08/04/2019
11:12

Resultado de imagem para fotos do O jornalista Carlos de Lannoy

O jornalista Carlos de Lannoy denunciou uma ameaça de morte que recebeu após fazer uma reportagem no “Fantástico”, na qual falava sobre um veículo fuzilado por agentes do exército no Rio de Janeiro. O motorista Evaldo Rosa dos Santos, 51, morreu.

No Instagram do repórter, um internauta escreveu: “Se você escolher falar merda e defender bandido é escolha sua. Seu merda! Se for errado paga com a vida! Mexeu com o exército, assinou sua sentença! Sua família vai pagar! Aguarde as cartas”.

“Você vai responder por essa ameaça. O que você fez não é apenas uma afirmação vergonhosa, infeliz e lamentável, mas um crime previsto em lei. Aguarde”, respondeu o jornalista nos comentários.

Carlos também usou o Twitter para denunciar a ameaça. “Minutos depois de fazer reportagem no “Show da Vida” sobre mais uma morte em blitz do exército, recebi essa ameaça no meu Instagram. Não ficará assim”.

Com informações Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
11:07

A esposa e o filho de 7 anos de Evaldo e uma mulher não se feriram. (Foto: Reprodução)

Um homem identificado como Evaldo dos Santos Rosa, de 51 anos, morreu e duas pessoas ficaram feridas em uma ação do Exército na região da Vila Militar, na Zona Oeste do Rio, na tarde deste domingo (7).

Militares dispararam ao menos 80 vezes contra o carro em que estava Evaldo e sua família em Guadalupe, segundo peritos da Delegacia de Homicídios. O sogro da vítima também foi baleado e precisou ser hospitalizado.

Cinco pessoas estavam no carro e iam para um chá de bebê. A esposa e o filho de 7 anos de Evaldo e uma mulher não se feriram. Um pedestre que passava no local ficou ferido ao tentar ajudar.

A Polícia Civil realizou a perícia no local porque os militares tiveram dificuldade em realizá-la, devido à revolta dos moradores que testemunharam o crime, segundo o delegado Leonardo Salgado, da Delegacia de Homicídios da Capital. Mas os envolvidos na ação foram ouvidos em uma delegacia militar, não civil.

Militares atiraram por engano contra a família, segundo relatos de testemunhas e parantes. O Comando Militar do Leste (CML) primeiro negou ter atirado contra uma família e disse ter respondido a uma “injusta agressão” de “assaltantes”.

À noite, em outra nota, p CML informou que o caso estava sendo investigado pela Polícia Judiciária Militar com a supervisão do Ministério Público Militar.

Uma amiga da família, que estava dentro do carro, contestou a versão do Exército e afirmou que os militares não fizeram nenhuma sinalização antes de abrir fogo contra o veículo. Sem querer se identificar, ela disse que Evaldo dirigia o carro.

“Tinha um morador passando aqui na hora, que tava aqui no meio, foi tentar ajudar o padrasto e também foi atingido no peito”, afirmou a amiga, que estava indo junto com a família a um chá de bebê.

Em nota, o CML afirmou que, às 14h40, se deparou com um assalto em andamento nas imediações do “Piscinão de Deodoro”, em Guadalupe.

“Ao avistarem a patrulha, os dois criminosos, que estavam a bordo de um veículo, atiraram contra os militares, que por sua vez responderam à injusta agressão. Como resultado, um dos assaltantes foi a óbito no local e o outro foi ferido, sendo socorrido e evacuado para o hospital”.

Os militares informaram ainda que uma pessoa que passava pelo local foi ferida. “Informações preliminares dão conta de que o cidadão inocente ferido está fora de perigo. A ocorrência permanece em processamento, tendo todas as providências legais decorrentes sido tomadas”.

“Não tinha blitz, não tinha arrastão, não tinha vestígio de nada, tava normal. A gente tá sem entender até agora”, disse a amiga da família.

G 1

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
11:00

As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50% (Foto: Reprodução)

Instituições financeiras voltaram a reduzir a projeção para o crescimento da economia neste ano e em 2020.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – caiu de 1,98% para 1,97% este ano. Foi a sexta redução consecutiva.

Para 2020, o cálculo para o crescimento do PIB recuou de 2,75% para 2,70% na terceira redução consecutiva. As projeções de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Inflação

A estimativa da inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 3,89% para 3,90% este ano. Para 2020, a previsão para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa Selic

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim do ano e em R$ 3,75 no fim de 2020.

Por Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:49

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo pela Folha de S.Paulo revelou a avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Veja como a população avalia o Governo:

Ótimo/bom: 32%

Regular: 33%

Ruim/péssimo: 30%

Não sabe/não respondeu: 4%

A pesquisa ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em 3 meses de Governo os presidentes abaixo tinham a seguinte reprovação popular:

Fernando Collor – 19% de reprovação após três meses e 36% de aprovação

FHC – reprovado por 16% e aprovado por 39%

Lula – 10% de reprovação e 43% de aprovação

Dilma – reprovada por 7% e aprovada por 47% nos 3 primeiros meses de gestão.

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:41

Resultado de imagem para fotos do açude de coremas hoje

O açude de Coremas, maior reservatório de água da Paraíba, localizado no município de mesmo nome, no Sertão do estado, com uma capacidade total de  591.646.222 m³ o açude recebendo  uma recarga  significativa nos últimos dias, com as últimas chuvas  caídas ,  estando hoje dia 8 de abril com  96 milhões de metros cúbicos de água. O reservatório tem sido importantes neste sete anos de seca, não somente para o estado paraibano, como também para o nosso RN, pois tem segurado o abastecimento de água nas cidade de Jardim de Piranhas, Caicó, São Fernando e Timbaúba dos Batista,  através de uma estação de bombeamento da CAERN no rio Piranhas.

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:26

Barragem da Capoeira e Açude do Jatobá se aproximam dos 30%

A Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (AESA) divulgou em seu portal na manhã desta segunda-feira (08) que o Açude do Jatobá, em Patos, cuja capacidade de armazenamento é de 17.516.000 metros cúbicos d’água, está com 5.078.288 metros cúbicos, o que corresponde a 28,99% de sua capacidade. O manancial, utilizado no abastecimento de Patos, estava totalmente seco no começo de fevereiro.

A Barragem da Capoeira, em Santa Terezinha, segundo a AESA, está com 28,66% de sua capacidade. Com capacidade para armazenar 53.450.000  metros cúbicos d’água o manancial está neste momento com 15.317.640 metros cúbicos. Há 12 dias atrás ela estava em seu volume morto, com 3,90% de sua capacidade. O manancial é utilizado no abastecimento de Patos e de Santa Terezinha.

Outro manancial da região de Patos e que também é utilizado no abastecimento da cidade é a Barragem da Farinha, que está transbordando desde ontem (domingo, 07). A capacidade hídrica da Barragem da Farinha é de 25.738.500 metros cúbicos.

Via Folha Patoense

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:16

Canindé Pereira/AgoraRN
Assu e América se enfrentaram no Edgarzão

Foi repleta de emoções a última rodada do segundo turno do Campeonato Potiguar de 2019. Quatro jogos movimentaram o torneio em Natal, Assu e Ceará-Mirim. Por meio destes confrontos, foi possível definir o mando de campo da final da Copa RN, além do rebaixado para a segunda divisão do estadual em 2010, vaga que acabou ficando com a equipe do Força e Luz.

Na Arena das Dunas, o Time Elétrico recebeu o ABC. Para evitar o rebaixamento, precisava pelo menos empatar e torcer para tropeços dos outros adversários. No entanto, tudo deu errado para a equipe. Em campo, o ABC diminuiu as ações da partida e venceu por 4 a 0. Neto, duas vezes, Anderson e Wesley Veterano foram os responsáveis por garantir o triunfo do Alvinegro, que apenas cumpriu tabela na última rodada.

Em Ceará-Mirim, Globo e Palmeira dez Goianinha mediram forças no estádio Barrettão. Para a Águia, o duelo serviu apenas para complemento de calendário, fato este que não eliminou do elenco o desejo de vencer. A partida terminou com vitória do time tricolor por 2 a 0, sendo os gols marcados por Alexandre e Negueba, ambos no segundo tempo do duelo.

Já em Assu, o América visitou a desesperada equipe da cidade. No estádio Edgarzão, o Alvirrubro acabou surpreendido e foi derrotado pelo marcador de 1 a 0. Apodi, ainda no primeiro tempo da partida, foi o autor do gol que garantiu o triunfo do Camaleão do Vale, evitando o possível rebaixamento do clube no torneio.

Por fim, Santa Cruz de Natal e Potiguar de Mossoró se enfrentaram no estádio Frasqueirão. A partida valia muito para as duas equipes, uma lutando contra o descenso e a outra pelo mando de campo na vaga da final. Em campo, o empate por 1 a 1 foi bom para os dois. O Santinha não foi rebaixado, e o Potiguar levou a decisão do segundo turno para o Nogueirão, em Mossoró. Eduardo fez o gol do Santa, enquanto Vinicius anotou para o Time Macho.

Com os resultados, o Potiguar de Mossoró encerrou a fase de pontos corridos com 16 pontos na primeira colocação. O América ficou na segunda posição, com 15 pontos. Ambos farão a final da Copa RN na próxima quarta-feira, 10, em Mossoró, em jogo que valerá a vaga na final geral do torneio contra o ABC. O Força e Luz foi o rebaixado por ter somado apenas 11 pontos no campeonato todo, ficando na oitava e última posição. A equipe agora vai se preparar para a disputa da segundona potiguar.

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:10

O vice-presidente Hamilton Mourão disse neste domingo, em evento nos Estados Unidos, que ele e o presidente Jair Bolsonaro entendem que, se o governo “falhar, errar demais”, “essa conta irá para as Forças Armadas”. Por isso, segundo ele, logo após as eleições, os dois conversaram sobre a responsabilidade de recolocar os militares no centro do poder, quando o presidente teria dito: “nós não podemos errar”.

– Se o nosso governo falhar, errar demais, porque todo mundo erra, mas se errar demais, não entregar o que está prometendo, essa conta irá para as Forças Armadas. Daí a nossa extrema preocupação – declarou o vice.

Mourão disse ainda que a diferença entre a participação das Forças Armadas na política hoje e à época da ditadura – sobretudo durante o período do governo de Ernesto Geisel, que promoveu a abertura para recolocar os civis no poder – é que ele e Bolsonaro foram eleitos.

– O Geisel não foi eleito, eu fui – declarou Mourão, que é general.

A afirmação foi feita na cidade de Cambridge, nos Estados Unidos, onde Mourão fez o discurso de encerramento da Brazil Conference, evento organizado por estudantes brasileiros das universidades de Harvard e do MIT. Na primeira fila assistindo ao discurso de Mourão estavam o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e os governadores do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e de Minas Gerais, Romeu Zema.

A declaração de Mourão foi em resposta a uma pergunta sobre se os militares não teriam aprendido a lição do General Ernesto Geisel de que não deviam ser uma força atuante na política nacional. Geisel foi presidente durante a ditadura militar, entre os anos de 1974 e 1979. Durante seu governo, promoveu a abertura política “lenta, gradual e segura”.

Segundo o estudante de doutorado de Harvard Fernando Bizarro, que fez a pergunta, no governo Geisel havia a percepção de que “governar não era tarefa para as Forças Armadas” e que a transição à democracia teria sido promovida pelo general para “preservar a unidade e a legitimidade das Forças Armadas”. O estudante perguntou por que a lição que Geisel aprendeu não se aplicava a Mourão.

Depois de fazer a declaração sobre Geisel, Mourão foi ovacionado pela plateia. Alguns participantes chegaram a aplaudi-lo de pé. Em meio aos aplausos, um manifestante entrou no auditório e gritou “ditadura nunca mais!”. Ele foi retirado da sala pelos seguranças. Segundo os organizadores do evento, depois disso, a organização conversou com o manifestante, que se retirou. Mourão continuou:

– As Forças Armadas não estão no poder. As Forças Armadas continuam com a sua missão constitucional, cada uma com seu comandante. – e concluiu – O que ocorre é que dois militares foram eleitos. O presidente Bolsonaro, 30 anos fora das Forças Armadas, ele é um político. Mais político do que militar.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


08/04/2019
10:07

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe, a partir desta segunda-feira, 08, as inscrições para o concurso público de provas para provimento de cargo técnico-administrativo em educação. Até o dia 13 de maio de 2019, o procedimento pode ser feita através do site do Núcleo Permanente de Concursos (Comperve): www.comperve.ufrn.br. As provas estão previstas para serem aplicadas em 30 de junho, o valor da taxa de inscrição do concurso varia de R$ 60 a R$ 80, conforme o cargo.

O edital 012/2019 traz informações sobre os cargos de Psicólogo Clínico, Nutricionista, Administrador, Tecnólogo em Eventos e Produção Cultural, Engenharia de Produção, Assistente em Administração, Desenhista Técnico/Webdesigner, Técnico de Tecnologia da Informação, Técnico em Enfermagem, Técnico em Agropecuária, Técnico em Eletrotécnica e Técnico de Laboratório/Química.

Com informações da UFRN

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
09:05

 

O Flamengo fez valer a sua vantagem do empate e garantiu a primeira vaga na decisão do Campeonato Carioca. Em um jogo em que controlou as ações e até merecia a vitória no Maracanã, o Rubro-Negro segurou o empate com o Fluminense por 1 a 1 e carimbou seu passaporte para a final.

Gilberto abriu o placar, Gabriel empatou na etapa final em falha de Rodolfo (a bola passou entre a trave e o goleiro tricolor). O adversário na luta pelo título estadual sai do confronto entre Vasco e Bangu, que se enfrentam neste domingo.

O Fluminense volta a campo na próxima terça-feira para enfrentar o Luverdense, novamente no Maracanã, pela terceira fase da Copa do Brasil. Já o Flamengo recebe o San José, da Bolívia, na quinta, também no Maracanã, mas pela fase de grupos da Libertadores. Os dois jogos da final do estadual serão nos dois próximos domingos.

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
08:58

A padronização de tomadas ao modelo de três pinos começou no ano 2000, mas apenas em 2011 a venda de aparelhos com três plugues se tornou obrigatória (Foto: Reprodução)

O assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, publicou no Twitter quais serão os próximos passos do governo Bolsonaro após a extinção do horário de verão em 2019.

“Depois de nos livrarmos do horário de verão, temos que nos livrar da tomada de três pinos, das urnas eletrônicas inauditávris e do acordo ortográfico”, disse em sua conta no Twitter.

Urna eletrônica

Jair Bolsonaro contestou a confiabilidade das urnas eletrônicas diversas vezes em sua carreira política. Durante as eleições de 2018, chegou a afirmar que o sistema eleitoral poderia ser contestado como fraudulento caso ele não fosse eleito vencedor — leia mais.

Acordo Ortográfico e padronização de tomadas

O acordo ortográfico completou 10 anos no início deste ano. A padronização do idioma permitiu um aumento do intercâmbio cultural, com livros de ficção, didáticos, paradidáticos e científicos, e documentos, escrituras, contratos e textos de todos os gêneros circulando entre os países sem necessidade de revisão. A medida também foi aplicada em países que utilizam o idioma espanhol.

A padronização de tomadas ao modelo de três pinos começou no ano 2000, mas apenas em 2011 a venda de aparelhos com três plugues se tornou obrigatória.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
08:48

Os constantes contrapontos feitos pelo vice Hamilton Mourão (PRTB) ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) atenuaram sua imagem perante o eleitorado. A reprovação do vice é menor que a do titular, em parte porque ele é também mais desconhecido.

Após quase cem dias de governo, pesquisa Datafolha mostra que 18% do eleitorado considera o desempenho de Mourão ruim ou péssimo, ante 30% da taxa de Bolsonaro.

Quando se separa o eleitorado por faixa de renda e escolaridade, a diferença se mantém. De modo geral, a avaliação do vice é melhor que a de Bolsonaro, e isso se deve também ao fato de o seu trabalho ser acompanhado menos de perto que o do presidente.

A maioria dos entrevistados (59%) não soube dizer quem era o vice-presidente da República, 37% acertaram o nome de Mourão e 4% erraram.

É por isso que, quando questionados, apenas 4% dos entrevistados não souberam avaliar o desempenho de Bolsonaro —e 18% se abstiveram em relação ao vice.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
08:42

Envolto em contínua crise política e sem assistir a uma melhora na economia, Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985.

Mas 59%, segundo o Datafolha, ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. O presidente completa cem dias de mandato na próxima quarta-feira (10).

Segundo o instituto, 30% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%) ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.

O instituto ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos em 130 municípios nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Antecessores de Bolsonaro nas mesmas condições tiveram melhor desempenho. Fernando Collor (então no PRN) era reprovado por 19% em 1990, enquanto Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava 16% de índices ruim ou péssimo em 1995.

Os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, alvos frequentes de críticas do atual presidente, eram mal avaliados apenas por 10% e 7% da população ao fim dos primeiros três meses do governo.

Na série histórica, Dilma é quem teve numericamente a melhor avaliação a esta altura do mandato, com 47% de ótimo/bom em 2011.

Não se comparam aqui os primeiros trimestres de presidentes reeleitos, pois suas imagens já passaram pela exposição de todo um governo além dos três meses: Lula se mantinha com uma rejeição confortável (14%), FHC amargava 36% e Dilma já começava a viver o inferno político que a derrubaria do cargo em 2016, com 60% de ruim e péssimo.

Os vices que assumiram desde a redemocratização também não são comparáveis —a aferição de Michel Temer (MDB) não foi feita, enquanto Itamar Franco tinha 11% de ruim/péssimo nesse intervalo.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, 17%, regular, e 12%, ruim ou péssimo.

Os índices já eram os piores entre os presidentes eleitos para primeiro mandato desde a redemocratização.

Agora, a expectativa é positiva para 59%, mediana para 16% e negativa para 23%.

Nesses primeiros meses, Bolsonaro viveu diversos episódios de desgaste político: a investigação sobre milícias envolvendo o gabinete de seu filho Flávio na Assembleia do Rio, as candidaturas de laranjas de seu partido, os entrechoques entre militares e a ala do governo sob influência do escritor Olavo de Carvalho, a crise no MEC, a troca de farpas com o Congresso e a dificuldade no encaminhamento da reforma da Previdência.

A economia segue em ritmo lento, e a taxa de desemprego subiu em relação ao trimestre passado —está em 12,4%.

Assim, para 61% dos ouvidos, Bolsonaro fez menos do que se esperava no exercício do cargo. Já 13% consideram que ele fez mais, enquanto 22% avaliam que ele fez o que era esperado. Entre os descontentes, a predominam pessoas mais pobres e menos escolarizadas.

Nessa comparação, ele também perde para os primeiros mandatos de Lula e de Dilma, que tiveram o mesmo tipo de mensuração pelo Datafolha. Em 2003, o petista fez menos do que poderia para 45%, e em 2011 a ex-presidente pontuou 39% no quesito.

A aprovação de Bolsonaro é maior entre os homens (38%) do que entre as mulheres (28%).

O comportamento do presidente, que se envolveu em polêmicas como a divulgação de um vídeo pornográfico para criticar o que seriam abusos nas ruas durante o Carnaval, é avaliado como correto por 27% dos ouvidos.

Já outros 27% acham que Bolsonaro na maioria das vezes se posiciona de forma adequada, mas às vezes não. No lado negativo, 20% pensam que na maioria das vezes o presidente é inadequado, e 23% dizem que ele nunca se comporta como o cargo exige.

Há sinais de alerta para o bolsonarismo em dois grupos que apoiaram consistentemente o então candidato durante a campanha de 2018.

Os que ganham mais de 10 salários mínimos e os que têm curso superior registram numericamente também a maior rejeição ao governo até aqui: 37% e 35%, respectivamente, avaliam a gestão como ruim ou péssima.

Esses grupos também registram a maior aprovação, 41% (empatada tecnicamente com os 43% dos que ganham de 5 a 10 salários mínimos) e 36% de ótimo/bom (empatada tecnicamente com os 33% de quem tem ensino médio), indicando assim uma polarização entre o eleitor mais elitizado.

Os mais pobres (até 2 salários mínimos) são os menos contentes, com 26% de ótimo e bom.

Já o eleitorado evangélico (34% da população) segue mais entusiasmado com o presidente, que é católico, mas foi batizado por um pastor e é fortemente associado ao setor. Acham o governo até aqui ótimo ou bom 42% desse segmento, índice que cai a 27% entre católicos (50% dos brasileiros).

Brancos são os que mais aprovam Bolsonaro (39%), enquanto pretos e pardos são os que mais desaprovam (29% para cada um dois grupos).

Ainda não há uma reversão na divisão geográfica do apoio ao presidente. O Sul, sua principal fortaleza em 2018, deu a maior aprovação a ele neste levantamento: 39% (empatado com os 38% do Centro-Oeste/Norte), contra 22% de desaprovação.

O Nordeste é a região que mais rejeita o governo, com 39% de ruim/péssimo e 24% de ótimo/bom. Também lá existe a menor expectativa positiva: 50%.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
08:39

Finalmente: Barragem da Farrinha amanhece transbordando. Vídeo

Foto: Fábio Guedes

A Barragem da Farinha, em Patos, amanheceu transbordando neste domingo (07). Essa informação era aguardada com grande expectativa em Patos, Cacimba de Areia e outros municípios da região.  Havia uma contagem regressiva na cidade, centímetro a centímetros, para a sangria do manancial que abastece a cidade de Patos. Segundo o técnico da Empaer, Marconi Palmeira, ela começou a trasbordar por volta da 04h20min deste domingo.

Construída no leito do Rio Farinha, sua capacidade hídrica é de 25.738.500 de metros cúbicos d’água. A última vez que o manancial transbordou foi em 2011, ou seja, há oito anos. Outra notícia animadora é que está correndo água no canal construído entre a Barragem da Farinha e o Açude do Jatobá, ou seja, neste momento o Jatobá está recebendo águas oriundas da Barragem da Farinha.

Sempre que acontece dela transbordar o manancial “vira praia” e se torna uma forte atração de toda a região. Por enquanto ainda é pouca água que está transbordando, mas deve aumentar nas próximas horas.

Via Folha Patoense 

Publicado por: Chico Gregorio


07/04/2019
08:37

Uma advogada com atuação em 16 processos e em quase 50 recursos que buscam de alguma forma impedir novas demarcações de terras indígenas ganhou, há dois meses, cargo no governo de Jair Bolsonaro para atuar como uma das principais responsáveis por por essa atribuição. Luana Ruiz Silva de Figueiredo é, desde 25 de janeiro, secretária-adjunta da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura.

Ela é a número dois da secretaria, que passou a ser responsável por novas delimitações de áreas para populações indígenas — atribuição que antes cabia à Fundação Nacional do Índio (Funai) . Na ausência do secretário, o líder ruralista Luiz Nabhan Garcia, cabe a Luana comandar a secretaria.

O nome de Luana aparece como advogada de produtores rurais em Mato Grosso do Sul que buscaram a Justiça Federal para pedir a retirada de indígenas de terras que consideram privadas, para tentar se manter em territórios demarcados e para contestar atos de demarcação, além de outras demandas que buscam evitar a destinação de áreas a comunidades tradicionais. Entre os clientes está a Federação da Agricultura e Pecuária do estado (Famasul). Parte das ações contesta atos da Funai.

Além disso, os pais da secretária-adjunta são produtores em Mato Grosso do Sul e estão em situação de conflito com comunidades indígenas da região.

Transferência da defesa

A advogada diz que, assim que assumiu o cargo, protocolou nos processos em curso na Justiça Federal a transferência das defesas para outros advogados, ligados a escritórios de advocacia que não o seu. Segundo Luana, seu nome ainda aparece nos processos porque as varas responsáveis ainda não processaram a atualização. A secretária-adjunta afirma também que comunicou o caso da família – que tem “terras invadidas por índios ”, segundo ela — à Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

Antes de chegar ao cargo, porém, Luana teve forte atuação na fase de transição do governo. Ela participou das discussões sobre a transferência da atribuição de novas demarcações da Funai para o Ministério da Agricultura . Ao mesmo tempo, advogava para produtores rurais contra iniciativas que pudessem ser benéficas aos índios.

Tanto Luana quanto Nabhan têm um histórico de atuação em defesa dos interesses de grandes produtores rurais. Ela, em varas federais em Mato Grosso do Sul e em recursos junto ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal. Ele, como principal liderança da União Democrática Ruralista (UDR).

Luana, Nabhan e Bolsonaro já deram diversas declarações contra novas demarcações de terras indígenas. O presidente já afirmou que, se depender dele, “nem um centímetro” a mais será demarcado. A Secretaria Especial de Assuntos Fundiários prepara, inclusive, uma revisão de antigos atos de delimitação de terras indígenas.

Os principais processos tocados por Luana dizem respeito ao que seus clientes consideram como invasões de propriedades privadas. Numa audiência na Câmara dos Deputados no fim de 2017, a advogada afirmou que Mato Grosso do Sul tinha 123 “propriedades privadas invadidas”. Ela foi convidada à audiência para falar “em nome dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul”.

“Em um processo judicial, estamos eu e o meu cliente de um lado. Do outro, estão os indígenas, o advogado dos indígenas, normalmente franqueado pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário), um procurador federal representando os índios, um procurador federal representando a União, um advogado da União representando a União Federal e um procurador da República, porque lá o MPF (Ministério Público Federal) representa o índio, e não fiscaliza a lei. Que falta de balanço temos nos processos”, disse Luana na audiência.

Para o Ministério da Agricultura, o fato de ser produtora rural e defender que invasão é crime não configura conflito de competência na atuação como secretária-adjunta. A pasta sustenta que Luana está apta para o exercício do cargo, a partir do momento em que deixou as defesas nos processos na Justiça contra indígenas , licenciou-se do exercício da advocacia e comunicou a Comissão de Ética Pública da Presidência sobre a situação da família.

O Globo

Publicado por: Chico Gregorio