21/09/2019
08:37

O novo capítulo da Vaza Jato revela que Léo Pinheiro foi orientado por Aloysio Nunes a transmitir uma senha a José Serra, indicando que a propina seria paga. “Aloysio ainda deixou claro, durante a reunião, que para que houvesse recebimento dos créditos pendentes seria necessária uma audiência com o governador José Serra para informar que a OAS iria dar continuidade às obras da linha 4 do Metrô”, diz Léo Pinheiro no documento. “Essa foi a ‘senha’ que combinei com Aloysio Nunes para que o governador Serra tivesse ciência do ajuste”, afirma

O novo capítulo da Vaza Jato revela que José Serra, também poupado pela Lava Jato, talvez por ter sido o responsável pela entrega do pré-sal brasileiro às multinacionais do petróleo, tinha total ciência das propinas negociadas por Aloysio Nunes com Léo Pinheiro, da OAS. Confira, abaixo, um trecho da reportagem:

Em um trecho desses relatos, Léo Pinheiro diz que, em 2007, já na gestão Serra no Governo de São Paulo, Aloysio se reuniu com representantes de cinco grandes empreiteiras na casa de um suspeito de operar para o PSDB e solicitou propina de R$ 5 milhões. Em troca, as empresas esperavam a liberação de R$ 180 milhões relativos à construção da linha 4-amarela do Metrô.

“Aloysio ainda deixou claro, durante a reunião, que para que houvesse recebimento dos créditos pendentes seria necessária uma audiência com o governador José Serra para informar que a OAS iria dar continuidade às obras da linha 4 do Metrô”, diz Léo Pinheiro no documento. “Essa foi a ‘senha’ que combinei com Aloysio Nunes para que o governador Serra tivesse ciência do ajuste”, afirma.

Depois da reunião, diz ele, foi celebrado um acordo judicial com a Dersa (estatal rodoviária) para o pagamento pendente, no valor de R$ 54 milhões.


Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


21/09/2019
08:23

Resultado de imagem para fotos Obra do Restaurante Universitário da UFRN segue dentro do prazo

O Restaurante Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (RU) segue em obras, conforme o cronograma estabelecido para adequação da acessibilidade e reestruturação dos espaços de produção. A primeira fase está prevista para ser concluída em 8 de outubro 2019, data que corresponde a 90 dias do início da reforma e, até que as refeições sejam fornecidas pela unidade, os alunos continuarão recebendo auxílio-alimentação.

Com o intuito de melhorar a mobilidade de pessoas com deficiência e os espaços internos de produção das refeições, a obra está prevista para finalizar em um período total de 150 dias, tendo a previsão de entrega da primeira fase em 90 dias. A parte inicial da obra vai permitir o uso da área produtiva do RU, local de preparação das refeições. “Dessa forma, até a conclusão da segunda etapa da reforma, os usuários do restaurante serão servidos no novo refeitório, que fica localizado entre os Setores de Aulas 3 e 4 do Campus Central”, explicou a diretora do RU, Michelle Medeiros.

De acordo com o pró-reitor adjunto de Assuntos Estudantis, José Pereira de Melo, a instituição de ensino se compromete em garantir o auxílio-alimentação dos estudantes até que eles possam utilizar os serviços do RU. “A UFRN não deixará os alunos desamparados. Se houver atraso nas obras, faremos um cadastramento para os auxílios até dezembro, para que ninguém fique sem alimentação”, afirmou o gestor.

Auxílio-Alimentação
Para garantir a formação de qualidade e fomentar a permanência dos alunos em vulnerabilidade socioeconômica, o auxílio-alimentação é concedido a alunos de graduação presencial e de pós-graduação do Campus Central, durante a reforma do Restaurante Universitário, e foi aprovado pelos estudantes em reunião realizada no dia 30 de julho de 2019. Os discentes que utilizam o benefício seguem critérios estabelecidos pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e pelo edital do processo seletivo para bolsas e auxílios de assistência estudantil, seguindo recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU), como estarem regularmente matriculados e terem desempenho acadêmico satisfatório.

Publicado por: Chico Gregorio


21/09/2019
08:12

Ao negociar acordo de delação com a Lava Jato, a cúpula da empreiteira OAS descreveu o ex-senador e ex-chanceler Aloysio Nunes Ferreira em papel central na coordenação de pagamentos de propinas para campanhas do PSDB, entre elas a do senador José Serra à Presidência da República, em 2010.

Aloysio é citado em quatro capítulos como solicitante de repasses em troca de liberação de dinheiro de obras da prefeitura paulistana e do Governo de São Paulo para a empreiteira.

Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, menciona Aloysio sempre como a pessoa que solicita propina, seja para ele ou para Serra, nas campanhas de 2006 e 2010. Em 2006, Serra venceu a disputa ao Governo de São Paulo. Em 2010, disputou e perdeu a Presidência, e Aloysio se elegeu ao Senado.

O empreiteiro da OAS saiu da cadeia na última terça-feira (17), após ter seu acordo de colaboração homologado no Supremo Tribunal Federal. Ele estava preso em regime fechado desde 2016.

Entre as obras ligadas ao PSDB de São Paulo que o empresário cita como alvo de suposto desvio estão a ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira, o túnel da Radial Leste, a rodovia Carvalho Pinto e a linha 4-amarela do Metrô.

A delação aponta que parte do dinheiro era entregue em espécie a indicados pelo ex-senador, que chefiou pastas das gestões Serra tanto na prefeitura (Secretaria de Governo) quanto na administração estadual (Casa Civil).

Os relatos da OAS que implicam Aloysio começam em 2005, logo após Serra ser empossado prefeito de São Paulo.

Léo Pinheiro diz ter se reunido com Serra e Aloysio para discutir as obras que a empresa havia iniciado na gestão Marta Suplicy (na época do PT e que depois migrou para o MDB, do qual saiu em 2018), como a construção da ponte estaiada e o túnel da Radial Leste.

Após a decisão de continuar a obra, conta o empresário, Aloysio o chamou em uma sala reservada para conversarem na varanda.

“[Na ocasião] solicitou-me uma adequação do programa da obra para que as alças da ponte estaiada e do túnel da Radial Leste fossem inauguradas quando José Serra renunciaria à prefeitura. Solicitou-me ainda o pagamento de vantagens indevidas no valor de 5%”, afirmou.

Ele diz que, em 2006, quando Serra deixou a prefeitura e o vice Gilberto Kassab (hoje PSD) assumiu, representantes da OAS foram procurados pelo novo prefeito para informar que seriam mantidos os compromissos de vantagens indevidas acertados por Aloysio —que continuou na Secretaria Municipal de Governo.

Ao longo da gestão Kassab, disse o empresário, houve pagamentos de propina combinados com a OAS nas obras da avenida Jornalista Roberto Marinho e em contratos da Secretaria Municipal da Habitação.

Uma proposta de delação com depoimentos de Léo Pinheiro foi compartilhada por procuradores da Lava Jato no aplicativo Telegram e está no material que foi enviado por fonte anônima para o The Intercept Brasil. Os arquivos foram analisados pela Folha e pelo site.

A proposta de Léo Pinheiro enviada pelos procuradores é de junho de 2017, mas a Folha apurou que os relatos continuam na versão final, homologada agora pelo ministro Edson Fachin (STF).

Em um trecho desses relatos, Léo Pinheiro diz que, em 2007, já na gestão Serra no Governo de São Paulo, Aloysio se reuniu com representantes de cinco grandes empreiteiras na casa de um suspeito de operar para o PSDB e solicitou propina de R$ 5 milhões.

Em troca, as empresas esperavam a liberação de R$ 180 milhões relativos à construção da linha 4-amarela do Metrô. O episódio já foi relatado pela Folha. Nele, Léo Pinheiro diz que autorizou o pagamento da parte da OAS, R$ 1 milhão, em espécie, para o então deputado Rodrigo Garcia (DEM), hoje vice de João Doria (PSDB) no governo.

As outras duas menções a Aloysio são a respeito das eleições de 2010, quando Serra concorreu ao Planalto e ele, ao Senado por São Paulo. Ambas fazem referência às obras da rodovia Carvalho Pinto.

O empresário afirma que, em reunião com Aloysio e Márcio Fortes (então presidente da estatal Emplasa), o futuro senador solicitou 10% em troca de créditos pendentes da empreiteira na Carvalho Pinto.

“Aloysio ainda deixou claro, durante a reunião, que para que houvesse recebimento dos créditos pendentes seria necessária uma audiência com o governador José Serra para informar que a OAS iria dar continuidade às obras da linha 4 do Metrô”, diz Léo Pinheiro no documento.

“Essa foi a ‘senha’ que combinei com Aloysio Nunes para que o governador Serra tivesse ciência do ajuste”, afirma.

Depois da reunião, diz ele, foi celebrado um acordo judicial com a Dersa (estatal rodoviária) para o pagamento pendente, no valor de R$ 54 milhões.

Ele diz que, então, fez uma doação oficial à campanha de Serra no valor de R$ 2,8 milhões e que outros R$ 2,5 milhões foram pagos em espécie a três emissários do governador: a Fortes, a Sérgio Freitas, tesoureiro da campanha, e a Luis Sobral, que trabalhava para o partido.

Segundo José Ricardo Breghirolli, ex-funcionário da OAS que afirma ter feito entregas a Sobral, os valores eram levados em envelopes pardos no comitê de campanha, no centro de São Paulo, em blocos de R$ 5.000 com até R$ 50 mil por envelope. As notas iam dentro de uma pasta de notebook. Esse relato também foi homologado pelo Supremo.

Após a entrega, disse Breghirolli, jornais amassados eram colocados dentro da pasta para que ela voltasse com o mesmo volume que entrou no prédio. Para a campanha de Aloysio ao Senado, Léo Pinheiro disse ter dado R$ 1 milhão em espécie, em cinco parcelas de R$ 200 mil.

Nos últimos anos, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB) e, neste ano, virou presidente da Investe SP, agência de estímulo a investimentos no estado, do governo João Doria.

No entanto afastou-se em fevereiro, após virar alvo de uma fase da Operação Lava Jato que prendeu o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, apontado como operador de propina de tucanos.

OUTRO LADO

O ex-senador Aloysio Nunes negou à Folha ter cometido crimes e disse que pediu doações oficiais para a OAS em várias campanhas, que eram legais à época, “sem jamais exigir qualquer tipo de contrapartida”.

“Tudo o mais só posso atribuir à pressão psicológica exercida pelos procuradores para obter delações mentirosas de alguém há tanto tempo encarcerado”, disse, em nota, Aloysio.

O ex-prefeito Gilberto Kassab disse que nunca teve relação próxima com Léo Pinheiro e que jamais fez reunião com a finalidade de manter pagamentos ilegais.

Kassab afirmou ainda confiar no Judiciário e que está absolutamente tranquilo diante da lisura e correção com que atuou em cargos públicos.

“Divulgar especulações feitas no tortuoso processo de investigação destrói reputações e acaba por enfraquecer o modelo da delação premiada, ao colocar em dúvida as informações apresentadas”, disse.

Márcio Fortes afirmou que nunca esteve na presença de Léo Pinheiro, “muito menos em qualquer reunião com o Aloysio”. “Não sei quem é [Léo Pinheiro], se eu o visse na rua não saberia quem era. Isso tudo [o que ele relatou] é um mundo inexistente.”

Luis Sobral disse, em nota, que não conhece nem participou das supostas reuniões apontadas pelos delatores. “Nunca sugeri, orientei, nem me reuni com ninguém para receber valores em espécie de nenhuma natureza. Não conheço pessoalmente os citados, inclusive”, afirmou.

Ele disse que exerceu um cargo técnico de contabilidade das contas da campanha e que, segundo ele, tudo foi devidamente registrado na Justiça Eleitoral.

“Repudio essa tática sórdida pela qual um criminoso confesso usa o nome de uma pessoa inocente —que foi contratado oficialmente pela campanha e exerceu uma função pública— com o objetivo de dar veracidade ao seu depoimento e obter benefícios judiciais”, acrescentou.

Procurado, o senador José Serra não se manifestou sobre as declarações de Léo Pinheiro. A reportagem não conseguiu localizar Sérgio Freitas.

A defesa de Léo Pinheiro não se manifestou.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


21/09/2019
08:11

manifesto de 17 juristas do mundo acusando o ministro Sergio Moro, da Justiça, e a força-tarefa da Lava Jato de promoverem um julgamento injusto de Lula gerou réplica dos procuradores –e agora uma tréplica dos advogados do petista.

Numa carta enviada ao professor Matthew Stephenson, da Faculdade de Direito de Harvard, que está publicando a polêmica em seu blog, eles dizem que se dispõem a divulgar áudios “numa conferência internacional” para provar que foram interceptados ilegalmente por ordem de Moro– o que o juiz nega.

Entre elas estariam conversas de Lula com o advogado Cristiano Zanin, por exemplo.

MÔNICA BERGAMO

Publicado por: Chico Gregorio


21/09/2019
08:08

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) recorreu mais uma vez ao Supremo Tribunal Federal para tentar suspender atos da investigação sobre peculato e lavagem de dinheiro. O procedimento está no Ministério Público do Rio desde o ano passado e apura suspeita da prática ilegal de rachadinha, como é conhecida a devolução de parte dos salários dos funcionários do seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio. A reclamação foi sorteada para o ministro Gilmar Mendes.

Frederick Wassef, advogado do senador, entrou com uma reclamação no STF alegando que um habeas corpus que a defesa propôs continuou tramitando no Tribunal de Justiça do Rio após a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli,  em julho. Na ocasião, o ministro suspendeu todos os inquéritos abertos a partir de informações compartilhadas por relatórios do antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A investigação sobre o senador começou em julho do ano passado e foi baseada em um relatório que encontrou movimentações financeiras atípicas de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

Na reclamação feita ao STF, no dia três de setembro, a defesa de Flávio reclama da tramitação de um habeas corpus do caso na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A defesa pediu a suspensão dos procedimentos em função da decisão do ministro Toffoli, mas o desembargador Antônio Amado disse que a decisão do ministro não se aplica à tramitação do habeas corpus. Wassef pede ao STF que suspenda todos os atos do caso até o julgamento do mérito sobre a ação que discute o compartilhamento de dados do Coaf com o MP.

Nos últimos dias, a procuradora Soraya Taveira Gaya, do Ministério Público do Rio, deu parecer favorável para que o senador tenha foro especial nas apurações do caso envolvendo a atuação de seu ex-assessor Fabrício Queiroz. Isso porque, segundo ela, os fatos analisados dizem respeito ao período em que ele foi deputado estadual. O parlamentar é investigado por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O parecer da procuradora atendia justamente um pedido da defesa do senador, que também solicitou que a investigação saísse da primeira instância e fosse analisada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio. Dessa forma, o procedimento não ficaria mais sob a responsabilidade do juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal, que determinou a quebra de sigilo de ex-assessores de Flávio na Alerj, e sim sob a tutela de um colegiado de 25 desembargadores.

O advogado Frederick Wassef que defende o senador Flávio Bolsonaro disse, por nota, que a procuradora “emitiu um parecer técnico respaldado pelos autos e pela lei”. A defesa ressalta que há meses vem “denunciando uma série de irregularidades sempre em desfavor de Flávio Bolsonaro. Entre elas, a quebra de sigilo fiscal e bancário sem autorização judicial, via relatórios do Coaf”, além do foro inadequado para investigar o hoje senador, já que “Flávio era deputado estadual e os fatos apurados são em relação ao período do mandato e em função do mandato”. Procurada para falar sobre a reclamação no STF, a defesa não retornou.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
10:12

Da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo

A procuradora Thaméa Danelon não deve mais ser nomeada para chefiar a força-tarefa da Lava Jato que atua na PGR (Procuradoria-Geral a República), em Brasília.

(…)

Ela já tinha conversado sobre a possibilidade com Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para comandar a PGR.

(…)

Aras se mostrou simpático à ideia —mas o plano mudou com a divulgação de mensagens obtidas pelo site The Intercept Brasil que mostraram Thaméa atuando pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

(…)

Via DCM

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
10:08

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) acabou o dia de ontem (quinta-feira, 19) emparedado por seu líder no Senado, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que abriu o impasse: ‘ou eu fico na liderança com o apoio do Capitão, ou fica o Senhor ministro da Justiça, Sérgio Moro, perseguindo e ameaça as autoridades da República.’

Pode não ter sido exatamente nesses termos a ríspida conversa, mas é esse o clima estabelecido entre executivo e legislativo após a ação política da Lava Jato em cima do Congresso Nacional.

Bezerra Coelho, que teve devassado seu gabinete e outros endereços em Pernambuco, colocou à disposição seu cargo para o presidente Bolsonaro que, até agora, não se solidarizou publicamente com seu líder no Senado.

À boca pequena, como registrou o Blog do Esmael, Bolsonaro exigiu explicações de Moro, mas não tomou a drástica medida que seria a demissão sumária do ministro da Justiça. A Polícia Federal é subordinada ao ex-juiz da Lava Jato.

Por outro lado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou que irá ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a intimidação da Casa. Diz ele, em socorro ao senador Fernando Bezerra Coelho, líder do governo, que se tratou de uma ação política.

O presidente do Senado se queixou que a operação da Lava Jato, autorizada pelo ministro do Supremo Luís Roberto Barroso, não tinha a anuência da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Barroso é amigo do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba, que está “ferido” pelas reportagens da Vaza Jato.

Davi Alcolumbre vê a operação da PF como ‘grave’ e ‘drástica interferência’ porque os motivos alegados na decisão judicial estariam entre os anos 2012 e 2014, portanto não se justificando a busca e a apreensão ocorrida hoje no Senado. Ou seja, pelo lapso temporal, teria dado tempo de Bezerra Coelho ocultar supostas provas mais de um milhão de vezes.

“A determinação da busca e apreensão tem, ainda, o potencial de atingir o Poder Executivo, na medida em que também foi realizada no gabinete parlamentar destinado ao Líder do Governo Federal no Senado”, diz uma nota divulgada pelo presidente do Senado.

O senador Bezerra, por seu turno, disse que foi vítima de perseguição política do ministro Sérgio Moro. Segundo o líder do governo, sua posição em defesa de garantias fundamentais incomoda o ex-juiz da Lava Jato.

‘Ou eu ou ele’, teria frisado o líder governista, porém Bolsonaro tem dificuldades em fazer uma opção.

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
10:05

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Música sacra
A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte- OSRN apresenta dois concertos sinfônicos em igrejas de Natal.
O próximo dia 20 de setembro, durante o I Festival de Música Sacra do RN, às 19h, na Paróquia do Santuário dos Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, no bairro de Ns. de Nazaré. No dia 24, participa do Concerto Oficial do Terças Clássicas, na Catedral Metropolitana de Natal, às 19h.
A entrada é gratuita e, neste mês, o público não vai precisar fazer reserva prévia de ingresso.
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:53

Uma viagem no tempo à Natal de 1942 e a chegada dos soldados americanos, esta é a proposta do musical potiguar Bye Bye, Natal. O espetáculo tem apresentação neste domingo na Escola de Música da UFRN em duas sessões: 17h e 19h.

O musical tem autoria de Racine Santos e Danilo Guanais, conta com direção cênica de Diana Fontes, e tem sido sucesso de público e crítica, tanto que ano passado foi agraciado com o Prêmio Brasil Musical na categoria ‘Musical Nordeste’.

Bye Bye, Natal retrata o famoso Grande Hotel, o cabaré de Maria Boa, os bailes, os blackouts, e toda a mudança social que aconteceu quando Natal foi base militar americana durante os anos 40 e se tornou o “Trampolim da Vitória”. Ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e estão sendo vendidos via sympla: http://bit.ly/byebyenatalnaemufrn e também via whatsapp através do número (84) 988999433.

Bye Bye, Natal é promovido em parceria com UFRN, Escola de Música  e tem e realização Diana Fontes Produção e Direção Cultural.

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:50

Resultado de imagem para fotos ANATRA ganha propostas da chapa “Força e União” para nova diretoria

A chapa “Força e União” vem apresentando propostas inovadoras para a eleição da ANATRA, que acontecerá no próximo dia 24 de setembro. A nova Diretoria da Associação Norte-riograndense dos Advogados Trabalhistas – ANATRA RN será escolhida para o triênio 2019-2022.  A chapa “Força e União” tem como candidato a presidente o advogado Glaydson Soares da Silva, e como vice-presidente o advogado Renato André Mendonça Rodrigues. No total, a chapa é composta por 12 nomes incluindo toda a Diretoria, Conselho Fiscal e os suplentes, além do representante da ABRAT.

Entre as propostas estão: “A interiorização da ANATRA como prioridade em todas regiões do RN, instalando vice-presidências regionais como órgão de apoio da Executiva Estadual”; “Instalações de Comissões Temáticas para promover atividades específicas na busca de uma maior integração da ANATRA”, além da “Cração da diretoria da ANATRA Jovem para realizar mentorias profissionais”.

“Nossa chapa tem o compromisso de enfrentar os desafios atuais da Justiça do Trabalho, que vem sofrendo com o constante e paulatino desmonte da justiça social brasileira. Entendemos que o tempo é de buscar coesão e união de todos na defesa de tempos melhores para advocacia trabalhista”, declarou o candidato a presidência Glaydson Soares.

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:44

A Revista CRUSOÉ traz uma reportagem na sua edição desta sexta denominada A LISTA DO DELIVERY DA PROPINA da ODEBRECHT.

Na reportagem a revista enumera a entrega de propina em endereços indicados por políticos por uma transportadora de valores contratada só para este fim realizada pela construtora ODEBRECHT entre os anos de 2013 e 2015 atingindo a bagatela de quase 249 milhões de reais distribuídos.

Entre os políticos que aparecem na reportagem, o ex-senador potiguar José Agripino Maia é destaque tendo recebido duas remessas totalizando R$ 1 milhão de reais. O dinheiro teria sido recebido por um assessor dele em um hotel em SP. O ex-deputado Henrique Alves também é citado mas a revista não da detalhes de valor e endereço.

Segundo a reportagem o codinome do senador era GRIPADO e o intermediário que teria recebido os valores é o primo do senador e assessor de longos anos, Junior Maia.

Junior segundo a reportagem, teria recebido no mesmo dia num hotel que funcionava na rua da Consolação, 2 remessas de R$ 500 mil reais em outubro de 2014.

 

Link da reportagem da CRUSOÉ: https://crusoe.com.br/secao/reportagem/a-lista-do-delivery-da-propina/

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:43

 Fotos: Divulgação

Nessa quinta-feira (19), a presidenta da Frente Nacional Em Defesa da Soberania Nacional, senadora Zenaide Maia (Pros/RN) conduziu o Ato de Defesa da Soberania Nacional e Contra as Privatizações, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A Frente em Defesa da Soberania coloca o pé na estrada, começando por São Paulo. Foi na capital paulista que 16 partidos da Assembleia Legislativa aderiam a esta pauta e juntos promoveram a Audiência da Frente Em Defesa da Soberania Nacional e Contra a Privatização.

“O objetivo dessa frente é dá visibilidade ao povo brasileiro sobre as decisões que o governo federal está tomando e que coloca em risco a soberania. A maior ameaça é o conjunto de medidas que vem sendo implementadas desde o governo Temer e que agora intensificaram no atual governo. A venda do patrimônio brasileiro, através das privatizações, é um erro. Defender nossa soberania é defender o trabalho para o nosso povo”, declarou Zenaide.

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:42

Foto: Reprodução/TV Globo

A cúpula do Congresso Nacional acompanha com lupa os movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação ao projeto que estabelece novas regras eleitorais. Parlamentares ouvidos pelo blog avaliam que, se Bolsonaro vetar trechos considerados essenciais, poderá abrir uma crise com o Poder Legislativo.

O texto foi aprovado pela Câmara na última quarta-feira (18), um dia após ser votado no Senado, e depende agora da sanção presidencial para entrar em vigor, conforme mostra o vídeo ao final da reportagem. Entre outros pontos, a proposta cria um fundo eleitoral sem valor definido para financiar as campanhas do ano que vem.

Para alguns parlamentares, o presidente até pode vetar um trecho ou outro do projeto sem grandes consequências para os trabalhos com o Legislativo. Mas há preocupação com um eventual veto ao ponto tido como fundamental: justamente o que trata do fundo.

Deputados e senadores ouvidos pelos blog repetem que já tiveram o desgaste de se “expor” em nome da “sobrevivência política”, votando a favor do fundo mesmo à revelia da opinião pública e apesar da crise nas contas públicas.

Diante disso, esses parlamentares argumentam que, se Bolsonaro vetar a criação do fundo, como defendem alguns aliados, terão de lidar com um segundo desgaste: derrubar o veto mesmo diante da possibilidade de novas críticas surgirem.

Nos bastidores, o argumento é o de que a eleição do ano que vem envolve mais candidatos, vai ser maior e, portanto, precisa de mais recursos.

Para valer em 2020, a lei precisa ser sancionada por Bolsonaro até 4 de outubro. Inicialmente, os líderes partidários chegaram a anunciar um acordo para manter o fundo com o mesmo montante da eleição de 2018 (R$ 1,7 bilhão), mas caberá à Comissão do Orçamento fixar o valor.

Desgaste

Parlamentares lembram que Bolsonaro, recentemente, vetou trechos da Lei do Abuso de Autoridade, aprovada pelo Congresso, o que foi considerado um “sinal de desprestígio” do Palácio do Planalto em relação a deputados e senadores.

Por isso, afirmam, eventuais vetos às novas regras eleitorais poderiam atrapalhar a vida dos parlamentares nas próximas eleições e, consequentemente, também a de Bolsonaro no Congresso.

Deputados e senadores lembram que o Congresso ainda vai analisar, por exemplo, a possível indicação de Eduardo Bolsonaro para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.

Andréia Sadi – G1

Publicado por: Chico Gregorio


20/09/2019
09:41

O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ) do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) inscreve até sexta-feira, 20, para o processo seletivo da primeira turma do curso de Especialização em Negociação, Conciliação, Mediação e Arbitragem. São ofertadas 50 vagas para a comunidade, sendo cinco delas reservadas para servidores ativos da UFRN.

Podem se inscrever portadores de diploma de graduação em direito ou áreas afins. Os interessados devem anexar ao cadastro no sistema cópias dos documentos especificados no edital 01/2019. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através deste link.

O curso tem carga horária de 360 horas e prevê aulas nas sextas-feiras, das 19h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h e das 13h às 17h, com previsão de início das aulas para 4 de outubro. O custo do investimento da especialização é de 18 parcelas de R$ 400. Outras informações podem ser consultadas no site do curso, através do e-mail mediacaoearbitragem.ufrn@gmail.com ou no Instagram do projeto.

Com informações da UFRN

Publicado por: Chico Gregorio


19/09/2019
12:40

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Prefeitura Municipal de Caicó vem a público informar que a Rádio Caicó AM não integrará a cadeia de emissoras que transmitirá o programa MUNICÍPIO EM AÇÃO. Essa decisão é do Dep. Vivaldo Costa que proibiu a direção da Rádio Caicó AM de veicular o referido programa, que tem por finalidade mostrar para os munícipes as ações de cada secretaria de nossa administração.

O programa MUNICÍPIO EM AÇÃO será apresentado a partir da segunda-feira (23) das 13h às 13:30 nas seguintes rádios: Rádio Solidariedade 106Fm, Rádio Povo FM 87,9 e rádio Rural AM 830.

Publicado por: Chico Gregorio