As chuvas registradas entre essa quarta (25) e esta quinta (26) na região de Cajazeiras fizeram sangrar uma barragem nas proximidades do município de São José de Piranhas, Sertão paraibano, a 487 km de João Pessoa. No município, a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) contabilizou 67,8 milímetros de chuva (mm), o que um índice mediano. Veja vídeo abaixo. De acordo com o site Diário do Sertão, a expectativa dos moradores de São José de Piranhas é de que a sangria da barragem possa amenizar situação crítica do açude São José I, que segundo a Aesa está com 2,4% de capacidade, ou 74.1 mil metros cúbicos (m³) do total de 3 milhões de m³ que ele pode armazenar. Veja vídeo do Diário do Sertão.

O governo federal defende que a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carmen Lúcia, escolha o nome de um relator para os processos da Operação Lava Jato antes de definir a homologação das delações premiadas de executivos de empreiteiras.
Ou seja, na avaliação da equipe presidencial, a ministra não deveria homologar a delação da Odebrecht durante o período do recesso do Judiciário, como é defendido por procuradores para evitar maiores atrasos no processo do acordo da empreiteira.
Assessores presidenciais destacam que, assim que a homologação for feita, o conteúdo dos depoimentos dos executivos da Odebrecht deve ser divulgado, o que tende a gerar turbulências para o Palácio do Planalto e seus aliados. Daí que o governo prefere que a homologação não aconteça agora.
A equipe de Temer ressalva, porém, que o governo não irá fazer nenhuma gestão neste sentido, de evitar antecipar a homologação, por avaliar que esta é uma decisão da presidente do Supremo e de seus colegas de tribunal. O presidente tem dito que não quer criar nenhuma área de atrito com Cármen Lúcia e tem elogiado sua atuação à frente da presidência do STF.
Em conversas reservadas, assessores e auxiliares presidenciais acham que a ministra deveria primeiro redistribuir os processos entre os ministros da 2ª Turma da Suprema Corte, composta por Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Isto deve ocorrer apenas na volta dos trabalhos do Judiciário, em fevereiro.










Policial militar realiza contagem de detentos no presídio de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte – Felipe Dana / AP 
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