27/03/2017
15:32

O deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) revelou, nesta segunda-feira (27), que não descarta deixa o PMDB para disputar a reeleição à Câmara Federal, nas eleições estaduais de 2018, por outro partido. Ele também revelou que já recebeu convites de filiação de outras legendas, a exemplo do PSB.

Veneziano disse que não deseja sair do partido, mas depende da linha que o PMDB vai adotar nos próximos 12 meses. Ele ponderou que ainda tem tempo para definir sobre sua saída ou não do partido, definindo o mês de março como prazo limite.

“Eu quero continuar no PMDB, fui muito bem recebido em 2003, quando o PDT quis guilhotinar . Sou muito grato, mas se chegar a um décima hora e não houver outro tipo de opção, peço desculpas aos colegas de partido e saio”, afirmou.

Via  WSCOM

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
15:17

O governo está acuado em sua perversidade, ilegitimidade e fraqueza moral. A cada dia que passa o projeto inaceitável de Michel Temer de acabar com direitos essenciais dos cidadãos enfrenta pressão crescente das ruas, de instituições, do Judiciário e até mesmo da base aliada no Congresso.

Para se salvar, Temer recorre ao que lhe é possível, inclusive as manobras casuísticas, como a anunciada decisão de excluir servidores públicos estaduais e municipais da proposta de reforma da Previdência. Neste caso, ele procura cinicamente jogar para prefeitos e governadores o desgaste de medida tão impopular. Tenta, dessa forma, preservar o que está lhe escapando das mãos graças ao repúdio da sociedade.

Mas mesmo acossado, o presidente que articulou o golpe não se cansa de encher seu caldeirão de maldades, como acabamos de ver com a aprovação do projeto que introduz a terceirização ilimitada. A felicidade dos adeptos do ultraliberalismo, no entanto, está indo por água abaixo. É só ver o que acontece no país.

Por sua vez, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou dura nota conclamando os católicos a se mobilizarem contra a reforma que pode deixar milhões de brasileiros sem aposentadoria e sem nenhum amparo social. A Igreja, como sempre, está do lado dos mais humildes.

Além do Ministério Público e da CNBB, a Justiça também começa a se pronunciar sobre a reforma da Previdência. A 1ª Vara Federal de Porto Alegre determinou a suspensão da propaganda oficial, que tem como mote “reformar hoje para garantir o amanhã”. Da mesma forma, a 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal deferiu, parcialmente, pedido de liminar formulado pela Federação Nacional dos Servidores da Justiça Federal e do Ministério Público Federal (Fenajufe) contra a União. Essas entidades questionam o suposto déficit da Previdência.

Via 247.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
15:01

 

Fred CarvalhoDo G1 RN

Ex-diretor do Idema, Gutson Reinaldo é apontado pelo MP como líder do esquema descoberto no Idema (Foto: Reprodução/ Inter TV Cabugi)
Ex-diretor do Idema, Gutson Reinaldo é apontado pelo MP como líder do esquema descoberto no Idema (Foto: Reprodução/ Inter TV Cabugi)

Um senador da República e dois deputados federais do Rio Grande do Norte foram citados em delações premiadas celebradas entre o Ministério Público Federal, o Ministério Público potiguar, o ex-diretor administrativo do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) e uma professora universitária. As citações são relativas ao esquema de desvios dentro do Idema que resultou na deflagração da operação Candeeiro, em setembro de 2015. As delações, que ainda estão sob sigilo, foram homologadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux em 3 de março passado. O G1 teve acesso ao documento.

Com a homologação por parte do Supremo Tribunal Federal, as delações passam a servir como base para novos pedidos de inquérito e investigações das Operações Dama de Espadas e Candeeiro. A partir de agora, os autos dos processos resultantes das duas ações seguem para o STF.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
14:55

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Congressistas contrários ao fim da prerrogativa de foro avaliam que o País ficará ingovernável com a medida. Como a regra cairá para todos, do presidente da República, a ministros do STF, todos ficarão a mercê de juízes de primeira instância.

Coluna do Estadão – Andreza Matais e Marcelo de Moraes

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
14:48

Plantão Brasil

A coluna publicada em 19 de março esteve no centro de polêmica entre atores do jogo político brasileiro.

Escrevi que a cobertura dos principais órgãos de comunicação sobre os pedidos de abertura de inquérito baseados nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da construtora Odebrecht trazia versões inacreditavelmente harmoniosas umas com as outras.

Das dezenas de envolvidos na investigação, vazaram para os jornalistas nesse primeiro momento os mesmos 16 nomes de políticos, sem que se saiba o critério utilizado.

Apurei que as informações foram obtidas em encontro de jornalistas e representantes da Procuradoria-Geral da República, sob condição de off, quando a fonte da reportagem não é identificada no texto.

O procurador-geral, Rodrigo Janot, disse que a afirmação é uma “mentira”. O ministro do STF Gilmar Mendes ?(veja como o Janio de Freitas o desnudou de forma literal – PHA? ?) ?aproveitou para acusar a PGR? ? de “chantagem” ao vazar informações sob sigilo. Janot reagiu falando em “disenteria verbal”? (tema de palpitante TV Afiada – PHA)?.

Reafirmo, como já fiz durante a semana, as informações aqui publicadas, confirmadas por mais de três fontes independentes, como requer a boa prática jornalística.

A ombudsman é profissional com atuação independente e isolada da Redação da Folha. Se a informação chegou até mim, cabia apurar, verificar e publicar. Foi o que fiz, em nome da transparência e da defesa do bom jornalismo que o leitor merece.

Há crises que são saudáveis por gerar a necessidade de revisão de procedimentos e comportamentos. A operação Lava Jato se coaduna com esse espírito em muitos dos seus principais movimentos. O turbilhão que involuntariamente provoquei também tem esse potencial.

Os defensores da independência, da transparência e da acuidade da informação têm aqui uma aliada, onde os obscurantistas por certo verão uma adversária

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/paula-cesarino-costa-ombudsman/2017/03/1869768-pela-transparencia-e-a-boa-pratica-jornalistica.shtml

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
11:30

Por Dinarte Assunção

O presidente da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Norte, Fernando Vasconcelos, criticou a utilização do atentado no Ministério Público do Rio Grande do Norte como dividendo eleitoral no âmbito da sucessão de Rinaldo Reis como chefe do órgão. Para ele, na verdade, a sucessão e a tragédia que se abateu sobre o MPRN na semana passada não têm relação.

“É desonesto tentar tirar proveito político da situação. Nesse momento, precisamos estar unidos”, conclamou Fernando Vasconcelos. Abertamente, nenhum membro do MP ousa relacionar os dois assuntos. Nos bastidores, no entanto, promotores especulam o impacto do atentado e seu simbolismo sobre a gestão de Rinaldo Reis.

“Foi algo reprovável. Não há nada que justifique. Se todas as pessoas que tiverem desagrado partir para isso, voltaremos à Idade da Pedra”, ironizou o presidente da Ampern.

Ele reconhece que o sindicato dos servidores ganhou protagonismo recentemente ao se opor ferrenhamente à gestão atual, mas, por outro lado, Vasconcelos analisa que o direcionamento do Sindsemp não se aplica à maioria dos servidores do Ministério Público.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
11:24

Rafael Nojiri disse em sua declaração à Receita que mantinha os recursos em espécie; ao ser questionado pela PF, contudo, perguntou ao delegado se o dinheiro não estava na sua casa

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Brasão da PF

Em depoimento à Polícia Federal nesta terça-feira, 22, o advogado Rafael Nojiri Gonçalves, filho do ex-superintendente Regional do Ministério da Agricultura (Mapa) no Paraná e apontado como o líder do esquema de corrupção na pasta, Daniel Gonçalves Filho, se “esqueceu” onde estavam R$ 252 mil em em espécie que ele teria declarado ao imposto de renda em 2015.

Ao delegado Maurício Moscardi Grilo, responsável pela Operação Carne Fraca, Rafael Gonçalves disse que “mantinha o dinheiro em espécie, à disposição, sem realizar qualquer aplicação, pois poderia surgir um ‘bom negócio’” e que, em seu imposto de Renda de 2015, declarou que mantinha o valor de R$ 252 mil em espécie “em sua posse”.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
11:20

Rogério Peninha, que aparece em grampos da PF, diz que participou, ao lado de colegas de partido, de nomeação de Fábio Zanon Simão, suspeito de cobrar propinas de empresas de carnes e processados, no Ministério da Agricultura, durante gestão de senadora Kátia Abreu (PMDB-TO)

Foto: Divulgação

Deputado Rogério Peninha Mendonça

O fiscal federal Fábio Zanon Simão, um dos alvos da Operação Carne Fraca, que apura corrupção no Ministério da Agricultura, foi indicado ao cargo pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC).

O parlamentar foi flagrado em grampo da Polícia Federal nas investigações sobre suposto esquema de propinas envolvendo fiscais do Ministério da Agricultura, em especial do Paraná, e funcionários do de empresas de carnes e processados, entre elas, unidades da BRF e JBS.

Ao Estado, Peninha afirmou que tinha “relação de amizade” com o fiscal preso preventivamente e admite ter participado, ao lado da bancada do PMDB, da indicação de Zanon à Agricultura.

As investigações apontam que Fábio Zanon Simão teria negociado R$ 300 mil em propinas para autorizar a abertura de um abatedouro de cavalos, a pedido do empresário Nilson Umberto Sachelli Ribeiro, preso preventivamente, e seu pai Nilson Alves Ribeiro, alvo de mandado de prisão.

O dinheiro, segundo o juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da Operação Carne Fraca, teria sido entregue a Marcelo Zanon, irmão de Fábio.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
11:10

 

Obra iniciada a mais de  de 5 anos na gestão do ex-prefeito Padre Jocimar Dantas,  que não foi concluída  até final do mandato,

agora nesses primeiros meses de administração  do  prefeito  Amazan, o mesmo deu prioridade, tomou as medidas necessárias,

e a obra encontra-se em fase final de conclusão.

jardim

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
10:46

G1 – A Arrecadação com multas de trânsito aplicadas por órgãos federais cresceu 273% em 5 anos, e o número de infrações registradas por eles subiu 195% no mesmo período.

É o que mostram dados do sistema Renainf, que inclui multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), além daquelas cometidas fora do estado de origem do veículo, em estradas ou nas cidades.

O valor arrecadado em 2016 com as multas aplicadas por esses órgãos chegou a R$ 888,8 milhões contra R$ 238,1 milhões em 2011. Nesse intervalo, a frota brasileira cresceu 33%, conforme dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

O sistema Renainf é formado basicamente por registros feitos em estradas federais, por radares e agentes. Assim, seus dados refletem apenas uma parte do montante de infrações de trânsito registradas no país. No ano passado, o Renainf computou 19,3 milhões delas. Em 2011, foram 6,5 milhões.

A ideia é que, em breve, o Renainf contabilize todas as multas de trânsito aplicadas no Brasil. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou que os órgãos e entidades de trânsito dos estados e do Distrito Federal se integrem a ele até o próximo dia 30 de abril.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
10:35

A previsibilidade das operações da PF na Lava-Jato fez pelo menos um encrencado lobista do PMDB em Brasília criar uma nova rotina.

Funciona assim: um funcionário passa na sua casa à noite, recolhe computadores e celulares (e deixa três celulares sem nada arquivado).

No dia seguinte de manhã, bem cedinho, se não houver operação de busca e apreensão da PF, o mesmo funcionário volta à casa do lobista e repõe o material. Tem feito isso religiosa e diariamente há pelo menos dois meses.

Lauro Jardim

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
10:26

Da coluna Painel, na Folha de hoje

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rogerio

 

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
10:17

Com prejuízo de quase R$ 500 milhões nos dois primeiros meses do ano e depois de frustrar-se com o baixo número de adesões ao plano de desligamentos voluntários aberto em janeiro, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) avalia uma medida radical para fechar o rombo em seus cofres, que desperta a ira dos sindicatos de trabalhadores.

Sob o argumento de que a situação financeira é extremamente grave, o departamento jurídico da estatal foi acionado para verificar se há meios de driblar a estabilidade dos empregados e fazer “demissões motivadas”, com o objetivo de reduzir o quadro de pessoal. Estimativas preliminares indicam a necessidade de enxugamento de 20 mil a 25 mil funcionários para equilibrar as despesas operacionais e dar sustentabilidade aos Correios.

Caso a medida realmente vá adiante, seria um precedente importante para outras estatais em crise, ao relativizar a estabilidade de trabalhadores que ingressaram por meio de concurso. Hoje eles só podem sair voluntariamente ou por justa causa, mediante a abertura de processo disciplinar. A diretoria dos Correios prepara sua sustentação com base no artigo 173 da Constituição, que permite adotar em empresa pública o regime jurídico de empresas privadas. Haveria brecha legal também para as dispensas motivadas na CLT, com a alegação de que a ausência de medidas pode colocar a estatal em colapso.

Segundo dados da vice-presidência de finanças e controle interno, a folha de pagamento da estatal aumentou de R$ 3 bilhões para R$ 7,5 bilhões entre 2006 e 2015. Com isso, os custos trabalhistas subiram de 49% para 62% dos gastos totais. No mesmo período, o “tráfego de objetos” caiu de 8,6 bilhões para 8,2 bilhões por ano e o nível de produtividade diminuiu de 80 para cerca de 70 objetos por cada trabalhador.

Com pouco mais de 117 mil empregados atualmente, os Correios abriram um PDV em janeiro. A expectativa era atrair em torno de 8 mil funcionários com mais de 55 anos e tempo de casa suficiente para requerer aposentadoria, mas houve 5,5 mil adesões. O prejuízo acumulado nos últimos dois anos chega a R$ 4 bilhões e não dá sinais de reversão.

O presidente da ECT, Guilherme Campos, confirmou ao Valor a existência das discussões, mas disse que nenhuma decisão foi tomada até agora. “Não estamos fazendo isso com nenhum requinte de sadismo. O que não dá é para manter uma situação em que dois terços dos custos totais são de pessoal”, afirmou o executivo. Ele se recusa, no entanto, a falar sobre o número de desligamentos supostamente necessários para estancar a sangria. “Seria leviano expressar isso agora.”

Os trabalhadores prometem reagir. A Fentect, principal federação de empregados dos Correios, convocou todos os sindicatos da categoria para uma reunião de emergência na terça-feira. O encontro, em Brasília, debaterá a possibilidade de greve na estatal.

“A empresa está se aproveitando do argumento de crise financeira para impor uma estratégia de sucateamento”, afirma Suzy Cristiny da Costa, diretora da Fentect. Para ela, o mecanismo das demissões motivadas está em linha com outro medida tomada recentemente: o fechamento de 250 agências próprias em todo o país. Suzy acredita que isso afetará a qualidade na prestação dos serviços e sobrecarregará os trabalhadores. “Estão se mexendo para fazer a abertura de capital.”

Na avaliação de Marcos César Alves Silva, representante dos empregados no conselho de administração, não há amparo legal nas demissões planejadas e a crise da estatal tem causas mais profundas: “Os resultados negativos não são decorrentes de problemas do mercado e nem do inchaço nos quadros de pessoal”.

Silva aponta pelo menos três razões para o agravamento da situação financeira dos Correios: o recolhimento exagerado de dividendos (foram transferidos R$ 6 bilhões ao Tesouro Nacional), represamento de tarifas postais em anos eleitorais e excesso de indicações políticas no comando da estatal.

Reduto do PMDB no governo Luiz Inácio Lula da Silva, a diretoria dos Correios foi loteada entre dirigentes petistas durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. Seis meses antes do impeachment, ela entregou os cargos para o PDT. Michel Temer colocou o PSD na empresa.

Antes mesmo de anunciar as demissões motivadas, a atual cúpula da ECT precisa lidar com outro desgaste. Há poucos dias, os empregados foram avisados de que só poderão tirar férias ao fim do segundo período aquisitivo. Trata-se de uma forma de economizar, no curto prazo, com o adicional de 70% de férias garantido pelo acordo coletivo da categoria (normalmente é um terço).

Para os sindicatos, a medida alivia artificialmente o caixa e desorganiza a alocação de recursos humanos nos próximos anos.

Valor

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
07:56

Do Estadão – O presidente Michel Temer admitiu a possibilidade de incluir uma emenda na proposta de reforma da Previdência, em tramitação na Câmara, estabelecendo prazo de seis meses para que Estados e municípios promovam mudanças nos sistemas de aposentadoria dos servidores. A sugestão foi feita pelo deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) e contou com a simpatia de Temer.

Pauderney foi anfitrião de um almoço que, além de Temer, reuniu os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Na semana passada, Temer decidiu excluir funcionários públicos estaduais e municipais da reforma enviada pelo governo à Câmara. Fez isso após sofrer forte pressão de deputados da base aliada, que ameaçam votar contra a proposta.

No almoço oferecido neste domingo, 26, porém, o presidente concordou com a ideia de que Estados e municípios tenham um prazo para se adequar às mudanças no sistema previdenciário. “Eu disse que seis meses, a partir da aprovação da reforma, é um prazo razoável. O presidente achou a ideia bem interessante e disse que vai encaminhá-la”, contou Pauderney. Mesmo assim, Temer afirmou que não cederá a apelos para mexer nem na idade mínima para aposentadoria nem nas regras de transição.

Acompanhado de vários seguranças, Temer chegou à casa do deputado por volta das 13h30 e ficou lá durante duas horas. A estrela do cardápio era o peixe tambaqui, mas também havia carnes de Goiás. Oito dias após a deflagração da Operação Carne Fraca, o presidente fez questão de ir até a churrasqueira, instalada no quintal, e provar um pedaço do bife ancho, corte de origem argentina. “Mas esse era de Goiás”, insistiu o anfitrião.

Publicado por: Chico Gregorio


27/03/2017
07:45

Ao fim da apresentação da banda de rock norte-americana Cage The Elephant no festival de música Lollapalooza, na tarde deste sábado (25), os músicos surpreenderam e puxaram na guitarra um uníssono grito de guerra do público: “OLÊ OLÊ OLÊ OLÁ LULA LULA”.

O vídeo do canal Multishow já foi compartilhado diversas vezes nas redes sociais e reúne comentários a favor e contra o ex-presidente: “Justo no Loolapalooza que é coxinha por natureza!! Adorei!!”, disse um internauta. “E a Globo querendo cortar o som de qualquer jeito! KKKKK”, afirmou outro.

Durante o show, o vocalista do quinteto, Matt Shultz, mergulhou diversas vezes na plateia e fez declarações de amor ao país. Outros artistas, como o cantor e compositor Criolo e a banda Metallica, fizeram declarações de apoio a Lula em suas apresentações.

A organização do evento afirma que o público deste sábado, de 100 mil pessoas, é o maior já registrado em um dia de evento

Fonte: FOLHA

Publicado por: Chico Gregorio