justiça visando a garantia do direito de manifestação em forma de reuniões, carreatas, passeatas e congêneres que foram proibidas pela governo estadual em Decreto publicado no último dia 22.

Para ele, “Essas restrições, todavia, são claramente inconstitucionais”, diz o documento.

O Habeas Corpus com Pedido de Liminar assinado pelo procurador Wendell Beetoven também objetiva afastar o risco de que policiais militares sejam responsabilizados criminalmente caso não prendam quem venha a participar de alguma manifestação.

Justiça Potiguar

Publicado por: Chico Gregorio


24/04/2020
09:28

Brejo do Cruz (Foto: Erimar Baiano)

Foi informado nesta quinta-feira, 23, pela página oficial da Prefeitura Municipal de Brejo do Cruz, na região de Catolé do Rocha, o primeiro óbito causado pelo COVID-19 no município.

A vítima é um homem, de 69 anos. A secretaria de Saúde da cidade informou que a coleta do sexto caso suspeito de COVID-19 aconteceu no dia 20 de abril, e o resultado deu positivo. A Secretaria também informa a toda população brejocruzense que as medidas cabíveis estão sendo tomadas, e pede mais respeitos aos familiares da vítima.

O boletim informa 0 caso em investigação, 03 descartados, 02 com síndrome gripal, 01 caso confirmado e 01 uma morte.

Folha Patoense.

Publicado por: Chico Gregorio