18/11/2016
10:37

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Empreiteiras acertaram a divisão de obras de estádios da Copa por meio de um cartel, segundo delações feitas por executivos da Andrade Gutierrez. As informações constam da denúncia do Ministério Público Federal que levaram à prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral. Entre as arenas citadas, que supostamente fizeram parte das negociações entre construtoras, estão Maracanã, Mineirão, Arena Amazônia e Estádio de Brasília. A Arena das Dunas em Natal está sendo investigada, denuncias envolvem o senador José Agripino, o ex-deputado federal Henrique Alves e seu primo Paulo Roberto Alves então presidente do Tribunal de Contas do RN.

Segundo os executivos da Andrade Gutierrez, houve uma reunião entre todas as construtoras após o Brasil ter sido escolhido sede da Copa-2014, o que ocorreu em 2007. Daí, saiu um acordo para divisão de obras entre a empreiteira e a Odebrecht. Foi o que afirmou o executivo Clovis Primo em depoimento de colaboração no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro:

“Quando o Brasil foi escolhido para sediar a Copa do Mundo de 2014, várias empresas interessadas nas obras necessárias reuniram-se previamente para averiguar quais seriam os interesses de cada uma na tentativa de fazer um conluio. O acerto prévio deu-se de maneira mais consistente entre Odebrecht e Andrade Gutierrez, sendo que ambas deram cobertura à outra para fraudar as licitações. Em decorrência do acerto, a Andrade Gutierrez venceu as licitações para a construção de estádios em Brasília e Manaus”, contou.

Fonte Renato Dantas

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2016
10:33

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A prisão do ex-governador do Rio Sérgio Cabral provocou no Palácio do Planalto a sensação de que a Lava Jato agora mira no PMDB e pode chegar muito perto de auxiliares do presidente Michel Temer.

O receio do governo é mais com o que está por vir – na esteira da delação do empresário Marcelo Odebrecht, preso desde junho de 2015 em Curitiba – do que com o que foi revelado até hoje pelos investigadores.

No Planalto, a avaliação é de que o PMDB virou a bola da vez da Lava Jato, depois do PT. A preocupação agora é com um possível ambiente de instabilidade política, que tende a prejudicar negócios, afugentar investimentos e a afetar ainda mais a recuperação da economia.

Embora Cabral não seja próximo de Temer, sempre foi um nome de peso no PMDB e, no passado, chegou a ser mencionado como possível candidato a presidente da República. Causa apreensão no Planalto, ainda, a ligação do ex-governador com o secretário do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco, e também com Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa do Rio e pai do ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ).

O porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, afirmou nesta quinta-feira que Temer confia plenamente em Moreira Franco. Na prática, porém, há tensão no Planalto. Antes mesmo de ser preso, o presidente cassado da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) repetiu que Moreira Franco não resiste a uma investigação.

Questionado sobre a prisão de Cabral, Moreira Franco não quis comentar. Assim também agiu o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O presidente do PMDB, Romero Jucá (RR), disse que a prisão de Cabral não atinge o partido. “É algo restrito.” Jucá assumiu nesta quinta-feira o cargo de líder do governo no Congresso, seis meses após ter sido obrigado a deixar o comando do Ministério do Planejamento. Ele caiu porque foi flagrado em gravação dizendo que era preciso “estancar a sangria” da Lava Jato. Para ele, seria “injusto” antecipar qualquer julgamento em relação a Cabral.

“É um momento triste para o Rio”, resumiu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), referindo-se às prisões de Cabral e também do ex-governador Anthony Garotinho.

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2016
10:30

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Antigo prédio da UERN, na Av. Ayrton Senna

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do RN confirmou que são nulos todos os atos administrativos realizados pela Universidade do Estado do RN (UERN) que importaram em incluir ou efetivar servidores, sem prévia submissão de concurso público, na estrutura geral de pessoal daquela instituição de ensino superior. O órgão julgador deu provimento a uma Apelação Cível interposta pelo Ministério Público Estadual e declarou nulo o ato de inclusão e efetivação de servidores no quadro integrante da estrutura geral de pessoal da UERN, baseado na Lei Estadual nº 6.697, de 31 de outubro de 1994. A decisão segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal, que por meio da ADI 1241/RN considerou inconstitucionais os artigos 1º e 2º da referida Lei Estadual.

“A inconstitucionalidade não se submete a prazos prescricionais ou decadenciais”, assinala o voto do relator do recurso, desembargador João Rebouças. Ele destaca que situações flagrantemente inconstitucionais como o provimento de cargo efetivo sem a devida submissão ao concurso público não podem e não devem ser superadas pelo decurso do tempo. Assim, efetivações de servidores sem que estes tenham se submetido a concurso público podem ser questionadas judicialmente a qualquer tempo.

Segundo o voto do relator, tanto o Supremo Tribunal Federal (STF) quanto o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendem que são inconstitucionais qualquer tipo de norma que autoriza, permite ou viabiliza, o ingresso originário no serviço estatal ou o provimento em cargos administrativos diversos daqueles para os quais o servidor público foi admitido independentemente de prévia aprovação em concurso público de provas ou de provas e títulos. “Tratando-se de cargo efetivo, a aprovação em concurso público se impõe”.

A decisão aponta que os servidores alcançados pela Lei n. 6.697/94 não são efetivos, pois não se submeteram a concurso público; nem são estáveis na forma do art. 19 do ADCT, pois a lei declarada inconstitucional abrangia somente os servidores admitidos desde 8 de janeiro de 1987, não perfazendo o exercício por pelo menos 5 anos na data da promulgação da Constituição (05.10.1988) exigido para a estabilidade prevista no ADCT.

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2016
10:25

Por El País

Enquanto a Operação Lava Jato avança sobre vários políticos nesta quinta-feira, foi a vez do ex-governador do Rio Sérgio Cabral ser detido preventivamente, os parlamentares brasileiros intensificam a movimentação para aumentar a fiscalização e a pressão sobre o Judiciário, com o objetivo de suavizar possíveis penas no futuro. São três as frentes em curso: 1) tentar passar legislação que preveja punição a membros do Judiciário que cometerem erros em processos judiciais; 2) anistiar crimes de caixa dois eleitoral – que é a doação ilícita e oculta para campanhas eleitorais e; 3) fazer um pente fino nos salários e nos benefícios financeiros recebidos por servidores públicos, principalmente por juízes e membros do Ministério Público.

A primeira das medidas tramita em uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa um projeto de lei embasado nas Dez Medidas Contra a Corrupção apresentadas pelo Ministério Público Federal. O texto original não previa punição dos investigadores, mas, depois de 31 audiências públicas e 143 convidados ouvidos, o relator do projeto, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), incluiu o tópico que previa que juízes, promotores e procuradores de Justiça poderiam responder por crime de responsabilidade.

Hoje, no Brasil, apenas agentes políticos como presidente, ministros, ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República e os 27 governadores respondem por esse tipo de crime. Deputados e senadores aprovaram o impeachment de Dilma Rousseff em agosto passado ao julgar que ela havia cometido esse tipo específico de crime.

Acesse o link completo aqui: As três frentes no Congresso que tentam reagir ao avanço da Lava Jato

 

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2016
10:23

Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez (Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo)

O Globo

Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, mudou a versão de que teria doado R$ 1 milhão oriundo de propina para a campanha de 2014 da ex-presidente Dilma Rousseff, em depoimento prestado nesta quinta-feira. Ele foi chamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a se explicar após a defesa de Dilma apresentar documentos atestando que a doação, na verdade, foi feita ao hoje presidente Michel Temer.

Segundo os advogados que participaram do depoimento, Azevedo disse que não houve doação com dinheiro de propina para a chapa Dilma-Temer nas últimas eleições. O equívoco enfraquece a acusação, apurada pelo TSE, de que a campanha presidencial vencedora se valeu de recursos desviados da Petrobras — o que poderia levar ao impedimento de Temer.

O empreiteiro havia declarado em depoimento ao TSE que a Andrade Gutierrez fez doação de R$ 1 milhão ao PT em março de 2014. O valor teria sido pago como parte de um acerto de propina de 1% dos contratos da empresa com o governo federal. Ainda segundo o delator da Lava Jato, como a doação foi feita fora do período eleitoral, esse dinheiro só teria sido transferido do partido para a campanha de Dilma em julho do mesmo ano.

 

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2016
10:21

Por JOSIAS DE SOUZA

Em menos de 24 horas, dois ex-governadores do Rio de Janeiro foram em cana. Isso é coisa para o livro dos recordes. O preso de hoje, Sérgio Cabral (PMDB), tem mais peso político do que o de ontem, Anthony Garotinho (PR). Isso porque o grupo de Cabral continua comandando o Rio, agora por meio do governador Luiz Fernando Pezão.

A primeira consequência prática da nova prisão é que Pezão terá ainda mais dificuldades para aprovar o seu pacote de maldades fiscais. Difícil exigir sacrifícios de uma sociedade que se sente assaltada por seus governantes. Para complicar, entre os presos está Hudson Braga, que foi coordenador da campanha de Pezão em 2014.

Presidente nacional do PMDB e líder do governo Temer no Senado, Romero Jucá disse que a prisão de Cabral não prejudica o partido. Para Jucá, o problema é só de Cabral. Avalia que a encrenca não interfere nem mesmo na rotina do governo do Rio. Então, tá! Quem quiser que acredite. Quem preferir pode prestar atenção na segunda consequência da prisão de Cabral.

Ao enviar Sérgio Cabral para a cadeia, a Lava Jato potencializa a impressão, já bem disseminada, de que o PMDB é uma superestrutura apodrecida. A situação é de uma simplicidade estarrecedora. Os principais caciques do partido do presidente da República Michel Temer pisam distraídos nos interesses da República, atormentados pela sensação de que a qualquer momento um pedaço de investigação pode cair sobre suas cabeças. O único consolo dos caciques é que o caso do PMDB não é único. A podridão é um fenômeno suprapartidário no Brasil.

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
16:52

Um vaqueiro foi preso nesta quinta-feira(17), na cidade de Goianinha, na região metropolitana de Natal, após ter sido flagrado sob a posse do revólver usado na morte do engenheiro agrônomo Renato Lima Ribeiro, de 47 anos. O corpo foi encontrado na manhã dessa quarta-feira (16) na zona rural do município. De acordo com a polícia, o vaqueiro subtraiu a arma de dentro do carro onde o corpo do engenheiro foi encontrado. Por isso, pela posse ilegal da arma de fogo, foi preso.

Renato Lima, que foi candidato a prefeito de Goianinha, e por pouco não ganhou as eleições, foi encontrado morto dentro de um carro na comunidade rural chamada Sítio Guariba, com uma marca de tiro próximo ao ouvido direito. Durante a perícia realizada pela Polícia, nenhuma arma havia sido encontrada. Segundo a Polícia, após início da investigação do paradeiro da arma, informações levaram até a casa do vaqueiro, que disse que pegou a arma em um momento impensado, e se mostrou assustado e arrependido, principalmente, porque suas impressões digitais poderiam ficar no revólver.

A Polícia Civil, através do delegado Wellington Gomes, atuante em Goianinha, acredita que tudo leva a crer que houve mesmo suicídio. Na casa do engenheiro agrônomo foram encontradas três cartas de despedida que teriam sido escritas por ele. Em uma rádio local, o delegado disse que a família de Renato reconheceu a letra dele nas cartas. Contudo, para concluir a investigação, serão necessários os resultados do laudo necroscópico feito no corpo e do exame residuográfico que vai constatar se havia pólvora nas mãos do engenheiro.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
16:34

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Sede da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte
 

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) publicou nota em que se mostrou irritada com o Governo Federal em relação ao repasse dos recursos de repatriação. De acordo com a entidade, os municípios potiguares “foram excluídos do recebimento de multas e juros dos valores da repatriação”, que vieram “15% menor do que o estimado inicialmente”.

A Femurn afirma ainda que a redução “é grave e afeta diretamente as prefeituras” do Rio Grande do Norte, e que em um ano caracterizado pela crise econômica, algo que poderia vir para aliviar as dificuldades financeiras dos municípios, toma o caminho inverso, “piorando as dificuldades já enfrentadas em nossas cidades”.

Leia a nota na íntegra:

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN – repudia veementemente o terceiro calote seguido que o Governo Federal dá aos municípios, em relação aos recursos da repatriação.

Primeiramente, os municípios foram excluídos do recebimento de multas e juros dos valores da repatriação – que ficaram apenas com a união; em seguida, o recurso veio 15% menor que o estimado inicialmente; agora, o valor da segunda parcela – a ser paga no próximo dia 20 de novembro – que seria de aproximadamente R$ 200 milhões para todos os municípios do país, caiu para R$ 2 milhões.

A redução que corresponde a apenas 10% no valor é grave e afeta diretamente as prefeituras, que já haviam feito cálculos e previsões de acordo com o montante que seria pago inicialmente. Os gestores precisam refazer às pressas as contas e, lamentavelmente, deixar de honrar compromissos que planejaram pagar com os recursos da União. A gritante redução afeta diretamente a economia financeira das prefeituras e dos municípios por um todo.

A FEMURN também considera lamentável que em um ano marcado por acumuladas perdas financeiras nos repasses, o recurso extra que poderia amenizar a gravidade das finanças municipais se torne praticamente inexistente e provoque o efeito reverso à economia: piore as dificuldades já enfrentadas em nossas cidades.

Lamentavelmente, o investimento nos municípios se torna cada vez mais deficitário, e a tendência é que as dificuldades para pagamento de salários de servidores e dívidas com fornecedores se agrave ainda mais, inviabilizando as cidades.

Com informações do blog da Anna Ruth

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
10:35

Resultado de imagem para fotos de roberto germano, alvaro e lobao

Com a derrota do atual prefeito de Caicó, Roberto Germano, que tentou a reeleição, sendo derrotado pelo vereador Batata, a situação do PMDB de Caicó, é de divergências entre os aliados do prefeito Roberto e do vice prefeito eleito de natal, Álvaro Dias.

Segundo simpatizantes do prefeito Roberto Germano, sua gestão não recebeu a devida atenção da cúpula do PMDB, especificamente o deputado Álvaro Dias, que não conseguiu liberar os recursos federais, autorizados ainda no governo Dilma, algo em torno de R$ 10 Milhões de Reais, para vários obras a serem executadas no municípios, segundo esses aliados, com essas obras executadas, o prefeito Roberto teria sido reeleito com certa facilidade. Segundo esses aliados, não seria problemas para Garibaldi e Henrique Alves, conseguirem junto ao governo  do aliado Temer, liberar esses recurso, pois o PMDB das cidades importantes do estado, só tinha o prefeito de Caicó.

A recente decisão do vice prefeito de Natal, Álvaro Dias, em reunir os vereadores, sem a presença  do prefeito, para anunciar apoio ao vereador Odair Diniz, para concorrer ao cargo de presidente da Câmara, aumentou esse clima de rompimento, pelo fato de Odair ter sido aliado e participado da administração de Roberto, de última hora, rompeu com o prefeito passou a apoiar o candidato Batata, mas ficou recebendo apoio de Álvaro Dias para sua reeleição e agora para concorrer ao cargo de presidente.

Esse posição que poderá terminar em rompimento político entre Roberto Germano  e  Álvaro Dias, vem contando com a simpatia do vereador Lobão, que nos últimos dias tem se aproximado do deputado Nelter Queiroz.

Alguns aliados do prefeito Roberto Germano, chegam até a duvidar se realmente o PMDB  do RN, tinha interesse na reeleição do prefeito Roberto Germano, ou tinha algum acordo por debaixo do pano.

 

 

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:55

O secretário estadual de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira, expôs a situação delicada do caixa do Governo do Estado influenciado pela grave crise nacional que gerou uma frustração de receitas de R$ 994 milhões entre janeiro de 2016 e outubro de 2016. O valor supera o quantitativo de duas folhas de pessoal brutas do Estado.

“Não há como sustentar por muito tempo uma economia em que despesas crescem mais do que as receitas, a exemplo do que aconteceu especialmente nos últimos 15 anos no Estado. Chega uma hora que fica impossível governar sem fazer conta. E fazer política sem fazer conta é fazer de conta que se faz política. Não à toa, insistimos no discurso de que o problema do Rio Grande do Norte não é mais de Governo, mas de Estado”, destacou o secretário.

Ainda segundo Gustavo, a atual gestão recebeu uma administração com dívidas em torno de R$ 1 bilhão e apenas R$ 4 milhões em caixa. O pagamento da folha de dezembro e do 13º salário dos servidores pela gestão anterior também só foi possível graças ao uso do Fundo Financeiro.

“Essa realidade extremamente difícil ganhou contornos dramáticos nos meses seguintes com os efeitos da piora da crise que, ainda assim, não impediram o Estado de cumprir os limites constitucionais para áreas vitais, como a Segurança, a Saúde e a Educação, nem de buscar alternativas para amenizar a situação. As diárias operacionais da Polícia Militar, por exemplo, foram quadruplicadas, passando de R$ 200 mil para R$ 1 milhão ao mês”, relatou.

O secretário também destacou ações de geração de empregos, obras viárias, saneamento e investimentos em educação, segurança e saúde.

“As iniciativas de planejamento em curso já começaram a apontar o panorama atual da nossa realidade social e econômica e vão colocar o Rio Grande do Norte no caminho de um novo desenvolvimento quando essa crise passar”, conclui.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:50

O que já não estava nada bem tem potencial para ficar ainda pior. O vereador mais votado na última eleição, Raniere Barbosa, está chateado com o prefeito Carlos Eduardo Alves.

CEA tem se metido na disputa pela presidência da câmara, através de seu secretário, o chefe de gabinete Johnny Costa. O prefeito quer o novato Kleber Fernandes no posto máximo do legislativo municipal.

O problema é que ele vem encontrando muita resistência entre os parlamentares para emplacar seu inexperiente pupilo. A vitória de Kleber significaria uma submissão total da casa aos mandos e desmandos do chefe do executivo.

Raniere, sendo da base, apareceria como solução. Só que CEA teme pelo seu fortalecimento. Ele sabe que Raniere Barbosa começa a não depender do seu ninho e pode interferir nas articulações em 2018 e 2020, a partir do posto. Daí o temor.

Já o vereador pedetista, sempre fiel, se ressente desde a época em que seu líder resolveu lançar Agnelo Alves para deputado estadual em 2014. Ele queria a vaga. Sem a menor condição de saúde, com o seu falecimento, o espaço foi parar no colo de um adversário político – Vivaldo Costa.

Mas essa não foi a primeira aparada que CEA deu em Raniere. Durante sua última gestão, em que pese ter deixado o controle da potente Secretaria de Serviços Urbanos nas mãos do seu representante direto na câmara, CEA retirou cargos internos chaves, colocando gente de sua confiança nos postos. Seria uma forma de “pastorar” as ações do indicado de Raniere, alguém sem expressão, que ainda hoje é comandante da pasta.

Bem, até o presente momento, a partir das fontes que venho consultando, os vereadores têm entendido que é melhor Raniere no comando da CMN, pois eles teriam alguma autonomia de trabalho. Com Kleber, a câmara viraria puxadinho da prefeitura. Há também um mal-estar pela atuação do deputado estadual, o agora eleito vice-prefeito Alvaro Dias. E eles não querem isto. Há uma articulação para que um manifesto seja lançado com uma moção de apoio a Raniere. O documento levaria 19 assinaturas das 29 possíveis.

A vitória de Raniere não é exatamente um revés para o prefeito. Mas será uma sinalização de que ele não poderá cantar de galo no rosto dos legisladores locais.

A disputa promete novos capítulos.

Daniel Menezes.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:38

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Os especialistas convidados para a audiência pública que debateu nesta quarta-feira (16), na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado, o programa “Escola sem Partido”, apelidado de Lei da Mordaça pela comunidade educacional, foram unânimes em se manifestar contra a proposta.   O principal mentor do movimento Escola Sem Partido, o advogado Miguel Nagib, convidado para a audiência, não compareceu, para defender o projeto e nem presentou justificativa para a ausência. Em vez disso, um pequeno grupo de manifestantes que não se identificaram invadiu a reunião da comissão, tumultuando os trabalhos e gritando palavras de ordem a favor da Escola Sem Partido. “É bem próprio de quem não tem argumentos abrir mão do espaço próprio para debater suas ideias e tentar impor sua vontade no grito”, destacou a senadora Fátima Bezerra, vice-presidente da Comissão e autora do requerimento para a realização da audiência pública.

Segundo Fernando Penna, professor adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, o programa é uma ameaça à educação brasileira. “O projeto adota estratégias dos discursos fascistas e de desumanização dos professores. Além do ódio aos docentes, eles percebem os alunos como figuras incapazes”, criticou.

A subprocuradora da República Deborah Duprat, titular da Procuradoria Federal dos Direitos dos Cidadãos, Deborah Duprat, destacou inconstitucionalidades na proposta da Escola sem Partido. Ela fez questão de ressaltar que a Carta Magna resguardou os direitos à liberdade de expressão e o fim da censura e que a proposta ataca profundamente a liberdade de expressão dos professores. “A criança e o adolescentes não são propriedade dos pais. As Crianças e os adolescentes estão sujeitas aos princípios da proteção integral, da prioridade absoluta e são um assunto do Estado, da sociedade e da família”, defendeu.

Para a senadora Fátima Bezerra, o objetivo central da educação é contribuir ao pleno desenvolvimento dos cidadãos, capacitando-os para o trabalho e para a vida. “É necessário a escola tratar a vida como ela é e, portanto, não se pode omitir do debate as questões de gênero, de orientação sexual, de religião, de raça, de etnia. É dever da escola abrigar  o debate na forma mais plural possível e a proposta cerceia esse debate e amordaça professores”, ressaltou a senadora.

O discurso do ódio que cresce no país também foi criticado no debate. Camila Lanes, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas -Ubes, afirmou que a proposta é o começo da criminalização dos movimentos estudantis no país. “O ódio que envolve a Lei da Mordaça é claramente demonstrado nas publicações e manifestações realizadas por aqueles que são a favor desse projeto. Os ataques contra o movimento estudantil são sistemáticos e sempre com os mesmos argumentos. Antes cobravam a juventude para tomar posicionamentos, agora que estamos nos manifestando pelo país afora, somos criminalizados e perseguidos”, explicou

Participaram também do debate o diretor de relações institucionais da UNE, Iago Montalvão; a assessora política e representante da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Cléo Manhas; além de professores e de educadores. O Rio Grande do Norte estava representado pela professora Suzana Maria Brito de Medeiros, do NEI/CAP- UFRN, e pela mãe de aluno do NEI, Marcia Aparecida Souza, que leu uma carta repudiando os ataques contra a Escola NEI. A Escola Nei (Núcleo de Educação da Infância), da URN, foi acusada recentemente, de “doutrinar” os alunos. A professora e a mãe de aluno defenderam a escola.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:28

campanha-fim-de-ano-casa-do-empresario-de-caicoUma aposta para aquecer as vendas de final de ano no comercio local será a realização da campanha Natal Sensacional, promovida pelas entidades empresariais de Caicó – CDL, ACISC e Sindivarejo. A cada R$ 50,00 em compras, o cliente das empresas participantes ganhará um cupom e estará concorrendo a um Fiat Moby 0km.

A campanha será registrada pela Caixa Econômica Federal e lançada em breve. Até o momento, 80% dos kits já foram comercializados e as empresas interessadas em participar devem se dirigir a Casa do Empresário de Caicó, vizinho ao Banco do Brasil.

“Comprar no comércio local é uma medida que fortalece a economia do município, por isso a importância de uma campanha de final de ano em Caicó. Além disso, as empresas unidas tem a possibilidade de sortear um grande prêmio com os seus clientes”, citou Augusto Catônio, diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas de Caicó.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:19

O delegado de Goianinha, Wellington, disse que o local onde o ex-candidato a prefeito Renato Gomes foi encontrado morto, foi violado.

Várias pessoas estavam ao redor do carro que estava com a porta aberta e o ex-candidato morto com marca de tiro na cabeça.

Não havia arma.

Dentro da casa da fazenda, que foi aberta para investigação da polícia pelo irmão de Renato, o delegado disse que encontrou uma Bíblia em cima da mesa, o celular do ex-candidato ao lado da Bíblia, e dentro, na página do Salmo 23, três cartas: uma endereçada aos pais e irmãos, outra à esposa e a outra aos filhos.

As cartas eram datadas de ontem, 15 de novembro.

O delegado não quis informar o teor da carta mas disse que, pela forma que ele se expressava, estaria segurando um peso muito grande.

Renato, que já foi presidente da Associação de Plantadores de Cana de Açúcar do RN, foi candidato a prefeito, perdeu a eleição, e estava lutando na justiça para expor irregularidades da campanha vitoriosa.

Hoje ele teria uma reunião sobre as questões jurídicas no gabinete do senador José Agripino, em Brasília.

O delegado confirmou que a passagem de avião foi encontrada entre os seus pertences.

Fonte Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2016
09:13

Cabral governou o Estado do Rio de Janeiro entre 2007 e 2014, quando renunciou ao cargo / Fabio Rodrigues Pozzebom/ABrAgentes da Polícia Federal e da força-tarefa do Ministério Público Federal do Rio cumprem nesta manhã de quinta-feira dois mandados de prisão preventiva contra o ex-governador Sérgio Cabral – já preso – e outras oito pessoas ligadas ao peemedebista, acusado de liderar um grupo que desviou cerca de R$ 224 milhões em contratos com diversas empreiteiras, dos quais R$ 30 milhões referentes a obras tocadas pela Andrade Gutierrez e a Carioca Engenharia. A ex-primeira-dama Adriana Ancelmo é um dos alvos, porém, ela será levada para depor na sede da PF local em condução coercitiva.Adriana Ancelmo, que deve ser liberada após prestar depoimento, chegou a ter o seu pedido de prisão pelo MPF analisado pela Justiça, mas negado pelo juiz Marcelo Bretas.

Os agentes entraram dentro do apartamento do ex-governador, no Leblon, Zona Sul do Rio. Até o momento dez pessoas foram presas: Cabral, Wagner Jordão Garcia, ex-assessor do ex-governador, o ex-secretário de Governo Wilson Carlos, com dois mandados de prisão também (temporária e preventiva), e outras sete pessoas.

Além de Cabral, são alvos da operação o ex-secretário estadual de Obras Hudson Braga, e o ex-assessor do governador Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, o Carlinhos, ex-marido de uma prima de Cabral.

Outros operadores são alvos da ação: José Orlando Rabelo e Luiz Paulo Reis.

No total, há 34 mandados de busca e apreensão em três cidades além do Rio – Mangaratiba, Paraíba do Sul e Itaipava, e outros 14 de condução coercitiva.

Todos os alvos de prisão preventiva deverão ser levados para a Superintendência da PF no Rio, e após prestarem depoimento, serão encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exames de corpo de delito.

Operação foi batizada de Calicute, região da Índia onde o descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, teve uma de suas maiores tormentas.

É o segundo ex-governador do Rio de Janeiro preso em dois dias, nesta quarta-feira Anthony Garotinha foi preso.

Com informações do O GLOBO

 

Publicado por: Chico Gregorio