Poucas horas após seu sumiço, a conclusão já era clara: não havia mais nenhuma pista do paradeiro do terrorista. Foram mais de 30 diligências realizadas desde o dia 14 de dezembro, quando ele passou a ser considerado foragido.
Em um das mais excêntricas diligências, agentes tiveram que ir a um barco do rio Amazonas para verificar, sem sucesso, se Battisti estava presente.
Nenhum dos indicativos apontou para o lugar certo, como comprovou o desfecho do caso: Battisti despistou a polícia, conseguiu sair do Brasil e foi preso no sábado (12) em Santa Cruz de La Sierra, no centro da Bolívia.
Um avião com policiais italianos chegou a pousar no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, em dezembro. Os agentes acharam que levariam o terrorista, mas voltaram para casa sem notícias do paradeiro dele.
A nova diretoria da Polícia Federal considera essa uma das mais fracassadas operações da história do órgão.
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), decretou a prisão em dezembro, a pedido da PF, e dias depois o então presidente Michel Temer assinou a sua extradição.
A Itália pede a extradição sob alegação de que Batistti foi condenado em seu país pelo assassinato de quatro pessoas na década de 1970.
O diretor-geral da PF ainda era Rogério Galloro quando o mandado foi expedido —foi substituído em janeiro por Maurício Valeixo, o atual chefe.
Nos bastidores, a informação é de que a polícia dizia ter certeza de que iria pegar Battisti, porque em tese fazia uma espécie de acompanhamento dele por meio de celular.
O aparelho, quando com chip, manda sinais que permitem saber a localização da pessoa, de forma aproximada, com ajuda das operadoras de telefonia.
Quando a polícia chegou a um dos endereços oficiais do italiano, ele não estava lá. Mais do que isso, os agentes perceberam que não havia ninguém no local havia muito tempo e que Battisti tinha montado um jeito para despistar a polícia.
Depois de perceber que o terrorista não estava mais sendo monitorado, a PF passou a seguir denúncias anônimas e tentou juntar informações mínimas que existiam no passado.
Assim, um dos primeiros locais visitados foi a casa do petista e ex-deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh, que advogou para o italiano até 2017.
O ex-parlamentar estava no local, em São Paulo, no momento em que os agentes chegaram. Ele os informou que não estava com Battisti — Greenhalgh foi procurado pela Folha, mas não atendeu as ligações.
Com um mandado de prisão, a PF não tem autorização para entrar em lugares, como ocorre quando há mandado de busca e apreensão.
Dessa forma, nas diligências cumpridas, os policiais apenas podiam bater na porta e perguntar pelo procurado. A PF também tentou encontrar o terrorista em duas embaixadas no Brasil, depois de receber informações de que ele poderia estar escondido.
Os dois endereços do italiano no Brasil eram em Cananéia, litoral paulista, e São José do Rio Preto, interior de São Paulo.
FOLHAPRESS
O núcleo duro do governo já discute quais caminhos traçar para uma provável minirreforma ministerial, a ser realizada ainda no primeiro semestre deste ano. O principal nome discutido foi o da ministra Damares Alves (Mulher e Direitos Humanos), mas até agora o consenso é de que ela fica no cargo. A permanência é atribuída à proximidade com Bolsonaro, além da grande popularidade com a base eleitoral.
Damares é considerada a “segunda mais popular” entre todos os ministros da Esplanada, perde apenas para Sérgio Moro (Justiça).
Sergio Queiroz, secretário de Direitos Humanos, área considerada estratégica para o sucesso da nova administração, deve ser substituído.
A ministra Damares foi defendida diretamente por Jair Bolsonaro no episódio do “menino veste azul e menina veste rosa”. Deve ficar.
Tradicionalmente governos realizam mudanças nos primeiros 100 dias de mandato. Collor, FHC, Lula e Dilma fizeram ‘minirreformas’ iniciais.
CLÁUDIO HUMBERTO

O empresário caicoense, Henrique José Torres Lopes, também conhecido como Henrique de Barra foi assassinado a tiros na manhã deste sábado, (12), por volta das 06hs30min.
De acordo com a polícia, ele passava de carro pela estrada, quando foi assassinado. Não há ainda mais informações sobre como aconteceu o crime. Henrique Lopes foi encontrado morto dentro do veículo, com várias marcas de tiros. O automóvel estava parado próximo a uma casa.
O acusado saiu dizendo aos moradores que tinha matado Henrique de Barra. Ele fugiu do local. O empresário voltava do sítio de sua propriedade quando na entrada do Distrito foi emboscado pelo assassino que abriu fogo contra o carro da vítima uma Pick Up Strada de cor branca e placas PGN9728/Natal-RN. No para-brisas do carro foram identificadas 7 perfurações.
Os tiros atingiram a vítima no tórax e face, inclusive, um dos tiros foi a baixo de um dos olhos e outro na região do coração. Quando percebeu que o suspeito abriu fogo, Henrique de Barra, engatou marcha à ré e o carro foi de encontro a fachada de uma casa que ficou bastante danificada com a colisão.
Uma equipe de peritos do ITEP de Caicó e uma equipe de plantão da Polícia Civil, estiveram no local para a coleta de evidências que possam embasar o Inquérito que vai apurar o crime.
O corpo foi removido do local para ser necropsiado em Caicó.
Com informações do Blog Sidney Silva
Polícia apreende toneladas de material explosivo que seria usado em ataques no Ceará — Foto: Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil do Ceará apreendeu neste sábado (12) toneladas de explosivos que seriam utilizados em ataques criminosos no estado. Cinco suspeitos, todos membros de uma facção criminosa com atuação em todo o Brasil, foram presos no local onde o material foi achado, no Bairro Jangurussu, na periferia de Fortaleza.
Segundo a Polícia Civil, policiais cumpriam na manhã deste sábado mandados de prisão contra suspeitos de homicídio e de ataques ao patrimônio público. No local, a equipe de segurança obteve informações de que o bando escondia o material explosivo, obtido em um roubo em 21 de dezembro do ano passado.
A estimativa inicial é de que o depósito dos criminosos contém cerca de cinco toneladas de material utilizado para fazer dinamites, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública. O material estava contida em embalagens com o símbolo de “explosivo” e o alerta de “perigo” em três idiomas. Um caminhão do Exército recolheu a carga.
Os policiais apreenderam também munição e um carregador de pistola.
Ainda conforme policiais civis, parte da carga já havia sido utilizada nos ataques que ocorrem há 11 dias no Ceará. Em alguns dos crimes, bandidos usaram explosivos em pontes, viadutos, delegacias, numa torre de telefonia e em uma torre de distribuição de energia elétrica.
247=Assanhado com a eleição do extremista Jair Bolsonaro, o MBL (Movimento Brasil Livre) retornou à sua atuação pré-impeachment e voltou a enfileirar chicanas jurídicas para chamar a atenção da imprensa; a justificativa da vez é a de que a presidenta do PT Gleisi Hoffmann violou o Artigo 8 da Lei de Segurança Nacional, que afirma que é crime “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”
247- Depois da humilhação dirigida aos brasileiros que querem ver apurados os fatos que envolvem a movimentação de valores na conta bancária do ex-assessor de Flavio Bolsonaro, o deputado estadual pelo PT de Minas Gerais, Rogério Correia, sugere uma ‘CPI do Einstein’; ele se indaga: “Requerimentos meus na Câmara Federal para perguntas que intrigam o país. Ao hospital Albert Einstein: quanto Bolsonaro pagou e como acertou? Com verba própria ou da Câmara Federal? Quanto e quem pagou pela ‘estadia’ de Queiroz? Por que o hospital tem medo do @zehdeabreu?”
O deputado eleito João Maia tem defendido a união de partidos, poderes e ideias pelo bem do Rio Grande do Norte.
Esse foi o tema de artigo do presidente do PR que já foi deputado e se destacou como secretário estadual de Desenvolvimento Econômico no Governo Wilma de Faria.
O artigo de João Maia, que o Blog da Thaisa Galão reproduz, está nas páginas da Tribuna do Norte deste sábado.


Via Esmael Morais.
O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício José Carlos de Queiroz, investigado pela movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão, afirmou que ganha dinheiro comprando e vendendo carros, mas de acordo com o Registro Nacional de Veículos Automotores, ele é dono de apenas dois veículos, que somados valem menos de R$ 25 mil, segundo informou o site Intercept Brasil. …

Via Esmael Morais,
O ex-assessor de Flávio Bolsonaro e amigo da família presidencial, Fabrício Queiroz, continua gerando notícias neste sábado (12). Em um novo vídeo, ele reclama da repercussão da dancinha que fez no hospital Albert Einstein ao lado da mulher e da filha na virada de ano. O fujão do Ministério Público, revoltado diz “que isso é muita maldade”. …
Um vídeo gravado por uma filha de Fabrício de Queiroz em que o ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) dança no hospital Albert Einstein enquanto toma soro viralizou nas redes sociais, na manhã deste sábado, 12 O Grupo Estado confirmou a autenticidade do vídeo com pessoas próximas a Queiroz. Não há informação sobre a data exata da filmagem.
Na gravação, o ex-assessor – que, segundo o Coaf, fez movimentações bancárias atípicas – aparece dançando, em meio a gargalhadas, quando a filha diz: “Agora é vídeo, pai! Pega teu amigo, pega teu amigo!”. Ele rodopia em seguida, fazendo um sinal de positivo com as mãos.
Pessoas próximas a Queiroz avaliaram o vídeo como um desastre. O advogado de Queiroz, Paulo Klein, afirmou que só se pronunciará sobre o vídeo depois de falar com o ex-assessor. Procurado, Queiroz ainda não respondeu.
Ele faltou duas vezes a depoimentos marcados no Ministério Público alegando motivos de saúde. Antes de Paulo Klein assumir a sua defesa no caso, Queiroz havia faltado a outros dos depoimentos também, alegando que não havia tido acesso aos autos da investigação.
As filhas de Nathalia e Evelyn Melo de Queiroz, assim como o pai, ex-assessoras de Flávio Bolsonaro citadas no relatório, também faltaram a suas oitivas. Elas alegaram ao MP que precisavam ficar com o pai doente, que passou por uma cirurgia em São Paulo nesta semana.
Ao MP, a defesa da família afirmou que “todas se mudaram temporariamente para cidade de São Paulo, onde devem permanecer por tempo indeterminado e até o final do tratamento médico e quimioterápico necessários, uma vez que, como é cediço, seu estado de saúde demandará total apoio familiar”.
Na terça-feira, 8, Queiroz disse ao jornal O Estado de S. Paulo que “estava muito a fim de esclarecer tudo isso”, “mas não contava com essa doença”. “Nunca imaginei que tinha câncer”, disse. Ele afirmou que dará as explicações apenas ao MP “por respeito” ao órgão, mas não informou a data. Queiroz também afirmou que está sendo tratado como “o pior bandido do mundo”. Ele culpou a exposição do caso Coaf pelos problemas de saúde detectados recentemente.
“Após a exposição de minha família e minha, como eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir”, justificou.
O documento do Coaf apontou que Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e de 2017 e recebeu depósitos de assessores de Flávio Bolsonaro.
Estadão Conteúdo

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, afirmou, em despacho, não ver urgência em decidir sobre ação cautelar do PDT contra a extinção do Ministério do Trabalho. Com a decisão, caberá ao ministro Ricardo Lewandowski, relator de Ação Direta de Constitucionalidade movida pelo partido, deliberar após o fim do recesso. O Supremo volta às atividades a partir de fevereiro.
A legenda havia entrado com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o fim da pasta. O partido afirmou que a Medida Provisória do governo Jair Bolsonaro que desmembra o Ministério ‘suprime a adequada implementação dos direitos sociais das relações de trabalho’.
“O Ministério do Trabalho, portanto, é um órgão materialmente constitucional, cuja institucionalização é instrumento de efetividade da própria Constituição. Não cabe, pois, sustentar juridicamente que a extinção da pasta, seguida da descentralização administrativa de suas atribuições, tanto não mitiga quanto mais promove a eficiência da tutela estatal das relações de trabalho, se encerra grave violação constitucional”, diz a ação.
A ação ficou sob relatoria do ministro Ricardo Lewandowski. No âmbito desta ação, a legenda impetrou uma medida cautelar com pedido liminar à Presidência da Corte para suspender a Medida Provisória.
No entanto, Toffoli anotou que ‘não se observa, no caso, a urgência necessária à excepcional apreciação, pela presidência desta Corte, da medida cautelar requerida’.
A medida provisória 870, conhecida como MP da reforma administrativa, estabelece a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios, efetivando mudanças estruturais prometidas por Bolsonaro antes da posse. Ela foi publicada no dia 1º, quando Bolsonaro assumiu o cargo de presidente.
De acordo com a MP, a pasta do Trabalho teve as atribuições divididas. As que envolvem maior volume de recursos, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), passarão a ser do Ministério da Economia.
O registro sindical, que gerou uma série de escândalos, passa para o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Na Justiça, comandada pelo ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro, também ficará o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeira).
Estadão Conteúdo

A maior expectativa da quarta-feira (9) no Vale do Piancó foi, sem dúvidas, a inauguração oficial do maior candeeiro do mundo no sítio Jenipapo, área rural do município de Itaporanga. Um evento reunindo uma grande população foi organizado para a estreia. Diversas autoridades estavam presentes para prestigiar o grande momento, dentre elas o prefeito Divaldo Dantas e o deputado estadual eleito Taciano Diniz.
O candeeiro foi aceso às 18h00 e foram necessários 200 litros de combustível e 20 kg de algodão para acendê-lo. A maior preocupação de profissionais de segurança era que houvesse algum incêndio durante a queimação do pavio, tendo em vista a quantidade usada, mas tudo ocorreu de acordo com o previsto pelo criador Antônio Modesto, que afirmou estar muito feliz com os resultados. “Estou muito alegre e satisfeito por ter dado tudo certo e com tudo o que aconteceu hoje aqui. Só agradeço a Deus por esse momento”, disse o inventor.
O local estava cheio de gente de todas as localidades, que compareceu para ver e fotografar a cena. Ao acender, vários fogos de artifício foram soltados para comemorar. Antes, aconteceram algumas competições que valiam prêmios em dinheiro, cestas básicas e outros para abrir o evento.
A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve presente fazendo a segurança, caso tivesse necessidade. Eles ainda aproveitaram para tirar fotos com a lamparina.
A expectativa agora é que a invenção entre para o livro dos recordes, como maior candeeiro do mundo.