25/01/2019
13:25

José Aldenir / Agora RN
Dados obtidos pelo Agora RN, entretanto, mostram que, só na Polícia Militar, há 691 servidores cedidos em órgãos como o TJRN

A gestão da governadora Fátima Bezerra determinou às secretarias e demais órgãos do governo que encaminhem à Controladoria-Geral do Estado (Control) até o dia 14 de março de 2019 um relatório com informações sobre o cumprimento do decreto estadual que determinou a devolução de servidores aos seus órgãos de origem.

Em orientação circular publicada nesta sexta-feira, 25, no Diário Oficial do Estado, a Control reitera o conteúdo do decreto assinado em 2 de janeiro por Fátima Bezerra. A orientação abrange tanto servidores civis como militares. O decreto determina que os servidores públicos cedidos aos poderes Legislativo e Judiciário e também ao Ministério Público, Tribunal de Contas ou a órgãos federais ou municipais, com ou sem ônus para o cedente, sejam devolvidos.

O Governo do Estado não divulgou quantos servidores seriam afetados pelo decreto, reforçado nesta sexta-feira com a orientação circular. Dados obtidos pelo Agora RN, entretanto, mostram que, só na Polícia Militar, há 691 servidores cedidos para órgãos como Tribunal de Justiça e Ministério Público, além de prefeituras.

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
13:16

 

José Aldenir / Agora RN
Gestão de Fátima descobriu irregularidades do governo anterior

A Controladoria-Geral do Estado (Control) determinou às secretarias e demais órgãos do governo que identifiquem e informem, até o dia 2 de fevereiro, todas as despesas públicas que foram contratadas em gestões anteriores sem o prévio empenho, ou seja, sem reserva de recursos ou dotação orçamentária suficiente.

A instrução normativa interadministrativa foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 25, e foi antecipada pelo controlador-geral, Pedro Lopes, em entrevista ao programa Manhã Agora, da Agora FM (97,9), na última quinta-feira, 24.

Segundo Pedro, a instrução foi lançada porque o novo governo encontrou diversas situações irregulares nas secretarias, entre as quais a realização de serviços sem contrato formal ou a assinatura de contratos sem o prévio empenho, isto é, sem a reserva dos recursos, o que pode gerar uma espécie de “calote” nos credores e fornecedores. Os atos são irregulares, segundo a legislação.

Após as secretarias e órgãos enviarem o detalhamento, um relatório com as irregularidades será encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), que faz o controle externo das ações do Poder Executivo. “Quando tem acesso a informações sobre irregularidades, a Control tem o dever de ofício de fazer a comunicação ao Tribunal de Contas, que é o órgão de controle externo. Se não fizermos [a denúncia], sobra para o controlador. Então, vamos fazer o nosso dever e isso será público”, declarou à Agora FM, informando que deverá se reunir com o conselheiro Poti Júnior, novo presidente do TCE, no dia 6 de fevereiro, para tratar do assunto.

Tendo como base o decreto que reconheceu o estado de calamidade financeira no Rio Grande do Norte, assinado pela governadora Fátima Bezerra no dia 2 de janeiro, a instrução estabelece providências para a revisão das despesas de custeio no Poder Executivo.

A Control também determinou às secretarias e órgãos do Estado – em outra publicação, uma orientação circular – que formalizem serviços realizados no âmbito da administração pública que foram iniciados por gestões passadas sem a devida cobertura contratual.

Segundo a publicação no Diário Oficial do Estado, as unidades gestoras (secretarias e órgãos) deverão abrir em caráter de urgência processos de dispensa de licitação para formalizar serviços que não possam ser interrompidos e que tenham previsão de conclusão em até seis meses. “Caracterizada a situação emergencial, e somente para as parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 dias consecutivos e ininterruptos, o gestor deve imediatamente abrir processo de dispensa de licitação”, diz um trecho da orientação circular.

No caso de não ser configurada a situação emergencial, segundo a orientação da Control, o gestor deve suspender imediatamente a prestação do serviço ou execução da obra, “providenciando a apuração de responsabilidades”.

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
13:11

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, quadra de basquetebol e atividades ao ar livre
O vereador da cidade de São João do Sabugi, Rutênio Humberto, o Nego do Povo,  que foi vítima hoje pela madrugada, de um tiro, desferido por assaltantes na Reta Tabajara, foi submetido a procedimento cirúrgico  no hospital Walfredo Gurgel em Natal,  sendo logo em seguida liberado pela equipe médica da unidade hospitalar .

 

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
12:56

O governo de Jair Bolsonaro (PSL) dá sinais de que pretende resistir a eventuais investidas da General Motors de pleitear incentivos tributários ou qualquer outro tipo de apoio federal para manter operações no Brasil.

Em um encontro reservado com o alto escalão da montadora, Carlos da Costa, secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do ministério da Economia, foi assertivo: “se precisar fechar [a fábrica], fecha”.

Segundo relatos de pessoas do setor privado, o comentário foi feito durante reunião de pouco mais de meia hora, em 4 de janeiro, entre o secretário e o vice-presidente de Relações Governamentais da GM no Brasil, Marcos Munhoz.

No encontro, Munhoz relatou a Costa que a chefia da montadora nos Estados Unidos considerava as fábricas de São Caetano do Sul (Grande São Paulo) e de São José dos Campos (interior paulista) praticamente “inviáveis” por causa dos altos custos.

O executivo enfatizou, por exemplo, que, enquanto a PLR (participação nos lucros e resultados) chega a R$ 20 mil por funcionário em São Paulo, não passa de R$ 7.000 em Gravataí (RS).

A argumentação, contudo, não parecia sensibilizar o secretário, um dos principais auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes. Munhoz, então, foi direto: “Corremos o risco de fechar [as fábricas]”. O secretário devolveu: “Se precisar fechar, fecha”.

A declaração gerou mal-estar entre os presentes na reunião, uma vez que a GM emprega mais de 13 mil pessoas em São Caetano do Sul e em São José dos Campos.

A montadora não chegou a apresentar no encontro nenhum pleito específico ao governo federal. A GM vem ameaçando deixar a América do Sul caso não rentabilize suas fábricas na região, principalmente em São Paulo.

Na semana passada, Carlos Zarlenga, presidente da montadora no Mercosul, enviou um email aos funcionários sobre o assunto. Na mensagem, ele dizia que a GM Brasil teve prejuízo de 2016 a 2018, e que 2019 seria um ano decisivo.

Ele reproduzia ainda declarações da presidente global da companhia, Mary Barra, à imprensa americana, em que ela admitia a possibilidade de sair da América do Sul. Pouco dias depois, a GM apresentou aos sindicatos uma extensa pauta de negociação dos direitos trabalhistas para que possa continuar operando no país.

O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, também já admitiu que estuda a possibilidade de socorrer a GM antecipando crédito de ICMS.

Já o presidente Jair Bolsonaro, que se elegeu com um discurso de redução de subsídios e abertura do mercado, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

Segundo apurou a reportagem, técnicos do governo federal veem as reclamações da montadora com estranheza, pois, quando a GM enfrentou uma forte crise nos EUA, entre 2008 e 2012, as operações na América do Sul seguraram os resultados.

Quatro dias após o encontro com representantes da GM, Costa disse em uma reunião com diferentes representantes do setor produtivo que havia três temas proibidos no governo: subsídios, proteção e mais gasto público.

Procurado pela Folha, o secretário afirmou em nota que se reúne rotineiramente com representantes do setor privado e que vem afirmando aos empresários que “precisamos tornar o Brasil produtivo e competitivo, retirando os entraves que o impedem de produzir mais e melhor”. A GM não comentou.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
12:52

Foto: Divulgação/PRF

Polícia Rodoviária Federal prendeu, por volta das 4h20 desta sexta-feira (25), na BR 304, no trecho conhecido como Reta Tabajara em Macaíba/RN, uma quadrilha de assaltantes que tentava assaltar motoristas que por ali passavam.

O fato se deu quando três ocupantes de uma Amarok chegaram à unidade operacional da PRF em Macaíba e disseram terem sido vítimas de tentativa de assalto na BR 304.

Relataram que indivíduos, dentro de uma Pick Up Strada de cor vermelha, apontaram pistolas para eles e atiraram, tendo dois projéteis atingido a parte traseira da caminhonete. Neste momento os policiais se deslocaram em direção à Reta Tabajara quando cruzaram com o carro suspeito.

A equipe retornou e deu ordem de parada ao condutor do veículo, mas este não atendeu e os ocupantes ainda atiraram contra a viatura. Para garantir a segurança e a integridade, os policiais realizaram disparos contra os suspeitos, momento em que o veículo parou e desceram três homens da cabine e mais três que estavam escondidos sob a capota do compartimento de carga do veículo.

Estes últimos ainda tentaram fugir correndo para o matagal, onde provavelmente descartaram as armas que estavam utilizando. Foram feitas revistas pessoais, no veículo e no local, mas as pistolas não foram localizadas.

Dos seis assaltantes presos, apenas três estavam com documentos. Um deles foi baleado na perna e foi socorrido pelo SAMU para o hospital Deoclécio Fernandes, em Parnamirim.

Caso Vereador

Outras vítimas compareceram à Unidade Operacional da PRF de Macaíba e informaram que a mesma quadrilha havia atirado contra elas. Eram cinco pessoas que estavam em uma Spin do Governo do Estado: dois policiais militares, dois servidores do Detran/RN e um vereador do município de São João de Sabugi/RN, que foi alvejado com um tiro no peito, e se encontra internado no hospital Walfredo Gurgel em Natal, passando por procedimento cirúrgico.

Diante dos fatos, todos os envolvidos, inclusive as vítimas, foram encaminhadas à Central de flagrante em Natal. Na delegacia os presos foram reconhecidos pelas vítimas como sendo os responsáveis pela tentativa de assalto.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
12:43

O juiz Eduardo Pinheiro, convocado pelo Tribunal de Justiça do RN, deferiu pedido do Ministério Público Estadual e decretou a indisponibilidade dos bens, de forma solidária, da ex-governadora e atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini; do ex-secretário estadual de Saúde Pública, Domício Arruda; da Associação Marca e de outras 23 pessoas físicas ou jurídicas que são partes no processo.

A indisponibilidade inclui bens imóveis, veículos automotores, aeronaves, embarcações aquáticas e ativos financeiros, até o montante de R$ 11.827.563,84, valor apontado pelo Corpo Técnico do TCE/RN, conforme Informação n.º 326/2013-DAD, da Diretoria de Controle Externo da Corte de Contas.

O MP Estadual moveu recurso de Agravo de Instrumento junto ao TJRN contra decisão da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal que indeferiu pedido de indisponibilidade de bens dos demandados em Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa em tramitação naquela unidade.

Segundo o Ministério Público, os demandados são responsáveis por desvios de dinheiro público no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte, mediante a realização de termo de parceria com a Associação Marca para administração do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia.

Para o MP, a indisponibilidade é necessária como garantia à perda dos bens e valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio dos agravados e para assegurar o pagamento das multas eventualmente cominadas a título de sanção pela prática do ato ímprobo e o ressarcimento dos danos suportados pelo erário.

Por outro lado, o Juízo da 1ª Instância indeferiu o pedido de indisponibilidade, sob o entendimento da ausência de demonstração de atos de dilapidação ou na sua iminência, bem como na impossibilidade de identificar com clareza o valor a ser ressarcido, eventualmente, em caso de procedência do pedido.

Decisão

Em sua decisão, o juiz convocado Eduardo Pinheiro considera que “a indisponibilidade, na verdade, representa a garantia de futura recomposição do patrimônio público, violado pela conduta do agente ímprobo. Sua concessão está condicionada à demonstração de indícios de responsabilidade da prática de ato de improbidade, visto que o perigo em esperar pelo julgamento final, em mencionados casos, é presumido”.

O magistrado faz referência à jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para entender que a decretação da indisponibilidade não está condicionada à comprovação de dilapidação efetiva ou iminente de patrimônio, porquanto visa, justamente, a evitar dilapidação patrimonial.

Eduardo Pinheiro destaca que a decisão de 1ª Grau reconheceu a presença de indícios da prática de atos de improbidade e que as condutas de cada agente que importaram, em tese, na prática de atos ímprobos, estão fortemente presentes na petição do Ministério Público.

“No caso em análise, presumido o dano ao erário e reconhecidos os indícios da prática de ato de improbidade desde a decisão proferida na primeira instância, a decretação da indisponibilidade de bens é medida que ultrapassa os limites da recomendação ou mera precaução, impõe-se, e assim deve permanecer até o fim da instrução do processo, de modo a assegurar o ressarcimento ao erário por qualquer um dos Agravados, limitando-se a medida constritiva ao valor inicialmente apontado nos autos”, decidiu o juiz convocado pelo TJRN.

(Agravo de Instrumento nº 0807066-39.2018.8.20.0000)
TJRN

Publicado por: Chico Gregorio


25/01/2019
12:38

Resultado de imagem para fotos do senador aecio neves

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais 60 dias para concluir as investigações do inquérito que apura a suspeita de envolvimento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) em esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em Furnas, estatal do setor energético. Para a PGR, há “indícios de práticas criminosas que necessitam de esclarecimento”.

O caso foi desarquivado pela Segunda Turma do STF em novembro do ano passado, após o relator, ministro Gilmar Mendes, ter determinado o encerramento do inquérito, apontando ofensa à dignidade do investigado.

Em manifestação encaminhada ao STF na semana passada, a PGR pediu a Gilmar Mendes que o inquérito seja encaminhado à Justiça Federal do Rio de Janeiro, caso o ministro entenda que a apuração sobre Aécio não atrai a competência da Corte depois que o tribunal reduziu o alcance do foro privilegiado para crimes cometidos no exercício do mandato e em função do cargo.

Cooperação

A investigação foi incrementada com informações bancárias obtidas por meio de acordo de cooperação internacional firmado com Liechtenstein, o que abriu uma nova linha de investigação, segundo a PGR.

“Ainda restam informações pendentes que somente poderão ser obtidas com a complementação da cooperação internacional ativa já em curso, o que justifica a continuidade das investigações, seja sob supervisão do Supremo Tribunal Federal, seja sob supervisão de juízo da primeira instância. O certo é que há uma linha investigativa a ser seguida, com indícios de práticas criminosas que necessitam de esclarecimento”, ressaltou o vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia.

Defesa

Em nota, a defesa de Aécio Neves afirmou: “Depois de quase três anos de investigações, e sucessivos pedidos de prorrogação, não foi apontado um único fato que vinculasse o senador Aécio Neves às acusações feitas. A defesa confia que o inquérito será finalmente arquivado, na linha do que já decidiram outros dois ministros do Supremo Tribunal Federal, pela absoluta ausência de relação do senador com os fatos mencionados”.

Band, com Estadão

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
14:22

O Presidente Jair Bolsonaro abriu  um canal de “briga” com os professores universitários quando anunciou a intensão de indicar os reitores, acabando com o processo eleitoral nos campus das universidades federais. As Associações começaram a protestar ….

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou uma nota sobre a nomeação de reitores nas universidades federais, em defesa da condução ao cargo dos docentes indicados em primeiro lugar pelos colégios eleitorais das suas respectivas instituições. Tal ato, defende a Andifes, respeita a democracia e a autonomia universitária prevista na Constituição Federal.

Confira a nota na íntegra:

A democracia não é um simples meio, mas um valor universal. Como método mais legítimo de expressão da vontade coletiva, não pode ser descartada, necessitando, sim, ser sempre aprimorada. A democracia exige permanente aperfeiçoamento e constante reafirmação, de modo que as decisões sejam tomadas com plenitude de condições, transparência, dados verdadeiros e debate autêntico que permitam, enfim, a decisão autônoma e soberana das comunidades concernidas. E é importante que isso seja reafirmado, por mais que possamos estar insatisfeitos com quaisquer resultados eleitorais, e por mais que devamos sempre enfrentar as decisões de quantos, uma vez eleitos, ajam contra os princípios da democracia.

Nos próximos quatro anos, todas as universidades federais vivenciarão a renovação ou mudança de seus gestores. É essencial, então, afirmar publicamente a importância de serem conduzidos ao cargo de reitor ou reitora aqueles docentes autonomamente indicados no primeiro lugar pelo colégio eleitoral de suas respectivas universidades, sendo garantido assim um elemento definidor da democracia, que é o respeito à vontade da maioria. Nos marcos da legislação atual, o envio de uma lista pela instituição deve ser respeitado. Entretanto, não podemos deixar de defender a indicação de quem teve mais votos no colégio eleitoral. A indicação do primeiro colocado deve, pois, ser respeitada, por um lado, como um valor da democracia e, por outro, em respeito à autonomia de cada instituição.

Devemos, portanto, garantir o reconhecimento da expressão legítima da vontade da instituição, também com o claro benefício político e administrativo de que, dessa maneira, contribuiremos para a agregação interna de uma comunidade voltada à realização de ensino, pesquisa e extensão de qualidade. Não respeitar a indicação de um primeiro lugar não é simplesmente fazer um juízo contrário à qualidade administrativa ou às posições políticas de um candidato ou candidata, mas, sim, de modo bastante grave, desqualificar a comunidade universitária e, também, desrespeitar a própria sociedade brasileira, atentando contra o princípio constitucional que preza a autonomia das universidades públicas.

Brasília, 23 de janeiro de 2019

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
14:09

Um decreto assinado pelo presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, e publicado nesta quinta-feira (24) no Diário Oficial da União (DOU), permite que servidores comissionados e dirigentes de fundações, autarquias e empresas públicas imponham sigilo ultrassecreto a dados públicos.

A medida altera as regras de aplicação da Lei de Acesso à Informação. Antes do decreto, somente chefes do Executivo e membros das Forças Armadas podiam fazer esse tipo de classificação.

De acordo com o G1, as informações apontadas como ultrassecretas, grau máximo de sigilo, podem se tornar públicas após 25 anos. Já o grau secreto impõe 15 anos de sigilo, enquanto o reservado protege a informação por 5 anos.

A  Lei de Acesso à Informação foi sancionada em 2012, permitindo que qualquer pessoas tenha acesso às informações públicas de órgãos e entidades.

G 1

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
14:05

O presidente destacou a importância da formação de professores e do uso de tecnologias para melhorar a educação. (Foto: Reprodução/Veja)

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Marcus Vinícius Rodrigues, pretende fazer uma revisão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não descarta a possibilidade de ver o exame antes de ser aplicado, algo que não era praxe entre seus antecessores. “Uma coisa é não ser de praxe, outra é não ser legal, o presidente do Inep tem autoridade para ver a prova”, disse hoje (24) a jornalistas.

Rodrigues diz que irá revisar o banco de questões do Enem, espécie de arquivo de onde são tiradas as questões das provas. “Vamos fazer com que o banco de questões tenha postura não ideológica, fazer com que esse banco priorize o que realmente é necessário medir, o conhecimento”. O presidente tomou posse nesta quinta-feira (24), em cerimônia no Inep, que contou com a presença do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.

Após o discurso de posse, o presidente do Inep conversou com jornalistas e o Enem foi um dos principais assuntos.

“Eu, presidente do Inep, posso ter acesso legal à prova. Isso vai ser conversado e, dentro de todos os aspectos técnicos e legais, isso sera discutido. O presidente do Inep pode fazer isso”, disse Rodrigues.

Sobre possibilidade de vazamento do exame, Rodrigues disse que confia no esquema de segurança atual: “Existe segurança e segurança que nos deixa muito tranquilos”.

Prioridades

No discurso de posse, Rodrigues disse que sua gestão terá 32 possibilidades, que serão detalhadas posteriormente. Segundo ele, a autarquia terá um tripé: qualidade, confiança e custo. “Não é preciso ter um alto custo para realizar um bom trabalho”, defendeu.

O presidente destacou a importância da formação de professores e do uso de tecnologias para melhorar a educação.

Hoje também tomaram posse os diretores do Inep. Três deles, já faziam parte do quadro da autarquia: Camilo Mussi, Diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais; Carlos Eduardo Moreno Sampaio,  Diretor de Estatísticas Educacionais; e Mariângela Abrão, Diretora de Avaliação da Educação Superior.

O professor e administrador Paulo César Teixeira assume a Diretoria de Avaliação da Educação Básica, que entre outras atribuições, é responsável pelo Enem. O cargo havia sido ocupado por Murilo Resende, remanejado para a assessoria da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC).

Via Agência Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
13:43

AESA divulga previsão climática para o período chuvoso na Paraíba

Patos. (Foto Inácio Nóbrega).

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) divulgou nesta terça-feira (22) a previsão climática para os meses de fevereiro, março, abril e maio.

Segundo o prognóstico, as condições oceânicas, bem como o resultado de modelos de previsão climática de instituições nacionais e internacionais, indicam alta probabilidade das chuvas ocorrerem dentro da faixa de normalidade nas regiões do Alto Sertão, Sertão e Cariri/Curimataú, as quais deverão se encontrar em pleno período chuvoso.

Para as regiões do Litoral, Brejo e Agreste, o prognóstico indica que as precipitações também ocorrerão dentro da média histórica, ressaltando que o período de maiores chuvas concentra-se entre os meses de abril e julho.

A previsão ainda mostra que o fenômeno El Niño poderá se estabelecer até maio de 2019, contudo, com fraca intensidade.

Paraiba Online

 

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
13:35

247-Brasil. O fiasco do presidente Jair Bolsonaro vai além de sua relação com a imprensa. Foi estampada em Davos, na Suíça, uma faixa pedindo ‘EleNão’; o desempenho de Bolsonaro decepcionou tanto a imprensa nacional como a internacional por um discurso marcado pela extrema superficialidade.

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
13:31

247- Brasil. O ex-policial militar Adriano Nóbrega, foragido e suspeito de chefiar uma milícia na zona oeste do Rio de Janeiro e também suspeito de assassinar a vereadora Marielle Franco, estava preso quando foi homenageado pelo deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) com a Medalha Tiradentes, mais alta honraria da Assembleia Legislativa; mesmo após ser acusado pelo homicídio do guardador de carro Leandro dos Santos, o filho do presidente considerou Adriano merecedor da homenagem.

Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
13:25

 

Via Esmael Morias.

Depois de um dia de máxima tensão política na Venezuela, com a tentativa golpista da direita local e do presidente Trump, o presidente Nicolás Maduro segue no comando do país e de seu despacho no Palácio Miraflores acompanha o desenrolar da situação. 

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Publicado por: Chico Gregorio


24/01/2019
13:23

 

Via Esmael Morais.

O governo Bolsonaro adota mais uma medida que fere os direitos dos trabalhadores. A Receita Federal decidiu que o vale-refeição e de alimentação pagos em vales, cartão ou dinheiro fazem parte dos salários e devem sofrer cobrança de contribuições previdenciárias. 

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Publicado por: Chico Gregorio