|
|
|
|
|
|
|
|
Diretores da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) participaram de uma reunião na sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), em Fortaleza (CE), na quinta-feira, dia 15. A diretoria da companhia esteve no Dnocs para prestar informações sobre a Adutora Serra de Santana, que abastece cidades da região Seridó do Rio Grande do Norte a partir da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves e que, em consequência da grave crise hídrica, entrou em colapso. As cidades abastecidas são Florânia, São Vicente, Tenente Laurentino Cruz, Lagoa Nova, Cerro Corá e Bodó.
Segundo a diretora de Empreendimentos da Caern, engenheira Geny Formiga, o objetivo da audiência foi informar da necessidade de ampliação da extensão do ponto de captação da Adutora Serra de Santana além do local em que estava previsto. Atualmente, o Dnocs executa as obras de construção da adutora emergencial de Caicó para atenuar as consequências da seca nas cidades de Caicó, Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas e São Fernando. Essa adutora emergencial depende da extensão da Serra de Santana. Além de Geny Formiga, também participou da reunião o diretor de Planejamento e Finanças, Anton Safieh.
Com a redução no nível de água da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, o ponto de captação antes previsto para a adutora não atende mais à necessidade de funcionamento do sistema com a adutora emergencial. Por causa disso, a diretoria da Caern tomou a iniciativa de expor a situação para o órgão do Governo Federal que atua na execução de obras destinadas a combater as consequências da seca.
Fonte Tonny Washington


Preocupado com os efeitos das delações de ex-executivos da Odebrecht, o presidente Michel Temer quer dar uma “cara nova” ao governo após a eleição para o comando da Câmara e do Senado, em fevereiro de 2017. O plano imediato de Temer para enfrentar a crise sem fim e se manter no cargo é mexer na equipe alvejada por denúncias de corrupção, substituir ministros ineficientes em áreas sociais e investir em mais medidas para alavancar o crescimento.
A permanência do chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do secretário do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Moreira Franco, é considerada incerta, apesar dos desmentidos oficiais. Temer, Padilha e Moreira foram citados na delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. O nome do presidente também apareceu no depoimento de Márcio Faria, outro dirigente da construtora, à força-tarefa da Lava Jato.
Com o núcleo político do governo combalido e a popularidade despencando dia após dia, o presidente pretende repaginar a Casa Civil, dando um perfil mais técnico e mais “interno” à pasta que coordena as ações da equipe. Na outra ponta, a ideia é criar uma secretaria especial no Ministério da Fazenda, hoje comandado por Henrique Meirelles, para abrigar discussões voltadas a novas iniciativas que possam reaquecer a economia e ter impacto mais rápido no bolso do consumidor.
Embora o pacote anunciado na quinta-feira pelo governo tenha como foco o combate ao desemprego e a redução do endividamento das empresas, a avaliação do mercado financeiro é a de que essas medidas somente terão efeito a longo prazo. “É evidente que os números da economia não são motivo de alegria, mas temos um rumo sendo construído”, afirmou o líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
O agravamento da crise, porém, aflige cada vez mais o Palácio do Planalto, que conseguiu aprovar no Senado a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto de Gastos, mas com oito baixas em sua base de sustentação. A semana foi marcada por tensões, choque entre Poderes e até mesmo o senador aliado Ronaldo Caiado (DEM-GO) roubou a cena ao sugerir a renúncia de Temer. O DEM comanda o Ministério da Educação. A bancada do PSB – partido que controla Minas e Energia – também se rebelou e avisou que votará contra a reforma da Previdência
Levantamento do site G1 com base nos balanços divulgados pelas concessionárias mostra que os aeroportos concedidos pelo governo federal perderam cerca de 6 milhões de passageiros na comparação entre os primeiros nove meses de 2015 e de 2016.
Os aeroportos concedidos são os de Brasília, Campinas (Viracopos), Guarulhos, Galeão (RJ), Confins (MG) e São Gonçalo do Amarante (RN).
Entre janeiro e setembro de 2015, esses aeroportos receberam 74,9 milhões de passageiros e, no mesmo período de 2016, 68,9 milhões.
A queda no movimento desses aeroportos é uma das dificuldades enfrentadas pelas concessionárias, que chegaram a pedir ao governo – que aceitou – para adiar o pagamento das outorgas (valor que uma empresa paga à União pelo direito de explorar um serviço ou bem público).
As empresas também argumentam que a crise econômica resultou na dificuldade das concessionárias de ter acesso a financiamentos.
Diante desse quadro de retração, o secretário de Política Regulatória de Aviação do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Rogério Coimbra, diz que os próximos leilões estão levando em conta o novo cenário econômico.
Os novos contratos, diz, reduzem os efeitos da demanda muito alta ou muito baixa, por meio de um sistema de “gatilho”. Por esse sistema, alguns investimentos só são exigidos após os aeroportos alcançarem determinado número de passageiros por ano.
Coimbra destaca ainda que o mercado projeta recuperação na procura por voos. “No longo prazo, há otimismo de que essa queda é pontual e que, recuperando o crescimento econômico, o número de passageiros se recupera. A demanda aérea, aliás, reage rápido à melhora na economia”, diz.
O ACORDO DE DELAÇÃO PREMIADA ASSINADO PELA EMPREITEIRA ODEBRECHT com o Ministério Público Federal é superlativo em números, explosivo e suprapartidário. Distribuídas em mais de 300 anexos – 300 novas histórias sobre a corrupção no Brasil –, as colaborações de 77 ex-executivos da empreiteira, incluindo o patriarca Emílio Odebrecht e seu filho, Marcelo Odebrecht, envolvem, entre uma infinidade de políticos, o atual presidente da República, Michel Temer, os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, tucanos de alta plumagem, como José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin, peemedebistas próximos a Temer, como Eliseu Padilha e Moreira Franco, e o triunvirato do PMDB no Senado: Renan Calheiros, Romero Jucá e Eunício Oliveira.
As revelações na delação da Odebrecht, que faturou 125 bilhões de reais em 2015 e reuniu 400 advogados para costurar o acordo, levam procuradores da força-tarefa da Lava Jato a constatar que “se os executivos comprovarem tudo o que dizem, a política será definida como a.O. e d.O. — antes e depois da Odebrecht”. O sempre comedido juiz federal Sergio Moro também dá dimensão da turbulência que se aproxima ao comentar: “Espero que o Brasil sobreviva”.
Veja matéria completa da VEJA AQUI
Leandro Mazzini – Coluna Esplanada
A manifestação do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que sugeriu a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB), não deve ficar apenas nos anais do Senado Federal.
Dentro do Democratas começa a ganhar força a ideia de que o partido patrocine candidatura própria à Presidência da República em 2018. E o nome mais forte é o de Caiado.
Esta será a principal pauta da convenção nacional marcada para fevereiro, mês em que se prevê uma série de mudanças de lideranças dentro Congresso Nacional. Simpatizantes do senador goiano acreditam que até o final de 2017, Caiado terá 10% da preferência do eleitorado.
O Democratas sinaliza como será difícil para Michel Temer administrar sua base de apoio no próximo ano. O próprio PMDB planeja esse sonho que embala o PSDB, o PSB e até o PV.
“O que me tirou do governo foi um golpe de Estado”, reiterou
Em entrevista ao jornalista Mehdi Hasan, do programa “UpFront”, da rede de televisão Al Jazeera, a ex-presidente Dilma Rousseff afirma que “ficou cada vez claro, no últimos meses, que houve um golpe de Estado no país que a tirou do cargo. Segundo ela, Michel Temer é um “traidor”. Ela defendeu ainda a realização de eleições diretas no país como forma de barrar o golpe e se reconstituir a democracia.
Abaixo alguns dos trechos da entrevista:
“O que me tirou do governo foi um golpe de Estado. O que se vê nestes seis é um processo de deterioração. Me tiraram para cumprir os seguintes objetivos: impedir que as investigações de corrupção chegassem até a esses que hoje ocupam o poder, implantar no Brasil o resto do processo de liberalização econômica de políticas de privatização, de flexibilização do mercado de trabalho e, sobretudo, retirar completamente os pobres do orçamento do país. Estas medidas que são do receituário neoliberal para serem implantadas era necessário que ocorresse essa verdadeira suspensão da democracia, que foi o meu impeachment”.
“Estamos fazendo uma não violenta luta contra este golpe. Tem vários tipos de golpe. O que ocorre no mundo, sobretudo na América Latina é o golpe parlamentar – ou golpe institucional. Um poder se aliar a segmentos de outro pode, no caso do Brasil, o parlamento se alia a segmentos do Judiciário, e dá um golpe me retirando do poder com alegações absolutamente insustentáveis. São 61 senadores contra 54 milhões de votos. Tem que se eleger um novo presidente da República para que este golpe seja de fato barrado”.
“Eu jamais esperei que ele [Temer] fosse um traidor – e ele é um traidor. A traição no nosso caso não é pessoal, é política. Ele é um traidor, a mim ele traiu enquanto presidente, ele traiu uma instituição, uma campanha. Fomos eleitos com um programa. E neste programa não estava previsto congelar os gastos de Educação e Saúde por 20 anos. Não estava previsto que pessoas só poderão se aposentar com 49 anos de contribuição”.
Veja a entrevista na íntegra aqui.

Reunião com os membros da ADM Consult e da Maternidade esclareceu dúvidas sobre a pesquisa e apontou seus principais pontos.
A Maternidade Escola Januário Cicco, recebeu está semana, a equipe da empresa júnior de consultoria – ADM Consult, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para explanar como funcionará a Pesquisa de Clima que irá avaliar o contexto, o ambiente e as relações de trabalho entre os colaboradores, além das condições de infraestrutura dos três hospitais universitários do Rio Grande do Norte, Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) e Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), em Natal e o Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB) na cidade de Santa Cruz.
O projeto elaborado em conjunto pela UFRN, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), gestora dos hospitais e a ADM Consult envolve três etapas: a de sensibilização, divulgação, aplicação do instrumento de pesquisa, tabulação dos dados e apresentação dos resultados.
A pró-reitora adjunta de Gestão de Pessoas, da UFRN, Raquel Alves, destacou o intuito dessa pesquisa dentro da instituição, relevando a integração na organização da casa.
“A pesquisa tem o intuito de melhorar o ambiente de trabalho, promover melhorias na gestão e a ratificação de boas práticas, porque a gente não quer destacar só problemas, destacamos também o que já vem dando certo. Então, poderemos melhorar o clima da organização, já que a gente tem o público de celetistas e servidores públicos no mesmo ambiente. Essa pesquisa vem também promover a integração desses membros”, comenta.
A aplicação da pesquisa será feita entre os dias 06 de 24 de fevereiro de 2017, posterior a aplicação será elaborado um plano de ações com base nos resultados diagnosticados que servirá de subsídios para as tomadas de decisões.
Em declaração a imprensa da capital, o deputado estadual Álvaro Dias (PMDB), eleito vice-prefeito de Natal, disse que ainda não sabe o dia em que renunciará o mandato de deputado estadual, para assumir no dia 1 de janeiro o cargo de vice-prefeito de Natal.
A renúncia de Álvaro Dias, será obrigatória, pois hoje a constituição não permite a acumulação do cargo de vice-prefeito com outro cargo público, caso não abra mão do mandato de deputado estadual, terá de abrir mão do mandato de vice-prefeito.
Com a eventual renúncia de Álvaro Dias, a cidade de Caicó, e toda a região do Seridó, será prejudicada, pois a vaga será assumida pela ex-deputada Larissa Rosado da cidade de Mossoró, que evidente, exercerá o mandato que foi dado a um deputado do Seridó, que abre mão para ser vice-prefeito de Natal, voltado para a região Oeste.
Será que em 2018, Álvaro Dias, após renunciar ao mandato de deputado estadual, para entregar mandato a região Oeste, ainda terá coragem de voltar ao Seridó e a cidade de Caicó, pedir votos para o filho Adjuto Dias Neto tentar ser deputado estadual?
O Governo do Estado vai inaugurar sete novos Restaurante Populares até o final de janeiro e o primeiro será em Jucurutu, já na próxima terça-feira.
“Os Restaurantes Populares garantem que milhares de cidadãos tenham acesso a refeições de qualidade, pagando pouco. É um programa que agora vai ser expandido para beneficiar um maior número de pessoas”, explicou a secretária de Assistência Social, Julianne Faria.
O programa já atende a populações de Natal (Centro Administrativo, Alecrim e Igapó), Mossoró (Centro, Alto de São Manoel e UERN), Assú (Centro e Frutilândia), Caicó, Currais Novos, Macaíba, Pau dos Ferros, Parelhas, Areia Branca, Extremoz, Ceará-Mirim, Macau, Santa Cruz, São Paulo do Potengi, Nova Cruz, João Câmara, Parnamirim, Canguaretama, Santo Antônio e Apodi.
Abaixo os próximos a serem inaugurados:
20/12 – Jucurutu
10/01 – Natal (Planalto)
12/01- Mossoró (Santo Antônio)
20/01- Natal (Pompéia)
24/01- São José de Mipibu
30/01- Jardim de Piranhas
31/01- São Miguel