O filho empresário do senador Cássio Cunha Lima, Diogo, que é dono da Interblock Artefatos de Cimento Ltda., indústria estabelecida no Município de Alhandra, litoral Sul da Paraíba, e que somente da Prefeitura Municipal de Campina Grande, cidade administrada pelo primo Romero Rodrigues, já embolsou mais de R$ 10 milhões com fornecimento de pedras para calçadas, está metida em uma gigantesca confusão, ainda em fase de apuração, mas que tem tudo para se concretizar em um escândalo fenomenal.
De acordo com documentos que o site A PALAVRA teve acesso, a empresa foi autuada pelo Fisco estadual em pelo menos quatro graves infrações, totalizando multas de quase R$ 4 milhões, uma delas, no valor de R$ 800 mil, já paga sem contestação.
A primeira infração diz respeito a créditos presumidos indevidos.
Uma outra, considerada gravíssima, reporta-se a “suprimento ilegal de caixa”, termo técnico conhecido no linguajar popular como CAIXA DOIS.
A terceira autuação cuida de “nota fiscal sem registro”, ou seja: SONEGAÇÃO pura e simples de impostos, com a mercadoria transitando sem a competente NF.
O último enquadramento alcança a questão da diferenciação de alíquotas do ICMS, que variam de Estado para Estado.
Apesar da gravidade do problema, o Fisco nada divulgou, o que é praxe na repartição.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)









