29/04/2019
09:53

De acordo com informações do nosso leitor Tiago Feliz, na comunidade rural Pedra Banca, na zona rural de Jucurutu, com a chuva caída ontem à noite de 10 mm, o total dos registros pluviométricos  no ano de  2019, já atingiram  917 mm, caracterizando um inverno normal, ou até um pouco acima da média para nosso região.

Publicado por: Chico Gregorio


29/04/2019
09:41

Ainda operando com alta ociosidade de 43% nos primeiros meses do ano, as montadoras seguem recorrendo a grandes frotistas e locadoras para desovar carros, apesar de considerarem que esse tipo de venda não é saudável, pois é feita com descontos que variam de 20% a 40% sobre o preço ao consumidor, segundo executivos do setor. Para ser eficiente, a sobra de capacidade deveria ficar na casa dos 20%.

O que parecia ser um desempenho na contramão da economia – com o PIB sendo revisto para baixo, desemprego resiliente e confiança do consumidor abalada –, o aumento de 9,4% nas vendas de janeiro até 22 de abril é frágil. Como os demais indicadores, mostra que a retomada do crescimento do País é mais difícil do que se imaginava.

Dos 761 mil carros e comerciais leves vendidos até agora, 43% foram por vendas diretas, mesma participação de todo o ano passado, a mais alta desde 2003, quando a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) começou a divulgar esse dado.

A participação é ainda maior quando é analisado apenas o mês de março, que teve 48% dos negócios feitos diretamente da fábrica.

A venda direta (ou corporativa) é feita por montadoras a frotistas e locadoras que compram grandes volumes e por meio de concessionários a produtores rurais, taxistas, pessoas com deficiência física e pequenas empresas. Por lei, esse grupo têm direito a isenção de impostos e consegue bônus das empresas em razão da concorrência no setor.

Esse tipo de venda reduz a margem de ganho das montadoras em comparação aos valores obtidos no varejo por meio de revendas, cujos descontos médios ficam na casa dos 10%, dependendo dos estoques.

Capacidade

O presidente da Bright Consulting, Paulo Cardamone, acredita que a participação das vendas diretas no mercado de veículos chegará próxima de 50% até o fim do ano. “A única coisa boa é que essas vendas ajudam a ocupar parte da capacidade das fábricas”, diz.

A ociosidade nas linhas de montagem também se mantém alta em razão da queda das exportações para a Argentina. O país adquiriu 133,2 mil automóveis brasileiros no primeiro trimestre de 2018, volume que este ano caiu para 62 mil.

(mais…)

Publicado por: Chico Gregorio


29/04/2019
09:38

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O secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, 74, quer acabar com a contribuição previdenciária que incide sobre a folha de pagamentos e criar a Contribuição Previdenciária (CP), um tributo que vai incidir sobre todas as transações financeiras, bancárias ou não, com alíquota de 0,9% e rateado entre as duas pontas da operação (quem paga e quem recebe).

Segundo o secretário, até fiéis de igrejas deverão pagar o imposto quando contribuírem com o dízimo.

“Isso vai ser polêmico”, reconhece. “A base da CP é universal, todo o mundo vai pagar esse imposto, igreja, a economia informal, até o contrabando”, afirma.

Na reforma tributária que está elaborando, o novo tributo substituirá a contribuição previdenciária sobre os salários, que drena R$ 350 bilhões por ano de empresas e trabalhadores.

“Vai ser pecado tributar salário no Brasil”, disse.

Uma proposta de emenda constitucional que põe fim à atual contribuição extinguirá até imunidades tributárias para instituições religiosas e filantrópicas.

Ainda se estuda se a CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido)integrará a base de cálculo da CP, algo que elevaria a alíquota do novo imposto para pouco mais de 1%.

Cintra nega que a contribuição seja uma CPMF disfarçada. “CPMF era sobre débito bancário. Esse é sobre pagamentos. É como se a CP fosse gênero [mais amplo] e a CPMF fosse espécie.” Além disso, a CPMF era “transitória”, e a CP será permanente.

Com a proposta, o secretário acredita que conseguirá convencer o setor de serviços a aceitar a criação do Imposto Único Federal, que unificará quatro tributos, com alíquota de cerca de 14%: PIS, Cofins, uma parte do IOF e o IPI.

Cintra afirma ainda que pretende cumprir uma das promessas de campanha, a redução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


29/04/2019
09:35

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Janaina Paschoal, em entrevista ao Valor, disse que os ataques de Carlos Bolsonaro ao general Hamilton Mourão vão continuar:

“Mourão é muito inteligente. Ele está percebendo que Carlos Bolsonaro está em uma situação emocional que precisa ser compreendida. Não está bem, tem reações exacerbadas. Eduardo Bolsonaro dá respaldo para proteger o irmão, que fica na mira. Eles não vão mudar, é a dinâmica da família. Não tem jeito. Os quatro anos vão ser assim. A gente é que vai ter que se acostumar. Mas não consigo ver nada por parte do vice que enseje tanta preocupação.”

O ANTAGONISTA

Publicado por: Chico Gregorio


29/04/2019
09:31

A Polícia Federal fez buscas na manhã desta quinta-feira (29) na sede do PSL, em Minas Gerais, na investigação sobre supostas candidaturas-laranja durante a eleição de 2018. À época, o diretório era presidido pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, mas ele não é alvo direto da operação. Sete mandados foram cumpridos na capital mineira e mais quatro cidades.

A reportagem tenta contato com a sede do partido, mas nenhum representante foi encontrado até as 9h.

Os mandados foram expedidos pela 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte, e a operação recebe o nome “Sufrágio”. Houve a apreensão de documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais.

A sede do partido, na Rua Inconfidentes, na Região Centro-Sul da capital mineira, é um dos endereços das buscas, além de uma gráfica no bairro Ipanema, na Região Noroeste. As buscas ocorrem também em mais duas gráficas em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Lagoa Santa. Há endereços também em Coronel Fabriciano e Ipatinga, no Vale do Rio Doce.

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura supostas irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo PSL a quatro candidatas nas eleições de 2018.

A investigação, que tramita na Justiça de Minas Gerais, apura irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo PSL a quatro candidatas a deputado estadual e federal no estado, nas eleições de 2018. Elas tiveram votações pouco expressivas, embora tenham recebido dinheiro da sigla, o que levantou a suspeita de uso de candidaturas-laranja.

Ainda segundo a PF, o objetivo da ação desta segunda-feira (29) é esclarecer suposta irregularidade na aplicação de recursos para cotas femininas.

O G1 fez contato com o Ministério do Turismo e aguardo retorno. Até esta publicação a assessoria dele não foi localizada.

Na Big Gráfica, no bairro Ipanema, ninguém foi encontrado para comentar a investigação.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


29/04/2019
09:30

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Do início do mandato até abril, a aprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro caiu mais entre segmentos da população que resistiram a abraçar sua candidatura à Presidência da República. Análise do Estadão com base nas pesquisas do Ibope mostra que as quedas mais bruscas na avaliação positiva se deram entre nordestinos e eleitores com baixa escolaridade e renda. Dentre os que se enquadram em um desses segmentos e chegaram a manifestar satisfação, boa parte já pulou do barco. Além disso, o movimento foi mais forte nas capitais.

Segundo Márcia Cavallari, diretora-executiva do Ibope Inteligência , Bolsonaro chegou a ganhar, logo depois da posse, um “voto de confiança” significativo mesmo em setores que, na eleição presidencial, penderam majoritariamente para Fernando Haddad (PT), como os mais pobres e os nordestinos. “Nesses segmentos, porém, a identificação com Bolsonaro é mais frágil”, observa ela. “A partir do momento em que o governo passa pelos primeiros desgastes, essa população manifesta seu descontentamento de forma mais rápida.”

Desde a posse, o governo tem enfrentado disputas entre “olavistas” (seguidores do escritor Olavo de Carvalho, considerado guru de Bolsonaro) e militares na definição de políticas públicas e também dificuldades para construir uma base de apoio no Congresso – com prejuízo para a tramitação de projetos como a da reforma da Previdência.

No Nordeste, de cada dez eleitores que consideravam o governo bom ou ótimo, quatro já mudaram de ideia. No Sudeste e no Sul, esse movimento também se observa, mas com menor intensidade: três e dois de cada dez, respectivamente, já deixaram de manifestar aprovação.

Na segmentação do eleitorado por renda, a insatisfação cresce de forma mais veloz nas faixas mais baixas. Entre os mais pobres (que ganham até dois salários mínimos) que aprovavam o governo em janeiro, um terço já mudou de opinião. Entre os que ganham mais do que isso e também viam a gestão como boa ou ótima, apenas um quinto alterou essa percepção.

A queda na aprovação de Bolsonaro também foi mais expressiva nas capitais. Em janeiro, as taxas de satisfação nas capitais e no interior eram próximas: 47% e 51%. Em abril, passaram para 30% e 37%, respectivamente.

Morador de Salvador (BA), o empresário Vitorino Tourinho votou em Bolsonaro no segundo turno das eleições de 2018. Hoje, considera o presidente “sem preparo”. O empresário está na amostra de eleitores que chegaram a aprovar o governo Bolsonaro e, com o passar do tempo, passaram a ver a gestão com ressalvas.

“Sou Bolsonaro por circunstâncias”, diz Tourinho. “O capitão é, na verdade, um soldado, um cara que não tem preparo. Já vimos várias atitudes que demonstraram isso, como o tuíte do golden shower (publicação de Bolsonaro que mostrava um homem urinando em outro durante bloco de carnaval), as brigas com o vice-presidente, a interferência dos filhos. Eles estão jogando contra.”

POLARIZAÇÃO. Na média nacional, a avaliação positiva do presidente caiu 14 pontos porcentuais desde o início do governo. Isso significa que, de janeiro a abril, a parcela dos brasileiros que consideravam a gestão boa ou ótima diminuiu de 49% para 35%. A aprovação teve queda em todos os segmentos de renda, escolaridade, local de moradia e gênero – mas não no mesmo ritmo.

No segundo turno de 2018, Bolsonaro perdeu para Haddad na metade mais pobre da população. No mapa eleitoral, ele venceu em todas as regiões, menos no Nordeste. Diferenças nos padrões de voto conforme os fatores renda e geografia ficaram evidentes.

Passada a posse, a primeira pesquisa do Ibope mostrou uma suavização da polarização geográfica e de renda. No Nordeste, em janeiro, o governo era aprovado por 42% – sendo que, meses antes, ele havia obtido só 28% dos votos totais (incluindo brancos e nulos) no segundo turno. No Sudeste, a aprovação era de 50% – ante 57% de votação de Bolsonaro no segundo turno. Ou seja, eleitores do Sudeste e do Nordeste discordaram muito na eleição, mas pouco após a posse.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:57

O Município de Caicó, através da secretaria municipal de Tributação e Finanças, anuncia que até terça-feira (30), o pagamento dos servidores municipais referente a abril será concluído.

De acordo com o secretário de Finanças, Francisco Oliveira, na segunda-feira (29) recebem os efetivos e comissionados da Administração, Finanças, Tributação, Procuradoria, Infraestrutura, Planejamento, Turismo, Gabinete, Meio Ambiente e Assistência Social. Na terça-feira (30), o pagamento será efetuado para os servidores efetivos e comissionados da Saúde e Educação.

“Com o pagamento dos servidores, a prefeitura de Caicó injeta na economia local cerca de cinco milhões de reais e mais uma vez priorizamos o pagamento em dia do funcionalismo público”, destacou o secretário Francisco Oliveira.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:52

1 rodrigo maia 23032019 43797  10333938 - Carlos Bolsonaro deve ter 'muito problema na cabeça' por ter derrotado a mãe, diz Rodrigo Maia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), comentou a relação do presidente Jair Bolsonaro com seus filhos, em entrevista ao site “Buzzfeed”.

Maia afirmou que Carlos Bolsonaro “deve ter muito problema na cabeça” por, ainda com 17 anos, ter derrotado a própria mãe em eleição para a Câmara de Vereadores do Rio, e disse que “ouviu falar” que Carlos já ficou 7 anos sem conversar com o pai, Jair, por motivo não revelado.

O presidente da Câmara ainda chamou o segundo filho do presidente de “doido” e “radical”, e disse que não duvida que ele realmente tenha deixado o pai sem acesso à própria conta de Twitter, apesar de achar que não foi o que aconteceu. “Aí seria uma relação… aí precisaria internar…”, ponderou.

“Alguém coloca aquilo do golden shower sem o pai ver? O filho pode ser doido à vontade, mas num negócio daquela loucura só com autorização do dono da conta”, concluiu.

Maia também comentou a briga entre Carlos e o vice-presidente, Hamilton Mourão: “Para quem está aqui perto, todo mundo sabe que é uma briga idiota”.

Indagado sobre Eduardo, outro filho do presidente, que ganhou protagonismo na política externa do governo após, dentre outras coisas, se reunir com o presidente norte-americano Donald Trump, Maia disse que ele está com um “deslumbramento” natural. “Ele não era nada, era um deputado do baixíssimo clero, o pai vira presidente, ele passa a ser chamado pela equipe do Trump, pela equipe de não sei o quê… Um pouquinho de vaidade é um direito, não é?”

Sobre o escritor Olavo de Carvalho, o presidente da Câmara acha que ele “influencia demais a agenda de Bolsonaro”, mas aposta que “vai perder relevância”.

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Em avaliação sobre como o governo está conduzindo a reforma da Previdência, Maia afirmou que o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, “melhorou muito” e “compreendeu que se ele não fizer articulação ele vai cair, então ele começou a fazer articulação”.

Para ele, “o mais importante é aprovar” a reforma, mesmo que depois do primeiro semestre. “Tanto faz metade de julho ou início de agosto… Isso não é o mais importante, o mais importante é aprovar.”

Via: IG

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:47

 

Fernando Costa Gontijo - R$ 2,2 MILHÕES: Comprador do 'triplex do Lula' foi condenado pela Justiça Federal da Paraíba

O ex-presidente Lula afirmou durante entrevista concedida aos jornais El País e Folha, na sexta-feira, 26, que o triplex no Guarujá que deu origem à sua condenação foi comprado no leilão por “algum amigo” do ex-juiz Sérgio Moro.

“O Moro mentiu dizendo que (o triplex) é meu. Ele colocou num leilão e quem ganhou deve ser amigo dele porque aquele Gontijo (o empresário Fernando Costa Gontijo) não comprava aquilo. Alguém que comprou é amigo do Moro. Ali foi um ajeito, foi um trambique que foi feito. O cara comprou o apartamento por R$ 2 milhões. Ora, se o apartamento foi vendido por R$ 2 milhões, os R$ 2 milhões eram para a Petrobrás. (estou) Apenas lembrando isso”, disparou o petista na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

O triplex foi arrematado em 15 de maio de 2018 por Gontijo pelo valor mínimo estipulado no edital, de R$ 2,2 milhões, destaca publicação do site BR18, do Estadão. Ele atua no mercado imobiliário há mais de 30 anos, afirma nunca ter votado em Lula e se diz “apolítico”, informa o Estadão.

Ele criou a empresa Guarujá Participações especificamente para comprar o imóvel. Em sua carreira de executivo, consta uma passagem pela companhia Via Engenharia – investigada no chamado mensalão do DEM – escândalo que veio à tona em 2009 e envolveu o ex-governador José Roberto Arruda. Ele também foi condenado por improbidade pela Justiça Federal da Paraíba.

Via Polêmica PB.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:43

Quem assistiu ao primeiro tempo de Neymar na decisão da Copa da França entre Rennes e Paris St-Germain, neste sábado, não imaginaria o que viria a seguir. Durante os primeiros 45 minutos, o jogador fez uma linda cobrança de escanteio para Daniel Alves pegar de primeira e abrir o placar, e depois ampliou em uma linda cavadinha. Mas na metade final, o adversário não só empatou, como levou o título nos pênaltis, o que deixou o jogador nada feliz.

Depois do revés por 6 a 5 nas penalidades, Neymar chegou a agredir com um soco um torcedor do Rennes que o filmava com o celular e o provocava enquanto o brasileiro subia às tribunas do estádio para receber a medalha de prata. Depois, na zona mista, nitidamente irritado com a derrota, o craque criticou a postura dos jovens do elenco parisiense nos vestiários.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:31


A revista Veja estampa na sua edição semanal uma capa com o vice-presidente Hamilton Mourão numa montagem com a icônica foto do líder da revolução comunista chinesa Mao Tsé Tung. O texto, com a chamada “O inimigo imaginário”, aborda os delírios da facção mais dura do bolsonarismo sobre uma articulação operada pelo general Mourão para derrubar Bolsonaro da presidência.

Segundo a revista, a ala mais sectária e delirante do bolsonarismo, inspirada pelo jornalista Olavo de Carvalho, acredita que o general Mourão é um aliado da esquerda para derrubar Bolsonaro e assumir a presidência. Para os bolsonaristas “puro sangue”, Mourão conspira em conjunto com a CUT, com o ex-deputado Jean Wylliys, a Rede Globo e o movimento LGBTTI+.

Inconformado com os ataques, o vice já desabafou que renuncia se o presidente pedir: ‘se ele não me quer, é só dizer. Pego as coisas e vou embora’”, declarou Mourão.

Nas redes sociais e nos bastidores do governo, a guerrilha contra Mourão é incessante e contínua.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:28

A Petrobras começou a executar um programa de eficiência e meritocracia entre os seus funcionários, nos mesmos moldes da iniciativa privada. O primeiro passo foi anunciar o fim da participação nos lucros (PLR) para, em seu lugar, adotar uma remuneração variável, que começará a ser paga no ano que vem. Documento apresentado aos funcionários no início deste mês e obtido pelo ‘Estadão/Broadcast’, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, mostra que, pelas novas regras, o presidente da Petrobras poderá receber até 13 salários a mais em um ano, dobrando seus ganhos, se as métricas da empresa forem ultrapassadas.

Se o centro das metas for atingido, o bônus deve chegar a dez remunerações extras. Pelas regras atuais, o teto da remuneração extra é de oito salários. No ano passado, o ganho médio dos diretores da estatal foi de R$ 2,1 milhões, sem contar os bônus. Para o pessoal operacional e sem cargo de chefia, o ganho máximo é de 2,6 salários adicionais, se o desempenho for excepcional. Se as metas forem atingidas, pode chegar a dois salários.

O gerente executivo de gestão de pessoas da Petrobras, Cláudio Costa, atrelou o aumento da renda dos funcionários da empresa à venda de ativos. Segundo ele, à medida que as metas financeiras e de segurança forem atingidas, maior a chance de os empregados receberem remunerações mais robustas. “Os funcionários e executivos só vão chegar ao topo da remuneração com o desinvestimento, porque as metas financeiras incluem a desalavancagem (redução do compromisso do caixa com o pagamento da dívida), que depende da venda de ativos”, acrescentou.

Para ter uma referência de como a iniciativa privada funciona, a Petrobras contratou estudo de uma consultoria. Com base nesse estudo, Costa diz que a remuneração variável dos empregados ficará em linha com a média do mercado, enquanto a do presidente e de executivos “ficará bem abaixo”. “Um executivo desse patamar (do presidente da empresa, Roberto Castello Branco) ganharia fácil em torno de 20 remunerações variáveis, mas temos uma limitação imposta pela Sest (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, ligada ao ministério da Economia)”, afirmou.

A FUP, sindicato dos trabalhadores do setor de petróleo, contesta a posição da empresa. “Se a diretoria acabar com a PLR vai descumprir a lei (10.101/2000). Se não há um entendimento com o sindicato, tem de haver uma mediação e depois uma arbitragem. A empresa pode pagar o que quiser de remuneração variável, mas não pode substituir a PLR. E, se vender todos os ativos, não vai ter nem empregado para receber nada”, disse o coordenador da federação, José Maria Rangel.

“O fim da PLR e sua substituição pelo prêmio de performance é uma mensagem para os funcionários e sindicatos. Todas as grandes corporações fazem isso. O problema é como será aplicado”, afirmou Herbert Steinberg, presidente da Mesa Corporate Governance, consultoria especializada em gestão de empresas e recursos humanos. Ele diz que é preciso utilizar ferramentas de controle para fazer valer a meritocracia, para que as metas não sejam nem frouxas nem rígidas demais, mas factíveis.

Já Fernando Filardi, professor do Mestrado Profissional em Administração do Ibmec, chama a atenção para o perigo de a remuneração estar atrelada, principalmente, a resultados financeiros. “As empresas estão estimulando cada vez mais os gestores a focarem em resultados financeiros, e isso não é saudável. Os resultados, especialmente os mais danosos, vêm no longo prazo e são uma tragédia, em alguns casos crime ambiental, crime contra a vida”, avalia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:24

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POR MONICA BERGAMO

O Brasil pode registrar 100 mil mortes consideradas evitáveis até 2030. Os óbitos seriam consequência de uma eventual paralisação do programa Mais Médicos e do congelamento dos gastos federais na atenção básica de saúde no país, com o teto de gastos.

Os dados são de dois estudos feitos pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em colaboração com pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA, e do Imperial College, em Londres.

Um deles foi publicado nesta sexta (26) na BMC Medicine, uma das principais revistas médicas do mundo. O estudo analisou dados de 5.507 municípios brasileiros em uma projeção de 2017 até 2030. O levantamento não inclui os óbitos em maiores de 70 anos.

De acordo com a pesquisa, as principais causas de morte seriam em decorrência de doenças infecciosas e deficiências nutricionais.

Folha de S.Paulo

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:20

O presidente Jair Bolsonaro defendeu neste sábado, 27, a reestruturação das carreiras militares como está prevista no projeto de lei que trata da aposentadoria de integrantes das Forças Armadas.

“Você tem que conhecer como é a vida dos militares. Eu estou com vários aqui, não ganham hora extra. O pessoal que está na fronteira, nos navios, está na floresta amazônica, muitas vezes em missões extraordinárias, como GLO (Garantia da Lei e da Ordem)… É uma vida completamente diferente”, observou ele.

Bolsonaro afirmou que se trata de um “tributo” exigido de todos para que possam bem cumprir essa missão. “É uma classe tão maravilhosa que, nos momentos mais difíceis da Nação, sempre esteve ao lado do povo”.

Ele disse, ainda, desconhecer críticas sobre o reajuste de salários para a categoria e disse que dar os mesmos direitos a militares, na Previdência, fará com que o custo suba muito.

O presidente participou de um almoço em Brasília para comemorar o aniversário do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar Rodrigues. Na saída, afirmou que não tratou sobre a reforma da Previdência com os presentes, nem mesmo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que estava lá . “O momento é de dar uma relaxada, né?”, disse.

Questionado sobre sua opinião a respeito do fato de que um general aposentado possa ganhar mais que o seu salário, Bolsonaro afirmou não estar preocupado com o quanto recebe atualmente. “Estou servindo ao País”, argumentou ele.

Publicado por: Chico Gregorio


28/04/2019
07:16

 

José Aldenir / Agora RN
Funcionário costura em facção têxtil na zona rural de Parelhas, no Seridó Potiguar

O juiz Alexandre Érico Alves da Silva, da 7ª Vara do Trabalho de Natal, determinou que a Guararapes Confecções deve arcar com eventuais despesas geradas por violações de direitos trabalhistas em oficinas de costura contratadas pela gigante têxtil no interior do Rio Grande do Norte. A decisão está em sentença proferida nesta sexta-feira, 26, no âmbito do processo em que o Ministério Público do Trabalho (MPT) acusou a empresa de utilização irregular de mão de obra.

Em sua decisão, o magistrado concordou com a tese do Ministério Público de que a Guararapes terceirizou mão de obra para sua atividade-fim (confecções), o que era proibido até 2017, e que as pequenas oficinas de costura do interior potiguar se transformaram em uma espécie de extensão da fábrica da gigante têxtil.

A sentença lista uma série de evidências que, na opinião do juiz, comprovam que as chamadas facções têxteis são subordinadas à Guararapes. O titular da 7ª Vara cita o fato de que as oficinas de costura têm um maquinário padronizado para atender às exigências de produção e que os microempresários têm pouco poder de negociação ou barganha com a gigante têxtil.

As oficinas de costura – estimadas em 60, atualmente – são adeptas do programa Pró-Sertão. Lançado em 2013 pelo Governo do Estado em parceria com a Guararapes e entidades do setor produtivo como Fiern e Sebrae, o projeto concede incentivos para a instalação de pequenas fábricas de confecções no interior. A produção delas é comprada principalmente pela Guararapes, que leva as peças semiprontas para a sua unidade em Extremoz, onde finaliza o processo e destina para comercialização.

“O que temos pintado nesse quadro é uma imagem nítida de uma terceirização mitigada onde as facções contratadas prestam um serviço predefinido, engessadas pelas imposições da (…) Guararapes, sob o argumento da necessidade de manter padrões de qualidade, sendo esta última a real beneficiária de toda cadeia produtiva com seus lucros e dividendos”, ressalta o juiz Alexandre Érico.

Apesar de salientar que a proposta gerou empregos no interior, o magistrado criticou o modelo de negócios do Pró-Sertão. Para o juiz, o programa foi criado como uma forma de a Guararapes reduzir seus custos, transferindo parte da produção para as oficinas de costura.

“Isso atrelado a benefícios fiscais concedidos pela Sudene e Governo do Rio Grande do Norte. Essa prática demonstra que o dinheiro público foi usado em benefício da empresa sem que esta efetivamente tenha se preocupado em dar a sociedade uma resposta positiva, mantendo seus postos de trabalho diretos, e procurando diminuir seus custos de outras maneiras que não driblar a legislação laboral travestida de adesão ao ‘Pró-Sertão’”, escreveu.
Para Alexandre Érico, o Pró-Sertão foi a forma que a Guararapes encontrou para obter incentivos fiscais que ela não conseguiria isoladamente. Como forma de corroborar essa conclusão, o juiz cita o caso de uma testemunha que admitiu ter sociedade em onze oficinas de costura diferentes, todas elas contratadas pela Guararapes. O magistrado afirmou, também, que, diferentemente da Guararapes em si, as facções não teriam obrigações como a contratação de menores ou pessoas com deficiência em função do baixo número de empregados – no máximo 30.

No entendimento do juiz da primeira instância, a liberdade de atuação das oficinas de costura é limitada pela Guararapes. Com a padronização do maquinário, exemplifica o magistrado, as facções têxteis ficam impossibilitadas de produzir outros tipos de vestuário que não aqueles comercializados pela Guararapes. Além disso, para o juiz, a existência das facções está atrelada à manutenção dos contratos com a gigante têxtil, o que engessa o conceito de “livre iniciativa”. É apontado, ainda, que os contratos entre facções e Guararapes preveem que a remuneração pelo serviço prestado está atrelada ao salário mínimo, mais um fator que limita a atuação das oficinas de costura.

Paralelamente a isso, lembra o juiz, há relatos de violações a direitos trabalhistas nas facções de costura. O magistrado escreveu que cerca de 600 trabalhadores ficaram sem emprego e sem proteção após a Guararapes romper o contrato com 20 facções de maneira unilateral. “Pela higidez financeira de cada facção, uma rescisão contratual em massa gera um custo que não teria como suportar”, pontuou.

Diante do exposto, o juiz acatou em parte o pedido do Ministério Público. O magistrado negou o pedido para reconhecer todas as facções têxteis e a Guararapes como um grupo econômico. “Estaríamos atribuindo a cada uma das facções e à empresa demandada (Guararapes) a responsabilidade total por todas as obrigações decorrentes dos contratos de trabalho celebrados em toda a cadeia produtiva. Isso poderia gerar uma situação em que uma facção, em tese, correria o risco de pagar uma dívida de outra facção ou até mesmo da demandada principal”, argumentou.

Deste modo, o magistrado concluiu que houve uma terceirização atípica, na qual a Guararapes não se associou, mas praticou uma “ingerência exacerbada” sobre as facções têxteis. Por isso, segundo o juiz, a gigante têxtil deve ser responsabilizada pelas “despesas pecuniárias” decorrentes do descumprimento de normas de segurança e de todas as normas de natureza laboral pactuadas entre os trabalhadores e as oficinas de costura.

INDENIZAÇÃO
Apesar de reconhecer a irregularidade na contratação, o juiz isentou a Guararapes de pagar indenização por danos morais coletivos.

O magistrado afirma que, segundo entendimento da Justiça do Trabalho, o “dano moral coletivo” ocorre quando um grupo de trabalhadores tem violado seu direito a um emprego seguro e digno. Neste sentido, o juiz escreve que, apesar dos argumentos do Ministério Público, a Guararapes tinha preocupação com o ambiente de trabalho dos profissionais das oficinas de costura, “embora sua atuação não tenha ocorrido com eficiência e eficácia que se deseja”.

Segundo o juiz, a contratação das oficinas de costura pela Guararapes acarretou uma melhoria na vida dos trabalhadores dessas pequenas empresas, especialmente na região Seridó Potiguar.

Além disso, o titular da 7ª Vara assinala que os próprios funcionários emitiram manifestações de apoio à gigante têxtil e em repúdio à ação protocolada pelo Ministério Público, inclusive com protestos na rua. Tal comportamento, no entendimento dele, revela que nem mesmo os empregados se sentiram lesados pela situação.

O Ministério Público do Trabalho cobrava da Guararapes uma indenização no valor de R$ 37,7 milhões.

Em nota, a defesa da Guararapes comemorou a decisão. “Vencemos apesar de todos os obstáculos enfrentados. E a sentença demonstra a idoneidade da empresa e a responsabilidade com o trabalhador norte-rio-grandense”, disse o advogado Erick Pereira.

A reportagem ainda não conseguiu contato com o Ministério Público do Trabalho.

Publicado por: Chico Gregorio