
O avanço das águas do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) em direção ao Rio Grande do Norte alcançou, nesta quarta-feira 13, o município de São Bento, no sertão paraibano. Nos próximos dias, a água deve chegar ao território potiguar, beneficiando milhares de moradores do semiárido, incluindo municípios que enfrentam histórico de escassez hídrica. As medições feitas pelos técnicos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) apontaram uma elevação de 4 centímetros do nível do Rio Piranhas.
É a primeira vez que a água do PISF chegará, de forma regulamentada, ao semiárido potiguar. O processo de vazão começou na última terça-feira , a partir da Estação de Bombeamento EBI-1, no município de Cabrobó (PE), passando pela estrutura de controle da Barragem Caiçara, em Cajazeiras (PB). Na quarta-feira 6, o percurso seguiu pela Barragem Engenheiro Avidos e, na sexta-feira 8, pela Barragem de São Gonçalo, em Sousa (PB). Na terça-feira 12, a água alcançou os municípios de Pombal e Paulista, no norte da Paraíba.
Após São Bento, a água seguirá rumo à divisa com o Rio Grande do Norte e deve chegar no município de Jardim de Piranhas, já em solo potiguar, na sexta-feira 15. Depois, a água será destinada aos principais reservatórios do estado: a Barragem de Oiticica, em Jucurutu, com capacidade de 742 milhões de metros cúbicos, e a Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, o maior reservatório do Rio Grande do Norte, com capacidade de 2,4 bilhões de metros cúbicos, localizado na bacia hidrográfica do rio Piranhas-Açu, nos municípios de Itajá, São Rafael e Jucurutu. Com a chegada da água nesses açudes, estima-se que milhares de pessoas serão beneficiadas, fortalecendo atividades econômicas locais e promovendo maior segurança hídrica para o estado.

CNN – A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou nesta quarta-feira (13), de forma simbólica, a realização de uma diligência na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar desde a semana passada. A iniciativa foi proposta pela presidente do colegiado, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF). A parlamentar é ex-ministra do governo de Bolsonaro e aliada do ex-chefe do Executivo. O objetivo da visita, segundo ela, é “verificar as condições em que se cumpre a medida de prisão domiciliar” e o respeito aos “direitos assegurados a toda pessoa submetida à restrição de liberdade”. A prisão domiciliar de Bolsonaro foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), no último dia 4. Desde então, o ex-presidente já teve visitas de familiares e aliados permitidas. Na terça-feira (12), também foi autorizado a deixar a casa para fazer exames médicos em um hospital particular de Brasília. “Diante do elevado interesse público e do papel institucional desta comissão na defesa das garantias individuais, a presente visita se justifica como ato legítimo de fiscalização, voltado à preservação dos direitos assegurados a todos os cidadãos brasileiros, independentemente de sua condição política ou jurídica”, justificou Damares no requerimento. 










