26/04/2020
08:36

A deputada federal, Natália Bonavides , destaca em suas redes sociais uma ação de cidadania do MST do RN, que fez doação de mais de uma tonelada de alimentos a famílias necessitadas da zona rural de Ceará Mirim,, veja postagem da parlamentar:

“Camponesas e camponeses do MST/RN distribuíram 1,2 toneladas de alimentos da reforma agrária para diversas famílias do bairro Formigueiro e no abrigo de idosos Vicente de Paula no município de Ceará Mirim-RN, ontem (24). Neste momento de crise política e sanitária, a solidariedade é uma ação dos Sem Terra contra os vírus – coronavírus, Bolsonaro e poder econômico.

Via: MST/RN”

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e atividades ao ar livreA imagem pode conter: comida
A imagem pode conter: 1 pessoa, em péNenhuma descrição de foto disponível.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
08:25

A Secretária de Saúde do município de Caicó, São-joseense Débora Costa, desabafou sobre notícias fake News onde dizia que estaria havendo uma campanha para o hospital do Seridó que é uma unidade de saúde gerenciada pelo município.

Quando me falaram que fazer Gestão de Saúde pública em Caicó era difícil e que eu encontraria muitas dificuldades , eu nunca imaginei que estivessem falando de fake News e de politicagem barata e mal caráter. Gente quer fazer política contra o Prefeito pra eleger seu Candidato , se eleger ou se reeleger? Façam! É um direito de vocês! Agora por favor não o façam usando a Saúde do município não, o momento já não tá fácil pra população Caicoense, criar mentiras e factoides só irá piorar e não é justo com o povo e nem com os Profissionais de Saúde.”

Débora ressaltou que a gestão não está realizando nenhuma campanha para o Hospital Seridó.

” A Gestão Municipal não está realizando nenhuma campanha para o Hospital que é de sua responsabilidade não!! Todos os EPIs necessários pra enfrentarmos a Pandemia do COVID 19 estão sendo licitados e adquiridos pelo município.”Informou a secretária de saúde de Caicó.

E completou:” A Campanha que tem nas redes sociais é do Hospital Regional ( SESP ) e não do Hospital Municipal do Seridó.”

Carlos Felipe.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
08:11

Com a recarga de água de ontem para hoje, Açude Itans tem volume ...

Com as últimas chuvas caídas na zona rural de Caicó, com a sangria da barragem do Manhoso, o açude Itans  no dia de ontem,  25 de abril, estava com  com 12,92% da sua capacidade total, o que representa 9.353.523 metros cúbicos de água. O reservatório estava praticamente seco, com esse volume atual, segundo pessoas ouvidas sobre o assunto, já é suficiente para ajudar no abastecimento da água a cidade de Caicó, durante o restante de ano de 2020.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:59

Açude de Coremas (Foto José Albertino)

O secretário de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Coremas, José Albertino, informou que do dia de ontem (sábado, 25/04) para este domingo, 25/04, o Açude de Coremas, maior manancial da Paraíba, pegou 42 centímetros d’água.

O manancial, cuja capacidade de armazenamento é de 744.144.694 m³ d’água, já pegou 14,58 metros de recarga em 2020 e agora está agora com 385.038.617 m³, de acordo com a tabela da ANA e da AESA.

Folha Patoense

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:53

 

Capturar 111 - POLÍCIA FEDERAL PROCURA: Pâmela Bório desaparece com o filho e Advogada de Ricardo pede bloqueio nos aeroportos

A jornalista e ex-primeira dama da Paraíba, Pâmela Bório, desobedeceu uma ordem judicial que determina a devolução da guarda do filho dela com o ex-governador Ricardo Coutinho ao pai.

De acordo com o oficial de justiça que foi levar o mandado até a residência da jornalista, ela, além de não obedecer, desapareceu do endereço até agora não se sabe do seu paradeiro.

Em contato com a reportagem do Polêmica Paraíba, a advogada do ex-governador da Paraíba Ana Carla Lopes, contou que assim que o mandado de busca e apreensão foi expedido, imediatamente tentou contactar a advogada dela, mas não obteve sucesso.

“O oficial de justiça foi tentar cumprir na casa de Pamela, já na sexta feira (ontem), mas, segundo vizinhos e o zelador, ela havia saído na quinta feira, na companhia da criança, apenas com a roupa do corpo e não havia retornado mais. O oficial então procurou saber com o genitor onde Pamela poderia estar com o menor, o que foi dito que ela poderia estar ou na casa de uma amiga chamada Osmidea, ou na casa do namorado, que também é fugitivo da justiça”, explicou a advogada.

Ela conta ainda que o oficial de justiça entrou em contato com Ricardo Coutinho para saber onde ela [Pâmela] poderia estar com o filho, e ele disse que a ex-primeira dama poderia estar na casa de uma amiga chamada Osmidea ou na casa do namorado, que segundo a advogada Ana Carla Lopes, também é fugitivo da justiça.

“O oficial então foi até a casa do namorado, tentar cumprir o mandado, pelo que foi dito pelo zelador que o Sr. Luís Estiveira estava em Portugal. Ocorre que foi descoberto que o porteiro estava mancomunado com o então namorado de Pamela, para mentir sobre a permanência de ambos no prédio. Após muita insistência do oficial, o mesmo adentrou ao prédio e subiu até o apartamento do Sr. Luís, momento em que o mesmo abriu a porta”.

Segundo informações da advogada, Pamêla estava escondida no prédio, e contou que até o presente momento a ex-primeira dama permanece desaparecida com seu filho e que as advogadas comungam com a sua fuga.

Polêmica Paraíba.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:39

Bolsonaro e Rodrigo Maia (Web)

Portal WSCOM com Brasil 247

Aliados de Jair Bolsonaro e integrantes do Judiciário afirmam que ele reclamava, com frequência, por acreditar que a Polícia Federal “fazia corpo mole” ao não investigar o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os governadores João Doria (SP) e Wilson Witzel (RJ).

“A recusa em atuar no inquérito das Fake News que pode respingar no Eduardo (Bolsonaro) foi o estopim”, disse, em reserva, um membro do Judiciário, que pediu anonimato. “Bolsonaro queria autonomia para ‘pilotar’ a PF como um todo, principalmente para investigar Maia, a quem ele vem pedindo mais empenho nas investigações”, complementou. As entrevistas desta matéria foram concedidas ao jornal O Globo.

A crise política no governo aumentou após Bolsonaro exonerar o Maurício Valeixo da Diretoria-Geral da PF. Moro apontou crimes de responsabilidade por parte do seu ex-chefe. “O presidente me relatou que queria ter uma indicação pessoal dele para ter informações pessoais. E isso não é função da PF”, complementou.

Um inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) apuram a disseminação de fake news e ataques a parlamentares e ministros da Corte pelas redes sociais. O outro apura a organização de atos a favor da intervenção militar no governo no último fim de semana. De acordo com integrantes da Polícia Federal, a primeira investigação atinge um dos filhos de Bolsonaro.

Superintendentes e diretores que participaram da reunião com Valeixo na quarta-feira (22) ficaram perplexos ao ver o Bolsonaro dizer em pronunciamento nesta sexta-feira (24) que o diretor-geral teria dito que estava “cansado” e queria deixar o cargo. Duas pessoas presentes na conversa com Valeixo afirmaram que ele disse apenas não ter “apego a cargos”.

“É muito diferente de dizer que ele tava cansado e que ia sair, comunicando a exoneração. Ele não disse isso”, afirmou um delegado da PF presente à conversa com Valeixo.

De acordo com delegados, Bolsonaro demonstra desconhecimento do papel da PF. Outro delegado afirma: “Nossos relatórios não são como os do Exército ou da Inteligência do governo. Muitas vezes nem o superintendente tem acesso se nao é para ter acesso. Pode ser só da competência do delegado que conduz a investigação. É diferente de relatório de inteligência que produz no órgão governamental, que, em tese, é de interesse do presidente. Enquanto o juiz determina sigilo num procedimento, ninguém que não seja parte pode ter conhecimento”.

Witzel e Doria

Um aliado de Bolsonaro no Palácio do Planalto também afirmou que ele reclamava da falta de investigações sobre a atuação dos governadores João Dória (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), dois possíveis adversários de Bolsonaro na eleição presidencial de 2022.

O embate com Witzel aumentou principalmente após serem evacuadas na imprensa informações sobre supostas ligações da família Bolsonaro com o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), em março de 2018. O clã presidencial sinalizava que o governador do Rio interferia de alguma forma nas investigações para prejudicar a família Bolsonaro.

Em março, foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar. Lessa morava no mesmo condomínio de Bolsonaro. Outro detalhe é que Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos havia postado no Facebook uma foto ao lado de Jair Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado.

O confronto com o governador João Doria, que apoiou Bolsonaro, veio após o tucano se fortalecer cada vez mais dentro do PSDB como candidato do partido à presidência da República. O chefe do Executivo paulista chegou a fazer uma autocrítica por ter votado em Bolsonaro. “Não tinha a perspectiva de ter um presidente que pudesse vir a ter comportamentos tão irresponsáveis, tão distantes da verdade, tão condenáveis sobretudo numa situação de pandemia como essa”, disse ele, em entrevista a Sérgio Dávila, na Folha de S. Paulo.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:35

Segundo o jornalista Leandro Colon, dentro da Polícia Federal não há dúvidas de que Jair Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF Mauricio Valeixo, homem de confiança de Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho

Por Brasil 247

A Polícia Federal identificou o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, como um dos articuladores da esquema criminoso de disseminação de fake news e ataques a autoridades, no inquérito conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o jornalista Leandro Colon, da Folha de S. Paulo, dentro da Polícia Federal, não há dúvidas de que Bolsonaro pressionou o ex-diretor da PF, Mauricio Valeixo, homem de confiança do ex-ministro Sérgio Moro, porque tinha ciência de que a corporação havia chegado ao seu filho.

“Carlos é investigado sob a suspeita de ser um dos líderes de grupo que monta notícias falsas e age para intimidar e ameaçar autoridades públicas na internet. A PF também investiga a participação de seu irmão Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de SP”, afirma Colon.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:31

Respiradores serão distribuídos para estados (foto ilustrativa) (Foto: Reprodução)

O ministro da Saúde, Nelson Teich, informou neste sábado (25), por meio do Twitter, que a pasta distribuirá 272 respiradores produzidos pela indústria nacional. Segundo ele, parte dos equipamentos já foi enviada a nove estados para o atendimento de pacientes graves com o novo coronavírus. Ao todo serão 14.100 respiradores.

“A indústria nacional está ajudando na resposta ao coronavírus, com a produção e entrega de respiradores. Recebemos 272 unidades e grande parte já seguiu para os estados. Ao todo serão 14.100 respiradores”, disse Teich.

Segundo o ministro, nesta semana, o Estado do Amazonas receberá 20 respiradores (ao todo serão 55). O Paraná receberá 5 (ao todo terá recebido 20). Também foram contemplados o Amapá (25), Ceará (45), Espírito Santo (10), Pará (20), Piauí (20), Rio de Janeiro (40) e Santa Catarina (17).

Quase um milhão de testes rápidos serão enviados nos próximos dias para os estados, informou o ministro. A logística de entrega será realizada por meio de parceira com os ministérios da Defesa, Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal.

Nelson Teich afirmou ainda que, ao fim desta semana, o governo federal terá entregue 79 milhões de equipamentos de proteção individual para proteger os profissionais de saúde, 3 milhões de testes rápidos e 272 respiradores.

Agência Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:26

Renan Filho anunciou resultado do teste nas redes sociais e disse que está em casa, sem sintomas graves. (Foto: Divulgação)

O governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), testou positivo para o novo coronavírus. Ele anunciou o resultado do exame neste sábado (25), em seu perfil nas redes sociais. O estado registrou até esta tarde 501 casos confirmados e 29 óbitos.

“Comunico que, seguindo recomendação médica, refiz o exame para Covid-19, o resultado saiu hoje e foi positivo. Estou em casa, me sentindo bem, sem sintomas graves e iniciarei hoje os 14 dias de quarentena para recuperação. Se puder, me inclua nas suas orações”, disse o governador.

Renan Filho fez o primeiro teste no dia 18 de abril, depois de o secretário estadual da Fazenda, George Santoro, anunciar que estava com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Dias antes, os dois estiveram reunidos definindo ações para combater a crise causada pela pandemia.

O primeiro exame, porém, deu negativo. Depois disso, o governador continuou trabalhando, e não havia informação de que ele tinha feito um novo teste, até a divulgação do resultado do segundo exame, nesta tarde.

Segundo as informações do laudo do Laboratório Central de Saúde Pública de Alagoas (Lacen), o governador começou a sentir sintomas da doença na última quarta-feira (22).

“Essa doença é perigosa! Não há verdade absoluta, estamos todos aprendendo diariamente a combatê-la. Quem está na linha de frente: médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, precisam de ainda mais cuidados. Os que estão na gestão do AL contra o Covid-19 também”, alertou Renan Filho.

Além do secretário da Fazenda e do governador, também testaram positivo o secretário do Turismo, Rafael Brito, e o secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias.

G 1 Alagoas;

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:17

image.png

Tempos idos, quando ainda se ouvia o rasgo da ema , nos descampados do tempo e terras ribeirinhas dos sertões do Seridó. Empreendedores vindos das terras d`além-mar, Viana, Minho, Trás-os-Montes e Alto Douro, feudos ibéricos, após a “guerra dos gentios bárbaros”, (1695), adentraram nas terras do Acauã-Seridó, seguindo a trilha Olinda, Igaraçu, Goiana até topar o solo potiguar.

Traziam lotes de aproximadamente duzentos e cinquenta cabeças de gado. Entregavam ao vaqueiro que tinha a coadjuvância dos atrelados (nominados de fábricas). O empreendedor pioneiro, tinha a alcunha de “Marinheiro”. Supunham que este nome tinha um viés para o cênico de homens de tez branca e de pessoas de razoáveis recursos, e de espírito afeito ao empreendedorismo.

No segundo quartel, quase na idade meã do Século XIX, os Dantas do Teixeira, grandes criadores e gente recursada, viveram uma espécie de entrevero belicoso, muitos desceram para as terras férteis do Piancó-Piranhas-açu e permeio do Espinharas. Daí a presença dessa saga Dantas, na Paraíba e Rio Grande do Norte, que não são parentes distantes dos Dantas do Patriarca Caetano e Dom Adelino e dos que também viveram em Catolé do Rocha e também daqueles que foram consolidar as luzes do saber na Veneza brasileira (Recife).

Tempos mais recentes finzinhos das eras de cinquenta, ainda um infante que colhia araçás nos campos aberto do meu sertão, em plena quadra invernosa, de l959, baita refrigério para os que escaparam do ano ruim de l958, nas andanças de peralta com meus contemporâneos pelas ruas, demos com o som da difusora em cantos fúnebres. A morte havia abatido o velho Marinheiro.

Meu avô, Chico Eloi, tangerino-mor de Marinheiro, durante todas as inclementes secas, principalmente, a seca de l958, conduzindo as grandes retiradas de gado para as serras paraibanas. morava em uma casa de taipa, “Chegara e dissera para minha avó.” Aninha, Marinheiro Morreu. nunca mais vai ter um homem que nem seu Marinheiro.” Foi um dia de juízo. As lágrimas de minha ancestral foram seguidas pelas de meu avô, pois, tinham com Marinheiro, uma resina de profunda amizade e confiança recíproca.

Marinheiro o maior empreendedor de todos os tempos de nossa terra. Milhares de hectares de terra, grande criador de gado vacum. Trazia as boiadas do Piauí, gado pé-duro, depois indu-brasil, gir. O maior plantador de algodão daquelas paragens. Usineiro, tinha unidades de beneficiamento de algodão em suas propriedades, na Cidade de São Bento (PB).

Mas, o “Véio Marinheiro”, como afetivamente era tratado pelos seus amigos e conterrâneos, tinha o tirocínio político, líder inconteste. Prefeito, Senador da República, não assumira o mandato, porque o amor pela sua “Esperas” era maior, declinou quando houve a vacância no Senado.
E mais grandiosa era seu amor por nossa Jardim. Que, aliás, foi o grande planejador da Jardim de hoje.

Solidário, mesmo com os adversários, se estes se encontrassem em dificuldade. 1935, interventoria de Mário Câmara, eleição transcorrendo. Tenente Oscar Mateus Rangel, (assassino de Otávio Lamartine), delegado regional para o Seridó, surrava os adeptos de Dinarte, José augusto. Piqueteava Caicó. Dinarte valeu-se de Marinheiro nas “Esperas”, e foi atendido. Marinheiro veio a Caicó, e inibiu a fúria daquele desvairado delinquente.

Não é tudo, o Velho Marinheiro é muito mais do que isso. Um coronel moderno, um patriarca que tinha zelo e cuidado com o seu povo.

Jair Eloi de Souza.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:08

Reprodução/Internet
Há 3.928 suspeitos e 2.838 descartados

ORio Grande do Norte possui 781 confirmados, 3.928 suspeitos, 2.838 descartados, 40 óbitos e 289 recuperados, segundo dados divulgados pela Secretária de Saúde Pública (Sesap), neste sábado (25).A Sesap informou que o boletim epidemiológico com o detalhamento de todas as informações será divulgado ainda na tarde deste sábado.

Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:04

Imagem: Pete Linforth/Pixabay

A Região Metropolitana de Patos já tem 14 casos confirmados de coronavírus, com 3 mortes. Até ontem (sexta-feira, 24), a Grande Patos tinha 11 casos, porém boletins divulgados neste sábado, 25, informaram 3 novos casos que surgiram em Patos.

Conforme levantamento realizado com base no boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES) neste sábado, 25, dois municípios apresentam casos confirmados na Grande Patos: Patos (11 confirmações, com 2 mortes) e Junco do Seridó (3 confirmações, com 1 morte).

Ranking na Paraíba

A Grande Patos ocupa a terceira posição no estado em quantidade de casos confirmados (anteriormente era a segunda). A Região Metropolitana de Campina Grande é a segunda na Paraíba, com 41 casos confirmados, sendo 39 em Campina Grande, 1 em Queimadas e 1 em Boqueirão.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:02

Foto: Borja Puig de la Bellacasa/La Moncloa/AFP

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou na noite deste sábado (25) que a partir de 2 de maio os cidadãos, há seis semanas submetidos a um confinamento rigoroso, poderão sair de casa para praticar esportes ou passear, se a epidemia continuar desacelerando.

Além disso, Sánchez anunciou que apresentará na terça-feira o plano de suspensão do confinamento que seu governo espera colocar em andamento a partir de meados de maio.

“Gostaria de anunciar que, se a evolução da pandemia continuar em um sentido positivo, […] a partir de 2 de maio será permitido sair para praticar atividades físicas individuais e passeios com as pessoas com as quais convivemos”, declarou durante um discurso na televisão.

A Espanha está desde 14 de março em um confinamento mais rígido do que o restante dos países europeus, que foi inclusive prolongado até 9 de maio.

Os adultos podem sair somente para trabalhar – no caso de não poderem trabalhar remotamente -, comprar comida, ir à farmácia, ao médico ou passear com o cachorro.

Sánchez, que mencionou nesta semana que a suspensão das medidas poderia ocorrer a partir de meados de maio e de forma progressiva, anunciou que na terça-feira apresentará o plano de ‘desconfinamento’.

O processo “será gradual, pois não vamos recuperar toda a mobilidade de uma só vez”, insistiu.

“Todas as atividades [econômicas] serão recuperadas em etapas e com limitações que vão mudando a cada avanço” no combate à epidemia, acrescentou, destacando que o desconfinamento será diferente dependendo da região.

A Espanha é o terceiro país do mundo mais afetado pela pandemia em número de mortes, atrás dos Estados Unidos e da Itália, com 22.902 mortos.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:01

O revés na economia provocado pela pandemia do novo coronavírus pode ser dimensionado, em Estados e Municípios, pela queda na arrecadação de impostos. Do dia 1º ao dia 20 de abril, a frustração de receitas oriundas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), recolhido pelo Governo do Estado, supera os R$ 53 milhões. No Município do Natal, a apuração do Imposto Sobre Serviços (ISS) acumula queda de R$ 2,47 milhões. Com isso, os entes enfrentarão ainda mais problemas para quitar folhas de pagamento de pessoal e dívidas com fornecedores. A situação, que já é difícil, tende a piorar ainda mais em maio.

“O recolhimento de abril de 2020 representa, na verdade, a atividade do mês de março, uma vez que o pagamento dos tributos sempre é feito no mês subsequente ao da prestação dos serviços. Dessa forma, temos a primeira quinzena no mês de março com atividades normais para o período. Já a arrecadação do mês de maio de 2020 terá o impacto real do isolamento social e da redução da atividade econômica”, destaca nota da Associação dos Auditores do Tesouro Municipal de Natal (ASAN) enviada com exclusividade à TRIBUNA DO NORTE.

Para continuar lendo é só clicar aqui: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/queda-na-arrecadaa-a-o-de-impostos-no-rn-supera-r-55-milha-es/478397

TRIBUNA DO NORTE

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2020
07:01

Com seis minutos de atraso, abatido e cabisbaixo, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro entrou pelo acesso direito do Auditório Tancredo Neves do Palácio da Justiça para encerrar 478 dias de sua participação no governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contados a partir do ato de sua nomeação, em 2 de janeiro de 2019.

A cena contrasta com a euforia do dia 1º de novembro de 2018, quando o então juiz da Lava Jato desembarcou no condomínio de Bolsonaro na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, para largar 22 anos de magistratura —cinco deles à frente da maior investigação de corrupção do país— e aceitar emprestar seu nome e sua imagem ao governo recém-eleito.

declaração de despedida, na última sexta-feira (24), durou 37 minutos e 55 segundos e foi seguida por uma salva de palmas de 44 segundos —mas não foi construída na véspera.

A decisão de sair do governo caso o presidente insistisse em interferir na Polícia Federal já estava tomada por Moro desde o fim de semana.

O ex-ministro da Justiça já havia avisado assessores e subordinados próximos, entre eles o próprio Maurício Valeixo, então diretor-geral da PF, que a interferência no órgão era uma linha intransponível e não aceitaria que o presidente a cruzasse.

No entanto, Moro já esperava que isso fosse acontecer.

Nas últimas semanas, em reação ao apoio do ex-juiz às medidas de isolamento social defendidas pelo então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Bolsonaro havia voltado a cobrar insistentemente a saída de Valeixo.

A cobrança se tornou assunto monotemático do presidente nas reuniões semanais entre ele e Moro às quintas-feiras no Palácio do Planalto.

O último encontro ocorreu às 9h de quinta (23), no gabinete da Presidência da República. Bolsonaro comunicou que trocaria Valeixo até o final da semana e avisou que definiria o substituto.

Moro tentou indicar o nome do delegado Disney Rosseti, da Diretoria Executiva, cadeira número 2 na hierarquia da corporação. Bolsonaro rejeitou. A conversa durou menos de dez minutos e, ao final, Moro pediu demissão.

No caminho do Planalto para o Palácio da Justiça, onde comunicou aos auxiliares que estava fora do governo, o ministro avisou a esposa, a advogada Rosangela Moro, da decisão. Ela ficou em Curitiba na semana passada. De longe, tentou monitorar, dar forças e consolar o marido nas últimas horas no cargo.

Em texto publicado nas redes sociais da advogada —enviado pessoalmente ao ex-ministro por WhatsAp—, Rosângela recorreu ao poema “Ausências”, de Vinícius de Moraes, para confortar Moro.

Os versos falam sobre o fim de um relacionamento. “Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces. Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto”, começa o poema.

Em outro trecho, Moraes diz: “Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados. Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada”.

O poema foi apagado das redes sociais de Rosângela logo após Moro fazer o pronunciamento em que anunciou os motivos da demissão. E foi justamente ao falar da família que o ministro embargou a voz uma única vez na saída do governo.

A última semana de Moro à frente do Ministério da Justiça foi marcada pelo autoisolamento.

O ex-ministro veio sozinho para Brasília. Nos últimos dias, andou mais calado e fechado do que de costume desde que entrou no governo.

Para alguns aliados, o comportamento dele nesses dias lembrou o do ex-juiz da Operação Lava Jato.
Um dos assessores que era da equipe da PF na época afirmou à Folha que Moro estava tão tenso quanto no dia da condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em março de 2016.

Na terça-feira (21), já em Brasília, Moro foi informado de que Bolsonaro iria colocá-lo contra a parede sobre a mudança na PF. Ele voltou a avisar a equipe que, ocorrendo isso, estaria fora.

Nos dias seguintes, o ministro recorreu a aliados, amigos e assessores para avaliar os prós e contras de um pedido de demissão e os impactos a sua imagem.

Moro tinha a preocupação de não passar a mensagem errada e a impressão de que estava abandonando o barco em meio à pandemia do novo coronavírus.

O ex-ministro queria ainda passar um recado sobre o seu futuro, deixando em aberto que poderia voltar a trabalhar pelo Brasil. Moro é, a todo momento, lembrado como um possível presidenciável em 2022, apesar de sempre negar a intenção de ser candidato.

Antes mesmo de formalizar a saída, na quinta-feira, o ex-ministro foi sondado por governadores e também pela iniciativa privada. Moro disse a interlocutores que, por ora, só queria voltar para casa em Curitiba e descansar ouvindo Fagner, seu cantor favorito.

Na véspera da demissão, o ex-ministro orientou assessores próximos que copiassem arquivos pessoais em seus computadores e em seus celulares funcionais. E deixou o prédio por volta das 19h após receber ministros militares do governo que tentaram dissuadi-lo da decisão.

Moro passou a noite de quinta-feira sozinho em casa acompanhando o noticiário e trocando impressões com assessores por telefone.

Ele também recebeu uma ligação de Maurício Valeixo confirmando que a sua exoneração sairia no dia seguinte.

A decisão de Bolsonaro pôs fim a uma relação marcada por altos e baixos.

O primeiro encontro entre os dois ocorreu em 2017 e, na verdade, foi um desencontro. Em março daquele ano, o então juiz ignorou Bolsonaro no aeroporto de Brasília.

O presidente, então deputado federal, bateu continência e tentou cumprimentá-lo. Moro acenou com a cabeça, falou “tudo bem” e virou as costas.

Em 2018, após a ida do juiz ao Rio de Janeiro, Bolsonaro por mais de uma vez declarou que o futuro ministro teria “total liberdade” para escolher o primeiro, o segundo e o terceiro escalões da pasta.

A promessa durou pouco. Em fevereiro de 2019 veio o primeiro veto de Bolsonaro ao ex-ministro.

Moro foi obrigado a revogar a nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária após repercussão negativa entre bolsonaristas.
Alguns meses depois, em agosto, sem o conhecimento da cúpula da PF, Bolsonaro anunciou a troca do superintendente do órgão no Rio de Janeiro e houve reação na cúpula da corporação.

Diante da resposta negativa, o presidente recuou momentaneamente, mas começou a pedir a cabeça de Valeixo.

Bolsonaro também transferiu o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). O órgão produziu relatório que levou a investigações sobre a “rachadinha” no gabinete de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), senador e filho do presidente, quando era deputado estadual no Rio.

Em janeiro deste ano, o presidente tentou novamente tirar o diretor-geral da PF e diminuir o poder de Moro.

Bolsonaro afirmou que pensava em dividir as atribuições do Ministério da Justiça, recriando a pasta da Segurança Pública. Porém, recuou após repercussão negativa.

O último capítulo da aliança aconteceu na sexta-feira.

Após ser chamado de mentiroso por Bolsonaro, Moro divulgou troca de mensagens entre os dois na qual mostra a tentativa do presidente de interferir na PF.​

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio