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| Vala da Avenida Manoel Correia passando por reparos na manhã de hoje(16) |
Ex-ministro da Previdência durante o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) afirma que os nomes escolhidos por Michel Temer para compor os ministérios foram endossados pelos partidos que integram a base do governo interino. Na visão do senador peemedebista, os nomes apresentados pelo presidente conciliam ainda os aspectos técnico e político.
“Acho que o presidente Temer teve a preocupação de ter uma base parlamentar que pudesse contribuir para aprovar as medidas que se fazem urgentes, principalmente para a recuperação econômica do país. Algumas dessas medidas serão tomadas sem precisar de anuência no congresso, mas outras não. Então, o presidente ouviu os partidos e resolveu, num primeiro momento, ter nomes indicados e sugeridos pelos próprios partidos. Mas há também nomes que conciliam o aspecto técnico com o político”, destacou.
Questionado sobre o fato de que pelo menos nove dos 23 ministros tiveram nomes citados pela Operação Lava Jato, Garibaldi Filho minimizou o cenário alegando que eles “foram apenas citados”. “O próprio presidente teve oportunidade de dizer isso ontem em entrevista em rede nacional. O fato de terem sido citados não quer dizer que eles realmente tenham a sua parcela de culpa na operação. Então não há como, nesse momento, excluir esses nomes dos ministérios”, defendeu.
Fonte Agora RN












Depois da privatização da Cosern (Companhia de Energia Elétrica) nos anos 90, durante a gestão do então governador Garibaldi Alves Filho (PMDB), o Estado do Rio Grande do Norte não promoveu a venda de grandes ativos do Estado.
O presidente de El Salvador, Salvador Sánchez Cerén, anunciou ontem (14) que não reconhecerá o governo interino de Michel Temer, por considerar que o afastamento de Dilma Rousseff é “uma manipulação política” e “um golpe de Estado”.