Na semana passada, o STJ decidiu enviar à Justiça Eleitoral o inquérito que apura repasse de R$ 4 milhões da Odebrecht para a campanha de Beto Richa, em troca de favorecimento na concessão da PR-323.
Quem presenciou o julgamento do recurso da defesa de Richa se surpreendeu com a mudança de posição do vice-procurador-geral, Luciano Maia, primo do senador Agripino Maia (DEM). Até então, Luciano era a favor do envio do caso para Sergio Moro, em Curitiba.
Na sustentação oral, porém, o vice-procurador mudou de posição e resolveu fatiar a investigação, enviando os indícios que tratam do pagamento dos R$ 4 milhões para a Justiça Eleitoral, e o “ato de ofício”, vinculado à fraude licitatória, para a Justiça Federal.
É como separar cabeça do corpo – uma estratégia infalível para inviabilizar qualquer investigação.












A Interpol entrou em campo no jogo da seleção contra a Costa Rica na última sexta-feira, em São Petersburgo, e prendeu um fugitivo brasileiro dentro da Arena Zenit, bem na hora da partida. A informação foi confirmada pelo Consulado do Brasil na cidade. Rodrigo Denardi Vicentini, de 31 anos, é acusado de uma série de roubos a agências dos Correios no Espírito Santo.