22/03/2017
06:29

carlos eduardo alves 2

O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT)

Participando do evento “Brasil em Foco”, organizado pela Fecomércio e pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), o prefeito Carlos Eduardo (PDT) preferiu evitar dar declarações sobre as denúncias que vem recebendo seu governo. O saque agora atualizado para R$ 170 milhões na Previdência, e o suposto furo nos repasses do fundo previdenciário, foram temas esquivados de se tratar.

Indagado sobre as intenções de encaminhar um projeto à Câmara com o fim de realizar empréstimos ao Fundo Previdenciário dos servidores do município, o prefeito esquivou-se da pergunta e preferiu não comentar o caso. “Depois a gente conversa com mais calma, esse não é o momento”, disse.

A reportagem do Agora Jornal também insistiu para que o prefeito também falasse algo sobre o suposto rombo nos repasses do Fundo de Previdência dos Servidores do Município de Natal, denunciado pela vereadora Natália Bonavides (PT). Eduardo também recusou-se a falar sobre as denúncias.

Sobre o afastamento do ex-presidente do NatalPrev, Homero Grec, o prefeito apenas afirmou que a intenção foi de designar o servidor a outro cargo. “Eu o convoquei para outra função”, se limitou a dizer. A relação desse afastamento com as denúncias apresentadas não foi confirmada pelo gestor.

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
06:19

Deputado federal Veneziano Vital do Rêgo

O Ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal – STF, seguiu o parecer do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e determinou o arquivamento do inquérito 4041/PB. O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo estava sob investigação em relação a supostas ilegalidades relativas ao convênio 3.701/2004, firmado pelo município de Campina Grande e o Ministério da Saúde.

Depois de promover diligências e analisar a manifestação escrita apresentada pela defesa do parlamentar, o Procurador Rodrigo Janot afirmou, entre outros pontos que fundamentaram seu parecer pelo arquivamento, que “desde a data de início da apuração dos fatos, seja no curso do inquérito policial, na origem, seja com as diligências efetivadas sob supervisão da Suprema Corte, não se logrou êxito em identificar liame subjetivo que pudesse indicar a participação do ex-prefeito, sob a perspectiva criminal, nas irregularidades apontadas”.

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
06:14

Parlamentares se reuniram com ministro

Parlamentares paraibanos e de outros estados participaram de uma reunião na noite desta terça-feira (21) com o ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho. O objetivo foi o de agilizar a conclusão do Eixo Norte do Projeto de Transposição de Águas do Rio São Francisco e tratar do andamento do Ramal Piancó.

Os Senadores trataram com o ministro do reinício das obras do Eixo Norte – interrompidas após o abandono da empresa que vinha tocando o serviço. Na semana passada, o Ministério da Integração anunciou o vencedor da nova licitação, o Consórcio Emsa – Siton, habilitado para concluir os trabalhos restantes.

Os senadores também debateram o andamento do Ramal Piancó, que vai perenizar o Rio Piancó e levar água para o conjunto de barragens Coremas-Mãe D’Água. Em ambos os casos, o ministro Hélder Barbalho confirmou que os cronogramas serão mantidos e que não haverá mais atraso na conclusão dos trechos.

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
06:05

Projeto de lista fechada é “escudo” para os envolvidos na Lava Jato

Faz mais de 20 anos que o Brasil debate reforma política. Quase sempre, a dificuldade tem sido chegar a uma fórmula que reúna maioria no Congresso para ser implementada.

Entre ontem e hoje, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), presidido pelo ministro do STF Gilmar Mendes, organizou um seminário internacional para debater sistemas eleitorais. As discussões começaram ontem no TSE e terminam hoje na Câmara.

No encontro, o voto em lista fechada tem sido um destaque. Essa ideia, no atual momento, tem o claro objetivo de servir de escudo para políticos investigados pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal e que temem perder o foro privilegiado nas eleições de 2018 se não tiverem seus mandatos renovados.

O voto em lista fechada daria poder às cúpulas partidárias das grandes legendas para tentar eleger para deputado federal políticos encrencados na Lava Jato e que vão se complicar ainda mais quando for quebrado o sigilo da nova lista de Janot.

Hoje, é uma proposta que tem apoio de tucanos, peemedebistas e de petistas. O PT apoiava a ideia no governo Lula, mas não deu força para aprová-la numa minirreforma votada à força em 2015 por Eduardo Cunha, que então era o presidente da Câmara. O PSDB e o PMDB sempre foram contra. Uma mudança de ideia em tão pouco tempo é mau sinal.

Não será fácil a lista fechada ser aprovada pelo Congresso com esse carimbo de casuísmo. Dificilmente, terá apoio da opinião pública, porque esse tipo de voto tira do eleitor o direito de escolher o candidato e dá ao partido o poder de ordenar a lista de modo a priorizar a vitória dos preferidos da cúpula da legenda.

Ao mudar, há o risco de piorar o que já está ruim. Mas duas medidas mais simples fariam ajustes na atual legislação e poderiam melhorá-la.

A primeira seria acabar com as coligações nas eleições proporcionais. Essa regra permite que partidos se coliguem para eleger candidatos ao Poder Legislativo. É aquele instrumento no qual o eleitor vota no candidato A do partido B, mas ajuda a eleger o candidato C do partido D.

Outra medida salutar seria criar a chamada cláusula de barreira ou de desempenho. Ela exige que os partidos tenham um percentual mínimo de votos num determinado número de Estados, para que tenham caráter nacional. A regra foi aprovada em 1995, no governo FHC, mas o Supremo Tribunal Federal a considerou inconstitucional em 2006, sob o argumento de que prejudicava os pequenos partidos.

De fato, prejudica os pequenos partidos, porque, se o desempenho não for atingido, há restrições ao recebimento do fundo partidário, ao tempo de propaganda na TV e no rádio. Também daria menos poder no Congresso. Por exemplo: não indicar membros de CPI nem ter direito a estruturas de liderança, que permitem maior número de assessores.

Acontece que o veto do STF permitiu a danosa fragmentação partidária que existe hoje, com mais de 30 partidos e diversas pequenas legendas de aluguel. Essas duas medidas poderiam melhorar o atual sistema eleitoral, mas não atenderiam aos caciques do PSDB, PMDB e PT que temem os efeitos da Lava Jato.

Blog do Kennedy

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
06:01

O presidente Michel Temer anunciou nesta terça-feira (21) que a reforma da Previdência atingirá somente os servidores federais. Segundo ele, a reforma das previdências estaduais ficará a cargo dos governos dos estados.

Ele fez o anúncio após reunião no Palácio do Planalto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os líderes do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e deputados, entre os quais Carlos Marun (PMDB-MS) e Arthur Maia (PPS), presidente e relator, respectivamente, da Comissão Especial da Reforma da Previdência.
“Surgiu com grande força [na reunião] a ideia de que deveríamos obedecer a autonomia dos estados”, disse Temer, após reunião com líderes partidários no Palácio do Planalto.

“Reforma da Previdência é para os servidores federais”, declarou. O projeto de reforma da Previdência atualmente em tramitação na Câmara só exclui militares das Forças Armadas, bombeiros e policiais militares.

De acordo com o presidente, vários estados já começaram a reformular a Previdência estadual.

“Seria uma invasão de competência, que não queremos levar adiante”, afirmou. “Sendo assim, funcionários estaduais dependerão da manifestação do seu governo estadual ou governo municipal”, complementou.

“Estou passando ao relator [Arthur Maia] e ao presidente da comissão [Carlos Marun] que logo no dia de amanhã [quarta, 22] todos transmitirão aos membros da comissão que a partir de agora trabalharão com uma previdência voltada para os servidores federais”, afirmou Temer.
Ao encerrar a fala, Temer deixou o Salão Leste do Palácio do Planalto, local do pronunciamento, sem responder a perguntas. Jornalistas gritaram, indagando se o anúncio era uma “derrota” da equipe econômica, mas o presidente ignorou a pergunta.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:43

O juiz Marcus Vinícius Pereira Júnior, da Vara Cível da Comarca de Currais Novos, condenou o ex-prefeito de Currais Novos, José Vilton da Cunha, por Improbidade Administrativa por descumprir requisições de documentos públicos feitas pelo Ministério Público Estadual necessários para instrução de uma Ação Civil Pública contra o ex-gestor.

O magistrado esclareceu em seu julgamento que todo gestor público tem a obrigação de cumprir as requisições do Ministério Público, em prazo não inferior a dez dias, ressaltando que configura ato ilícito a recusa, o retardamento ou a omissão de dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil pública.

De acordo com Marcus Vinícius, após o agente público, pessoalmente, receber diversas requisições de documentos por parte do Ministério Público Estadual e, mesmo após duas ou três novas reiterações, teimar em não apresentar documentos públicos para o autor da ação, que tem o dever legal de fiscalizar os atos administrativos públicos, em nome do povo, ficou configurado o ato atentatório à democracia e a consequente prática de improbidade administrativa.

TJRN

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:40

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes acusou, nesta segunda-feira (21), a Procuradoria-Geral da República (PGR) de vazar para a imprensa nomes de pessoas citadas nos depoimentos de delação premiada de ex-executivos da empreiteira Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.

Na semana passada, com base nas delações, a procuradoria fez 83 pedidos de abertura de investigações ao STF , mas os nomes dos envolvidos não foram divulgados oficialmente porque foram enviados sob segredo de Justiça.

A crítica de Mendes foi feita na abertura da sessão da Segunda Turma, colegiado responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato. O ministro citou artigo publicado pelo jornal “Folha de S.Paulo”, no último domingo (19). De acordo com o jornal, a procuradoria enviou os pedidos em segredo ao Supremo, mas divulgou extraoficialmente os nomes dos investigados para alguns veículos de comunicação.

Para o ministro, a publicação de informações da Operação Lava Jato que estão sob sigilo é uma forma de “desmoralização da autoridade pública” e alimenta uma “caça de escândalos para espetaculização”.

“Tenho que a Procuradoria-Geral da República tem que prestar a este Tribunal as explicações sobre esses fatos. Não haverá justiça com procedimentos à margem da lei. As investigações devem ter por objetivo produzir provas e não entreter a opinião pública ou demonstrar autoridade. Quem quiser cavalgar escândalo porque está investido de poder de investigação, está abusando de seu poder”, disse o ministro.

Após a crítica de Gilmar Mendes, a subprocuradora da República, Ela Wiecko, pediu a palavra e disse que o “momento que estamos vivendo está colocando à vista” defeitos em todas as instituições, inclusive do próprio Supremo.

“O que me chama muita a atenção é o poder da mídia. A mídia estabelece o momento, eles fazem investigação, eles têm acesso, não sei como, há muitas informações. Eles estabelecem um momento em que colocam essa notícias a público. Essa sua insatisfação deve ser compartilhada com todas as instituições, inclusive a mídia”, rebateu a procuradora.

Lista de Janot

O ministro Edson Fachin recebeu nesta segunda-feira (21) os 83 pedidos de abertura de investigação contra citados nas delações de ex-diretores da empreiteira Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. Os inquéritos chegaram ao Supremo na semana passada, mas foram enviados ao gabinete do ministro somente nesta tarde, devido ao trabalho inicial de catalogação e digitalização das petições.

A partir de agora, Fachin começa a decidir se autoriza abertura dos inquéritos e as diligências solicitadas por Janot. O ministro também deverá avaliar a retirada do sigilo do conteúdo das delações.

Ao todo, o material sobre as delações da Odebrecht envolve 320 pedidos ao STF. Além dos 83 pedidos de abertura de inquéritos, há 211 solicitações para desmembramento das investigações para a primeira instância da Justiça, sete arquivamentos e 19 pedidos cautelares de providências.

IG, com informações da Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:38

No começo da tarde desta terça-feira (21), EXPRESSO publicou uma nota afirmando que a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) faria um grande serviço à nação se declinasse os nomes de quem a pressionara, quando ministra da Agricultura, para indicar e manter Daniel Gonçalves Filho no cargo de superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná. Gonçalves Filho, preso na Operação Carne Fraca, é apontado como o líder da organização criminosa que fazia vista grossa em fiscalizações de frigoríficos.

Kátia Abreu foi à tribuna do Senado e não apontou os nomes. Mas, em entrevista a EXPRESSO, diz ter sido pressionada pelos deputados federais Osmar Serraglio (atual ministro da Justiça) e Sergio Souza, ambos paranaenses e do PMDB (mesmo partido de Kátia), para indicar Gonçalves Filho e mantê-lo no cargo, mesmo após ele passar a responder a um processo disciplinar no Ministério. Kátia Abreu afirma que a preocupação de Serraglio com Gonçalves Filho era tamanha que o parlamentar chegou a pedir cópia do procedimento disciplinar para estudá-lo. Kátia conta que, depois de ler o processo, Serraglio classificou a peça como “bobagem”. A senadora afirma que chegou a sugerir a Serraglio e a Souza a indicação de outro nome para ocupar a Superintendência da Agricultura no Paraná, no lugar de Gonçalves Filho, mas que os dois estavam irredutíveis. Queriam mantê-lo no cargo de qualquer jeito. Kátia exonerou Gonçalves Filho em abril de 2016, sete meses após nomeá-lo.

A Polícia Federal interceptou uma ligação telefônica entre Serraglio e Gonçalves Filho, na qual o deputado pede informações sobre um frigorífico no interior do Paraná. Na ligação, Serraglio chama Gonçalves Filho de “grande chefe”.

Época

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:36

Com quase o dobro do mínimo de assinaturas necessárias, foi protocolado na
tarde desta terça-feira (17) o requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado para investigar a Previdência. A iniciativa, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), teve apoio de 50 parlamentares, inclusive da base do governo.

Do Rio Grande do Norte, apenas a senadora Fátima Bezerra assinou o requerimento de pedido da CPI. “A comissão será mais um instrumento de luta
contra a reforma da Previdência. Vamos passar a limpo o argumento falacioso do governo de que existe déficit na Previdência. É a hora da verdade
prevalecer, é hora de desmistificar esses números mentirosos do governo. Não existe déficit na Previdência”, disse a senadora Fátima Bezerra.

Fátima lembrou ainda a força e o papel das senadoras no pedido da Comissão Parlamentar de Inquérito da Previdência. “Independentemente de ideologias partidárias, as 13 senadoras assinaram o pedido da CPI. As mulheres saem na
vanguarda e na luta contra a reforma da Previdência. Essa reforma da previdência é um atentado ao povo brasileiro, principalmente para nós mulheres. Por isso tenho certeza que nenhuma senadora vai retirar sua assinatura”, concluiu.

Os senadores que queiram assinar o requerimento ou retirar sua assinatura terão que fazer até 23h59 de hoje. Após a confirmação do número mínimo de assinaturas – 27, a CPI será instalada. Durante toda a manhã, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa ficou reunida em audiência pública para discutir a reforma da Previdência. De lá, os participantes seguiram para a Secretaria Geral da Mesa, para protocolar o requerimento. O ato de entrega do pedido contou com a participação de mais de 80 entidades da sociedade civil organizada e
parlamentares.

Blog do BG:

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:33

O processo que pode levar à cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou na reta final. O ministro-relator da ação, Herman Benjamin, encerrou nesta terça-feira a chamada fase de instrução, em que são coletadas as provas necessárias ao julgamento. Uma das últimas medidas do magistrado nessa etapa foi a inclusão dos depoimentos de alguns dos principais executivos da Odebrecht, entre eles o ex-presidente da companhia, Marcelo Odebrecht.

No mesmo despacho em que encerrou a fase de instrução do processo, Benjamin deu prazo de dois dias para que as partes interessadas, incluindo o presidente Michel Temer, apresentem as alegações finais. Concluída essa etapa, o ministro apresentará seu relatório final e o caso será finalmente julgado pelos sete ministros do TSE. A interlocutores, ele tem dito que pretende levar o processo ao plenário do tribunal até abril.

O processo, em que a chapa é investigada por abuso de poder político e econômico na eleição presidencial de 2014, pode levar à destituição de Michel Temer. Em sua defesa, o presidente argumenta que sua prestação de contas foi separada da de Dilma Rousseff e que, por essa razão, ele não estaria sujeito a punição por irregularidades cometidas pelo comando do comitê petista, como o uso de dinheiro sujo do petrolão para bancar despesas ligadas à eleição.

A questão é controversa – e dependerá do veredicto dos ministros do TSE. A tendência, de acordo com fontes do tribunal, é que o voto de Herman Benjamin seja favorável à cassação da chapa completa – no caso, a punição seria extensiva a Michel Temer.

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:31

O Estado de S.Paulo

Mais um ministro do governo Michel Temer e outro ex-presidente da República estão na lista de pedidos de abertura de inquérito apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com base nas delações premiadas da Odebrecht. O titular da Agricultura, Blairo Maggi (PP), e o ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB-AP) são alvo da Procuradoria, segundo o jornal Valor Econômico. Os motivos dos requerimentos não foram informados.

Questionado nesta terça-feira, 21, no Paraná, Blairo Maggi negou relação com a Odebrecht. “A chance de estar nesse negócio é zero. Não tenho, nunca tive, contato com a Odebrecht”, disse o ministro. Para ele, a lista da PGR deveria ser divulgada logo para que “pessoas que não estão envolvidas não sofram bullying”.

Até agora, os pedidos de investigação alcançam, além de Blairo Maggi, ao menos seis ministros – de acordo com o Valor, o Planalto já foi informado de que nove titulares da Esplanada são citados nas colaborações. Entre ex-presidentes, há pedidos de apuração contra Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Publicado por: Chico Gregorio


22/03/2017
05:30

Demitido da Folha, Kim kataguiri tem se queixado que restou apenas um grande volume de processos judicais que poderão levá-lo a bancarrota: R$ 4,9 milhões. Suas queixas tem sido postadas no Twitter. Kim surgiu a partir da criação de um grupo financiado por ricos estrangeiros, o Movimento Brasil Livre, que serviu a causa de levar gente para a rua e ajudar a derrubar o governo de Dilma Rousseff. Não ele, obviamente, porque não teria capacidade para tanto, mas a propaganda que, sabe-se agora, recebeu apoio de partidos. Em maio do ano passado ele reunia 60 processos.

No texto, Kim se despede dos leitores e louva os “avanços” que protagonizou, junto com Eduardo Cunha, no golpe parlamentar que retirou a presidente Dilma Rousseff do poder, e pôs em seu lugar um grupo de políticos acusados de corrupção, defendidos por Kim.

Fonte: conexaojornalismo.com.

Publicado por: Chico Gregorio


21/03/2017
16:11

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse na última  quinta-feira, 16, não acreditar que a disputa eleitoral de 2018 será uma ameaça para as reformas que o governo do presidente Michel Temer quer aprovar ainda neste ano – da Previdência, trabalhista, tributária e na área da educação. “A maioria dos (possíveis) candidatos é de centro ou de centro-direita e eles são favoráveis às reformas”, afirmou Meirelles, ao ser questionado sobre o tema durante a Conferência do Instituto Internacional de Finanças (IIF) sobre o G-20, em Frankfurt, na Alemanha.

O ministro, no entanto, avaliou que, mesmo na hipótese de o petista vencer o pleito em 2018, dificilmente haverá impacto na reforma da Previdência, por exemplo. Isso porque o ex-presidente, de acordo com Meirelles, tem um histórico de “moderação”. O atual ministro de Temer foi presidente do Banco Central durante o mandato de Lula como presidente, de 2003 a 2010. Na quarta-feira, durante manifestação em São Paulo organizada por centrais sindicais contra reformas do governo Temer, Lula disse que tentam “enfiar goela abaixo do povo uma reforma que vai impedir a aposentadoria de milhões”. “É preciso parar com essa bobagem de cortar. É preciso parar com essa bobagem de vender as nossas empresas estatais”, afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


21/03/2017
16:01

O presidente Temer, tem declarado que não está preocupado com a alta rejeição, pois não deseja ser candidato em 2018,

por esse motivo,  vai tomar as medidas duras contra o povo brasileiro, como a que praticamente acaba com a possiblidade

de homens e mulheres se aposentarem com vencimentos integrais.

Temer esquece, que ele não é candidato, mas seus aliados do PMDB, PSDB, DEM, PPS, PSD, PSB, deputados e senadores,

desejam renovar seus mandatos e se votarem à favor de medidas impopulares, com certeza, serão rejeitados pelo eleitor.

No caso especifico do RN, Garibaldi Alves e Agripino Maia, terão seus mandatos de senador encerrados em 2018,  já tem

uma reeleição complicada, imagine, votando medidas impopulares do governo Temer. Tudo isso vai ser levado em conta

na hora de votar matérias no congresso. Os  deputados federia também pretende renovar seus mandatos , terão as mesmas

dificuldade na hora de votar matérias contra os interesses da população.

Resultado de imagem para temer nao estaria preocupado com imagem

Publicado por: Chico Gregorio


21/03/2017
15:41

 

Publicado por: Chico Gregorio