27/04/2016
06:55

reher Divulgação

Para escapar de uma alta inevitável de impostos neste primeiro momento, o grupo que apoia o vice-presidente Michel Temer vai insistir na proposta de desvincular benefícios – incluindo os da Previdência – dos reajustes concedidos ao salário mínimo.

A aprovação dessa medida, impopular, mas necessária, segundo conselheiros do vice, seria possível graças a uma “onda” receptiva do Congresso às propostas de um eventual governo Temer para solucionar a crise brasileira.

A ideia é acabar também com as vinculações constitucionais, como gastos obrigatórios com saúde e educação, que engessam o Orçamento federal.

A avaliação é de que esse caminho é mais viável do que a elevação de tributos num momento de recessão da economia. Segundo os assessores de Temer, agora é hora de cortar despesas, em vez de aumentar as receitas.

A adoção dessas medidas seria uma forma de sinalizar ao mercado que um eventual governo do vice estaria preocupado em resolver a questão fiscal pela via das despesas. Temer também se comprometeria com uma reforma mais estruturante, dos gastos da Previdência Social.

Interlocutores de Temer reconhecem, porém, que é quase impossível resolver o rombo das contas públicas sem mexer, mais adiante, na carga tributária. O diagnóstico agora é de que a elevação de tributos aumentaria a inadimplência.

Segundo técnicos do governo, o quadro fiscal tende a piorar porque o déficit de R$ 96,6 bilhões previstos para este ano conta com recursos que, já se sabe, não se realizarão, como a CPMF e outras receitas extraordinárias.

A arrecadação com o fim da isenção da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para eletrônicos está abaixo do esperado. A aposta para melhorar um pouco a situação fiscal continua sendo a arrecadação com repatriação de divisas.

O governo espera R$ 35 bilhões, mas ainda há muita incerteza. O grupo de Temer aposta nos recursos da repatriação para reforçar os cofres públicos e melhorar a situação no segundo semestre.

Fonte Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


27/04/2016
06:50

Jose Agripino, Henrique Alves, Carlos Eduardo e Felipe Maia

O prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) poderá contar, nas eleições deste ano, em que tentará se reeleger para um quarto mandato de prefeito de Natal, com o apoio de dois políticos que estão sob o foco de investigações do Ministério Público e na mira de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeitas de corrupção.

O ex-ministro do Turismo Henrique Alves (PMDB) e o presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia, são alvo de investigação dentro da Operação Lava Jato e objeto de inquérito no STF, respectivamente. No caso de Agripino, seu filho, o deputado federal Felipe Maia (DEM) e mais 14 pessoas também são investigados. Nesta semana, o STF autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal dos investigados.

Henrique e Agripino, tudo indica, caminham para apoiar a candidatura à reeleição do atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, que até agora não se pronunciou a respeito da situação dos aliados. O apoio à reeleição de Carlos Eduardo é visto, por Henrique, como uma retribuição a 2014. Na eleição passada, o pedetista apoiou o primo, o então presidente da Câmara Federal, na disputa pelo governo do Estado.

Agripino, por sua vez, reforçou o palanque de Henrique ao lado de Carlos Eduardo Alves. Agora, poderá também reforçar o palanque do prefeito, já que o DEM não deverá apresentar candidatura própria e o apoio da legenda a uma eventual candidatura do PSDB estaria cada vez mais distante, já que os tucanos do RN pretendem realizar voo solo em 2018 disputando o Senado, o que contraria os interesses do DEM no estado.

Fonte Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


27/04/2016
06:48

Por: Folha de S.Paulo

Antônio Cláudio Mariz

Favorito para ser ministro da Justiça de Michel Temer (PMDB), o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira critica a delação premiada e diz que a Polícia Federal deve ter outros focos além do combate à corrupção.

À Folha ele confirmou ter conversado com o vice-presidente sobre a possibilidade de ocupar o cargo.

“Falamos sim, de um modo geral. Ele perguntou alguma coisa, eu disse o que achava”, relatou o criminalista, amigo do peemedebista há décadas. Ele afirma que aceitará se “contornar os problemas do escritório” que mantém em São Paulo, mas já fala como futuro ministro.

Mariz é advogado do empresário Lúcio Bolonha Funaro, suspeito de ter pago despesas do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e foi o responsável pela defesa do ex-vice-presidente da Camargo Corrêa Eduardo Leite. O executivo contratou um novo advogado para firmar acordo de delação. Após a assinatura, Mariz deixou o cliente.

O advogado não vê conflitos entre sua atuação profissional e a possibilidade de ocupar a pasta responsável pela operação.

“O que eu, ministro, posso fazer com a Lava Jato? Ligar para [o juiz] Sergio Moro e dizer: ‘Olha, não faça isso, não faça aquilo’? Ele me dá voz de prisão em flagrante”, disse.

Em janeiro, Mariz fez parte do grupo de advogados que assinou manifesto crítico à operação que investiga o esquema de corrupção da Petrobras.

O texto comparava a Lava Jato a “uma espécie de Inquisição” e à ditadura militar.

Quatro meses depois, o criminalista mantém suas críticas ao instrumento da delação, cerne da Lava Jato.

“Sou contra a delação nesses termos e, especialmente, a delação do preso. Quem está detido não tem vontade, a vontade é sair da cadeia. A lei fala efetividade e voluntariedade [do acusado]”, disse.

O advogado também faz um paralelo entre a delação e a tortura: “Na tortura, fala-se mais depressa porque a pessoa está apanhando, mas fala. Na delação, demora mais um pouco, mas acaba falando também. Não fala o Marcelo Odebrecht, que é uma coisa excepcional”, criticou. Odebrecht, preso desde junho de 2015, passou a negociar delação recentemente após meses negando.

O criminalista diz, porém, ser favorável à delação “desde que ela se adapte ao Judiciário brasileiro”.

“A delação é um instituto do direito americano. De repetente está sendo aplicada no Brasil sem processo. Faz-se a delação, o Ministério Público aceita, toma [os depoimentos] por tema, a PF também faz o mesmo, o juiz homologa e acabou o processo”.

Criminalista há 40 anos, Mariz foi secretário de Justiça e da Segurança Pública nos anos 1990 (governo Orestes Quércia) e presidente da OAB-SP.

Publicado por: Chico Gregorio


27/04/2016
06:46

Por: Notícias ao Minuto

Dilma e Lula

A proposta de eleições presidenciais antecipadas vem sendo debatida entre Dilma Rousseff, ministros de seu governo, parlamentares do PT e de outros partidos. Nesta semana, o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) definiu emissários para dialogar com ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a proposta de antecipação das eleições presidenciais.

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, magistrados consideram que a proposta pode ser inconstitucional. A tramitação no Congresso Nacional poderia até ser interrompida pela corte se ela fosse provocada por alguma medida judicial.

No entanto, Temer está preocupado e incomodado com a hipótese das “Diretas Já” e chegou a dizer que a tentativa de antecipar as eleições seria um “golpe”.

A publicação destaca que o peemedebista não está preocupado com a possibilidade de ser cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como resultado de investigação feita contra a campanha de Dilma e o vice. Temer acredita que, se Dilma for afastada de vez do cargo, a corte declarará o tema prejudicado e irá arquivar o processo.

As novas eleições prevêem que Dilma proponha a redução de seu próprio mandato e eleições presidenciais para este ano.

Segundo a coluna, Dilma e Lula discutiram as “Diretas Já!” juntamente com movimentos sociais em Brasília. O MTST é a favor, mas a CUT e MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra) são contra a proposta.

Vagner Freitas, presidente da CUT, acredita que as novas eleições, em que Dilma admitiria sair da Presidência por iniciativa própria antes de 2018, legitimaria o impeachment, por eles definido como “golpe”. Já Guilherme Boulos, do MTST, defendeu que ela convoque eleições já para o mês de julho.

Lula e os ministros Jaques Wagner, da Casa Civil, e Ricardo Berzoini, da Secretaria de Governo, também são a favor das “Diretas”.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
11:01

para bacurauO governador Robinson Faria ao nomear a Diretora da Regional de Saúde, seguindo

uma indicação do deputado Vivaldo Costa, vai mostrando a seus antigos aliados como o vereador Nildson Dantas, que seu projeto político em Caicó para este ano, será em apoio ao candidato apresentado por Vivaldo Costa  a prefeito.

Havia uma esperança do presidente da Câmara municipal Nildson Dantas com seu grupo político de que o

governador em um gesto de gratidão poderia apoiar seu projeto político, o mesmo acontecia com Francielle Lopes e o

Advogado João Braz, mas pelo visto, Robinson esquece seus aliados, se junta a seus adversários em nosso município.

Não será nenhuma surpresa após posição de Fábio Faria em apoiar o afastamento de Dilma para entregar governo

a Temer/Eduardo Cunha, que grupo local do PMDB em gratidão a Vivaldo pelo apoio a Henrique em 2014, indique

o vice do candidato apoiado  pelo Papa Jerimum, estando todos no palanque junto com Robinson Faria, já prevendo

um acórdão pra 2018.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
10:47

Por PortalnoAR.

Uma passeata de membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixa o trânsito congestionado na Ponte Newton Navarro e na Avenida João Medeiros Filho, na zona Norte de Natal, na manhã desta terça-feira (26).

O fluxo está lento no sentido Praia da Redinha para a Praia do Forte, zona Leste da capital.

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) alerta que os motoristas evitem a região. A única opção é a Ponte de Igapó. Ainda de acordo com o órgão, o tempo para atravessar a ligação entre a Redinha e o Forte é de aproximadamente 30 minutos.

Passeata do MST causa lentidão no trânsito na Ponte Newton Navarro (Foto: Reprodução/Twitter/@fbp_rn)
Passeata do MST causa lentidão no trânsito na Ponte Newton Navarro (Foto: Reprodução/Twitter/@fbp_rn)

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
10:38

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
09:42

Nos bairros de Caicó, Vivaldo diz que é preciso eleger Henrique e João Maia para o governo do estado

Os bairros de Caicó receberam na noite desta terça-feira (21) o deputado estadual Vivaldo Costa, ao lado de amigos e correligionários. A visita do parlamentar foi para agradecer sua expressiva votação na cidade, bem como, orientar seus eleitores da importância de votar em Henrique e João Maia para o governo do estado.

Vivaldo disse que o Rio Grande do Norte poderá ter a oportunidade de colocar no governo um homem que tem força política para tirar o estado do buraco. “Votar em Henrique é ter a certeza de que o Rio Grande do Norte voltará a crescer. Ele tem força política e sabe como fazer isso. O seu vice é João Maia, um homem que é do Seridó e vai trabalhar incansavelmente pela nossa reunião”.

O parlamentar falou ainda que Henrique está comprometido em salvar o Hospital do Seridó, da Fundação Carlindo Dantas. “Estamos passando a maior de todas as crises no Hospital do Seridó. Nossa fundação está aberta só Deus sabe como. O compromisso de Henrique é salvar a nossa casa de saúde, transformando em Unidade Materno Infantil”, concluiu.

Fonte Blog do Seridó

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
09:35

Aos poucos o governador do estado Robinson Faria vai jogando pra escanteio seus aliados do Seridó, que acreditaram em seu projeto político desde primeiro momento, para prestigiar os adversários

que lutaram para derrotá-lo em 2014, apoiando o candidato de acórdãodos caciques Henrique Alves, Vilma de Faria.

A nomeação da nova diretora da Regional de Saúde em Caicó, deixa clara essa decisão do governador Robinson em escantear

os correligionários, para prestigiar no governo os adversários. Para substitur Francielle Lopes, foi indicado Tatiana Dantas,

indicação essa feita pelo Deputado Vivaldo Costa , quem em 2014 esteve apoiando Henrique Alves e Vilma de Faria.

 

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
09:17

Do Notícias ao Minuto – Mais um nome entrou na já longa lista de ministeriáveis de Michel Temer: Marta Suplicy. As especulações dão conta que ela ocuparia a pasta da Cultura ou da Educação. De acordo com as informações da coluna de Mônica Bérgamo, isso faria com que Andrea Matarazzo (PSD-SP), ficasse com o caminho livre para candidatura à prefeitura de São Paulo.

No entanto, um aliado de Temer afirmou à Folha de S. Paulo que Marta é “mais candidata a prefeita do que nunca”, o que a impediria de assumir qualquer cargo num eventual governo.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
09:10

A secretária de segurança pública, Kalina Leite, já entregou carta, pedindo sua exoneração. Aguarda apenas a devida substituição, para deixar a pasta.

Profissional especializada na área, promoveu em 2015 a primeira reversão dos dados de violência. Imprimiu seriedade ao trabalho estatístico da Sesed.

Não há a menor dúvida de que as polícias nunca trabalharam tanto.

O problema que ela enfrentou é histórico e conheceu sua explosão de 2004 à 2014, conforme ministério da justiça. Desinvestimento, ausência de políticas e desleixo foram necessários para criar o cenário completamente adverso.

O trabalho de Kalina deu frutos.

Porém, os opositores do governo acharam na segurança um meio para desgastar a nova gestão. A Inter Tv Cabugi transformou Natal na faixa de gaza, uma forma de declarar guerra aberta contra Robinson Faria. Grupos organizados espalham até fatos reais de violência pelas redes sociais.

Como disse uma apresentadora do jornalismo da Inter Tv, “dados não têm importância”. O que vale é o que eles querem que seja posto como verdade.

Kalina acabou sendo vítima de uma luta alheia ao seu espectro de atuação.

Fonte Daniel Menezes

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
08:58

bessinha grampeado

O Conversa Afiada reproduz e-mail que recebeu de respeitável líder político e amigo navegante:

Acabo de receber uma mensagem dizendo que … … grampeou deputados, senadores, ministros do STF. Parece que chamou um hacker dos Estados Unidos para viabilizar isso. É por esse motivo que todos têm medo dele e o mantêm solto — … … conhece os segredos de todo mundo. A pessoa que me enviou a mensagem afirma que essa informação vem de fonte segura, de dentro da Polícia Federal.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
07:40

Por Ney Lopes

Quem analise o quadro político-administrativo do estado estará totalmente enganado, se imaginar que o Governador Robinson Faria (RN) esteja numa encruzilhada política, caso rejeite juntar-se politicamente ao PMDB e ao PSDB.

Quem “manipula” a palavra “união” e se diz agregador (sempre invocando o nome do RN), parte de princípio falso do irreversível fortalecimento político das lideranças estaduais peemedebistas e tucanas, com a ascensão de Michel Temer à presidência.

Grupos “iluminados”, da área econômica e política, já cercam o governador e se prontificam a  abrir caminhos para a formação do que chamam  “coligação imbatível” (não aprenderam a lição de 2014), unindo PSDB e PMDB, partidos que iriam dá “as cartas”, no Palácio do Planalto.

O raciocínio  é normal apenas para àqueles que sempre militaram no PG (Partido do Governo).

O RN está cheio desses tipos, que se espreitam nos corredores do poder e penetram nos palácios, ao primeiro sinal de abertura das portas, com digitais conhecidas.

A lealdade é manifestada, sempre ao último governante.

Engana-se com eles, quem quiser.

Avaliação imparcial do quadro político nacional aponta que a tendência hoje confirmada pela mídia, é de que a “a chave do cofre” do possível governo Temer seja entregue a um militante do PSD, partido do governador Robinson Faria, o ex-ministro Henrique Meirelles, quase confirmado para a Fazenda.

Se assim for, o intermediário que o governador Robinson Faria precisará como interlocutores em Brasília seriam os seus correligionários Gilberto Kassab e Henrique Meirelles.

Claro, que o apoio político de bancadas legislativas, sempre é salutar.

Porém, a linguagem usual de deputados estaduais e federais do RN tem sido de que estão dispostos a defender o que beneficiar o Estado e se colocam como independentes para a análise de cada proposta  debatida.

Assim sendo, o governo Robinson Faria, agindo com habilidade e sem agressões ao “ego” dos que se acham “donos do Palácio do Planalto”, poderia preservar os interesses estaduais, com o apoio de todos.

O governo Temer – se houver – não terá “donos”, pela necessidade de sobrevivência própria.

Basta constatar que o PMDB é uma sigla desgastada perante a opinião pública, dividida e atingida pela lama das operações policiais, que se sucedem no país.

O PSDB, especialista no “muro”, tenta ser “esperto” e anuncia que apoiará Temer, mas não quer aproximação com ele.

Uma vela a Deus, outra ao diabo!

A esperteza é quase sempre inimiga da eficiência.

Ademais, o partido só pensa em chegar ao poder em 2018 e está inexoravelmente dividido, sem perspectivas de unidade.

Um corpo partidário mutilado não terá preparo físico para a disputa eleitoral próxima.

No Rio Grande do Norte, tudo poderia começar pela montagem de uma estratégia política de “convivência” do governo com diferentes partidos, sem o troca troca que normalmente é exigido, por novos apoios e coligações.

O Brasil – e principalmente o RN – não aguentam mais as práticas do fisiologismo, que sobrecarregam os governos de compromissos políticos “impagáveis”.

A hora é de absoluta transparência no trato dos interesses coletivos, usada inclusive a Internet, como prevenção às chantagens.

A bússola administrativa terá que ser a geração de receitas públicas e o cumprimento rigoroso da lei.

Quem discordar e criar dificuldades, com o único objetivo de obter facilidades, a única saída será coloca-los despidos perante a opinião pública, desde que a população seja previamente informada de tudo, com coragem e destemor.

Se Henrique Meirelles, tão elogiado por todos que cercam o vice Michel Temer, sair-se bem na condução da economia, com certeza poderá ser o Fernando Henrique de 2018, o que facilitaria a reeleição do governador Robinson Faria.

Nesse caso, certamente quem desejará juntar-se ao PSD seriam o PMDB e o PSDB, claro que depois das eleições, em fidelidade à tradição de ambos.

Em política, acontece também o que às vezes não se planeja, porque o acaso é uma forma de atingir objetivos éticos, sem a necessidade de lesões ou compromissos escusos.

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
07:28

temer-ailton_de_freitas-oglobo_2Apenas 14 dos 65 membros da comissão especial do impeachment do vice-presidente Michel Temer foram indicados pelos partidos da Câmara até esta segunda-feira (25).

O pedido foi feito há cerca de 20 dias pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas sem a estipulação de um prazo, após acordo entre o peemedebista e membros da oposição para atrasar o processo. O tema foi destaque nas discussões do Senado, como prerrogativa para a continuidade do pedido de afastamento a presidente Dilma Rousseff.

Antes do início da eleição em plenário da comissão do impeachment da presidente Dilma no Senado, João Capiberibe (PSB-AP) apresentou uma questão de ordem ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), para que suspenda o julgamento de Dilma até que a Câmara aprecie o processo contra o vice.

Outros seis parlamentares apresentaram questões semelhantes para que o impeachment de Dilma e Temer sejam analisados conjuntamente, porém Renan negou os requerimentos afirmando que os atos são “autônomos”.

Até o momento, PT, REDE, PCdoB, PEN, PMB, PSOL e PTdoB fizeram indicações para analisar o impeachment de Temer na Câmara – restam 51 nomeações.

No caso de Dilma, todas as sugestões foram feitas em menos de um dia. Contrariado, Cunha só aceitou a denúncia contra Temer no início do mês após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello. Ele recorreu à decisão de Marco Aurélio e alguns líderes justificam que querem aguardar o recurso de Cunha ser analisado no STF para fazer as indicações.

Fonte: UOL / Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


26/04/2016
07:08

Por: Folha de S.Paulo

Luciana Temer Marlene Bergamo - 11.jan./2016/Folhapress

Em meio ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a filha do vice-presidente Michel Temer, Luciana Temer, vem se demonstrando receosa quanto ao processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff, já que “não seria algo positivo à estabilidade democrática do país”.

“O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos”, disse.

A afirmação foi feita a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo, onde Luciana Temer leciona direito constitucional há cerca de 20 anos. Ela, contudo, refutou a tese de golpe, que vem sendo defendida pelo PT e parte do governo.

“Este processo, porém, é um processo com bases jurídicas. É errado dizer que isso é um golpe, já que há uma previsão constitucional”, disse. Para ela, o fato é que há um suporte para a investigação sobre crime de responsabilidade da presidente em relação as pedaladas fiscais.

Ainda falando aos alunos, Luciana se mostrou contrária a antecipação de novas eleições. “Uma nova eleição é golpe, pois não está prevista na Constituição”, disse.

Dilma reconhece que, caso supere o impeachment, pode ser obrigada a antecipar as eleições para este ano.

Procurada pela Folha, Luciana Temer não quis se manifestar. Ela é secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da gestão Fernando Haddad (PT), em São Paulo, mas faz questão de desvincular-se de políticas partidárias, apoiando-se a um perfil técnico para a função.

Publicado por: Chico Gregorio