29/05/2019
10:32

José Aldenir / Agora RN
Advogado cita o caso das críticas feitas pelo procurador federal Deltan Dallgnol ao STF

O especialista em direito eleitoral Felipe Cortez defende a criação de um código de ética para o Ministério Público. Ele avalia que promotores usam com desenvoltura excessiva as redes sociais.

“É no Twitter que se pauta hoje todos os temas relevantes da Nação”, disse, em entrevista ao Jornal Agora, na rádio Agora FM (97,9).

Lembrou o episódio no qual o procurador Federal Deltan Dallagnol criticou duramente decisão do Supremo Tribunal Federal de enviar para a Justiça Eleitoral processos da Lava Jato sobre corrupção ligados à prática de caixa 2.

“O ambiente inicial dessas críticas, que depois passaram para a mídia, foi a rede social”, lembrou.

Para o advogado, “setores do Minstério Público agem desse jeito, influenciando a sociedade de maneira grave em situações jurídicas que não são reais quando, na verdade, refletem o pensamento individual de procuradores e promotores, mas que acaba em comoção social fora do devido processo legal”.

Isso acontece, segundo ele, porque até hoje o MP não tem um código de ética a seguir. Parlamento estadual, federal, câmaras de vereadores têm códigos de ética; na magistratura, na advocacia tem. No MP, não tem”.

O advogado, que também ocupou cargo no Conselho Federal da OAB, disse estar impressionado com o número de infrações do Código de Ética. “Passei três anos no Conselho Federal da OAB julgando advogados que infringem o Código de Ética. Fiquei impressionado com a grande quantidade de profissionais cassados. Integrei uma área que julgava advogados do país inteiro. E isso não se vê no Ministério Público”

No entanto, Cortez elogiou o recém-eleito procurador-geral de Justiça, Eudo Leite, que vem buscando acordos com acusados de improbidade administrativa antes de fechar uma acusação. “Um prefeito investigado e que pode ser condenado a até quatro anos marca uma audiência de não persecução criminal e, desde que confesse o crime e pague uma quantia reparadora, não é denunciado. É uma coisa boa a ser atribuída ao Eudo”, afirmou.

Quanto a ele mesmo, Cortez diz que desde começou a criticar o Ministério Público já teve até seu sigilo bancário quebrado. “O fato é que o advogado vem sendo criminalizado e isto precisa mudar”, encerrou.

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:27

O advogado-geral da União, André Mendonça, disse que o órgão solicitou ao Supremo Tribunal Federal autorização para que as polícias façam operações dentro de universidades para coibir “viés ideológico” de professores.

Para ele, esse tipo de operação não significa censura. Mas ele quer impedir que os mestres militem.

“Professores precisam ter um comportamento imparcial, tem assunto polêmico, é natural que se debata. Agora, o que não pode haver é uso de professor sendo tendencioso.” Disse.

Agora, o ministro poderia aproveitar para explicar quem vai definir o que é ser imparcial: o presidente de extrema direita, seus ministros militares, ou o guru Olavo de Carvalho?

Com informações do G1.

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:15

O governo conseguiu na noite desta terça-feira, 28, uma vitória no Senado e aprovou sem alterações a medida provisória que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. Senadores atenderam a um apelo do presidente Jair Bolsonaro para que mantivessem o texto da forma como foi aprovado na Câmara e deixassem o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sob a alçada do Ministério da Economia. O texto agora vai a sanção presidencial.

Parlamentares da base aliada passaram boa parte da sessão justificando o voto que tirou o Coaf do ministro Sérgio Moro. A defesa de que o órgão ficasse no Ministério da Justiça foi uma das pautas levadas às ruas por manifestantes nos atos a favor do governo no domingo passado.

Parlamentares da base aliada passaram boa parte da sessão justificando o voto que tirou o Coaf do ministro Sérgio Moro. A defesa de que o órgão ficasse no Ministério da Justiça foi uma das pautas levadas às ruas por manifestantes nos atos a favor do governo no domingo passado.

Antes de colocar o texto em votação, Alcolumbre tentou um acordo com líderes de partidos. A reunião foi tensa e se arrastou por mais de duas horas. A portas fechadas, apelou aos colegas para que não houvesse pedidos para que a questão do Coaf fosse votada nominalmente. Encontrou resistências.

“Imagino as pessoas que foram às ruas indignadas com o acordo que o governo fez mesmo contra o interesse do ministro Sergio Moro”, afirmou Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

“É muito difícil o cidadão em casa entender que o governo dormiu domingo pensando uma coisa e acordou na segunda pensando outra. Mudar de ideia mediante convencimento é salutar. Mas mediante ameaça é covardia, fraqueza”, disse Alessandro Vieira (Cidadania-SE). 

O PT, que estava disposto a fazer oposição, não demonstrou empecilho para o governo na reunião. “Ver Bolsonaro, centrão e PT juntos não tem preço”, ironizou Randolfe.

Líder do PSD no Senado, Otto Alencar, também era um dos que demonstrava-se reticente em atender ao governo. Ele criticou Moro por ter assinado a carta contrariando o que o próprio ministro mesmo havia defendido. “Não quer perder o emprego e assina (a carta). Ninguém pode colocar interesses pessoais acima de história de vida”, disse o senador.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), decidiu ceder mais um pouco. Aceitou devolver a demarcação de terras indígenas ao Ministério da Justiça. A atribuição estava sob o comando do Ministério da Agricultura. Ruralistas não gostaram e cobraram Bezerra, que rebateu que o acordo já estava feito.

Recuo. Um dos principais defensores de devolver o Coaf ao ministro Sérgio Moro, o líder do PSL no Senado, Major Olimpio, recuou após o pedido do governo e passou a defender que os colegas atendessem a vontade de Bolsonaro. Pedia que valorizassem a carta assinada pelo presidente e pelos seus ministros e chegou a elogiar a oposição por votar com o governo.

“Hoje, eu tive verdadeiras aulas de cidadania plena na reunião de líderes, onde pude testemunhar o líder Humberto Costa, do PT, na grandeza de dizer pelo País que ‘se nós quisermos, nós colocamos um kit obstrução e nós travamos o que pudermos, mas nós não estamos torcendo pelo quanto pior, melhor; nós estamos torcendo para que tenha um encaminhamento que possa ser melhor para o povo brasileiro’”, disse Olimpio.

Day after. A preocupação dos senadores ontem era, após fazer um gesto em favor do governo, qual será  o  próximo passo de Bolsonaro. “É preciso entender se o presidente vai realmente descer do palanque. Ele não precisa nesse momento de votos, mas de apoio político e saber dialogar com as pessoas certas”, disse Simone Tebet (MDB-MS).

“Ele tem de somar uma base no Senado e na Câmara e essa base não precisa vir de Centrão, nem de toma lá, da cá”, afirmou.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:07

presidente Jair Bolsonaro disse no final da noite desta terça-feira, 28, que tem a caneta mais poderosa do que a do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com quem tomou café da manhã no mesmo dia no Palácio da Alvorada, ao lado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. O presidente comentou sobre a conversa reservada com os chefes dos três poderes e citou esforços do governo para desregulamentação, revogando normas que ele considera “descartáveis” e simplificando a legislação e o licenciamento.

“Eu disse ao Rodrigo Maia: com a caneta eu tenho muito mais poder do que você. Apesar de você, na verdade, fazer as leis, né? Eu tenho o poder de fazer decretos. Logicamente, decretos com fundamento”, relatou Bolsonaro, durante lançamento da Frente Parlamentar Mista da Marinha Mercante Brasileira, no Clube Naval.

Maia foi um dos primeiros da cúpula do Congresso Nacional a questionar a constitucionalidade do decreto presidencial que ampliou direito a posse, porte e alterou as regras de comercialização de armas de fogo. Depois das críticas, Bolsonaro modificou o texto para impedir a compra de fuzis, por exemplo. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi convocado para dar explicações na Câmara.  

No entanto, a comparação o poder de sua caneta Bic com a de Maia foi usada por Bolsonaro para relatar que sugeriu ao deputado a revogação do decreto presidencial que criou a Estação Ecológica de Tamoios, na região de Angra dos Reis (RJ), em 1990. O presidente quer transformar a região preservada com o grau máximo de proteção em um balneário turístico hoteleiro como Cancún, no caribe mexicano. A Constituição, porém, rege que é necessária a aprovação de uma lei específica para alterar uma unidade de conservação.

“Falei para ele do caso da Baía de Angra. Nós podemos ser protagonistas e fazer com que a Baía de Angra seja uma nova Cancún. Do que nós dependemos para começar a tirar esse sonho do papel? De uma caneta Bic revogando o decreto que demarcou a Estação Ecológica de Tamoios, lá no governo Sarney.”

O presidente disse que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, recomendou que ele “tomasse cuidado quando fala isso”, porque, considerando a legislação ambiental, e  “lenvando-se em conta o retrocesso, talvez fosse inconstitucional um decreto revogar outro decreto”. Em seguida, Bolsonaro citou que o presidente do Supremo, presente no Clube Naval, decidisse a questão. “Passamos para o prezado Dias Toffoli decidir essa questão. Se eu posso revogar uma lei, por que não posso regovar um decreto? A sorte está lançada. Baía de Angra, se Deus quiser alcançaremos esse objetivo.”

O presidente fez um discurso breve aos militares da Marinha e parlamentares, em que prometeu “desregulamentar muita coisa” no seu governo. Ele citou que a administração está cheia de decretos, instruções normativas e portarias que “alguns poucos usam em causa própria para atrapalhar quem quer produzir”. O presidente disse que parte dessas normas são “descartáveis”.

“Caneta Bic resolve esse problema”, disse Bolsonaro. “Não quero atrapalhar, muito ajuda no Brasil quem não atrapalha. O governo federal vai colaborar com os senhores na simplificação dessa legislação, que é um emaranhado que poucos entendem e que a muitos inibe de investir no País.”

Ao citar outro caso, Bolsonaro ainda criticou a atuação de fiscalização da Funai (Fundação Nacional do Índio). Ele relatou que, anos atrás, um empresário do Paraná o procurou “desesperado” para concluir a liberação de um terminal de contêineres e que faltava a Funai conceder a licença.

“Alguém da Funai tinha que ir lá com uma lupa em toda aquela área procurar se existia qualquer vestígio de índio ter passado por ali em tempos remotos. Se descobrisse isso, aquela área seria então destinada à demarcação de terra indígena. Não temos mais problemas no tocante a isso no Brasil. Estamos ultimando todas as medidas para que o trabalho de vocês não encontre pela frente um emaranhado de legislação.”

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:02

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) propôs a terceira medida judicial contra a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre supostas práticas de crimes em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

A defesa do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou na semana passada um pedido de habeas corpus ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra a decisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que determinou as quebras de seus sigilos bancário e fiscal.

A peça da defesa, mantida sob sigilo, têm argumentos semelhantes aos apresentados pela defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e pivô da investigação, segundo a Folha apurou.

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) propôs a terceira medida judicial contra a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre supostas práticas de crimes em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

A defesa do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou na semana passada um pedido de habeas corpus ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra a decisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, que determinou as quebras de seus sigilos bancário e fiscal.

A peça da defesa, mantida sob sigilo, têm argumentos semelhantes aos apresentados pela defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e pivô da investigação, segundo a Folha apurou.

A defesa de Flávio aponta ilegalidades na decisão do magistrado de primeira instância, como falta de fundamentação. A justificativa do juiz para as quebras dos sigilos toma um parágrafo do documento, adotando as razões expostas pelo Ministério Público em 87 páginas.

​“O juízo decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal de quase uma centena de pessoas por ser ‘importante para a instrução do procedimento investigatório criminal’, sem nada mais a dizer, sem avaliar se as pessoas alcançadas tinham ou têm qualquer mínima relação com a investigação, o que denota ser a decisão ora guerreada não só carente de fundamentação idônea, mas sim, ao revés, carente de qualquer embasamento legal”, diz o pedido do advogado Paulo Klein, que defende Queiroz.

Os pedidos habeas corpus de Flávio e Queiroz serão analisados pelo desembargador Antônio Amado. No mês passado, antes da decisão da quebra de sigilo, ele negou pedido de liminar do senador para interromper a investigação do Ministério Público. Esse caso ainda será analisado pela 3ª Câmara Criminal.

Flávio já havia tentado bloquear a apuração no STF (Supremo Tribunal Federal) com uma reclamação contra o Ministério Público, apontando quebra de sigilo bancário ilegal pela Promotoria. Uma liminar do ministro Luiz Fux interrompeu a apuração por 15 dias, mas o caso foi arquivado em seguida pelo ministro Marco Aurélio Mello.

A investigação do Ministério Público foi aberta após um relatório do governo federal ter apontado movimentação atípica de R$ 1,2 milhãona conta bancária de Queiroz, de janeiro de 2016 a janeiro de 2017.

Além do volume movimentado, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo, em data próxima do pagamento de servidores da Assembleia.

Queiroz já admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do então deputado.

Além dos pedidos de habeas corpus de Flávio e Queiroz, o empresário Marcelo Cattaneo Adorno, um dos responsáveis pela MCA Participações, impetrou um mandado de segurança contra a decisão do juiz. A empresa foi um dos alvos de quebra de sigilo por ter comprado 12 salas do senador e gerado um lucro de R$ 300 mil num intervalo de 45 dias.

Como mostrou reportagem da Folha, a quebra autorizada pela Justiça na investigação do Ministério Público do Rio sobre Flávio atingiu pessoas que nem sequer foram nomeadas pelo senador e não tiveram nenhuma transação financeira com Fabrício Queiroz.

A peça do Ministério Público também atribui equivocadamente ao gabinete de Flávio uma servidora da Assembleia que acumulou outro emprego e apresenta falhas ao relatar suspeitas contra Queiroz.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:01

Por Mônica Bergamo

Papa Francisco enviou uma carta a Lula neste mês lamentando “as duras provas que o senhor viveu ultimamente”. No texto, ele cita a morte de dona Marisa, do irmão de Lula, Genival Inácio, e do neto dele, Arthur.

O papa diz que ora por Lula e pede que o petista “não deixe de rezar por mim”. A correspondência é uma resposta a uma carta que o ex-presidente enviou ao santo padre em março.

O pontífice faz ainda considerações religiosas. E diz que, graças ao “triunfo de Jesus sobre a morte”, os homens podem acreditar “que, no final, o bem vencerá o mal, a verdade vencerá a mentira e a Salvação vencerá a condenação”.

“É uma carta que carrega muitas mensagens, além daquelas de afeto”, diz a advogada Carol Proner, que faz parte de um grupo de estudos no Vaticano e teve acesso à correspondência.

Click aqui e leia a carta enviada pelo papa: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2019/05/papa-envia-carta-a-lula-e-lamenta-suas-duras-provas.shtml

 

Publicado por: Chico Gregorio


29/05/2019
10:00

Alexandre Frota pediu o afastamento de Eduardo Bolsonaro como presidente do diretório paulista do PSL.

Ele disse que Eduardo Bolsonaro nunca compareceu a uma reunião do partido.

O Antagonista

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
11:39

Bandidos abordaram ônibus escolar e queimam carros nas BR 427, próximo ao município de Jardim do Seridó. Informações chegadas a nossa reportagem dão conta que eles mandaram os estudantes descer do veículo e o atravessaram na BR, levando a chave.

A Polícia Federal está no local na tentativa de tentar assegurar a segurança, impedindo que os motoristas trafeguem pela via. Os estudantes estão sendo trazidos de volta para Caicó em outro veículo.

A polícia acredita que os bandidos fugiram sentido sítio Timbaúba-Ouro Branco. Eles utilizam dois veículos na operação uma Toro e outro na cor cinza ainda não identificado da marca Chevrolet. Possivelmente um carro forte tenha sido abortado pelos bandidos. Mais detalhes em instantes.

Via  Wllana Dantas

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
11:19

Atenção motoristas que trafegam de Caicó com destino ao município de Jardim do Seridó, informações repassadas pela Polícia dão conta que muitos grampos estão espalhados pela via.  A Polícia está atenta para tentar abortar alguma atitude suspeita ou ação criminosa.

Informações repassadas a nossa reportagem dão conta que o local onde estariam os grampos seria nas proximidades do trevo que dá acesso ao município de Ouro Branco. Mais detalhes em instantes!

Via Wllana Dantas.

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
11:10

247-Brasil/O jornalista Reinaldo Azevedo criticou a postura omissa de Sérgio Moro perante as chacinas nos presídios do Amazonas; “Alguns leitores, claro!, esperam que eu culpe Sérgio Moro pelo ocorrido. Culpar? Eu prefiro falar em responsabilidade. No domingo, com os 15 cadáveres já empilhados, o ministro da Justiça foi ao Twitter para falar sobre os protestos a favor de Bolsonaro. Escreveu: ‘Festa da democracia”

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
10:40

Ibama

 

Grupo Especializado de Fiscalização (GEF) do Ibama combate desmatamento e garimpo de cassiterita na Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, no AmazonasImagem: Ibama.

André Borges

Brasília

O Ibama divulgou na sexta-feira, 24, um comunicado em que informa que fará operações de fiscalização contra desmatamento e garimpo na região sudoeste do Pará. “Estão planejadas operações de fiscalização contra desmatamento e garimpo em Terras Indígenas e Unidades de Conservação no sudoeste do Pará, região que abriga a Floresta Nacional do Jamanxim”, diz o texto. Até o ano passado, as informações sobre os locais de fiscalizações e operações do Ibama eram mantidas em sigilo, para que não atrapalhassem os resultados das ações. Desta vez, o texto foi disponibilizado, em português e inglês.

Na nota, o Ibama também afirma que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) “trabalha em uma nova metodologia de alertas de desmatamento e busca desde o início da atual gestão uma ferramenta tecnológica que permita a detecção diária de desmatamentos de até 1 hectare”. Segundo a nota, “o sistema atual detecta desmatamentos superiores a 6,25 hectares e emite alertas com lapso temporal que não favorece ações de caráter preventivo”.

Procurados, o Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) afirmaram que apenas o MMA se manifestaria sobre o tema. O Estado também procurou o MMA, que não se manifestou até as 18h50. Os dados sobre o desmatamento na Amazônia foram revelados na semana passada pelo Estado, com base em informações oficiais, produzidas pelo próprio Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), ferramenta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, órgão do governo federal. Conforme informado, foram perdidos oficialmente, em uma quinzena de maio, 6.880 hectares de floresta preservada na região amazônica, oequivalente a quase 7 mil campos …

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
10:24

O vereador Anderson Duarte (Andinho), deu entrada em um projeto de decreto, concedendo, Comenda Honra ao mérito Vila do Príncipe a Governadora Fátima Bezerra. Pelos relevantes serviços prestados quando exerceu mandatos de deputada estadual e federal, senadora e agora  governadora ao longo da sua vida pública ao município de Caicó. O decreto do vereador foi aprovado na última sessão da Câmara municipal de Caicó. A comenda é a mais importante honraria…

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
10:11

A conclusão foi que o consumo moderado – um ovo por dia – estava significativamente associado a menor risco de doenças cardiovasculares.
'Um ovo por dia mantém o médico longe', diz novo estudo sobre o alimento

Foi-se o tempo em que o ovo era considerado o grande vilão da alimentação. Ele já foi acusado de elevar o colesterol e, consequentemente, colaborar para as doenças cardiovasculares. Depois de absolvido, caiu nas graças da população (e dos nutricionistas) e, atualmente, é considerado um aliado da alimentação saudável.

“O ovo é muito completo e de fácil acesso, o que facilita o consumo”, avalia a nutricionista clínica e esportiva Frantieska Tubino. Mas a redenção do alimento veio mesmo na semana passada, depois da publicação de uma pesquisa na revista científica Heart, alardeada por alguns sites com o título sugestivo de “um ovo por dia para manter o médico longe”.

Via Notisul.

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
09:57

Senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), presidente do PSL Mulher | Reprodução Instagram

A senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), que desbancou a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) na disputa pelo comando do PSL Mulher, diz que vai defender as principais pautas políticas da mulheres, mas desde que tenham “viés feminino, e não feminista”.

Perguntada sobre o que isso significa, disse que terá uma postura conservadora. “Somos contra o aborto, somos pró-vida, contra a liberação das drogas, a favor da manutenção da família.”

Depois de tomar posse nesta terça-feira (28), Soraya e as integrantes do PSL Mulher posarão para fotos com Jair Bolsonaro. Na quinta-feira, terão um café da manhã com o presidente.

Quais as suas prioridades como presidente do PSL Mulher?

Inspirar as mulheres a virem para a política. A ideia é a renovação, então queremos trazer essas mulheres. Nossa programação vai ser muito intensa, tanto de renovação, como também de autoajuda, vamos fazer um trabalho assim, de autoajuda.

Autoajuda?

Sim, vamos trabalhar o psicológico. Aulas de oratória, também teremos. Não vamos fazer um trabalho totalmente técnico de política. Faremos uma coisa holística, olhando a mulher como um todo.

Como isso será feito?

Vamos fazer, nas capitais, workshops que vão incluir tudo isso. Será para mulheres de qualquer partido, será apartidário. Divulgaremos para todas as mulheres. Quem quiser se filiar se filia, não tem problema. Pra gente, tanto faz. O que queremos é levar isso à frente de verdade.

Vocês têm uma meta?

A nossa intenção é que 40% das candidaturas do PSL sejam de mulheres, já na eleição do ano que vem. Com isso, vamos ultrapassar a cota de 30% estabelecida pela lei.

Qual a pauta do PSL Mulher?

É uma pauta conservadora, uma pauta família, bem dentro dos valores do governo Bolsonaro.

O que isso significa?

Nossa pauta é feminina, não feminista, é uma pauta de mulheres. Os nosso valores são mais conservadores do que aqueles das pautas feministas. A nossa diferença é que a gente vem com esse olhar mais equilibrado.

Como assim?

Eu não vou usar nenhum termo, só quero dizer que a gente vem com pautas conservadoras. Somos contra o aborto, somos pró-vida, contra a liberação das drogas, a favor da manutenção da família. Você acha que a maioria dos meus votos foram masculinos ou femininos?

Femininos?

Meus seguidores na campanha eram 85% homens. As mulheres do meu Estado, o Mato Grosso do Sul, não votaram nas mulheres. Ninguém pára pra pensar, mas os homens nos colocaram aqui.

O que o PSL Mulher pensa sobre mulheres homossexuais?

Há muitas mulheres homossexuais, muita gente LGBT conosco. A gente não excluiu ninguém, trata todo mundo como ser humano normal. Temos aquele olhar igual para todos. Mulheres homossexuais podem vir e serão muito bem-vindas. Eu quero o bem de toda mulher, seja hetero ou homo.

Bela Megale – O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


28/05/2019
07:23

 

Neste domingo (26), durante os atos pró-governo que ocorreram pelo país, o presidente Jair Bolsonaro publicou em seu Instagram uma foto de uma senhora vestindo verde e amarelo, enrolada em uma bandeira do Brasil, se locomovendo com a ajuda de um andador durante uma manifestação.

Na legenda da postagem, ele escreveu: “Presidente, Ministros, Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos, Vereadores, Juízes: OLHEM A NOSSA RESPONSABILIDADE.”

Apesar de se dar a entender que o registro é atual, o clique foi feito em 15 de março de 2015, em um ato contra a então presidente Dilma Rousseff (PT). Maria Nina Rattes, a mulher que aparece na imagem, faleceu em novembro do ano passado. Veja a postagem de Bolsonaro:

Parentes da senhora consideraram a postagem do presidente uma homenagem e comemoraram nas redes sociais. Abaixo, registros de Maria no protesto, em 2015:

Fonte: Veja

Publicado por: Chico Gregorio