16/05/2017
09:50

Evento, que acontece nesta quarta-feira 17, tem o objetivo de discutir medidas para diminuição dos casos de violência obstétrica e os índices de mortalidade neonatal

Proposição do debate é da vereadora Natália Bonavides (PT)

A Câmara Municipal de Natal vai realizar nesta quarta-feira 17, a partir das 9h, uma audiência pública para debater a humanização do parto e nascimento em Natal. O evento é proposição da vereadora Natália Bonavides (PT) e contará com a presença dos movimentos sociais que lutam pela humanização do atendimento, profissionais da saúde, população em geral, além das vereadoras da Casa.

Entre as convidadas para compor a mesa estão: Maria do Carmo Lopes de Melo (professora da UFRN, médica obstetra e representante do Comitê de Luta pela Redução da Mortalidade Materna), Nicolle Passos (Associação Potiguar de Doulas do RN), Andressa Maia (Movimento pela Humanização do Parto e Nascimento em Natal), Maria do Rosário Bezerra (gestora do SUS) e Clarissa de Leon (Associação Brasileira de Obstetrízes e Enfermeiras obstetras).

Natália é autora do Projeto de Lei 30/2017, que já tramita na Casa, desenvolvido em parceria com Movimento pela Humanização do Parto e Nascimento em Natal. O projeto de lei propõe que as recomendações científicas atualizadas e as diretrizes de órgãos nacionais e internacionais ligados à área da saúde sejam colocadas em prática no âmbito municipal. A aprovação do PL poderá trazer impacto positivo na redução de intervenções desnecessárias ao parto e das consequentes complicações, além da diminuição dos casos de violência obstétrica e dos índices de mortalidade neonatal.

O parto pode ser considerado humanizado quando atende a três pilares: assistência baseada em evidências científicas atualizadas; protagonismo da mulher de forma a garantir que suas escolhas sejam respeitadas; e concepção do parto como um evento não apenas fisiológico, mas também social, espiritual e cultural, portanto, merecedor de uma assistência multiprofissional.

Publicado por: Chico Gregorio


16/05/2017
09:44

Em declaração ao MPF, Mônica Moura afirmou que ‘por dentro’ era ‘bem menor’ do que caixa 2 da corrida eleitoral do peemedebista, ex-ministro do Turismo, ao governo do RN em 2002

Henrique Eduardo Alves

Em depoimento do Ministério Público Federal, a empresária Mônica Moura declarou que, em 2002, acertou caixa 2 para a campanha de Henrique Eduardo Alves (PMDB) ao governo do Rio Grande do Norte. A combinação, segundo a delatora e mulher do marqueteiro João Santana, se deu com o próprio Henrique Alves, ex-ministro do Turismo no governo de Michel Temer.

Mônica Moura relatou que o peemedebista era o candidato do então governador Garibaldi Alves Filho ao governo naquele ano. Segundo a empresária, Henrique Alves deixou a campanha no início, “antes de começar o horário gratuito”, e deu lugar a Fernando Freire.

“Essa campanha foi mais ou menos uns 4 milhões, 4,5, 5 milhões o valor acho que do primeiro turno, que foi pago da mesma forma. Esse meu acerto de campanha foi feito com Henrique Alves, porque ele era o candidato, então acertei diretamente com ele e que receberia, e aí, ele pediu para pagar uma parte por fora e uma parte por dentro. Nós tivemos um contrato menor, nessa época, bem menor do que a parte paga em caixa 2. Ele mandou alguém pagar”, declarou.

A delatora relatou que após a saída de Henrique Alves, “assumiu o Fernando Freire, que era o vice do Garibaldi”.

“Ele virou o candidato de repente e nós fizemos a campanha com ele”, afirmou. “Logo no início, eu não me lembro como foi, o que foi que a gente recebeu durante o pequeno período em que o Henrique Alves foi candidato. Mas logo depois assumiu Fernando Freire, que era o governador, e aí Fernando Freire assumiu o pagamento dessa parte não oficial. Ele mandava gente dele entregar dinheiro a gente no hotel em que a gente estava”, relatou.

A empresária afirmou que o hotel se chamava Ayambra. “Acho que existe até hoje em Natal.”

O Ministério Público Federal perguntou a Mônica Moura sobre o porquê de Henrique Eduardo Alves ter acertado o pagamento dos custos.

“Porque ele ia ser o candidato, ele era o candidato. Ele que ia resolver, ele tinha condições de resolver os pagamentos, né? Eu nunca falei de dinheiro com Garibaldi, foi sempre com Henrique Eduardo Alves”, narrou.

Defesas

O advogado Marcelo Leal de Lima Oliveira, que defende Henrique Eduardo Alves, diz que as afirmações de Mônica Moura “sobre fatos ocorridos há quase 15 anos não são verdadeiras”.

“Henrique Eduardo Alves jamais discutiu contrato de propaganda para campanha ao cargo de Governador do Rio Grande do Norte com Mônica Moura”, diz a nota. “No ano de 2002 Henrique já chegou à convenção do PMDB, realizada no mês de junho, como candidato a Deputado Federal e sua campanha foi realizada por publicitários do Rio Grande do Norte.”

O advogado Flaviano Fernandes, do ex-governador Fernando Freire, disse que a defesa vai adotar “apenas a descrição de nos manifestarmos nos autos se existirem autos que venham apurar esse fato, visto que já se encontram prescritos – faz 15 anos”.

Publicado por: Chico Gregorio


16/05/2017
09:40

João Pacífico revelou ainda que Henrique possuía o codinome de ‘Rio Grande’; ex-ministro afirmou que nunca teve qualquer relação com projetos de obras no Piauí

Ex-ministro do Turismo Henrique Alves (PMDB)

Ex-deputado federal e ex-ministro do Turismo Henrique Alves (PMDB) teria recebido aproximadamente R$ 800 mil em propina de duas empreiteiras para realização da obra “Tabuleiros Litorâneos”, localizada em Parnaíba, litoral do Piauí. Henrique foi citado em delação do João Pacífico, que explicou, diante da Operação Lava Jato, que o montante havia sido pago entre janeiro de 2009 e 2010. Pacífico revelou ainda que Henrique possuía o codinome de “Rio Grande”. Henrique, por sua vez, afirmou que nunca teve qualquer relação com projetos de obras no Piauí.

Em razão das delações, a Procuradoria da República no Piauí está interessada em averiguar as acusações contra Henrique Alves. Ele havia sido anteriormente citado por Ariel Parente como tendo recebido o valor de R$ 112 mil pelo acordo. O Ministério Público Federal confirmou que as informações sobre as propinas recebidas são corroboradas por documentos que versam sobre troca de e-mails entre as partes envolvidas nas negociações.

O ex-ministro potiguar foi à público na época em que foi citado pelos delatores e disse que jamais tratou de qualquer obra no Brasil com Ariel Parente ou outro dirigente da Odebrecht. “Relação unicamente institucional, inclusive ao receber, via Diretório Nacional do PMDB, doações legais para campanha eleitoral. A Justiça com minha colaboração provará o que afirmo”, disse Henrique Alves em nota.

Via Agora RN.

Publicado por: Chico Gregorio


16/05/2017
09:36

Vendas parceladas no Dia das Mães caem 5,50%, mostra indicador SPC Brasil e CNDL

Pelo quarto ano seguido houve queda nas consultas para vendas a prazo na semana do Dia das Mães. De acordo com o indicador calculado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o volume de vendas parceladas na semana anterior ao último domingo (entre 7 e 13 de maio) caiu 5,50% em relação ao mesmo período que antecedeu a data comemorativa no ano passado. O recuo de 2017, porém, vem após uma forte queda de 16,40% em 2016, demonstrando um impacto mais comedido. Nos anos anteriores, as variações foram de -0,59% (2015), -3,55% (2014), +6,44% (2013), +4,40% (2012), +6,53% (2011) e de +9,43% (2010).

Publicado por: Chico Gregorio


16/05/2017
09:31

O Globo

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que será julgada no plenário uma ação na qual o PDT pede que o presidente da República, possa ser investigado durante o mandato por qualquer fato. A interpretação da regra Constitucional hoje é de que o presidente só pode ser investigado por fatos ocorridos durante o mandato, e não por crimes supostamente praticados antes da posse no cargo público.

Ainda não há prazo de quando o STF julgará o caso, porque ainda será necessário a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) enviarem ao tribunal pareceres sobre o assunto. No tribunal, a praxe é que ações diretas de inconstitucionalidade sejam julgadas em plenário.

Segundo o artigo 86 da Constituição Federal, “O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”. Em ofícios enviados ao STF recentemente, a PGR afirma que esse dispositivo impede que o presidente seja investigado ao longo do mandato por fatos ocorridos anteriormente. No entanto, na interpretação do PDT, não haveria problema em investigar o presidente em um inquérito por qualquer tema, desde que não houvesse julgamento do caso durante o mandato.

Publicado por: Chico Gregorio


16/05/2017
09:29

A iminente delação de Antônio Palocci não provoca calafrios apenas no mundo político. Banqueiros e empresários de renome estão preocupados com o que o ex-ministro pode contar à Lava Jato e a outras operações, como a Zelotes.

Palocci foi o petista mais próximo dos donos do dinheiro. Em 2002, ajudou a acalmar o mercado para a chegada do partido ao poder. Idealizou a “Carta ao Povo Brasileiro”, na qual Lula se comprometeu com a responsabilidade fiscal e o controle da inflação. A receita deu certo, e o médico foi nomeado ministro da Fazenda.

No cargo, Palocci ampliou os laços com a elite do capitalismo brasileiro. Chegou a sonhar com a Presidência, mas foi abatido no escândalo do caseiro. Voltaria ao Planalto no início de 2011, como chefe da Casa Civil do governo Dilma Rousseff.

A nova temporada no poder não durou um semestre. Em maio, a Folha revelouque o petista havia multiplicado o patrimônio por 20 com uma consultoria de pouca visibilidade e muito sucesso. Ele caiu, mas se recusou a abrir a lista de clientes.

O segredo começou a ser desfeito em setembro passado, quando a Lava Jato prendeu Palocci e começou a abrir sua caixa-preta —ou caixa-forte, a julgar pelos valores envolvidos.

Numa das frentes de investigação, descobriu-se que a consultoria do ex-ministro recebeu R$ 81,3 milhões de 47 empresas. A lista inclui bancos, seguradoras, imobiliárias e montadoras de veículos. É uma clientela ampla, que teve milhões de motivos para bater na porta do petista.

FOLHAPRESS

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16/05/2017
09:28

O Flamengo renovou o contrato de Vinicius Junior, de 16 anos. A informação foi publicada inicialmente pelo “Globoesporte.com” e confirmada pelo GLOBO. O jogador, que tinha vínculo até 2019, terá aumento salarial e bonificações. O clube elevou a multa de 30 para 45 milhões de euros. Com a multa maior, Vinicius Junior pode deixar o Flamengo por R$ 150 milhões, valor que teria oferecido o Real Madrid.

A venda para o Real Madrid entrou como preferência no acordo e deve ser concretizada em breve, mas o atleta só sai em junho de 2018, quando faz 18 anos. A negociação foi concluída nesta segunda-feira na sede do clube, na Gávea, em reunião entre os representes do atleta e o diretor-geral do clube, Fred Luz, que confirmou a renovação. Lucas Mineiro, representante da Traffic, não quis comentar o acerto.

O Flamengo divulgou nota para explicar o novo acordo, que foi liderado pelo diretor executivo Rodrigo Caetano em parceria com Luz e o presidente Eduardo Bandeira de Mello.

CONFIRA A NOTA DO FLAMENGO:

“O Clube de Regatas do Flamengo informa que renovou o contrato do atleta Vinícius Júnior. O acordo prevê reajuste salarial para o atacante e alteração do valor da multa rescisória em caso de propostas de clubes do exterior: de 30 para 45 milhões de euros.

O GLOBO

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16/05/2017
09:27

O município de Natal é a apenas o quarto do Rio Grande do Norte com a melhor avaliação da Controladoria-Geral da União (CGU) em questão de transparência de governo. A capital possui nota 6,38 e está atrás de Acari, que tem nota 9,02; Parnamirim, com 7,50 e Jucurutu com 6,66. Apesar da capital estar em quarto lugar parecer um bom sinal, o quadro se mostra alarmante quando se compara o relatório de 2017 com o de 2016. No ano passado, Natal ocupava a 120ª posição no ranking geral de todas as cidades brasileiras com nota 7,36, hoje ocupa a posição de número 458; foi uma queda de mais de 320 posições na pesquisa intitulada Escala Brasil Transparente (EBT).

Acari, por sua vez, demonstrou uma melhora completa em relação a 2016, isto porque, no ano passado, o município do interior, que hoje é o bem mais colocado entre os potiguares, tinha nota zero no ranking de transparência municipal. Parnamirim, que em âmbito federal era o 412º melhor município com nota 2,50 em 2016, hoje subiu para a 319ª colocação com nota 7,50. Por fim, Jucurutu seguiu o exemplo de Acari e de nota zero em 2016, subiu para 6,66, terminando no 431ª lugar.

Outros municípios que se destacaram positiva ou negativamente foram Ipanguaçu (470º lugar com nota 6,25); Serra do Mel (489º lugar com 6,11), ambas abaixo de Natal, e Mossoró, segunda maior cidade do estado, (na 1350ª posição com nota 1,94).

O estudo foi divulgado pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União na última quinta-feira 11, em Brasília. Esta é a terceira vez que o órgão pública o levantamento, que, desta vez, cobre o período entre julho e dezembro de 2016 do último ano do mandato anterior do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

AGORA RN – BONI NETO

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16/05/2017
09:25

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (16) uma operação para desarticular um esquema de corrupção envolvendo servidores do Ministério da Agricultura e empresas do setor agropecuário fiscalizadas pela pasta. A operação foi batizada de Lucas em referência à passagem bíblica que diz “não peçais mais do que o que vos está ordenado”.

Segundo a assessoria da PF, cerca de 120 policiais federais atuam na operação para cumprir 62 mandados judiciais em cinco estados: Tocantins, Pará, Maranhão, São Paulo e Pernambuco. Ainda de acordo com a corporação, os agentes cumprem 10 mandados de prisão temporária, 16 de condução coercitiva e 36 de busca e apreensão.

A Justiça Federal também determinou o bloqueio de contas bancárias e a indisponibilidade de bens móveis e imóveis que somam R$ 2,2 milhões.

G1

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15/05/2017
10:30

Resultado de imagem para João Maia e Zenaide maia
Jaime calado , Zenaide  e João Maia 

Cousou muita decepção ao eleitorado do RN, a decisão anunciada recentemente pela deputado federal, Zenaide Maia, de  voltar a seguir a liderança do ex-deputado João Maia, que por sua vez, é liderado no estado pelo ex-deputado Henrique Alves.

Zenaide Maia, após se eleita, assumiu posição firma na câmara federal, em defensa dos trabalhadores, votando contra as maldades proposta pelo governo Temer/PSDB, ´ficando com excelente avaliação perante ao eleitorado do Estado.

Ao anunciar esta semana, que volta a ser liderada de João Maia e Henrique Alves, os trabalhadores do RN, já tem até dúvidas sobre qual será sua posição na votação da reforma da previdência,  como se sabe, Henrique , Garibaldi, Agripino Maia, votam à favor de toda e qualquer maldade  proposta pelo governo golpista.

 

Publicado por: Chico Gregorio


15/05/2017
10:11

A babá do filho do presidente Michel Temer (PMDB) é contratada como assessora do Gabinete de Informação em Apoio à Decisão (Gaia), o órgão é responsável por organizar informações estratégicas para o peemedebista tomar decisões. Leandra Brito, no entanto, negou para o jornal “O Globo” que seja babã de Michelzinho.

Temer nega que ela seja babá de Michelzinho, e sim, alguém por quem o filho “se afeiçoou”.
Leandra também afirma que Michelzinho não tem babá e explica que ela ajuda a assessorar a primeira-dama Marcela Temer e o presidente “em toda e qualquer situação”. No entanto, Leandro não detalhou como ajuda.

Publicado por: Chico Gregorio


15/05/2017
10:04

Em texto publicado em sua página oficial no Facebook neste domingo (14), Dia das Mães, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz uma homenagem à sua mulher, Marisa Letícia, falecida há três meses. Lula destaca a importância da mulher em sua trajetória, e conta passagens da história do casal. “Se fui eleito e reeleito presidente desse país, a maior responsável foi a Marisa”, escreveu. Lula também faz um desabafo: “Ninguém, nem juiz, nem polícia federal, nem ministério público, nem imprensa, tem o direito de fazer o que fizeram com ela. O vazamento de conversas privadas, a invasão do nosso apartamento, o confisco dos tablets dos nossos netos e, mais recentemente, a recusa em decretar sua absolvição sumária nos processos em que Marisa era ré, conforme estabelece a lei em caso de morte da pessoa investigada.”

Veja o texto:

Se existiram duas pessoas absolutamente fundamentais para que eu pudesse me tornar o metalúrgico, o dirigente sindical e o presidente da República que fui, essas duas pessoas foram Dona Lindu, minha mãe, e Marisa, mãe dos meus filhos. Duas mulheres de luta que tinham em comum a garra e a fortaleza.

Uma vez, logo após as eleições de 1998, eu estava em frangalhos depois de uma campanha muito cansativa que havia terminado com nossa terceira derrota, e Marisa veio me dar uma bronca. “Para com isso, Lula”, ela me disse. “Lembre-se da sua mãe. Tem que teimar!” Marisa repetia uma frase de Dona Lindu. O que ela, Marisa, queria dizer, é que eu tinha de levantar a cabeça e seguir em frente. Dali a quatro anos voltaríamos mais fortes.

Lula publicou no Facebook texto em homenagem a Dona Marisa
Lula publicou no Facebook texto em homenagem a Dona Marisa

Depois que minha mãe morreu, às vésperas do dia das mães de 1980, Marisa assumiu a função de me fazer teimar. E tirava força sabe-se lá de onde. Tinha vez que ela conseguia ajudar nossos filhos com o dever de casa de matérias que ela nunca tinha visto na escola. E mantinha a engrenagem da nossa casa funcionando quando a militância, as campanhas e a intensa atividade como Presidente da República me obrigavam a ficar ausente a maior parte do tempo.

Hoje penso que, se fui eleito e reeleito presidente desse país, a maior responsável foi a Marisa. Se terminei o mandato com aprovação recorde de 87%, foi muito por causa da Marisa. Se levamos o Brasil bem perto de ser a quinta economia do mundo, se conseguimos tirar o Brasil do mapa da fome, criar 22 milhões de empregos e promover a maior inclusão social e educacional da história deste país, foi com a inestimável contribuição da Marisa.

Neste nosso primeiro dia das mães sem Marisa, só eu sei o respeito e o carinho que tive e tenho por ela, e por isso vou continuar afirmando que ninguém, nem juiz, nem polícia federal, nem ministério público, nem imprensa, tem o direito de fazer o que fizeram com ela. O vazamento de conversas privadas, a invasão do nosso apartamento, o confisco dos tablets dos nossos netos e, mais recentemente, a recusa em decretar sua absolvição sumária nos processos em que Marisa era ré, conforme estabelece a lei em caso de morte da pessoa investigada.

Neste dia das mães, nossos quatro filhos e eu temos muito do que nos orgulhar. E nada pode turvar nosso amor e reconhecimento à Marisa.

Que cada filho olhe para sua mãe com o máximo de carinho, respeito e gratidão por elas existirem! Um feliz dia das mães para todas as mães do Brasil!

Luiz Inácio Lula da Silva

Fonte: Jornal do Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


15/05/2017
09:57

Já há conversas adiantadas para que a eventual candidatura seja bancada por uma chapa formada por PSDB, PMDB, PSD e DEM

Créditos: Reprodução / WEB

João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, já articula sua candidatura à Presidência em 2018.

Já há conversas adiantadas para que a eventual candidatura seja bancada por uma chapa formada por PSDB, PMDB, PSD e DEM.

O sonho de consumo de aliados próximos do prefeito é atrair o apoio do PSB para a vaga de vice. O nome do partido considerado ideal para o posto é o de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

As informações são da Coluna do Estadão.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


15/05/2017
09:49

“Há na lista animais que colocam em risco o rebanho brasileiro e podem comprometer as exportações de carnes suína e bovina”, argumenta o deputado propositor

javali onça

Javali e onça pintada, animais em extinção

Dois projetos do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) assustaram os ambientalistas brasileiros e internacionais e criaram mais uma polêmica ideológica no Congresso. Um deles (PDC 427/2016) susta os efeitos legais da lista de animais em extinção definida pela Portaria nº 444 do Ministério do Meio Ambiente. O segundo (PL 6268/2016) permite a caça de animais silvestres em algumas situações, como ameaça à saúde pública ou às plantações dos agricultores.

As duas iniciativas do parlamentar estão interligadas. Primeiro, ele pretende aprovar o projeto de decreto legislativo na Comissão do Meio Ambiente da Câmara para cancelar a portaria que lista os animais em perigo de extinção ou já extintos na natureza. Sem a lista em vigor, os agricultores ou qualquer pessoa que vive na zona rural ou em regiões onde há incidência desses animais poderá caçá-los sem o risco de cometer crime inafiançável, como ocorre atualmente.

O projeto de lei que ainda está sendo discutido na mesma comissão da Câmara e cria novos critérios para a atualização da lista de animais silvestres em perigo, além de regulamentar a caça em geral desses animais. Na lista do ministério estão animais como onça pintada, onça parda, tatus, tartarugas, boto cor-de-rosa, peixe-boi, macacos e capivaras, além de diversos tipos de ave, cobras e roedores. A extinção da lista deixa esses animais desprotegidos e não permitirá a punição de quem caçá-los.

O deputado Marcelo Álvaro Antônio (PR-MG) pediu vistas do projeto de decreto legislativo e suspendeu sua tramitação. O parlamentar considera inaceitável o cancelamento da lista de animais silvestres em extinção, mesmo que seja para substituí-la por outra. O tema deverá voltar à pauta do colegiado nas próximas semanas.

“Esses projetos são o passaporte para a liberação da caça indiscriminada de espécies ameaçadas no Brasil. O que está por trás disso é o interesse da industria de armas que quer aumentar seu mercado”, disse o deputado Marcelo Antônio.

Publicado por: Chico Gregorio


15/05/2017
09:45

Fábio Ramalho diz que governo terá de fazer novas concessões para aprovar a reforma da Previdência e trocar ameaça por “diálogo”: “Se for a ferro e fogo, pode aumentar a resistência”

A nova estratégia do presidente Michel Temer para alcançar os 308 votos mínimos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara enfrenta resistência no PMDB e no comando da Casa. Para o primeiro-vice-presidente da Câmara, Fábio Ramalho (PMDB-MG), a pressão de Temer para obrigar os peemedebistas e outros aliados a votar a favor da proposta, com o fechamento de questão, pode causar efeito contrário ao pretendido: em vez de garantir votos, estimular as dissidências e a divisão das bancadas do partido e da base.

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Publicado por: Chico Gregorio