08/06/2017
08:36

Resultado de imagem para fotos de fatima bezerra e zenaide maia

Por tabela. A prisão do ex-ministro Henrique Alves tem efeito positivo em pelo menos dois nomes em ascensão política para 2018 no Estado: a deputada federal Zenaide Maia (sem partido), pré-candidata ao Senado, e a senadora Fátima Bezerra (PT), pré-candidata ao governo. Fátima tem conseguido sobreviver às intempéries políticas. Zenaide, apesar das suspeitas de corrupção do irmão, ex-deputado federal João Maia, tem crescido com a impopularidade das reformas, combatendo-as.

Via Alex Viana

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:32

Resultado de imagem para fotos de garibaldi, agripino e henrique alves

> Difícil. Para analistas políticos do Estado, a situação dos atuais senadores Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino (DEM) são as mais delicadas. Há quem aponte que Garibaldi está ferido de morte por conta da situação de Henrique. Já Agripino é citado em investigações e citações praticamente toda semana. Esses mesmos analistas apontam que, para Agripino e Garibaldi, o pior mesmo será o fato de terem na testa a insígnia de apoiarem o governo Michel Temer. Pior que qualquer suspeita de corrupção.

Via Alex Vaiana

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:16

Prátika é responsável pela montagem e infraestrutura de eventos, tendo sido contratada pela Prefeitura de Natal e pelo Governo do Estado na gestão Rosalba

 

Prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) e prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP)

Durante coletiva da Polícia Federal e do Ministério Público Federal para apresentar os detalhes da Operação Manus, que resultou na prisão do ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB) e do secretário de Obras Públicas de Natal, Fred Queiroz, os agentes explicaram que uma empresa potiguar esteve envolvida em esquema de lavagem de dinheiro proveniente de doações legais e ilegais para a campanha eleitoral de Henrique Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014: a Prátika Locações, cujo dono é o próprio Fred Queiroz, em associação com sua esposa Erika Nesi, também presa durante a operação.

De acordo com os procuradores, a Prátika, que havia sido contratada pelo comitê de campanha de Henrique para serviços de “militância de rua”, teria recebido R$ 9 milhões durante a campanha do ex-ministro para o governo do estado e sacado R$ 4 milhões em espécie durante o período eleitoral. Do montante, R$ 2 milhões teria sido sacado às vésperas da disputa do segundo turno das eleições para ser usado, de acordo com investigações do Ministério Público Federal, em campanha de votos e apoio político. A denúncia oficial do órgão deverá ser oferecida dentro de 15 dias.

A Prátika Locações atua no Rio Grande do Norte como empresa que organiza a estruturação de eventos e espetáculos em todo o estado. A montagem com “qualidade” e “pontualidade” é um dos aspectos defendidos pela empresa em seu site oficial. Dentre os serviços de locação oferecidos pela Prátika, estão a climatização de ambientes; iluminação, mesas e cadeiras, stands, tendas e camarotes. A Prátika também é responsável pela contratação e produção de shows; serviços de carro e som, além de planejamento e organização de eventos. Alguns dos principais parceiros da companhia são o Festival Bossa e Jazz, o Festival Mada, a Arena das Dunas e a InterTV Cabugi, principal emissora televisiva do Rio Grande do Norte, afiliada da Rede Globo, que tem Henrique Alves como um dos sócios. Curiosamente, foi Henrique quem indiciou o nome de Fred Queiroz à secretaria de Turismo e, eventualmente, de Obras para o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

A empresa de Fred Queiroz, inclusive, já fez pactos com a prefeitura de Natal. Em 2015, quando o município seguia gerido por Carlos Eduardo Alves (PDT), a Secretaria de Esportes e Lazer (SEL) utilizou os serviços da Prátika para fornecimento de um palco que custou aos cofres públicos R$ 36.750,00. Neste mesmo ano, o presidente da Câmara Municipal de Natal, Raniere Barbosa (PDT), então titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), pediu o prolongamento de um contrato firmado com a Prátika em 2014, em nome da secretaria, para serviços de locação de tendas em estruturas metálicas tubulares, incluindo transporte, montagem, desmontagem, armazenamento e manutenção preventiva e corretiva, para atender as feiras livres do Município de Natal. No total, o município gastou R$ 465.265,00.

A Fundação Capitania das Artes (Funcarte) de Dácio Galvão também foi mais uma das secretarias de Natal a requisitar os serviços da empresa de Fred Queiroz. As informações podem ser vistas no Diário Oficial do Município, que registram a parceria entre o prefeito Carlos Eduardo e a Prátika Locações desde o ano de 2007.

A Prátika também esteve ativa durante o governo de Rosalba Ciarlini (2011-2014), hoje prefeita de Mossoró pelo Partido da República. Na época, a empresa firmou compromisso com duas partes: a Empresa Potiguar de Promoção Turística (Emprotur) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema). Com a Emprotur e o Governo do Estado, a Prátika tomou parte em contrato que culminou em nove termos aditivos, sendo o último, datado de 2 de abril de 2013, no valor diminuído de R$ 485 mil. Já no caso do Idema, o Diário Oficial do Estado de 7 de outubro de 2011 mostra traços da contratação da Prátika, pelo então diretor do órgão estadual, Marcelo Toscano. No documento, apresenta-se um termo de aditivo que acrescenta 25% (vinte e cinco por cento) a um objeto contratado no valor de R$ 325 mil – correspondente a 25% do valor inicialmente contratado, referente à inclusão de mais oito municípios no evento ambiental itinerante “Caravana Ecológica”.

Bastante presente em serviços prestados ao município de Natal e ao estado do Rio Grande do Norte, a Prátika Locações agora enfrenta crise com a prisão decretada de Fred Queiroz e de sua esposa e sócia Erika Nesi.

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:12

Mais mudanças no secretariado do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

Jonny Costa deixa o Gabinete Civil e assume a Secretaria de Serviços Urbanos (Semsur).
Homero Grec, que ocupava o cargo de Consultor do Município e já comandou a polêmica Natalprev, assume a Casa Civil.
Na Semsur desde a saída de Jerônimo Melo, que não foi relotado, o advogado Daniel Bandeira volta para o cargo de adjunto da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo.
A Secretaria de Obras continua tendo Fred Queiroz como titular, mas está sendo tocada pelo adjunto Thomaz Pereira.
E por falar em mudanças…

O ex-chefe da Casa Civil, ex-presidente da Urbana, e ex-candidato a vereador pelo PDT do prefeito Carlos Eduardo, Sávio Hackradt permanece fora da Prefeitura desde que se afastou para ser candidato.

Via Thaisa Galvão

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:08

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A Procuradoria da República, no Rio Grande do Norte, afirma que a empreiteira OAS – que integrou o cartel de corrupção na Petrobrás – pagou propina de R$ 500 mil a Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), em 2014, via conta da campanha do então vice-presidente Michel Temer (PMDB). A revelação consta do pedido de prisão de Henrique Alves na Operação Manus, deflagrada nesta terça-feira, 6, que mira em fraude de R$ 77 milhões nas obras da Arena das Dunas, em Natal. O ex-ministro de Temer (Turismo) e ex-presidente da Câmara foi preso.

Em 11 de setembro de 2014, o repasse de ‘valores ilícitos’, no montante de R$ 500 mil,em forma de doação, saiu da OAS par o ‘destinatário’  Michel Elias Temer de Lulia, justamente ao candidato a vice-presidente. Desta conta, a quantia foi transferida para o diretório estadual do PMDB no Rio Grande do Norte, e de lá para a conta de Henrique Alves. Todo o fluxo do dinheiro ocorreu no dia 11 de setembro.

Naquele ano, Henrique Alves, deputado por 11 mandatos, candidatou-se ao Governo do Rio Grande do Norte. O ex-ministro não foi eleito.

A investigação mostra que sua campanha recebeu aportes, via caixa 2 e propinas, da OAS e da Odebrecht. Os investigadores identificaram 206 ligações telefônicas entre Henrique Alves e Léo Pinheiro, presidente da OAS.

A Operação Manus, desdobramento da Lava Jato, mira ainda outro ex-presidente da Câmara, o também peemedebista Eduardo Cunha (RJ), que já está preso em Curitiba desde outubro de 2016.

Henrique Alves e Eduardo Cunha tiveram contra si dois mandados de prisão simultâneos, um pela Justiça Federal no Rio Grande do Norte e outro pela Justiça Federal em Brasília – investigação sobre fraude no FI-FGTS.

Segundo a Procuradoria, mesmo depois do fim do mandato como deputado federal, em 2015, e da saída do Ministério do Turismo, em 2016, Henrique Alves ‘continua a exercer intensa atividade política em âmbito nacional’.

“Durante as investigações, colheram-se dados, especialmente da empresa aérea Avianca, que indicam que, desde junho de 2016 até no mínimo abril de 2017, ele, apesar de não ter nenhum cargo no Governo Federal, viaja constantemente, com periodicidade praticamente semanal, entre Natal/RN e Brasília/DF”, aponta a Procuradoria.

Para a Procuradoria, os constantes deslocamentos do aliado de Temer indicam que ele ‘persiste atuando na mesma esfera de atividades na qual foram praticados os crimes ora investigados’.

“O quadro se mostra mais preocupante se se considera que, exatamente em 2016, até os dias de hoje, o partido político de Henrique Eduardo Lyra Alves, o PMDB, assumiu a Presidência da República, após processo de impeachment da anterior Chefe do Executivo nacional”, afirma a Procuradoria.

“O vice-presidente Michel Temer, correligionário de Eduardo Henrique Lyra Alves, assumiu o poder, sendo concretamente provável que o ora investigado se dirija a Brasília/DF exatamente para com ele estabelecer articulações da mais diversa ordem.”

Via O Estado de SP

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:03

Michel Temer aprende da pior maneira que um homem público jamais deve dizer uma mentira que não possa provar. Menos de 24 horas depois de desmentir, o presidente foi forçado pelas evidências a admitir que voou num jato de Joesley Batista, da JBS, em janeiro de 2011. Ele não foi o primeiro grão-duque a requisitar asas amigas. Mas inovou nas explicações.

A nota divulgada pelo Palácio do Planalto vale o desperdício dos 30 segundos necessários para sua leitura: “O então vice-presidente Michel Temer utilizou aeronave particular no dia 12 de janeiro de 2011 para levar sua família de São Paulo a Comandatuba, deslocando-se em seguida a Brasília, onde manteve agenda normal no gabinete. A família retornou a São Paulo no dia 14, usando o mesmo meio de transporte. O vice-presidente não sabia a quem pertencia a aeronave e não fez pagamento pelo serviço.”

O melhor pedaço do texto é a última frase. Nela, o Brasil foi informado de que é presidido pela única pessoa no planeta que desconhece a identidade de um amigo capaz de lhe ceder um jato gratuitamente. A coisa fica mais complicada quando se verifica que o autor da generosidade é o mesmo sujeito que Temer recebeu no escurinho do Jaburu e com quem manteve o diálogo vadio que lhe rendeu um inquérito criminal.

O sobrenome Batista não traz boa sorte aos nobres do PMDB. No mesmo ano de 2011, Eike Batista admitiu o empréstimo do seu jatinho Legacy para que o então governador Sérgio Cabral se deslocasse até um resort na Bahia, onde se realizava a festa de aniversário de outro amigo: Fernando Cavendish, dono da Delta. Temer já deve ter notado que Cabral, seu companheiro de partido, não é um bom exemplo. Mas tornou-se um fantástico aviso. Coleciona dez ações penais e leva a vida atrás das grades. Seus amigos arrastam tornozeleiras eletrônicas em casa.

Temer precisa tomar cuidado. A tal orquestração de que ele tanto se queixa realmente existe. Mas está no governo, não na Procuradoria-Geral de Rodrigo Janot ou no Supremo Tribunal Federal de Edson Fachin. Participam da orquestração ministros que levam investigações na flauta, aliados montados na gaita, ex-assessor pegando uma nota preta, Jucá batendo o bumbo anti-Lava Jato, Renan desafinando com a boca no trombone, a JBS na regência e o presidente dançando conforme a música, sem se dar conta de que virou uma caricatura de pouco discernimento – um ser incapaz de perceber o óbvio: alguém que leva a vaca para o brejo nas asas do Aerosley dispensa conspirações inimigas.

Via  Josias de Souza

 

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
08:00

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A prisão do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB) pela Polícia Federal, após investigações apontarem recebimento de propina de empreiteiras em troca da execução de favores políticos, abala os planos futuros de vários integrantes da família  Alves e principalmente do prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT). Pré-candidato a governador nas eleições de 2018, o chefe do Executivo municipal assistiu nesta terça-feira 6 à derrocada de um dos seus principais aliados políticos.

Após ser deputado por alguns mandados por ser da família Alves e se tornar prefeito longe da família, Carlos Eduardo estabeleceu uma proximidade muito intensa com Henrique Alves, entregando nas mãos do primo a indicação para o comando de áreas estratégicas do governo municipal. A começar pela indicação do vice-prefeito Álvaro Dias na última eleição.

Depois de apoiar Henrique para governador em 2014 após quebrar um acordo público com o atual governador Robinson Faria, Carlos aceitou o apoio do ex-ministro do Turismo em 2016. Em troca, o PMDB indicaria o vice.

Disputaram a indicação de vice de Carlos Eduardo o empresário Fred Queiroz, então secretário de Turismo, hoje de obras, preso nesta terça-feira na Lava Jato, o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz, e o deputado estadual Álvaro Dias. Com aval de Henrique, venceu a disputa Álvaro Dias. O objetivo da articulação era que Carlos Eduardo renunciaria à Prefeitura para disputar o governo do Estado em 2018. Com isso, Álvaro Dias assumiria a prefeitura de Natal representando o PMDB e Henrique Alves.

Além da vice-prefeitura, outros espaços da administração municipal foram entregues por Carlos Eduardo a Henrique Alves. É o caso, além de Fred Queiroz – que, não sendo vice-prefeito, foi para a Secretaria de Obras –, de Christiane Alecrim, por exemplo.

A secretária municipal de Turismo é filha do contador Eurico Alecrim, que foi tesoureiro da campanha de Henrique ao Governo em 2014. Na operação Manus, Alecrim foi levado coercitivamente para depor, assim como o publicitário Arturo Arruda (Art&C) e o ex-secretário do governo Garibaldi Jaime Mariz.

Cargos de segundo escalão na gestão de Carlos Eduardo também são ocupados por indicações de Henrique. É o caso do ex-vice-prefeito de São Gonçalo do Amarante, Poti Neto (PMDB), que ocupar cargo no NatalPrev, o fundo de previdência dos servidores municipais. E de Marília Dias, ex-prefeita de Macaíba, que é adjunta do Turismo Municipal.

No plano federal, a gestão de Carlos Eduardo é dependente em boa medida da articulação de Henrique, que, agora preso, terá dificuldade de conquistar recursos para a administração de Carlos Eduardo.

Para além do desgaste da prisão do primo, Carlos Eduardo também tem admitido o desgastes administrativo. Desde que venceu a eleição, parece que entrou em inferno astral. De cara, começou a atrasar os salários dos servidores. Concomitantemente, ampliou as dívidas do município com fornecedores e trabalhadores terceirizados. No apagar das luzes da gestão de 2016, cometeu a irregularidade de utilizar recursos do IPTU de 2017 e está sendo investigado pelo procurador-geral de Justiça Rinaldo Reis Lima.

Ao entrar o ano de 2017, deparou-se com outros problemas. Teve de enfrentar pedido de Comissão Especial de Inquérito (CEI) para se defender do uso antecipado do IPTU, o que é considerado uma espécie de pedalada fiscal. Montou uma bancada gigantesca de 24 de um total 29 parlamentares para poder barrar o pedido. Com isso, comprometeu ainda mais a gestão, loteada por indicações de Henrique e também de outros aliados, como José Agripino e partidos pequenos com foco de 2018.

Além disso, o prefeito ousou desobedecer uma decisão do Tribunal de Contas do Estado, que determinou não sacar recursos do Natalprev, mesmo após aprovação de uma lei na Câmara de Natal. Carlos sacou, e depois foi ao presidente do TCE, Gilberto Jales, pedir desculpas e devolver o dinheiro. O episódio mostrou desrespeito com o órgão e repercutiu negativamente perante as instituições do Rio Grande do Norte.

O último e grande desgaste foi abandonar a cidade junto com seu vice para irem passar dias na terra do tio sam e passear na Disney.

Em meio a tudo isso, administrativamente a Prefeitura enfrenta muitos problemas. A cidade está suja, as praças estão abandonadas, as quadras de esportes destruídas, as orlas desamparadas, os postos de saúde com falta de médicos e de insumos e as salas de aula faltando professores e com deficiência estrutural. A cidade está parada em seu desenvolvimento, não há projetos de autoria própria da gestão. Em cima de tudo isso, a crise financeira não dá tréguas.

Na semana passada, pesquisa do Instituto Seta publicada pelo BlogdoBG mostrou que 37,7% dos natalenses considera a gestão de Carlos Eduardo “ruim” ou “péssima”. Número que reflete o descontentamento da população que elegeu o pedetista ainda em primeiro turno em 2016.

Diante deste quadro, com o agravamento agora da prisão de seu principal aliado político, Carlos Eduardo se vê diante da necessidade de rever seus planos políticos. A não ser que aconteça um milagre, ele terá de adiar o sonho de governar o Rio Grande do Norte ficando de fora da eleição do próximo ano. A não ser que o quadro mude radicalmente, dificilmente ele será candidato.

Texto do Portal AGORA RN  com algumas colocações do BlogdoBG

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
07:57

antag

Nenhuma dor de cotovelo jornalística, pelo “furo” ter sido de outro e nenhuma crítica à turma do Diogo Mainardi por publicarem, o que é antes um dever jornalístico.

Mas a liberação dos registros de vôo do jatinho de Joesley Batista que levou Michel Temer e Marcela – além de outras cinco pessoas – para um resort na Ilha de Comandatuba (BA), em janeiro de 2011,  transportou o então vice-presidente para um pós-expediente em Brasília e trouxe a trupe de volta a São Paulo para um site de extrema-direita revela algo sobre o responsável pela investigação, o sr. Rodrigo Janot, sob a guarda de quem estão estes documentos.

Sim, porque se trata de algo tão explosivo que não pode ser tratado com irresponsabilidade. Ou merece ficar em sigilo para permitir que a investigação avance ou, já que o segredo de Justiça foi levantado por Luiz Fachin, deve ser tratado abertamente.

Os documentos são notícia e, por isso, os publico apesar do vergonhoso “adonamento” que fizeram da imagem, que não tem direito autoral por ser, simplesmente, uma reprodução do que é um documento público, parte integrante de um inquérito. Mas tudo bem, a vida é dura e a propaganda é grátis.

Repito, não se trata de um “furo” convencional, onde um repórter apura o que ninguém ainda levantou, mas de uma “doação seletiva” de um documento processual da maior gravidade, sob a guarda da PGR.

Não é a primeira vez que isso acontece: há dois meses a mesma turma  cobriu em  tempo real o depoimento de Marcelo Odebrecht a Sérgio Moro, transmitido – e são fortes as suspeitas de que por alguém do MP – de dentro do gabinete do juiz, que se irritou ao ponto de parar a audiência.

Esta conexão “antagonista” do Ministério Público com a turma de Mainardi , uma vez que não houve reação do Procurador Geral, tem um beneplácito que autoriza a qualquer um a dizer que é patrocinada por Rodrigo Janot.

E o coloca, portanto, na posição de “vazador”. E como vazamento é crime, não é difícil concluir o adjetivo a que ele passa a concorrer.

Via Fernando Brito

Publicado por: Chico Gregorio


08/06/2017
07:56

Ganhou força nas bancadas do PSDB na Câmara e do Senado, nesta quarta-feira (7), a movimentação para um desembarque do governo de Michel Temer. Senadores e deputados do partido, que é o principal aliado do PMDB no governo, se reuniram separadamente para avaliar o quadro político.

“Conversei com os senadores e a maioria deles defende a saída do governo e a entrega dos ministérios, mantendo o apoio à agenda [reformas]”, disse o líder da sigla na Câmara, Ricardo Tripoli (SP).

“Alguns acham que não é o momento de sair. Mas há uma unanimidade, ou são quase todos, que acham que o Michel Temer não consegue terminar o governo.”

As declarações foram dadas logo após reunião da bancada de deputados. Outros tucanos relataram haver divisão, mas mesmo alguns dos que defendem a manutenção do apoio a Temer afirmam que a tendência é a de que o partido saia da base do governo.

O PSDB fará uma reunião “estendida” na próxima segunda-feira (12) para debater o assunto.

Via Plantão Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:29

São Paulo – A gestão João Doria em São Paulo estaria distribuindo remédios à população com o vencimento próximo, de acordo com um levantamento da rádio CBN em farmácias populares e UBSs da cidade.

Os fabricantes não podem vender remédios com data de validade menor que doze meses para farmácias nem hospitais privados, mas a prefeitura foi mais generosa: apenas especificou, no edital das doações, que os remédios tenham data de validade superior a seis meses, preferencialmente.

Farmácias e UBSs visitadas pela CBN em todas as regiões da cidade estavam com as prateleiras cheias de remédios que vencem em agosto, julho e até junho.

As doações começaram em fevereiro, mas, mesmo que os remédios tenham sido doados nesta época, ainda teriam validade inferior ao que foi pedido no edital.

Além disso, pelo acordo fechado com os governos de Doria e de Geraldo Alckmin, os fabricantes ganhariam três meses de isenção de ICMS, economizando R$ 66 milhões, segundo a rádio.

Se a prefeitura fosse comprar os remédios doados em fevereiro, teria gastado R$ 35 milhões, de acordo com a CBN.

A reportagem da CBN só nomeou a Cristália, um laboratório farmacêutico que se propôs a fazer as doações antes da publicação de editais.

Se os remédios vencerem nos postos, é a prefeitura que terá que arcar com os custos da destruição dos remédios, livrando as empresas deste trabalho, segundo a rádio.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:21

A cúpula do PSDB resolveu bancar a aposta e manter, por ora, o apoio a Michel Temer baseada, sobretudo, em um diagnóstico: se o presidente não se sustentar na cadeira, quem tem mais chances de vencer uma eleição indireta, hoje, é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). E a conclusão dos tucanos é que, se é ruim com Temer, pior seria com Maia.

Com esse discurso, a velha guarda tucana, com reforço do “novato” João Doria Jr., tenta convencer a ala jovem – autodenominada “os cabeças pretas”, mas apelidada pelos velhos de “os cabeças ocas” – a recuar da posição radical de que o partido tem de desembarcar do governo já.

Os tucanos também fizeram chegar a Rodrigo Maia que ele deveria cessar a campanha à qual se dedica (embora negue com veemência teatral) para se cacifar junto aos partidos. Emissários do PSDB disseram ao deputado do DEM que, se ele assumir o lugar de Temer, terá início no dia seguinte o “Fora, Rodrigo”, e ele será imediatamente tragado pela Lava Jato.

A desconfiança com a opção Maia se alia a outro fator que leva os tucanos a permanecerem no barco por ora: o destino de Temer está ligado ao de Aécio Neves. Se o peemedebista for jogado aos leões, sem foro, o PMDB imediatamente deixará de atuar na retranca do pedido de prisão de Aécio, que deve voltar à pauta do Supremo.

Assim, escorados um no outro e tendo como único discurso as reformas, PMDB e PSDB planejam – se “fatos novos” não se interpuserem no caminho – cruzar a linha de chegada do mandato em 2018. Resta saber se terão pernas para enfrentar a corrida presidencial, assim tão alquebrados.

Estadão

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:18

“Em processo que analisa condenação de A, B, C ou D, não pode haver glamour pessoal”, disse Herman Benjamin, em alfinetada ao presidente do TSE, Gilmar Mendes.

Gilmar havia destacada que insistiu na abertura do processo — não para cassar mandato, mas para discutir o tema, em 2015.

— Modéstia às favas, só há ação pelo meu empenho, embora quem brilhe agora seja Herman na televisão do Brasil todo — provocou o presidente.

O relator o interrompeu e rebateu que “preferia o anonimato” e que juiz não deve brilhar, ainda mais em casos que envolvem possibilidade de condenação.

O diálogo foi mais um entre as rusgas do relator com o presidente na sessão desta quarta-feira. Mais cedo, Gilmar havia dito que o argumento de Herman era “falacioso”. O relator, por sua vez, citou votos passados do presidente, com certo tom de ironia, para embasar as suas análises.

Pouco depois da troca de farpas, Gilmar declarou o fim da reunião.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:10

As correções de preços terão vigência a partir do dia 5 de cada mês (Foto: Reprodução)

A Petrobras aprovou nesta quarta-feira (07) uma nova política de preços para a comercialização às distribuidoras do Gás Liquefeito de Petróleo comercializado em botijões de até 13 kg e de uso residencial, o GLP-P13.

Isso implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês. Se for integralmente repassado, a companhia estima que o reajuste deve ser de 2,5% por botijão, cerca de R$ 1,25.

O preço final às distribuidoras será formado pela média mensal das cotações do butano e do propano no mercado europeu convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, divulgada pelo Banco Central, acrescida de uma margem de 5%.

As correções de preços terão vigência a partir do dia 5 de cada mês. A exceção será este mês de junho, quando o ajuste de preços passará a ser praticado nas vendas às distribuidoras realizadas a partir de amanhã. A aplicação da nova fórmula de preços para o GLP-P13 implicará um aumento médio nas refinarias de 6,7% no produto este mês.

O preço final ao consumidor pode ou não refletir o ajuste feito nas refinarias. “Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e revendedores, uma vez que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados”, afirma a Petrobras, em nota.

Na composição de preços ao consumidor, a petroleira responde por cerca de 25% do valor final, outros 20% são tributos e o restante do preço é composto por distribuição e revenda (55%). O último reajuste no preço de GLP-P13 aplicado pela Petrobras ocorreu em 21 de março deste ano.

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
16:06

O programa que oferece medicamentos de graça ou com 90% de desconto à população chegou a atender mais de 31 milhões somente entre 2011 e 2015

Créditos: Reprodução / WEB

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (6), um cronograma que mostra que todas as unidades do programa “Farmácia Popular” serão fechadas até o final de agosto deste ano.

Criado em 2004, no primeiro mandato do governo Lula, o programa que oferece medicamentos de graça ou com 90% de desconto à população chegou a atender mais de 31 milhões somente entre 2011 e 2015 e teve, no final daquele ano, mais de 500 unidades espalhadas pelo país. O governo de Michel Temer, no entanto, já começou o fechamento dos estabelecimentos e, até março, eram apenas 393.

As unidades da rede privada conveniadas ao “Aqui tem Farmácia Popular”, um braço do programa, no entanto, continuarão funcionando. Elas oferecem, porém, um número menor de medicamentos.

Criticado, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, justificou a medida com a alegação de que os recursos do programa serão agora repassados agora aos estados e municípios para a compra de medicamentos. Ele afirmou ainda que as unidades cadastradas no “Aqui tem Farmácia Popular” são mais acessíveis à população.

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


07/06/2017
15:58

Os dois senadores estão sendo considerados golpistas pela classe trabalhadora.
 
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (6), por 14 votos a 11, o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB) favorável à reforma trabalhista.
 
Aprovada pela Câmara dos Deputados em abril, a proposta seguirá para análise das comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ser votada em plenário. 
José Agripino e Garibaldi são a favor da reforma trabalhista, que prejudica os trabalhadores brasileiros. A senadora Fátima Bezerra é contra a reforma. 
 
Veja como cada senador votou AQUI

Publicado por: Chico Gregorio