16/09/2018
08:30

Resultado de imagem para Felipe Maia e Carlos Eduardo Alves
Carlos Eduardo Alves afinado com José Agripino

Uma bem informada fonte do Blog   garantiu que o ex-prefeito e candidato a governador Carlos Eduardo Alves não apoiará à reeleição do seu sucessor na Prefeitura de Natal, o atual prefeito Álvaro Dias..

Carlos Eduardo Alves já assumiu o compromisso com o senador José Agripino Maia de apoiar o seu filho e deputado federal Felipe Maia.

O apoio de Carlos Eduardo Alves ao deputado Felipe Maia fez parte de um acordo com José Agripino articulado pela mulher do ex-prefeito de Natal, Andreia Ramalho..

Carlos Eduardo Alves perdendo a eleição para governador, também já tem projeto pronto, será candidato a prefeito de Parnamirim..

Via Renato Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
08:23

 

Durante mobilização do governador e candidato à reeleição Robinson Faria (PSD) em Caicó, um eleitor chamou o deputado federal Fábio Faria (PSD) de corrupto. O parlamentar ainda tentou ir pra cima do provocador, mas foi contido por seguranças.

O deputado estadual Vivaldo Costa que era o recepcionista não esboçou a menor reação. Aliás, a programação elaborada pela assessoria de Vivaldo não foi cumprida.

Robinson e Fábio passaram por constrangimentos desnecessários. Ou seja, os FARIAS não deviam ter caído na onda de Vivaldo.

A assessoria de campanha de Robinson mais uma vez errou. E Robinson não gostou do que viu. Este blogue do Xerife já vinha alertando.

A presença de Robinson com Vivaldo seria um fiasco. Pra todos.

Via Robson  Pires.

 

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
08:09

Deste número, 1218 tiroteios ocorreram em áreas de UPPs, além de 90 mortos e 104 feridos (Foto: Reprodução)

O número de tiroteios registrados no Rio de Janeiro aumentou 62% nos últimos sete meses sob intervenção federal na Segurança Pública, comparado com o mesmo período do ano passado. Os números foram coletados pelo laboratório sobre violência armada Fogo Cruzado, até as 9h deste sábado, 15.

Foram registrados 5.857 tiroteios na Região Metropolitana. No mesmo período do ano passado, foram 3.617. O município que apresentou o maior aumento foi o de Belford Roxo, na Baixada Fluminense (428%).

Nos sete meses de intervenção, os municípios mais afetados por registros de tiroteios/disparos de arma de fogo foram Rio de Janeiro (3454), São Gonçalo (602) e Belford Roxo (433). A capital foi também a que registrou a maior quantidade de mortos (304) e feridos (407) por armas de fogo.

Os bairros que lideraram o ranking de incidência de tiroteios foram Vila Kennedy (217), Praça Seca (181), Complexo do Alemão (150), Cidade de Deus (140) e Tijuca (134), todos na capital.

Deste número, 1218 tiroteios ocorreram em áreas de UPPs, além de 90 mortos e 104 feridos. No período da intervenção, 14 crianças foram baleadas, todas vítimas de balas perdidas – duas delas morreram e 12 ficaram feridas. No mesmo período, foram ao menos 41 adolescentes baleados – 19 faleceram e 22 ficaram feridos.

Segundo o balanço, no período da intervenção, 50 agentes de segurança morreram vítimas de armas de fogo e 122 ficaram feridos, mais da metade deles na capital – 29 e 75 respectivamente. Foram registradas 229 horas e 20 minutos de tiroteios contínuos – casos que perduram 02 ou mais horas – distribuídas por 49 eventos.

Via Notícias ao Minuto

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
08:04

Em ato de campanha em Vitória da Conquista, no interior da Bahia, o candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, recorreu ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para pedir o apoio dos baianos, como parte do esforço do para garantir os votos do Nordeste.

“O Lula pode estar preso, mas o projeto dele não, a militância dele não. O que ele encarna como futuro para esse país está mais solto do que nunca, está na memória do povo”, disse na manhã deste sábado, 15, o ex-prefeito de São Paulo, que assumiu a candidatura do PT após Lula ter sido impedido pela Justiça Eleitoral de se candidatar, em razão da Lei da Ficha Limpa. Condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente está preso desde abril.

Em um discurso de apenas três minutos, transmitido ao vivo pelo Twitter do candidato, Haddad gastou metade do tempo apenas para falar de Lula. “Eles já devem ter percebido que prenderam o cara errado. Desde que o prenderam, ele só cresce nas pesquisas e, se tivesse sua candidatura confirmada, como queria a ONU, seria eleito no primeiro turno”, disse Haddad, em cima de um carro de som, ao lado da sua vice, Manuela D’Ávila (PCdoB), do governador do Estado, Rui Costa (PT), candidato a reeleição, e do ex-governador Jaques Wagner (PT), candidato ao Senado.

No tempo restante, o presidenciável do PT disse que conta com os baianos para ter uma vitória expressiva na disputa ao Palácio do Planalto. “O povo está livre para, até o dia 7 de outubro dia do primeiro turno, tomar a decisão de retomar esse país nas mãos”, afirmou Haddad.

Sem citar a ex-presidente Dilma Rousseff, o ex-prefeito de São Paulo pediu aos eleitores que deem uma “resposta ao golpe”, numa referência ao processo de impeachment. “A Bahia vai dizer em alto e bom som: o golpe acabou, o Brasil é nosso”, afirmou.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
08:01

Foto: Agência Brasil

O ministro Carlos Marun aposta num segundo turno entre Haddad e Bolsonaro — e vai defender que Temer e o partido subam no palanque do capitão. No MDB, ao que tudo indica, ele será minoria.

Carlos Marun acredita que o segundo turno será entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro e, segundo a Veja, o ministro vai defender que Michel Temer e o MDB apoie o candidato do PSL.

Se depender do MDB, Marun ficará falando sozinho.

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
07:53

Por Eliane Cantanhêde / O Estado de S.Paulo

A cada dia sua agonia e a cada uma das campanhas seu desafio, faltando apenas três semanas para as eleições mais tensas, agressivas e incertas desde a redemocratização de 1985. A consolidação de Jair Bolsonaro e o avanço de Fernando Haddad projetam a chegada da extrema direita ou a volta do PT ao poder e isso mexe com a alma e os escrúpulos dos demais candidatos, principalmente dos que estão embolados na disputa por uma vaga no segundo turno.

Bolsonaro (PSL) está confortável nas pesquisas, mas tem o desafio de fazer campanha depois de esfaqueado e de duas grandes cirurgias. Não pode se atirar nos “braços do povo” como faz há tempos em aeroportos e centros de cidades, não pode nem ao menos gravar vídeos para a propaganda eleitoral e não tem prazo para voltar à atividade política. Pior: sem o comandante, a tropa bate cabeça e seu vice, general Hamilton Mourão, já quer assumir o controle.

No lado oposto, Haddad (PT) vira o novo fenômeno de 2018 e enfrenta dois problemas. Um é ter de falar no ex-presidente Lula de manhã, de tarde, de noite e de madrugada, aumentando a percepção de que seria uma marionete de Lula, uma escada para a volta do próprio Lula à Presidência. O outro problema é que todos os candidatos batiam em Geraldo Alckmin (PSDB), mas agora desviam suas baterias para Haddad. E a artilharia mais pesada é justamente a forte rejeição ao PT em boa parte da sociedade.

Atropelado por Haddad, Ciro Gomes (PDT) deve recuar para o terceiro lugar já na próxima rodada. Seu desafio é bater em Haddad – para manter sua posição, sobretudo no Nordeste –, sem atingir Lula, de quem pretende herdar votos de esquerda em todas as regiões. Ou seja, tem de bater em Haddad, mas endeusando Lula. O segundo problema de Ciro é… ele mesmo. Como pretende negociar reformas, programas e o bem do País com Congresso, opinião pública, empresários, trabalhadores e mídia, com seu temperamento explosivo? Numa hora, simpatia; na outra, destempero.

Alckmin precisa reverter a postura autodestrutiva dos tucanos, que persegue sua candidatura dia a dia, mês a mês, há mais de um ano, e acaba de gerar a entrevista do ex-presidente do PSDB Tasso Jereissati, criticando o passado, o presente e o futuro do PSDB. Numa hora dessas? Com aliados assim, e com um MP que manda prender e devassar governadores tucanos no auge da eleição, Alckmin não precisa de adversários. Mas ele conta com um efeito que ocorre em todas as eleições: a definição de voto de na reta final, nos últimos dias, até nas últimas horas. Esse movimento tende a ser pragmático, movido pela rejeição aos extremos e a favor do centro.

Marina Silva (Rede) reclama que, quando estava em segundo lugar, ninguém considerava um feito, mas bastou cair para o terceiro para já darem a sua candidatura como perdida, o que só intensifica a queda. O fato, porém, é que Marina tem um discurso poderoso, mas tem uma articulação política e partidária frágil e passa a sensação de que seria uma presidente fraca. Candidata forte, presidente fraca. Isso, que pesou decisivamente contra ela em 2010 (pelo PV) e 2014 (PSB), se repete em 2018. Com uma curiosidade (ou injustiça): ela tem a segunda maior rejeição. Por quê?

Há aflição e angústia também nas campanhas de Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e João Amoedo (Novo), que têm juntos 9% e, sem condições de virar o jogo e de vencer, cumprem o papel de derrotar um nome de centro e ajudar a polarização entre a extrema direita e a volta do PT. O mais prejudicado foi Alckmin, mas uma desistência dos três agora tenderia a favorecer Jair Bolsonaro, que, por ironia, é a melhor garantia de vitória de Haddad no segundo turno. Os ventos, portanto, sopram a favor do PT. Quem diria?

Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
07:51

Via Esmael Morais.

 

A propaganda eleitoral de Ciro Gomes (PDT) e Henrique Meirelles (MDB), neste sábado (15), foi dedicada a elogiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

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Publicado por: Chico Gregorio


16/09/2018
07:49

 

Via Esmael Morais.

 

Se só os 14 presidenciáveis pretende gastar R$ 2,68 milhões em publicidade no Facebook, no Instragram e no Twitter, imagine quanto esses aplicativos não irão faturar nas eleições de governadores, senadores e deputados. 

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Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
09:56

Fisicamente fora da campanha eleitoral desde que foi esfaqueado no dia 6, Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida à Presidência com 26%, segundo nova pesquisa do Datafolha.

Na semana em que foi oficializado candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad viu sua intenção de voto subir de 9% para 13%. Está empatado numericamente com Ciro Gomes (PDT), que manteve sua pontuação, e na margem de erro também com Geraldo Alckmin (PSDB), que oscilou de 10% para 9%.

Via Plantão Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
09:37

O deputado Vivaldo Costa (PSD) esteve na noite desta quinta-feira (13) nos bairros de Caicó no “Abraço do Papa”. Conversando com o povo e recebendo o carinho dos amigos, Vivaldo que disputa uma vaga para renovar seu mandato na Assembleia Legislativa, tem fortalecido seu projeto a cada dia.

Durante esta sexta-feira (14) Vivaldo, ao lado do médico Dr. Tadeu, vereadores, suplentes e lideranças continuaram caminhar nas várias localidades de Caicó.

Via Roberto Flávio.

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
08:47

O Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB) instaurou um inquérito civil para apurar denúncias de possível vazamento de esgoto de uma estação elevatória em direção ao leito do rio Paraíba em direção às águas da Transposição do Rio São Francisco, localizado na estrada do Sítio Tingui, zona rural de Monteiro.

De acordo com a portaria do procurador da República, José Godoy Bezerra de Souza, o inquérito tem o prazo de um ano para ser concluído.

O MPF já havia feito alertas sobre atrasos nas obras complementares no Eixo Leste da Transposição do São Francisco. O prazo era pra que a obra fosse concluída até o dia 1º de agosto deste ano.

Desde o início do mês de abril deste ano, o bombeamento das águas da transposição do Rio São Francisco, eixo leste, para a Paraíba, foi suspenso por causa da necessidade realizar obras complementares no açude de Poções, em Monteiro, e na barragem de Camalaú.

O açude Epitácio Pessoa, que abastece a região de Campina Grande, está com 28,92% de sua capacidade hídrica, de acordo com a Agência de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Via Blog do Gordinho

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
08:41

Por: Terra

Com a aproximação da eleição e com os debates entre os candidatos ficando cada vez mais calorosos, os criminosos estão usando a política para disseminar um novo golpe pelo WhatsApp. Em troca de dados pessoais e contaminação do aparelho com vírus, os criminosos fazem falsas ofertas de camisetas com frases de apoio ao candidato Jair Bolsonaro ou ex-presidente Lula.

O golpe acontece assim: a vítima acessa um site falso e informa seus dados pessoais – como nome completo e endereço residencial — com a promessa de ganhará uma camiseta especial no fim do processo. Para garantir o suposto brinde, a vítima precisa compartilhar um link encurtado para ao menos dez contatos no WhatsApp. As camisas, no entanto, não são enviadas.

Via  Terra

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
08:37

Foto: ascom

Foto: ascom

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A campanha de Geraldo Alckmin (PSDB-SP) retoma a carga máxima contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e passa a veicular anúncios com duras críticas a ele.

Em um deles, uma locutora diz: “O Brasil conhece o Bolsonaro que não respeita mulheres”, e a peça publicitária volta a mostrar as imagens do deputado empurrando e xingando uma parlamentar e destratando uma jornalista.

Em seguida, a locutora diz: “Mas nem todos conhecem o Bolsonaro que emprega funcionários fantasma. Que recebia auxilio-moradia tendo apartamento próprio”.

O capitão reformado aparece então dando uma entrevista sobre o benefício e dizendo: “Esse dinheiro do auxílio moradia, eu usava para comer gente. Tá satisfeita agora, ou não?”.

Num segundo vídeo, uma jovem se diz indignada com a corrupção e o PT. Afirma que “também ia votar em Bolsonaro” mas que desistiu depois de saber que, em 27 anos como deputado, ele aprovou apenas dois projetos. “E sabe quantos para a segurança do Rio?”, segue ela. “Zero. Bolsonaro. Muito papo. Pouco trabalho. O Brasil não pode errar de novo”, finaliza.

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
08:34

Foto: Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, decidiu hoje (14) soltar o ex-governador do Paraná, Beto Richa, preso nesta semana no âmbito da Operação Rádio Patrulha, que investiga o suposto direcionamento de licitação para beneficiar empresários e o pagamento de propina a agentes públicos no Paraná.

Além de Richa, que é candidato ao Senado nas eleições de outubro, também serão soltos por meio da decisão mais 14 acusados que foram presos.

Publicado por: Chico Gregorio


15/09/2018
08:29

Investigação trata de suposta doação da Odebrecht para campanha (Foto: Reprodução)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu hoje (14) enviar para Justiça Eleitoral em Minas Gerais inquérito aberto na Corte para investigar os senadores Aécio Neves e Antônio Anastasia, ambos do PSDB mineiro.

Com base nas delações da Odebrecht, a investigação apura supostos pedidos irregulares de recursos que Aécio teria feito a executivos da companhia para a campanha de Anastasia ao governo de Minas Gerais, em 2010. Ambos os senadores negam qualquer irregularidade nas doações de campanha.

Na decisão, Mendes negou pedido principal feito pela defesa para arquivar o inquérito, mas decidiu acolher parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a investigação deixe o STF.

Para Gilmar Mendes, os parlamentares não podem responder às acusações no Supremo porque os supostos fatos teriam ocorrido quando eles não eram senadores, conforme ficou consignado na decisão da Corte que limitou o foro privilegiado.

“Ante o exposto, indefiro o pedido de arquivamento formulado pela defesa dos investigados e acolho o parecer da Procuradoria-Geral da República e o requerimento subsidiário da defesa, para declarar a incompetência deste Supremo Tribunal Federal”, decidiu.

Publicado por: Chico Gregorio