25/09/2015
08:07

Sem conseguir chegar a um acordo com o PMDB, a presidente Dilma Rousseff adiou para a próxima semana o anúncio da reforma ministerial. Em nota divulgada no início da noite desta quinta-feira, o governo afirma que “alguns dos partidos que integram a base aliada solicitaram o adiamento do anúncio da nova composição ministerial, para que mais consultas possam ser realizadas”. O texto ainda diz que “o objetivo é realizar uma reforma administrativa que amplie a eficiência e a boa gestão dos recursos públicos, bem como assegure a estabilidade política e econômica do Brasil”. Dilma embarcou às 18h45 para Nova York, onde vai participar da 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU.

Desde o início da semana, a presidente vinha conversando com os principais nomes do PMDB e do PT na tentativa de anunciar as reformas antes de viajar. Porém, impasses com o PMDB dificultaram as negociações, e a presidente não conseguiu dividir as vagas entre as indicações feitas pelas bancadas do partido no Senado e na Câmara e a cota do vice-presidente Michel Temer.

As dificuldades, segundo interlocutores, é a saída dos ministros Eliseu Padilha e Henrique Alves, hoje, ambos da cota pessoal de Michel Temer. Deputados do partidos afirmam, no bastidores, que não são contrários a que Padilha e Henrique permaneçam, mas como indicações da bancada da Câmara não.

O fato é que a bancada do PMDB na Câmara, recebeu a promessa de que poderia indicar nomes para dois ministérios e não se convenceu a incluir a manutenção de Henrique Alves (Turismo) e Eliseu Padilha (Aviação Civil) nessa cota, contudo, a Presidente Dilma, comunicou ao líder dos partidos deputado Leonardo Picciani (RJ) e senador Eunicio Oliveria (CE), que o vice-presidente Michel Temer, quer a permanência de Henrique e Padilha nos ministérios, foi quando o impasse se generalizou e a presidente teve que viajar remarcando a data do anuncio.

Não custa lembrar, que a bancada do PMDB que não referenda a permanência de Henrique Alves, é a que ele foi líder por mais de 6 anos e Presidente da Câmara até janeiro de 2015.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2015
08:04

O Desembargador Cornélio Azevedo deferiu liminar suspendendo a investigação referente a operação Dama de Espadas.

Segue despacho do Des. Cornélio:

“Pelo exposto, DEFIRO o pedido liminar pleiteado, para, nos termos do art. 272, II, do RITJRN, determinar a suspensão: i) dos processos judiciais ns. 0000773-30.2011.8.20.0001 (Pedido de Quebra de Dados e/ou Telefônico), 0108248- 06.2015.8.20.0001 (Pedido de Busca e Apreensão Criminal – Peculato) e 0108249-88.2015.8.20.0001 (Pedido de Prisão Preventiva)”

Mais informações em instantes

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2015
07:55

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MP/RN) em Caicó enviaram uma recomendação à Caern para que a companhia suspenda a venda avulsa de água nos pontos de captação localizados na cidade e direcione todo volume para a rede pública de abastecimento. O argumento do MP/RN é de que os donos de carros-pipa revendem o produto por um valor 10 vezes maior que o normal.

O MPF informou que “isso tem gerado uma intensa demanda por parte da população e donos de carros-pipa chegam a cobrar entre R$ 20 e R$ 40 por metro cúbico de água, enquanto pagam à Caern R$ 4 pela mesma quantidade. Informações da companhia dão conta de que 1,17 milhão de litros foram vendidos a compradores particulares avulsos, somente nos primeiros 21 dias deste mês”.

Segundo o  MPF, “hoje a venda avulsa ocorre sem controle sobre quantidade ou destinação, geralmente a donos de carros-pipa, e parte chega a ser revendida à população que sofre com o rodízio no abastecimento da Caern.

Conforme a recomendação conjunta, a venda para esses compradores particulares deverá ser suspensa enquanto a concessionária não for capaz de atender suficientemente a rede doméstica de usuários.

O pedido leva em conta a prioridade que deve ser dada ao consumo humano, na utilização da água, e a situação atual dos principais reservatórios do estado, cujos volumes se encontram muito abaixo do normal. É o caso da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, Açude Gargalheiras, Açude Itans.

O documento encaminhado à Direção, à Gerência Regional e à chefia do escritório da Caern em Caicó estabelece um prazo de dois úteis, a contar de seu recebimento, para que os representantes da companhia informem as medidas adotadas. O Ministério Público quer a suspensão da vigência de parte da Resolução 05/2013-D, no trecho que autoriza a venda de água avulsa para particulares.

O MP informa que uma vistoria realizada pelo procurador da República Bruno Lamenha, que assina a recomendação junto com o representante da 3ª Promotoria de Justiça de Caicó, constatou que a venda avulsa de água a particulares é feita sem limite da quantidade e independente da destinação. Essa água, comprada pelos “pipeiros”, chega a ser revendida a moradores que estão sem abastecimento direto da Caern, por preços até dez vezes maior.

Mossoró Hoje.

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2015
07:52

Os mais de 6 mil servidores da Prefeitura de Mossoró correm risco de não receber salários com aumento no final do mês de setembro devido ao veto do vereador Lairinho Rosado, do PSB, líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Mossoró, nesta quarta-feira, 23. O veto tira de circulação quase meio milhão de reais da economia mossoroense.

Depois de quase 3 meses em greve, os servidores públicos de Mossoró, através do sindicato da categoria, aceitaram a proposta do Poder Executivo, fechando acordo para encerrar a greve mediante 6,43% de aumento em cima do salário que o servidor recebe.

Segundo o Palácio da Resistência, são quase 6 mil servidores no município que iriam receber o benefício, que somados passa de R$ 400 mil. Entretanto, para que este aumento seja concedido, primeiro é preciso que a Câmara Municipal aprove a lei.

O projeto foi protocolado na Câmara. Porém não havia tempo hábil para ser aprovado e o executivo pagar o aumento dos servidores logo na folha de setembro. A saída, segundo líder da situação na Câmara, o vereador Soldado Jadson, era tramitar em regime de urgência.

Mossoró Hoje.

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2015
07:45

AB – Mesmo após o encerramento do julgamento e com decisão proibindo a doação de empresas a partidos políticos, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ainda divergem sobre o início de vigência da proibição.

Para o ministro Ricardo Lewandowski, a decisão é válida a partir da data da sessão que votou a matériaArquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil
Para o ministro Ricardo Lewandowski, a decisão é válida a partir da data da sessão que votou a matériaArquivo/Tânia Rêgo/Agência Brasil

 

Depois da sessão plenária de hoje (24), o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, informou que a decisão é válida a partir da data da sessão que votou a matéria.

“O que posso afirmar é que a ata da sessão que trata do tema foi aprovada por unanimidade, já está sendo publicada e o que decidimos naquele momento foi que a decisão valeria a partir da própria sessão, independentemente da publicação do acórdão. Não houve modulação”, afirmou Lewandowski.

Perguntado se as empresas já estariam proibidas de doar para partidos, o presidente foi evasivo. Disse apenas que “essa é uma interpretação que aqueles que vão ler a ata poderão fazer”. A ata do julgamento diz que “[…] a decisão aplica-se às eleições de 2016 e seguintes, a partir da sessão de julgamento, independentemente da publicação do acórdão”.

Pela manhã, durante sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Dias Toffoli, que também preside o TSE, afirmou entender que a proibição só poderia valer a partir de 2016, uma vez que 2015 começou com uma regra e deveria terminar sem mudanças.

“Temos de dar uma disciplina a respeito disso. Se o exercício financeiro se iniciou sobre determinada regra, penso que deve terminar sobre essa determinada regra. Depois, se alguém entender que não é adequado, que vá ao Supremo”, acrescentou Toffoli.

No início da semana, o ministro Gilmar Mendes, que também integra os dois tribunais, disse que uma votação seria necessária para definir o início da vigência da proibição. “Pelo que entendi do que está proclamado, quer dizer que a decisão tem efeito para o futuro. Para isso, precisamos de oito votos se quisermos seguir o que está escrito na lei.”

Mendes acrescentou que, caso não haja votação sobre a vigência, a proibição teria valor retroativo e “todas as eleições realizadas no Brasil são nulas”. “Por isso, é importante que haja segurança jurídica nesse tema. A questão terá de ser aberta em algum momento para esclarecer”, concluiu.

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2015
07:43

Notícias ao Minuto – Integrantes da bancada do PMDB da Câmara ficaram “revoltados” com o programa que o partido irá levar ao ar na noite desta quinta-feira, 24, em cadeia nacional de rádio e TV. O motivo do descontentamento foi a exclusão de maioria dos deputados. No programa são realizados depoimentos de 50 integrantes da legenda, que vão desde o vice-presidente da República, Michel Temer, a deputados federais.

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“Colocaram até esse Moreira Franco que não é mais p… nenhuma. Aparece na propaganda para envergonhar o partido. Não informaram nada. Isso foi feito de forma ditatorial. Tem mais de 30 deputados descontentes”, disparou o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA).

Segundo o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), ele foi procurado nesta quinta-feira logo após a divulgação do programa nas redes socais por “dezenas” de integrantes da bancada, questionando o critério feito para a definição de quem iria participar.

Previsto para ir ao ar nesta noite, o programa partidário do PMDB foi montado com base na polêmica frase do vice-presidente da República, Michel Temer, de que “é preciso alguém para reunificar o País”. Intitulado “É hora de reunificar os sonhos”, o programa afirma que a “sociedade está angustiada à espera de soluções, cansada de sempre pagar a conta”. “É hora de deixar estrelismos de lado, é hora de virar esse jogo, é hora de reunificar os sonhos”, diz a apresentadora na abertura da propaganda. Desde a declaração, feita pelo vice em agosto, Temer passou a ser visto com desconfiança pelo Palácio do Planalto. Logo depois, ele deixou a função de articulador político do governo.

“Esse programa foi brifado naquele momento, com aquela frase. Mas tem que ser dito que não é um programa de oposição ou de governo, é da atual situação do País”, afirmou à reportagem o marqueteiro do PMDB, Elsinho Mouco.

O programa, de 10 minutos, tem a participação de 50 integrantes do partido. Na peça, um mosaico inicialmente formado por dezenas de peemedebistas se transforma, ao final, no rosto de Temer, o primeiro a falar. “A ideia do jogo de imagens é mostrar que o vice-presidente, Michel Temer, está prestigiado internamente, está protegido e que ele busca a união”, afirmou Mouco. Com informações do Estadão Conteúdo.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
11:25

DO

A titulo de esclarecimento, o governador do estado recebe hoje R$ 21.900,00 enquanto um desembargador do estado tem vencimento de R$ 30.000,00

Os ex-governadores têm direito, agora em tempos modernos, fica difícil defender a legalidade desses salários e principalmente o “reajuste” previsto por lei que o governo foi obrigado a conceder

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:51

O Plenário da Câmara aprovou, quarta-feira (23/9), o Projeto de Lei 2826/15, do deputado Goulart (PSD-SP), que torna válidas as permissões de agências lotéricas prorrogadas pela Caixa Econômica Federal em 1999. O texto, um substitutivo da Comissão de Finanças e Tributação, será votado ainda pelo Senado.
De acordo com a proposta do relator, deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), todas as permissões outorgadas pela Caixa até 15 de outubro de 2013 são validadas e terão direito à prorrogação automática por 20 anos, conforme previsto na Lei 12.869/13.
Licitações
A polêmica começou em abril de 2013, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) publicou o acórdão 925/13, que determina à Caixa a realização de licitação para as 6.310 agências lotéricas envolvidas nessa prorrogação em 1999. A licitação passou a ser exigida pela Lei 8.987/95. Desde 1999, o banco já licitou mais outras 11 mil agências lotéricas.
“Como a Lei 12.869/13 surgiu em outubro de 2013, após o acórdão do TCU, ele não mais é aplicável e, desse modo, não devem prosperar as iniciativas da Caixa de licitar os contratos em questão”, afirmou o deputado Beto Mansur (PRB-SP), que foi autor do projeto de lei do qual originou essa lei.
A Lei 12.869/13 disciplina os critérios para a contratação e remuneração de permissionários lotéricos por meio de licitação.
O substitutivo aprovado também cancela os efeitos dos atos da Caixa referentes às licitações exigidas pelo TCU por meio do acórdão.
Os deputados envolvidos ao tema desistiram de votar projetos de decreto legislativo que suspendiam esse acórdão do tribunal de contas devido à dúvida jurídica sobre a possibilidade de o Legislativo suspender atos do TCU.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:27

Por Estadão Conteúdo

Lula diz que apoios mudaram de lado (Foto: Agência Brasil)
(Foto: Agência Brasil)

Em reunião que durou cinco horas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aconselhou na quarta-feira, 23, a presidente Dilma Rousseff a atender a todos os pedidos do PMDB, mesmo que para isso tenha de desidratar o PT na reforma ministerial. “É melhor perder ministérios do que a Presidência”, disse Lula, segundo relato de ministros do PT que participaram da conversa, no Palácio da Alvorada.

A portas fechadas, o ex-presidente avaliou que a estratégia montada para atrair os aliados rebeldes, entregando o Ministério da Saúde – hoje com o PT – à bancada do PMDB na Câmara deu fôlego para Dilma barrar pedidos de impeachment no Congresso.

Além disso, para não contrariar nenhuma ala do PMDB, Dilma cogita deixar de lado a fusão das Secretarias de Portos e Aviação Civil. Com isso, o partido poderá ficar com seis ministérios, e não mais cinco, como previsto inicialmente.

O favorito para Saúde é o deputado Manoel Júnior (PB), homem da confiança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Nessa nova configuração, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, deve permanecer no cargo e Helder Barbalho, hoje na Secretaria da Pesca, pode ser deslocado para Portos. A Pesca será abrigada no Ministério da Agricultura.

Lula e o vice-presidente Michel Temer sugeriram a Dilma que não deixasse “na chuva” o filho do deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) para não criar novo foco de rebelião. Os ministros Eduardo Braga (Minas e Energia) e Kátia Abreu (Agricultura) continuam em seus postos. Henrique Eduardo Alves (Turismo), também ligado a Cunha, deve seguir no posto.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:21

Tuca Vieira/FolhaPara Fernando Henrique Cardoso, o esforço do PSDB para prejudicar Dilma Rousseff deveria ter pelo menos dois limites: a coerência e o interesse público. FHC abespinhou-se com os tucanos que votaram a favor da derrubada do veto de Dilma ao projeto que acabava com o fator previdenciário —uma ferramenta criada no governo do PSDB, para retardar as aposentadorias e atenuar o déficit da Previdência. “Na minha opinião, nós temos que pensar no futuro do país”, disse o sábio da tribo tucana. “Há outras matérias que você pode votar contra.”

Para derrubar o veto de Dilma, a oposição precisava de 257 votos. Obteve apenas 205, dos quais 50 vieram da bancada federal do PSDB. Entre os tucanos presentes à sessão que terminou na madrugada de quinta-feira, apenas um votou a favor da manutenção do veto de Dilma, como queria FHC. Chama-se Samuel Moreira (SP).

Numa conta feita pelo governo, a eventual derrubada do veto referente ao fator previdenciário elevaria as despesas da já deficitária Previdência em R$ 883 bilhões. FHC já havia criticado os tucanos por ajudar a aprovar a proposta que Dilma vetou. Disse que o gesto “abalava o prestígio” do PSDB e agravava o quadro de deterioração fiscal do governo.

UOL

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:13

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MP/RN) em Caicó enviaram uma recomendação à Caern para que a companhia suspenda a venda avulsa de água nos pontos de captação localizados na cidade e direcione todo volume para a rede pública de abastecimento. Hoje a venda avulsa ocorre sem controle sobre quantidade ou destinação, geralmente a donos de carros-pipa, e parte chega a ser revendida à população que sofre com o rodízio no abastecimento da Caern.

Conforme a recomendação conjunta, a venda para esses compradores particulares deverá ser suspensa enquanto a concessionária não for capaz de atender suficientemente a rede doméstica de usuários. O pedido leva em conta a prioridade que deve ser dada ao consumo humano, na utilização da água, e a situação atual dos principais reservatórios do estado, cujos volumes se encontram muito abaixo do normal.

O documento encaminhado à Direção, à Gerência Regional e à chefia do escritório da Caern em Caicó estabelece um prazo de dois úteis, a contar de seu recebimento, para que os representantes da companhia informem as medidas adotadas. O Ministério Público quer a suspensão da vigência de parte da Resolução 05/2013-D, no trecho que autoriza a venda de água avulsa para particulares.

Uma vistoria realizada pelo procurador da República Bruno Lamenha, que assina a recomendação junto com o representante da 3ª Promotoria de Justiça de Caicó, constatou que a venda avulsa de água a particulares é feita sem limite da quantidade e independente da destinação. Essa água, comprada pelos “pipeiros”, chega a ser revendida a moradores que estão sem abastecimento direto da Caern, por preços até dez vezes maior.

Rodízio – De acordo com o escritório local da concessionária, Caicó se encontra atendida atualmente apenas pelo açude Itans, que no momento conta com 3% de sua capacidade máxima. Isso tem levado a um “severo sistema de rodízio”, com localidades passando mais de 10 dias sem água na rede doméstica.

Isso tem gerado uma intensa demanda por parte da população e donos de carros-pipa chegam a cobrar entre R$ 20 e R$ 40 por metro cúbico de água, enquanto pagam à Caern R$ 4 pela mesma quantidade. Informações da companhia dão conta de que 1,17 milhão de litros foram vendidos a compradores particulares avulsos, somente nos primeiros 21 dias deste mês.

Desde o início de setembro a adutora Manoel Torres (que recebe água do Rio Piranhas-Açu para atender os municípios de Caicó, São Fernando, Timbaúba dos Batistas e Jardim de Piranhas) não alcança o nível mínimo operacional para captação, devido “à longa estiagem e à falta de planejamento dos entes públicos”, reforça o MPF e o MP/RN.

Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República no RN

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:07

Foto: Cedida

 

O delegado regional Sandro Reges, de Patu, iniciou as oitivas das pessoas que testemunharam a execução do vereador Alexandrino  Suassuna Barreto Filho, o Xanxam, de 47 anos, por volta das 19h de domingo, no bairro Nova Brasília, do município de Patu.

As testemunhas relataram o que a imprensa já divulgou, ou seja, que a execução foi feita por dois homens usando revolveres calibre 38. Eles se aproximadamente rapidamente da vítima, que estava acompanhado com a mulher e filho, e abriram fogo, matando-o no local.

Os atiradores fugiram em motos. Eles não usavam capacetes, entretanto, as testemunhas afirmaram que tudo aconteceu muito rápido e que todos se preocuparam em correr e se proteger e não viram o rosto dos atiradores, nem mesmo a família da vítima.

“Não vi nada”, diz a mulher de Xanxam Suassuna, Crizialina Figueredo Rezende, em contato com o MOSSORÓ HOJE. Ela contou que desceu do carro com os filhos e entrou na churrascaria e quando ouviu os tiros e perceberam que o alvo era o marido dela Xanxam Suassuna.

Ainda conforme Crizialina Figueredo, quando aconteceu o ataque, a primeira preocupação foi procurar os filhos para protege-los e quando correu para a parte a externa já encontrou o marido inerte. “Fiquei desesperada, com muito medo”, diz.

Crizialina Figueredo já foi interrogada pelo delegado Sandro Reges, assim como várias outras testemunhas. Para a Policia Civil, assim como todos os crimes com características de pistolagens que são realizados na região, o trabalho é dificultoso.

Isto porque o escaneamento do local do crime é muito frágil, os depoimentos não ajudam e a família fica naturalmente assustada. Inicialmente o prazo para concluir as investigações e enviar o processo a Justiça é 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
08:02

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) defendeu, durante ato das educadoras e dos educadores da reforma agrária, realizado nesta quarta-feira (23), em Brasília, mais escolas no campo e uma educação pública de qualidade.
“Pátria Educadora não rima com fechamento de escolas no campo. Pátria Educadora não rima com cortes na educação.  Pátria Educadora rima com aquilo que aprovamos no novo Plano Nacional de Educação (PNE), com a destinação de 10% dos recursos do PIB em educação, dos royalties do petróleo e do pré –sal, para o setor”, disse.
A manifestação reuniu mais de 1500 trabalhadores de todo país. Os educadores criticaram o fechamento das escolas no campo e a influência do capitalismo dentro da educação pública brasileira. O ato começou no Ministério da Educação e terminou no Ministério da Fazenda.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
07:59

A senadora Fátima Bezerra e o deputado Beto Rosado participaram de uma reunião com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior. Ao lado dos secretários estaduais de Recursos Hídricos, Mairton França e Agricultura, Haroldo Abuana Osório. Eles apresentaram um plano detalhado de resposta à seca, com ampliação da operação carro-pipa, perfuração de poços e distribuição de forragem.

Segundo a senadora, o secretário ficou de encaminhar as demandas apresentadas para o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, afim de dar andamento ao pleito. “Esperamos que o plano de trabalho apresentado pelo Estado seja analisado com a devida atenção e tenhamos respostas positivas. Neste momento, é crucial fortalecer a parceria entre estados, municípios e governo federal diante do drama da seca vivida em nosso país”.

Para o deputado Beto Rosado, se aprovado, o plano deve garantir atendimento emergencial por um período de seis meses, com a perspectiva de que volte a chover em março de 2016. “Atualmente, 18 cidades do estado já estão sem água na zona urbana. Em Pau dos Ferros, por exemplo, quase todo o abastecimento se dá por carro-pipa, daí a necessidade da aprovação desse plano pelo Ministério da Integração”, concluiu.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2015
07:55

Do Congresso em Foco – Enquanto transcorria a sessão que levou à manutenção de 26 vetos da presidenta Dilma Rousseff, em sessão deliberativa da Câmara que adentrou a madrugada desta quarta-feira (23), um deputado do PMDB dividia as atenções no cenário político em Brasília. Em seu terceiro mandato consecutivo, Manoel Júnior (PMDB-PB) saiu do relativo anonimato em nível nacional e, de um dia para o outro, é o mais cotado para assumir o Ministério da Saúde, em substituição a Arthur Chioro. Nesta pequena entrevista concedida ao Congresso em Foco, ele diz estar pronto para o desafio.

Quase ministro: deputado diz que PMDB quer ajudar o governo e o país
Quase ministro: deputado diz que PMDB quer ajudar o governo e o país

“Pronto porque ofereci o meu nome. Mas aguardo respeitosa e democraticamente a decisão”, declarou há pouco à reportagem, no espaço entre o plenário e a Presidência do Senado, depois de ser cumprimentado por dois senadores, um deles do PMDB, e chamado de “ministro”.

Membro titular da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, Manoel Júnior é um dos quatro nomes levados a Dilma pelo líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), para a iminente reforma ministerial estudada pelo governo. Como o Congresso em Foco mostrou em primeira mão em 24 de junho, o partido terá candidato próprio à sucessão de Dilma, decisão que deve ser confirmada no próximo congresso da legenda.

Instado a comentar a natureza do apoio de seu partido para a sessão dos vetos, como este sitetambém mostrou ontem, Manoel Júnior adotou discurso de aliado em um partido rachado – com integrantes favoráveis inclusive ao impeachment de Dilma, como Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Darcísio Perondi (PMDB-RS). “O PMDB tem tido posições importantes na hora em que o país precisa. E foi dessa forma que agiu a bancada, ontem [terça, 22], de forma extremamente madura, decidida e discutida”, declarou.

Publicado por: Chico Gregorio