Em sua bombástica delação premiada, a marqueteira Mônica Moura disse ter recebido pagamentos de caixa dois, durante a campanha do “PMDB” e do então governador Fernando Freire na tentativa de reeleição ao governo do Rio Grande do Norte em 2002.
Mônica relatou ainda muitas dificuldades para receber os pagamentos na campanha e disse que o ex-governador Fernando Freire arranjou o que seria a solução: um empresário da construção civil, amigo de Fernando Freire, pagou com três imóveis em Natal, parte das dívidas de campanha. Segunda a delatora, a construtora era a CAPUCHE, ela afirma que entregou aos procuradores os contratos das transferências dos imoveis para o seu nome e que até hoje ainda tem uma dessas salas e paga condomínio. Também afirmou que até hoje tem uma promissória assinada por Fernando Freire de R$ 1 milhão que nunca foi paga.
O Vídeo abaixo, a partir do minuto 37:55 ao 44:40, a marqueteira detalha como foi todo esquema da campanha e cita ainda o ex-deputado Henrique Alves, o Senador Garibaldi Filho, indiretamente o empresário Edson Matias.
A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira, 12, que o Brasil atual caminha a “passos largos” para adotar uma “política social de auditório” após citar o apresentador Luciano Huck, durante a palestra ‘Um Ano de Golpe’, em Porto Alegre. “Em Harvard (universidade nos EUA), eu assisti a uma inovação, que é o que eu chamei de política social de auditório. Uma pessoa quis demonstrar a eficácia social de um programa de televisão de uma pessoa chamada Luciano Huck, mostrando como uma senhora tinha melhorado de vida”, disse.
Segundo ela, se antes a tendência dos grupos neoliberais era de apoiar gestores como candidatos, “agora estão caminhando a passos largos para que seja um animador de auditório. Fernando Henrique Cardoso defendeu Luciano Huck como hipótese”. “Isso é gravíssimo. Há uma manipulação eleitoral explícita”, acrescentou.
Durante cerca de 50 minutos, Dilma fez críticas ao seu processo de impeachment, à imprensa, à proposta de emenda constitucional do teto dos gastos, além de efender a política econômica adotada por seu governo, o PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta em fevereiro.
A ex-presidente Dilma Rousseff assistiu aos vídeos dos depoimentos de Mônica Moura e, por diversos momentos, ficou enfurecida com a narrativa da mulher de João Santana. A aliados, xingou a delatora.
A pessoas próximas, a petista se disse indignada com o que chamou de “cinismo” de Mônica. Dilma sustentou que nunca teve intimidade com ela, e que sua relação de confiança sempre foi com João Santana.
Com uma bela atuação no primeiro mandato de vereadora em Natal, a vereadora da capital, Natália Bonavides, se apresenta com todas as possibilidades de ser uma das surpresas nas eleições do próximo ano para a assembleia legislativa do estado, tendo uma votação consagradora, como já ocorreu em 2016, com uma votação superior a 6.2oo votos.
Natália tem sido um voz de oposição ao prefeito Carlos Eduardo Alves, inclusive foi dela a denúncia de saques sem autorização do legislativo, aos recursos do Fundo previdenciário, como também vem denunciando o caos financeiros enfrentado pela gestão do prefeito.
A prefeitura municipal de Jucurutu, por meio das equipes da secretaria de Assistência Social (SEMAS), Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), em parceria com o Conselho Tutelar, realizou, no fim da tarde desta quinta-feira, 11, a abertura da campanha alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado no dia 18 de maio.
O evento, que contou com o apoio da Polícia Militar, projeto Jucurutu Unido Contra as Drogas e secretaria municipal de Saúde, aconteceu na avenida principal, ao lado da Praça de Eventos Autran Lopes, no bairro Santa Isabel, onde as equipes realizaram um “pit stop”, oportunidade em que houve exibição de faixas, cartazes, e entrega de panfletos a motoristas e motoqueiros que passavam pelo local. Todo o material exibido continha frases de repúdio à exploração sexual contra crianças e adolescentes.
A campanha será estendida até próxima quinta-feira, dia 18 de maio, e até lá outros eventos estão programados para acontecer no município de Jucurutu. Confira abaixo:
16/05 – Pit Stop a partir das 19h em Barra de Santana (adesivagem, panfletagem e exposição de vídeos).
17/05 – Pit Stop com início ás 19h no Distrito de Boi Selado.
18/05 – Dia “D”.
16h – Culminância da campanha com movimentação pelas principais ruas da cidade, apresentações culturais e ações de saúde para população.
* Texto produzido pela equipe organizadora da Campanha de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes de Jucurutu
Irmã do agente de trânsito, Diogo Nascimento (Foto: Reprodução/redesocial)
Na manhã desta sexta-feira (12), a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF), deflagrou a segunda fase da Operação Gabarito. Seis pessoas já foram presas. Dentre os presos, está a irmã do agente de trânsito, Diogo Nascimento, morto no trânsito em João Pessoa. Ela é suspeita de ser uma das líderes da organização criminosa.
Também foram presos, uma estudante de medicina, um policial, um fiscal de obras da Prefeitura de Santa Rita e um funcionário do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran). Outro funcionário do Detran segue foragido. Todos são suspeitos de participar da organização que já atuou em pelo menos 60 concursos no Nordeste.
A organização criminosa atuava nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco, Piauí, Maranhão e outros estados. Entre os concursos, estão certames em andamento, já iniciados e outros ainda a serem autorizados.
“Os privilégios da mídia perante a Justiça são injustificáveis, cruel e mostram uma perseguição miserável”
Créditos: Divulgação / Assessoria
O depoimento prestado pelo ex-presidente da República, Luiz Inácio da Silva (PT) ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, foi objeto de discurso do deputado Luiz Couto (PT-PB) nesta quinta-feira, 11. O parlamentar avaliou que a capital do Paraná estava cercada por soldados como se fossem a uma guerra: “O mais engraçado é que juízes, promotores e jornalistas estavam sendo escoltados até o fórum, mas Lula foi para os braços do povo”, disse o paraibano.
A segunda consideração feita por Couto foi sobre a rapidez e a seletividade com que as informações do depoimento de Lula vazaram na mídia. “Os privilégios da mídia perante a Justiça são injustificáveis, cruel e mostram uma perseguição miserável”.
Para Couto, mais uma vez, “escancarou-se a parcialidade, o lado, o partido de Sergio Moro e o verdadeiro intuito das suas decisões monocráticas e que ferem na alma a imparcialidade do bom magistrado”.
O deputado repudiou o vazamento seletivo e imoral contra Lula. “Não permitiram que ele gravasse a audiência para não publicar logo que terminou, mas, seletivamente, o conteúdo foi reproduzido na mídia como um todo”.
Concluindo seu pronunciamento, o deputado disse que após anos de massacre midiático e jurídico, valeu a pena ver Lula nos braços do povo, agradecendo o apoio e reafirmando seu compromisso com o País.
Na delação agora sem sigilo do marqueteiro João Santana…está lá:
Pagamento recebido de caixa 2 para fazer a campanha de Fernando Freyre (PPB) a governador do Rio Grande do Norte em 2002.
A citação é vaga, não indica de onde saiu o dinheiro.
Freyre foi vice do governador Garibaldi Filho (PMDB) nos dois mandatos e disputou o governo – sem sucesso – em 2002.
Condenado, Freyre está preso no Comando Geral da Polícia Militar, em Natal, desde 2011.
Santana foi marqueteiro da campanha de Garibaldi Filho ao governo e atuou como marqueteiro do governo.
Só para situar a passagem de Santana pelo Rio Grande do Norte.
Foi ao ar na noite desta quinta-feira a propaganda partidária do PSDB —dez preciosos minutos em rede nacional de tevê. Na peça, o tucanato fala dos males da política como um médico que, após diagnosticar as necessidades do paciente, manda reforçar a dose do purgante.
Na abertura, o comercial enxerga a moléstia —“A distância entre as pessoas e os políticos nunca foi tão grande”—, tropeça no óbvio —“A política brasileira precisa mudar”— e repete a pergunta de US$ 1 milhão —“Por onde essa mudança começa?”.
No miolo, a propaganda conclui que a saída passa por “uma mudança de atitude.” E na parte final do vídeo, o PSDB expõe na sua vitrine eletrônica personagens como Aécio Neves e Geraldo Alckmin, investigados na Lava Jato.
O que o tucanato tem para oferecer? O desafio é “melhorar a política” e “melhorar a sua vida”, afirma Aécio. E Alckmin: “Trabalhar com esforço e humildade para tirar o país da crise.”
Sumiram do discurso dos tucanos as críticas aos rivais petistas. Soaria mal. Seria como tocar trombone sob o telhado de vidro. Não se ouviu na propaganda nenhuma palavra sobre ética. Natural. Ninguém é louco de falar sobre corda à beira do cadafalso.
Antes de expor o seu museu de novidades, o PSDB encaixou no comercial um bate-papo de hipotética espontaneidade entre pessoas selecionadas e jovens políticos tucanos. Excluiu-se João Doria da roda. Previsível. Muitos enxergam o prefeito paulistano não como um tucano, mas uma cobra —ou uma espécie de rabo autossuficiente, que se desgruda do padrinho Alckmin e ganha vida própria.
“Você já percebeu que daqui a cinco anos o Brasil vai comemorar 200 anos de Independência?”, indaga no comercial Fernando Henrique Cardoso, o grão-mestre do tucanato. “Já pensou se nesse dia você não precisasse votar contra alguém, mas a favor de alguém. Votar não com resignação, mas com esperança. Para esse dia chegar, é preciso passar o Brasil a limpo. E aprender com os erros…”
Os políticos brasileiros não mudaram muito desde dom Pedro I. Talvez precisem de um pouco mais de tempo. No estágio em que se encontra, o tucanato já aprendeu que é errando que se aprende… A errar.
Não faz muito tempo, um presidente do PSDB federal, Eduardo Azeredo, foi emparedado pela revelação de que, em 1998, quando brigava pela reeleição ao governo de Minas, suas arcas eleitorais foram contaminadas por um empréstimo providenciado por Marcos Valério. Em valores da época, coisa de R$ 11,7 milhões, tomado no Banco Rural. Tudo muito parecido com a operação que deu origem ao menalão do PT.
Azeredo concluiu seu mandato à frente do partido sem ser importunado. Quando o Supremo Tribunal Federal estava pronto para julgá-lo, renunciou ao mandato de deputado federal e foi tentar a sorte nas instâncias inferiores do Judiciário em Minas Gerais. Multi-investigado, Aécio Neves segue a mesma trilha. Preside o PSDB sem ser importunado. Quem ouve FHC falando em passar o Brasil a limpo se pergunta: não seria o caso de iniciar o processo de higienização pelo comando do ninho?
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comentou, nesta quinta-feira, o depoimento de Lula concedido na tarde de quarta para o juiz Sérgio Moro em processo no qual é réu por suposto recebimento de vantagens ilegais. O tucano, que chegou a ser ouvido como testemunha de defesa do petista em fevereiro de 2017 no caso que investiga supostas irregularidades no Instituto Lula, afirmou que prefere “não imaginar Lula preso”. “Mas são coisas da vida: não sei o que ele fez. Dependendo do que foi, o que o juiz poderá fazer?”, questiona. Para FHC, “a Justiça não pode julgar em função da popularidade, e sim se [o réu] cometeu ou não o crime, a lei é para todos”. As declarações foram dadas durante evento de lideranças realizado em Buenos Aires.
Para o tucano, Moro não está fazendo um “julgamento político” do petista. Na oitiva de quarta, o ex-presidente tornado réu afirmou várias vezes que o que está sendo julgado era “o seu Governo”, e não eventuais crimes cometidos por ele. “É um tribunal normal do Brasil que alcançou muita gente, inclusive do meu partido, que foi incluído na investigação da Lava Jato. Por isso acho que as investigações precisam prosseguir”, afirmou FHC. A Procuradoria-Geral da República pediu abertura de inquérito contra vários tucanos de alta plumagem, como o senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP), e o governador paulista Geraldo Alckmin – todos possíveis candidatos ao Planalto em 2018.
No entanto, apesar das palavras de apoio à operação, o ex-presidente aproveitou para engrossar o coro dos que criticam as longas prisões preventivas decretadas pela Operação Lava Jato. “Me choca uma prisão provisória que dure mais que um ano”, disse. Recentemente o Supremo Tribunal Federal soltou o ex-ministro petista, José Dirceu, o ex-assessor do PP João Cláudio Genu e o pecuarista José Carlos Bumlai. Eles estavam presos há vários meses, após condenação em primeira instância – pela lei brasileira o início do cumprimento de pena é autorizado após sentença de segundo grau. Para o ex-presidente, este tipo de revisão da decisão de um juiz de instância inferiores é algo comum “que ocorre nas democracias”. “As cortes superiores devem controlar [as decisões tomadas na primeira instância]. E em 95% dos casos elas disseram que não houve excesso [por parte de Moro]”, afirma.
O ex-presidente Lula não deu o show que gostaria, mas conseguiu evitar que o interrogatório conduzido pelo juiz Sergio Moro gerasse contradições que pudessem incriminá-lo no caso do apartamento tríplex, segundo três advogados e professores de direito ouvidos pela Folha.
As perguntas de Moro que não tinham relação com a ação penal, o apartamento do Guarujá que teria sido ofertado pela empreiteira OAS ao ex-presidente como propina disfarçada, foram criticadas pelo trio.
“Lula não se saiu mal no interrogatório”, diz Gustavo Badaró, advogado e professor de direito penal da USP. “Ele confirmou encontros e situações que os investigadores conheciam, mas negou a prática de atos ilícitos. Foi uma boa estratégia”.
Para Badaró, o fato de o juiz ter extrapolado a acusação do Ministério Público é preocupante. “Juiz que extrapola a denúncia é um indício de perda de imparcialidade. No caso do Moro, acho que isso não compromete o seu trabalho, mas acende uma luz amarela”.
Alberto Toron, criminalista e professor na Faap, diz que a insistência do juiz em repetir certas perguntas mostra um alinhamento com a acusação que não deveria existir. “Não posso dizer que o juiz foi parcial. Ele foi respeitoso com o acusado, mas certas perguntas revelam que ele está buscando provas para condenar”, afirma.
Toron inclui nesse rol as perguntas do juiz em torno da indicação de diretores da Petrobras e a insistência em questionar o ex-presidente se ele sabia da corrupção na estatal.
Toron diz que o interrogatório longo também faz parte de uma estratégia para “dobrar o réu”, como se fazia na ditadura militar (1964-1985).
Thiago Bottini, professor do curso de direito da FGV do Rio, também classifica como bom o depoimento de Lula com um senão: “Se alguém esperava que o Lula fosse se auto-incriminar, errou feio. Ele poderia ter ido melhor se não perdesse tempo em responder perguntas que não tinham nada a ver com o caso do apartamento”.
Foi nas perguntas que não tinham relação direta com o tríplex que Lula e Moro tiveram algumas discussões, na avaliação de Bottini. “A pior parte do depoimento de Lula foram nos momentos de antagonismo com o juiz. Isso não é bom para o Lula”.
Segundo Bottini, o juiz tem revelado um comportamento parcial não só no caso do ex-presidente. “O Moro faz muito mais perguntas do que o Ministério Público, o que o torna um sujeito não ideal para julgar. Ele não cumpriu inteiramente o papel de juiz imparcial no interrogatório de Lula”.
Uma das evidências da perda da parcialidade, de acordo com Bottini, apareceu nas perguntas sobre o mensalão. Na ação em questão, Lula é acusado de receber propina da empreiteira OAS.
Durante reunião nesta terça-feira (09/Maio), a portas fechadas, no palácio do Planalto, com lideres políticos da sua base aliada e outras autoridades, para apressar as reformas trabalhistas e da Previdência, o patético e corrupto presidente da República do Brasil – que atende pelo nome de Michel Temer – finalmente disse alguma coisa inteligente: “Até parece que chegamos aqui para destruir os trabalhadores.” Folha de São Paulo, 09/Maio/2017.
Pirandello lhe responderia: assim é se lhe parece!
Portanto, está corretíssimo o chefe da atual quadrilha executiva, legislativa e judiciária encarregada pela burguesia para governar os seus negócios e a luta de classes no país.
Afinal, se os integrantes desta quadrilha não constituírem um governo, quer dizer, um comitê de negócios das classes dominantes que seja capaz de enfiar a faca da reforma trabalhista, da Previdência, etc. nas costas da classe trabalhadora, como ficaria os lucros dos seus patrões?
Talvez pensando nisso esse vírus obscurus que ocupa desajeitadamente o trono em Brasília desfiou romanticamente mais uma pérola para coroar sua jornada altamente filosófica: “O destino me colocou aqui, Deus me colocou aqui para cumprir uma missão difícil, complicada”.
Vejamos alguns importantes resultados imediatos dessa missão difícil e complicada do nosso enviado por Deus para nos governar.
No que diz respeito à grande massa de trabalhadores do exército industrial de reserva do país, que compõe pelo menos 90% da população nacional, a missão está sendo rigorosamente cumprida.
Aqui a coisa tá brava. Tá pra lá de difícil e complicada.
Para a massa de trabalhadores produtivos a economia nacional já entrou em crise profunda.
Pergunte para qualquer um dos 14,2 milhões de desempregados observados no encerramento do 1º trimestre deste ano. Esta é a população de desempregados estrito senso, método estatístico oficial, tal como catalogado e apresentado pelo IBGE no seu relatório PNAD Contínua de 28/04/2017.
Gabriel Prado foi expulso do local e teve que se refugiar na sacada de um edifício residencial localizado na região
O rapaz foi expulso do local e teve que se refugiar na sacada de um edifício
Por Redação
Enviado especial da Globo News para cobrir o depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro, feito nesta terça (9), o repórter Gabriel Prado informou que sua equipe foi hostilizada ao tentar fazer uma transmissão na Praça Santos Andrade, em Curitiba, por manifestantes que apoiam o petista.
O rapaz foi expulso do local e teve que se refugiar na sacada de um edifício residencial da região, de onde terminou o trabalho de narrar o acontecimento.
Os ataques às equipes de alguns jornais e emissoras são noticiados com frequência. Desde 2013, situações de agressão pipocam pela imprensa, como foi o caso de Caco Barcellos, atingido por um cone de trânsito durante manifestações no ano passado.
Gabriel Prado também já enfrentou situações semelhantes em outras coberturas de protestos e manifestações políticas.
O presidente Michel Temer (PMDB) concedeu entrevista exclusiva a José Luiz Datena, no Brasil Urgente desta quinta-feira (11), na qual afirmou que o Brasil não vai parar caso suas reformas – Trabalhista e da Previdência – não passarem no Congresso, mas que dificuldades vão surgir a partir daí.
“Não será um desastre definitivo porque há outros meios [de equilibrar as contas públicas]. Cheguei ao governo sob o signo da CPMF; passou um ano e nunca mais falamos disso porque estamos fazendo essas reformas. [Caso as reformas não sejam aprovadas], talvez se faça necessário [falar sobre CPMF]”, disse.