04/02/2019
14:02

247- A Justiça criou um verdadeiro imbróglio para que Lula participasse do enterro de seu irmão, o Vavá, na semana passada; com a negativa, o ex-presidente foi impedido de despedir-se do irmão mais velho; no entanto, para outro preso, o parecer foi muito mais flexível; o ex-deputado Luiz Argolo pode acompanhar o enterro da avó, em 2017; ele estava preso no Complexo Médico-Penal, na região metropolitana de Curitiba, e teve licença de três dias para ir até a Bahia e comparecer ao funeral

Publicado por: Chico Gregorio


04/02/2019
13:58

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Os vereadores Zé Filho (PRP) e Erinaldo Lino (PP) que ocupavam os cargos de presidente e segundo secretário, respectivamente, na nova mesa diretora oficializaram suas renuncias aos cargos nesta segunda-feira (04).

Os edis alegaram moro motivo de foro íntimo, razão pela qual, em estrita observância ao Regimento Interno da Casa Legislativa.

A vereadora Rosângela Maria, presidente em exercício, convoca uma sessão extraordinária para a próxima quarta-feira (06), às 13h, onde será dado conhecimento aos pares a renúncia dos cargos da mesa.

Via Heitor Gregório:

Do blog: Como todos sabem, o vereador Zé Filho é servidor da Universidade Federal do RN, Campus de Caicó, como determina a Lei, o cargo de Presidente da Câmara é incompatível com o cargo efetivo que ocupa, ou seja,teria o vereador Zé Filho que pedir afastamento.

Veja fundamentação sobre acumulação de Cargo de Vereador com outra função pública:

Investido no mandato, havendo compatibilidade de horário, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo […].

O Presidente da Câmara de Vereadores não é exonerado das obrigações do referido cargo em horários nos quais não haja sessão. A Câmara, também chamada de Casa do Povo, funciona diuturnamente. Ademais, não é ele mero Vereador, e, sim, o Gestor da Câmara, em tempo integral.

Publicado por: Chico Gregorio


03/02/2019
08:27

A realidade vem se sobrepondo às promessas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro antes de assumir a Presidência da República. É o que mostram os últimos passos do governo na política externa brasileira. Em pouco menos de um mês, já podem ser contabilizados recuos ou demonstrações de hesitação quanto a atitudes que eram dadas como certas.

Um exemplo é a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. Na condição de presidente interino, o vice-presidente Hamilton Mourão declarou na última segunda-feira que, “por ora”, não haverá remoção. Tal posicionamento se diferencia claramente do que afirmou, por exemplo, o filho do presidente da República, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), no fim do ano passado, em uma viagem aos Estados Unidos. Ele disse que a questão não era “se” haveria a transferência, mas “quando” isso ocorreria.

Essa possibilidade de mudança é vista com preocupação pelos exportadores brasileiros. Principais compradores de carnes do Brasil, os países árabes deixaram claro que não gostam da ideia e ameaçaram impor restrições ao comércio e a voltar atrás em investimentos programados em infraestrutura. Além disso, funcionários de embaixadas e consulados do Brasil em nações muçulmanas estão preocupados com sua própria segurança.

Também partiu do vice-presidente a notícia de que a Embaixada da Palestina em Brasília não será removida. Jair Bolsonaro chegou a dizer que o prédio era muito próximo do Palácio do Planalto e, por uma questão de segurança, os palestinos teriam de mudar de lugar.

Marcha a ré sobre China

Mourão, aliás, tem se esforçado em repetir o mantra de que o Brasil não vai intervir militarmente na Venezuela. De 2002 a 2004, ele foi adido militar naquele país.

As ressalvas em relação à China, demonstradas em algumas ocasiões por Bolsonaro, parecem ter terminado. As relações entre o Brasil e os chineses não foram afetadas. Ao contrário, uma comitiva de parlamentares do PSL — partido do presidente da República — esteve recentemente naquele país a convite de Pequim.

Outro ponto diz respeito ao Mercosul, que era bastante criticado por Bolsonaro e sua equipe, como o economista Paulo Guedes (atual ministro da Economia). Ele chegou a dizer, em uma entrevista, que o bloco não era uma prioridade. O Mercosul voltou a ter destaque na política externa a partir da visita a Brasília do presidente argentino, Mauricio Macri, dias após a posse de Bolsonaro. O discurso final é que o bloco será flexibilizado, porém, fortalecido.

Também houve mudança no discurso em relação ao meio ambiente. Se, antes, a saída do Brasil do Acordo de Paris era praticamente dada como certa, há cerca de dez dias, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, Bolsonaro disse para o mundo que o país, “por ora”, continua sendo signatário do acordo. Com a tragédia de Brumadinho (MG), causada pelo rompimento da barragem da Mina do Feijão, dificilmente o presidente brasileiro dará um passo atrás em relação ao meio ambiente, acreditam fontes do governo.

Em termos de política externa, a única medida concreta tomada até agora foi a saída do Brasil do Pacto Mundial para a Migração. Bolsonaro tentou, mas não conseguiu, transferir Cesare Battisti para a Itália. Foragido, ele foi entregue às autoridades italianas pelo presidente da Bolívia, Evo Morales.

— Paulatinamente, Bolsonaro vem reformulando as teses de política externa da campanha. O presidente é responsável pela política externa, mas tem limitações ligadas aos interesses do país — afirmou Antonio Celso Alves Pereira, cientista político do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

‘Dia a dia exige realismo’

Para Pereira, somente quando ficarem mais claras as diretrizes da política externa brasileira será possível saber, por exemplo, como serão as relações entre o governo e o Congresso. Dentro do sistema democrático, enfatizou, as principais forças políticas não são independentes para fazerem o que bem entendem.

— A realidade tem mais força do que essas declarações genéricas e teóricas. A realidade se impõe porque o dia a dia da política externa exige declarações pragmáticas e realistas, de acordo com o que vem sendo negociado. Não podemos fugir de uma certa lógica de negociação — disse Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil nos EUA.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


03/02/2019
08:26

Diante da derrota iminente, Renan Calheiros renunciou à disputa por um quinto mandato na presidência do Senado e automaticamente vira candidato a líder da oposição ao governo Jair Bolsonaro, reunindo parte da esquerda, do centro e da direita. Será um teste de força para um dos últimos líderes políticos remanescentes, num momento de grande fragilidade do Congresso. Renan tanto pode estar nos estertores de seu poder quanto diante de uma janela de oportunidade na oposição.

Experiente e audacioso, o senador alagoano foi considerado favorito até a quinta-feira, quando começou a receber um turbilhão de más notícias: a vitória apertada (7 x 5) para a senadora Simone Tebet no MDB, 50 votos do plenário a favor da eleição aberta, a determinação do opositor Davi Alcolumbre (DEM-AP) e a histeria de Kátia Abreu, que teve efeito oposto.

Renan não acordou otimista nem mesmo depois que Dias Toffoli, do STF, providencialmente determinou o voto secreto. Os senadores deram de ombros a Toffoli, ao STF e ao próprio regimento do Senado e, um a um, abriam seu voto, desafiadoramente. Na segunda votação, quando os apoiadores do próprio Renan começaram a fazer o mesmo, só restou jogar a toalha.

Ao contrário da Câmara, a renovação foi decisiva no Senado, não só contra Renan, mas contra o que ele representa, como campeão de investigações entre os que têm foro privilegiado no Supremo. De um lado, ficaram os que defendem a Lava Jato e Sérgio Moro e, de outro, os que preferiam blindar o mundo político. Pena as cenas lamentáveis: Alcolumbre na dupla condição de juiz e competidor, Kátia Abreu apropriando-se da pasta com questões de ordem, o vexaminoso voto a mais, o festival de manobras.

O presidente Jair Bolsonaro foi prudente e sai ileso da guerra pelas presidências da Câmara e do Senado, mas é cedo para se dizer o mesmo do chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Ele bancou Alcolumbre, que ganhou por um mísero voto, e cutucou um adversário implacável. Como bem sabem FHC, Lula e Dilma, Renan é um precioso aliado ou um temível adversário.

Onyx torceu o nariz para a reeleição de Rodrigo Maia e, quando o Planalto abriu o olho, Maia já tinha cristalizado sua vitória. O PSL aderiu e Jair Bolsonaro reagiu bem, mas Maia pode exibir orgulhosa independência. Outro erro de Onyx foi optar pelo desconhecido Alcolumbre e dar a chance ao seu partido, o DEM, de levar três ministérios importantes, mais a presidência das duas Casas. Se o partido ratear, a culpa vai cair no chefe da Casa Civil.

O foco de poder de Onyx é Jair Bolsonaro, o que, obviamente, não é pouco. O presidente é grato a ele porque, lá atrás, aquele gaúcho do DEM jogou todas as suas fichas na campanha do capitão, contra o seu partido e todas previsões. Comprou na baixa. Já o vice Mourão deixa claro que não tem nada a ver com Onyx, o general Heleno (GSI) mantém distância e olhar crítico, Eduardo Bolsonaro já bateu de frente, Paulo Guedes corre por fora, Bebianno (Secretaria-Geral), padrinho do recente casamento de Onyx, tem lá seus próprios planos de poder e vem, discretamente, ganhando espaços na articulação política.

O Legislativo sabe para onde os ventos sopram, tem canal direto com Paulo Guedes e Bebianno e tem à disposição Flávio e Eduardo Bolsonaro, para emergências. Todo mundo sabe para onde os ventos sopram. Onyx respira aliviado com o resultado de ontem, mas que se prepare para a independência e os canais próprios de Maia, o troco de Renan num Senado dividido ao meio e as dificuldades que o coadjuvante Alcolumbre vai enfrentar para assumir protagonismo. A vida de Onyx não parece fácil nem no governo nem na nova composição da Câmara e do Senado.

Eliane Cantanhêde, O Estado de S.Paulo

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03/02/2019
08:09

Via Esmael Morias,

Os Democratas (DEM) saíram fortalecidos com as vitorias de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara de Deputados na sexta-feira (1) e de Davi Alcolumbre (DEM-AP) no Senado neste sábado (2), depois de uma tumultuada e confusa sessão. 

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03/02/2019
07:57

O experiente senador paraibano José Maranhão cometeu uma gafe ao presidir a sessão que elegeu Davi Alcolumbre presidente do Senado Federal. Em momento em que não tinha fala, Maranhão esqueceu o microfone aberto e anunciou aos seus colegas sua ida ao mictório.

“Acho que vou da ruma mijadinha”, disse Maranhão, que arrancou gargalhadas nos parlamentares que lotavam o Congresso Nacional.

Confira a cena:

Publicado por: Chico Gregorio


03/02/2019
07:54

O documento apontou que o presidente da República teve náusea e vômito neste sábado (2), quinto dia após realizar uma cirurgia no local. (Foto: arquivo)

O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, divulgou um novo boletim médico sobre a saúde de Jair Bolsonaro. O documento apontou que o presidente da República teve náusea e vômito neste sábado (2), quinto dia após realizar uma cirurgia no local.

“O excelentíssimo Presidente da República, Jair Bolsonaro, permanece internado no Hospital Israelita Albert Einstein. Mantém-se sem dor, afebril e com exames laboratoriais normais. Encontra-se com sonda nasogástrica devido a episódio de náuseas e vômito. Continua em jejum e nutrição parenteral exclusiva. Por ordem médica, o paciente segue com visitas restritas”, diz o documento assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião; Leandro Echenique, clínico e cardiologista; e Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.

Bolsonaro foi submetido a uma intervenção cirúrgica na última segunda-feira (28) para a retirada de uma bolsa de colostomia e a ligação entre o intestino delgado e parte do intestino grosso. Ele foi esfaqueado em setembro, durante um ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG), e desde então se recupera do ataque sofrido.

Via Notícias do Minuto

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03/02/2019
07:51

Ceciliano já era presidente interino da Alerj desde novembro de 2017, quando substituiu Jorge Picciani (MDB), hoje cumprindo pena de prisão sob acusação de corrupção. ​ (Foto: arquivo)

Principal reduto eleitoral da família Bolsonaro, o Estado do Rio de Janeiro terá seu Poder Legislativo comandado durante os próximos dois anos por um petista: o deputado estadual fluminense André Ceciliano elegeu-se neste sábado (2) presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Candidato único, ele obteve os votos de 49 dos 64 deputados estaduais que estão exercendo o mandato. Seis deputados eleitos estão presos e ainda não tomaram posse. A mesa diretora deve decidir sobre a situação deles na próxima semana.

Houve 7 votos contrários e 8 abstenções à chapa de Ceciliano, que tem outros 12 integrantes. A votação transcorreu sob protestos de integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), que ocuparam mais da metade das galerias e vaiaram intensamente quem votava na chapa liderada pelo petista.

Ceciliano já era presidente interino da Alerj desde novembro de 2017, quando substituiu Jorge Picciani (MDB), hoje cumprindo pena de prisão sob acusação de corrupção.

Via Notícias do Minuto.

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03/02/2019
07:47

Onyx ganha fôlego com vitória ‘anti-Renan’, mas ministros temem reações no Senado (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Ministros do governo Bolsonaro e parlamentares ouvidos pelo blog após o resultado no Senado neste sábado (2) avaliam que a vitória de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para comandar a Casa garantiu “fôlego” ao ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil).

Onyx saiu derrotado na disputa da Câmara dos Deputados na sexta-feira (1º), e deputados afirmam que ele está enfraquecido como interlocutor na Casa. Motivo: não queria Rodrigo Maia, que foi reeleito, como candidato.

Por isso, na avaliação de bastidor, Onyx precisava da vitória neste sábado no Senado para garantir sua “sobrevivência” na articulação política. Conseguiu. Foi arriscado, ele jogou todas as fichas e apostou alto no senador David Alcolumbre – mas deu certo. Em uma articulação com diversos partidos, desgastou a candidatura de Renan Calheiros.

Um dos mais próximos ministros de Bolsonaro disse ao blog que muitos no governo “cometeram o erro”, até sexta-feira, de achar que Renan na oposição seria muito pior do que na Presidência do Senado.

Mas, após o tumulto da sessão de sexta, explica o interlocutor do Planalto, ficou “claro que o ambiente anti-Renan era mais forte”. “A derrota que ele não teve nas urnas teve neste sábado”, afirmou.

Um presidente de partido experiente, aliado do governo e que participou das conversas no Congresso, concorda. “Renan pagou para ver. Ontem [sexta], tinha que ter saído e lançado Simone Tebet. Os senadores não queriam mais pagar o preço do desgaste de imagem da Casa, por conta das investigações contra Renan. E Davi era o único que estava em campanha de fato”, disse.

A preocupação agora, admitem ministros e parlamentares, é saber qual será o alcance da reação e a capacidade de articulação do grupo de oposição, liderado por Renan, ao governo. Nas palavras de um aliado de Renan, Onyx “despertou a ira” do grupo ao deixar sua digital na disputa pela Presidência do Senado.

Os governistas vão monitorar com lupa se haverá sequelas desta operação bem-sucedida de Onyx para as matérias e votações de interesse do Planalto. E também esperam que o ministro se reposicione para desobstruir a interlocução política com Rodrigo Maia (DEM-RJ) na Câmara, por onde começa a discussão da reforma da previdência.

G 1

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
16:57

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Desde ontem, que os ex-senadores José Agripino Maia e  Garibaldi Alves Filho, que nos últimos 40 anos,  vinham exercendo cargos eletivos no estado do RN,  encerram os mandatos de senador, ficando desempregados da atividade política, quando no pleito do ano passado, Agripino não consegui eleição para deputado federal, Garibaldi Alves perdeu a disputa pela  reeleição. Evidente, que Agripino que ao entrar na vida pública, era engenheiro em uma construtora, hoje é um empresário rico, além  de ser aposentado  como ex-governador, não terá dificuldades financeiras, apenas terá o ostracismo de ficar isolado, sem prestígio.

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
16:40

A diretoria executiva do Hospital Regional do Seridó esteve reunida com o diretor do Curso de Medicina da EMCM/UFRN (Campus Caicó), Professor George Dantas. Na ocasião, trataram do importante apoio daquela Universidade ao hospital, do fortalecimento da luta por condições dignas de cuidado, estratégias de assistência e acesso integral da população ao serviço hospitalar.

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
16:23

 

Do Twitter da deputada Talíria Petrone, do PSOL:

Talíria Petrone

@taliriapetrone

Nosso corpo causa mesmo estranhamento aqui no Congresso. Ainda é meu primeiro dia e já tentaram, algumas vezes, me impedir de passar em lugares “exclusivos para deputados”. Vão ter que se acostumar a ver mulher preta andando por aqui.

 

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
16:02

A Prefeitura de Jucurutu por intermédio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente vem trabalhando na perspectiva de melhorar as condições para quem vive no campo.

O trabalho de escavação, construção e recuperação de barreiros e pequenos açudes vêm sendo intensificado nos últimos dias. Homens e máquinas da Gestão estão em pleno vapor nas localidades: Sítio Barros, Riacho da Palha, Adeque, Jangada, Santa Rita e Pau Ferrado.

Na última quinta-feira, 31 de Janeiro de 2019 o Secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Samuel Figueiredo esteve ao lado de Jean (Coordenador) e do vice-prefeito, José Pedro visitando algumas comunidades rurais.

A esperança é de que com a chegada do período chuvoso tão esperado pelo homem sertanejo, os agricultores tenham água para manter suas propriedades por muito tempo.

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
15:56

Daniella toma posse como a primeira senadora mulher da Paraíba

Senadora chega como a líder do Progressistas no Senado Federal

Posse – Daniella Ribeiro (Progressistas) tomou posse nesta sexta-feira (1°), no Senado Federal, em Brasília. Eleita a primeira mulher senadora pela Paraíba nas eleições de 2018, Daniella reafirmou o compromisso de continuar trabalhando pelo povo que a elegeu.

“Aos paraibanos e paraibanas, à minha gratidão pela confiança depositada em meu nome. Vamos trabalhar juntos para que a nossa Paraíba brilhe no cenário nacional, e, agora, defendendo também o nosso país”, declarou a senadora.
Daniella chega como líder do Progressistas no Senado Federal.

Em seu juramento de posse, prometeu honrar o mandato a ela confiado por 831.701 paraibanos. “Renovo o meu compromisso com o povo. Estou aqui representando cada um dos paraibanos”, afirmou.

 

Assessoria
Foto: Pedro Prata

Publicado por: Chico Gregorio


02/02/2019
15:51

 

bolsonaro e mourão - Decifra-me ou devoro-te! – Qual o papel do vice-presidente num governo de desencontros? - Por Francisco Airton

Francisco Airton

Qual o verdadeiro papel do Gen. Mourão no governo Bolsonaro num país em que o vice sempre foi uma figura meramente decorativa? A resposta parece que vem sendo dada pelo próprio vice-presidente da república em atitudes e posições pontuadas desde antes mesmo de se dar o resultado das eleições em outubro do ano passado!
Os sinais foram ficando claros a medida em que o capitão era confrontado a todo instante pelo general! Afinal era imperativo mostrar que a hierarquia prevaleceria mesmo fora do quartel! Onde já se viu o capitão dando ordens a um general? Passados os primeiros 30 dias do início do novo governo, as diferenças já não podem ser escondidas da sociedade, agora que a eleição foi conquistada e os desencontros de ideias e informações foram se dando em meio a ordens e contraordens de forma bastante evidente.
Senão, vejamos: ainda durante a campanha em meados de 2018, ao que parece, sem consultar o então candidato a presidente da república, o vice na chapa, general Mourão chegou a declarar que a obrigatoriedade do pagamento do 13 salário ao trabalhador só trazia problemas ao empresariado brasileiro, o que foi desmentido imediatamente pelo companheiro de chapa antes que tal declaração causasse um estrago sem precedentes na campanha que já vinha começando a desfazer a rota agressiva que havia antes adotado, passando a desdizer tudo o que havia sido dito antes e registrado pelos smartphones dos internautas atentos a cada discurso, cada entrevista dada!
A verdade é que mal assumiu a vice-presidência da república, tratou Mourão de assegurar ao filho, Antonio Rossell Mourão a indicação para o cargo de assessor especial da Presidência do Banco do Brasil (BB) com sala acima de R$ 30 mil reais!
Segundo comentam analistas políticos, não é preciso ir muito longe para ler nas entrelinhas que algo errado está acontecendo. O batimento de cabeças que vem se registrando desde primeiro de janeiro deste ano, foi apenas se acentuando e o fiasco registrado no Fórum Econômico Mundial (FEM) em Davos, na Suíça – em que viajou apenas o presidente Bolsonaro e uma equipe formada pelos principais ministros e alguns essenciais assessores – quando a imprensa internacional criticou severamente atitudes adotadas por lá! Segundo se ventilou por aqui, a equipe não esteve preparada o suficiente para tão importante evento! Discurso de 45m acabou reduzido a apenas 6m, além de coletiva cancelada e tudo o mais!
Por aqui ficou o vice que, na condição de presidente da república interino, tomou posições que não se traduziram simpáticas até mesmo para os brasileiros!
Em decreto, ampliou o quadro de autoridades que podem classificar uma informação como ultrassecreta. O documento foi publicado na edição do dia (24) no Diário Oficial da União. O decreto altera a LAI (Lei de Acesso à Informação). Atualmente, podem fazer isso apenas o presidente e seu vice, além de ministros, comandantes das Forças Armadas e chefes de missões diplomáticas. A partir de agora, também podem considerar uma informação como ultrassecreta os comissionados de alto nível e os dirigentes de fundações e empresas públicas.
Na opinião do cientista político Marco Antônio Teixeira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o termo ‘à deriva’ é o que melhor define o primeiro mês da era Bolsonaro. Além de demonstrar muita insegurança para apresentar planos concretos, o governo viveu uma série de idas e vindas nas mais diversas áreas. Nem mesmo o ministério do poderoso economista Paulo Guedes, o “Posto Ipiranga” do presidente.
Após adotar uma postura de confronto ao presidente Bolsonaro, Mourão tenta evidenciar o contraponto. Em entrevista ao jornal O Globo, o vice-presidente revelou ponto de vista oposto ao de Jair Bolsonaro em relação ao um tema sensível: o aborto. Para o militar, as possibilidades para a interrupção da gravidez deveriam ser ampliadas. “Minha opinião como cidadão (sobre o aborto), não como membro do governo, é de que se trata de uma decisão da pessoa”. Para o militar, as possibilidades para a interrupção da gravidez deveriam ser ampliadas.
No episódio envolvendo a liberação do ex-presidente Lula para o velório do irmão Vavá, morto vítima de um câncer e que foi negado pela justiça mesmo lhe sendo um direito constitucional, Mourão saiu em defesa de Lula ao dizer que sua ida ao velório do irmão era uma ‘questão humanitária’! Nota-se ai não haver qualquer preocupação do vice em confrontar!
Adotando medidas mais suaves ou boazinhas, qual será a verdadeira intensão do General Mourão? Agradar, também, a quem não escolheu esse governo? Provocar um rompimento político?
É bastante compreensível que o presidente Bolsonaro – sendo ele mesmo um militar – tenha procurado se cercar de militares para governar o Brasil de acordo com a sua postura adotada desde a campanha! No entanto já está bastante clara a fragilidade do governo haja vista a quantidade de escândalos a que está exposto! Não teria exagerado o presidente ao militarizar demais o seu governo? Segundo, ainda, alguns analistas políticos, há quem diga que esse governo já não vinha se entendendo bem muito antes do final da campanha!
Foi motivo de comentários, pouco antes de Bolsonaro se internar para a retirada da bolsa de colostomia, a insatisfação dos militares por Bolsonaro não querer passar o comando da Presidência da República para o general Mourão pelo período em que estiver internado!
Indagar ao presidente se não seria melhor já ir botando as barbas de molho, acho que não será preciso. Governar de dentro do hospital onde está convalescendo já nos responde à pergunta!

Fonte: Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio