30/10/2019
11:52

Hipótese do professor Humberto Barbosa é de que a poluição pode ter sido causada por um grande vazamento em minas de petróleo ou na região do pré-sal no sul da Bahia. Marinha diz ter ido ao local e descartou que o material seja de óleo.

Imagem mostra vazamento de óleo em formato de meia lua com 55 km de extensão — Foto: Divulgação/Lapis

O Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) diz ter identificado um grande vazamento de óleo abaixo da superfície do mar, na região sul da Bahia, com 55 km de extensão e 6 km de largura, a uma distância de 54 km da Costa do Nordeste e que isso pode explicar o vazamento que atingiu o litoral do Nordeste. A Marinha nega relação entre as imagens e o petróleo nas praias.

“Ontem tivemos um grande impacto, pois pela primeira vez, encontramos uma assinatura espacial diferenciada. ela mostra que a origem do vazamento pode estar ocorrendo abaixo da superfície do mar. Com isso, levantamos a hipótese de que a poluição pode ter sido causada por um grande vazamento em minas de petróleo, ou pela sua localização, pode ter ocorrido até mesmo na região do pré-sal”, diz o pesquisador.

Toda a região que foi analisada pelo pesquisador nas imagens está perto de áreas de exploração de petróleo, conforme mapeamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Ao G1, a Marinha disse que a mancha que estaria avançando pelo mar da Bahia identificada nas imagens de satélite não se trata de óleo. Para chegar a essa conclusão, foram feitas quatro avaliações: consulta aos especialistas da ITOPF, monitoramento aéreo e por navios na região e por meio de satélite.

“É importante frisar que a gravidade, a extensão e o ineditismo desse crime ambiental exigem constante avaliação da estrutura e dos recursos materiais e humanos empregados, no tempo e quantitativo que for necessário”, diz trecho da nota da Marinha.

Segundo Humberto Barbosa, há cerca de 60 dias, foram encontradas em imagens de satélite manchas menores de óleo no mar, mas, como o piche estava fragmentado, não tinha como identificar o vazamento de óleo.

“Durante esse tempo foi uma montagem de quebra-cabeça, até que na segunda [28], descobrimos a peça chave, foi a primeira vez que observamos uma imagem de satélite que detectou uma faixa da mancha de óleo original, ainda não fragmentada e não carregada pelas correntezas”, diz Barbosa.

O Lapis também observou, a partir de imagens retroativas de satélites, manchas de petróleo no Sudeste do Brasil, precisamente esse tipo de poluição ocorrendo, em menor volume, próximo à Costa do Espírito Santo. Entretanto, o padrão localizado é diferente do que foi detectado no Sul da Bahia.

“As imagens mostram que há pequenas quantidades de óleo espalhadas pelo oceano, motivo porque o Brasil precisa estabelecer um monitoramento mais consistente do oceano. Mas a quantidade de petróleo identificada na imagem de ontem, próximo à Costa da Bahia é de uma enorme extensão”, afirma.

Imagem mostra como ocorre o processo de fragmentação de petróleo no mar — Foto: Divulgação/Lapis

Com informações do G1

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
11:10

Jair Bolsonaro confessou em entrevista na manhã desta quarta em Riad (Arábia Saudita) que o governador do Rio, Wilson Witzel, contou a ele em 9 de outubro que o porteiro do Condomínio Vivendas da Barra havia citado seu nome em depoimento nas investigações sobre o assassinato de Marielle Franco. A confissão agrava situação de Bolsonaro no caso da morte de Marielle.

(Foto: Marcos Corrêa/PR | Alerj | Reprodução)

247 – Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quarta-feira (30) que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), contou a ele em 9 de outubro que o porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, havia citado seu nome em depoimento nas invetigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Em Riad, capital da Arábia Saudita, Bolsonaro novamente atacou Witzel, acusando o chefe do Executivo fluminense de vazar de forma indevida detalhes das investigações para prejudicá-lo, tendo em vista a possibilidade de Witzel se candidatar a presidente da República em 2022.

“No meu entendimento, o senhor Witzel estava conduzindo o processo com o delegado da Polícia Civil pra tentar me incriminar ou pelo menos manchar o meu nome com essa falsa acusação, que eu poderia estar envolvido na morte da senhora Marielle”, disse Bolsonaro.

A conversa com Witzel teria ocorrido num evento no Clube Naval do Rio de Janeiro, há 21 dias. O evento citado por Bolsonaro não consta da agenda oficial do presidente. Naquele dia, a agenda previa uma reunião às 17h30.

De acordo com reportagem do Jornal Nacional, na terça (29), o porteiro contou à polícia que horas antes do crime, em 14 de março, outro suspeito, Elcio Queiroz, disse que iria para a casa do então deputado Jair Bolsonaro. Queiroz, que havia postado foto no Facebook, com Bolsonaro, entrou e saiu do local em um carro com o policial militar reformado Ronnie Lessa, apontado pelo Ministério Público e pela Polícia Civil como o autor dos disparos que mataram Marielle e Anderson.

Ao saber da matéria, Bolsonaro atacou Witzel em live transmitida na Arábia Saudita. “Acabei de ver aqui na ficha que o senhor (Witzel) teria vazado esse processo que está em segredo de Justiça para a Globo. O senhor só se elegeu governador porque o senhor ficou o tempo todo colado no Flávio Bolsonaro [senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)], meu filho”, disse.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
10:14

Para o jurista, o fato demonstra, “primeiro a tentativa de usar a Polícia Federal para fins privados de defesa e, segundo, para obstaculizar a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro”

Foto: Divulgação

O jurista e professor de Direito Constitucional da PUC-SP, Pedro Serrano, considera que, se o presidente Jair Bolsonaro insistir em pedir ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, que acione a Policia Federal para ouvir o porteiro que o envolveu no caso da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) ele estará sujeito a impeachment.

Serrano afirmou, na manhã desta quarta-feira (30), em entrevista exclusiva à Fórum que, ele estaria incorrendo em “crime de responsabilidade, além dos crimes comuns da conduta, o que significa que ele vai estar sujeito a impeachment, isso porque a conduta é grave e dolosa”, afirmou.

“O que me preocupou”, disse Serrano, “foi o fato de Bolsonaro ter declarado hoje (30) que pediria ao Moro que acionasse a Polícia Federal para ouvir o porteiro, porque ele, obviamente, estaria enganado”. Para o jurista, o fato demonstra, “primeiro a tentativa de usar a Polícia Federal para fins privados de defesa e, segundo, para obstaculizar a investigação da Polícia Civil do Rio de Janeiro”.

Para Serrano, “se ele realmente fizer isso, sair da cogitação e passar a realizar isso, acho que pela primeira vez, desde do começo do mandato, nós vamos ter, plenamente caracterizado, um crime de responsabilidade, além dos crimes comuns da conduta, o que significa que ele vai estar sujeito a impeachment, isso porque a conduta é grave e dolosa”, afirmou.

Pedro Serrano afirmou ainda que a revelação da denúncia do porteiro “não é caso para prisão preventiva. Este é um tipo de instituto que deve ser usado para situações muito radicais”, afirmou.

Entenda o caso

Em visita à Arábia Saudita, Jair Bolsonaro anunciou que vai usar o aparelho do Estado para “afastar o fantasma que querem colocar no meu colo”, sobre o envolvimento dele como “mentor” do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ). O presidente afirmou que já acionou o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, para tomar depoimento do porteiro que teria envolvido seu nome.

“Estou conversando com o ministro da Justiça para a gente tomar, via PR, um novo depoimento desse porteiro para esclarecer de vez esse fato, de modo que esse fantasma que querem colocar no meu colo como possível mentor da morte de Marielle seja enterrado de vez”, disse Bolsonaro na madrugada desta quarta-feira (30) – no horário de Brasília -, segundo informações da BBC Brasil no Twitter.

Informação exclusiva do Jornal Nacional dá conta de que um dos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco, morta em 14 de março de 2018, esteve no condomínio do presidente Jair Bolsonaro no dia do homicídio e se registrou como visitante de Bolsonaro. No entanto, o acusado teria visitado o policial militar Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos que mataram Marielle.

Via Revista Fórum.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
10:09

A idiotia é um mal que acomete os presidentes da República originários do golpe de 2016. Vide os casos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PSL). Ambos fizeram a maldade imposta pela velha mídia e o “mercado”, e depois foram cuspidos como bagaço de laranja –atirados às hienas.

Temer foi preso. Bolsonaro poderá ainda sê-lo. Eles foram ou estão sendo defenestrados pelo próprio veneno do neoliberalismo econômico.

O marco temporal para que Bolsonaro seja expelido do poder foi a reforma da previdência, que tira a possibilidade de o brasileiro se aposentar e transforma o País em um novo Chile, isto é, um barril de pólvora que pode explodir a qualquer momento.

A situação de Bolsonaro pode se complicar mais porque, além de ferrar com a sociedade, no caso das aposentadorias, ele também comete crime de lesa-pátria ao doar empresas públicas e áreas estratégicas como o petróleo para o estrangeiro. Muito provavelmente seu ministro da Economia, Paulo Guedes, lhe fará companhia…

O “cometa” disparado pela Globo nesta terça-feira (29) à noite em direção a Bolsonaro, no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), é exemplo de que houve uma espera pelo “melhor momento” para não atrapalhar a reforma da previdência.

Note que o marco temporal de Temer fora a reforma trabalhista, que restabeleceu a semiescravidão com a precarização da mão de obra. Após o aviltamento dos salários, congelamento de investimentos por 20 anos, enfim, ele foi atirado às hienas.

A reforma da previdência, aprovada por meio de PEC (Projeto de Emenda Constitucional), não precisa da sanção do presidente da República. Bolsonaro não controla nem isso. Por força de lei, é o próprio presidente do Congresso Nacional quem promulga o fim da aposentadoria.

Via Blog. Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:59

Os investigadores estão recuperando os arquivos de áudio da guarita do condomínio para saber com quem o porteiro conversou naquele dia e quem estava na casa 58, a de Jair Bolsonaro, e liberou a entrada dos suspeitos de matar Marielle Franco

(Foto: PR | Mídia Ninja)

247 – A Polícia Civil do Rio de Janeiro quer saber quem, na casa de Jair Bolsonaro, liberou a entrada do policial Élcio Queiroz, em seu condomínio, no dia da morte de Marielle Franco. “Os investigadores estão recuperando os arquivos de áudio da guarita do condomínio para saber com quem o porteiro conversou naquele dia e quem estava na casa 58”, informa reportagem publicada na Folha de S. Paulo.

“O principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, o sargento aposentado da Polícia Militar, Ronnie Lessa, reuniu-se com outro acusado, o ex-policial militar Élcio Queiroz, no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. É o mesmo local onde o presidente Jair Bolsonaro tem uma casa. A reunião ocorreu no dia do crime, em 14 de março de 2018. Segundo depoimento de um porteiro do condomínio, obtido pelo programa, Élcio teria dito na portaria que iria à casa de Jair Bolsonaro, que na época era deputado. Segundo veiculado no Jornal Nacional, o livro de visitantes aponta que, às 17h10, Élcio informou que iria à casa de número 58. O porteiro disse no depoimento, no entanto, que acompanhou por câmeras a movimentação do carro no condomínio e que Élcio se dirigiu à casa 66, onde mora Lessa. O porteiro teria ligado novamente para a casa 58; segundo ele, quem atendeu disse que sabia para onde Élcio estava se dirigindo.No depoimento, o porteiro teria dito que, nas duas vezes que ligou para a casa 58, foi atendido por alguém cuja voz julgou ser de Jair Bolsonaro”, informa ainda a reportagem.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:50

Sérgio Moro e Jair Bolsonaro. (Marcos Correa/PR)

Bolsonaro disse que está conversando com o ministro Sergio Moro para que a Polícia Federal colha um novo depoimento do porteiro que associou o presidente ao principal suspeito do assassinato da vereadora Marielle Franco em 14 de março de 2018.

“Estou conversando com o ministro da Justiça para a gente tomar, via Polícia Federal, um novo depoimento desse porteiro pela PF para esclarecer de vez esse fato, de modo que esse fantasma que querem colocar no meu colo como possível mentor da morte de Marielle seja enterrado de vez”, disse Bolsonaro em Riade, capital da Arábia Saudita. O presidente afirmou não saber quem é o porteiro citado em reportagem da TV Globo nesta terça-feira.

Informação é de Ricardo Senra na BBC Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:44

Resultado de imagem para fotos do deputado gustAVO CARVALHO COM ROGERIO MARINHO

O deputado estadual, Gustavo Carvalho, do PSDB, apresentou requerimento que foi aprovado pelos demais colegas do RN, para realização  no  próximo dia 8 de novembro, na Assembleia Legislativa do estado do Rio Grande do Norte,  uma sessão solene em homenagem ao ex-deputado federal derrotado nas últimas eleições de 2018, Rogério Marinho, e  que atualmente exerce o cargo de secretário Especial da Previdência e do Trabalho do Ministério da Economia, no governo Bolsonaro, sendo o responsável direto pela perversa reforma da previdência, que acaba com direitos,  e dificulta a aposentadoria dos brasileiros e brasileiras.

Mesmo antes da aprovação da reforma, o INSS já vem cortando e reduzindo e cortando principalmente “Auxilio Doenças” de pessoas pobre e humildes que recebem apenas um salário mínimo, mesmo assim, vem sendo o alvo do novo chefe Rogério Marinho, que agora receberá esta homenagem do nosso legislativo.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:23

A secretaria municipal de Agricultura concluiu o trabalho de recuperação de estradas na região do distrito de Laginhas. As máquinas recuperaram os pontos mais críticos das estradas, evitando que fiquem totalmente intrafegáveis.

De acordo com informações do secretário municipal de Agricultura, Júlio César, o trabalho recuperação das vias vicinais foi feito com bastante qualidade, o que deixou as estradas com boas condições de trafegabilidade nos diversos setores rurais de Laginhas. Júlio destaca que as equipes da Agricultura seguirão para realizar a recuperação de estradas na região do Sabugi.

“A equipe da secretaria de Agricultura vem recuperando dezenas de quilômetros de estradas em vários setores da zona rural e vamos continuar com esse trabalho. A nossa gestão tem o compromisso com a população de recuperar as estradas, garantindo a tranquilidade e a satisfação dos usuários que precisam diariamente se locomover utilizando as estradas rurais, contribuindo também para a trafegabilidade e facilitar o escoamento da produção rural do município”, disse o prefeito de Caicó, Robson de Araújo (Batata).

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:20

Nenhuma descrição de foto disponível.

Mediante relato público por parte da médica Dra Débora Fernandes, prestadora credenciada junto a Secretaria Municipal de Saúde de Caicó, sobre o alto índice de faltosos para realização de cirurgias de Pterígio, no dia 28 de outubro do corrente ano, esta secretaria vem a público informar que realizou no dia de hoje, uma reunião com toda a equipe que compõe a Central de Regulação, onde ficou identificado que as guias (APMC) que contém as informações necessárias para o comparecimento dos pacientes ao referido procedimento não foram impressas, e consequentemente, não entregues.

Segundo informações repassadas pelos operadores do sistema, o comando das impressões das guias são realizados de forma generalizada, não sabendo especificar o motivo operacional ou técnico das guias em questão não terem sido impressas, junto as demais, a partir do comando realizado.

Com a finalidade de apurar os fatos e identificar as causas e responsabilidades, sejam elas operacionais ou técnicas, a Secretaria de Saúde procederá com a solicitação de abertura de sindicância administrativa e solicitação de relatório técnico ao responsável legal do sistema Sigus, sistema este contratualizado pela SMS Caicó para as suas ações de regulação.

Desde já, esta secretaria se compromete com a divulgação das informações colhidas a partir dos procedimentos a serem adotados.

Atenciosamente
Leiliane de Albuquerque Dantas
Secretária Municipal de Saúde

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:07

Resultado de imagem para festival cinema gostoso
Sétima Arte…
A bela praia de São Miguel do Gostoso continua respirando aliviada com relação ao derramamento de óleo que atinge parte do litoral nordestino.
O paraíso, no litoral norte do RN, não foi afetado.
A cidade está se preparando para o festival de cinema que acontece de 08 a 12 de novembro, na Praia do Maceió.
…em Gostoso…
O Festival foi registrado pela Veja São Paulo, edição de 17 de outubro, na coluna “Tudo sobre Cinema”. A mostra espera algo em torno de 2000 pessoas que poderão votar no seu preferido (não há um júri oficial).
…leva celebridades
O filme Pacarrete é uma das grandes atrações, ao lado de Bacurau.
Cearense, Pacarrete ganhou seis prêmios do Festival de Gramado deste ano, inclusive o de melhor filme, melhor direção e melhor atriz (Marcelia Cartaxo).
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
08:03

A Associação da Ala Ursa do Poço de Santana, de Caicó, é muito conhecida pela realização do “Bloco do Magão”, mas o trabalho da instituição vai além da folia carnavalesca, com a realização de ações culturais e sociais, que acontecem durante todo o ano, há quase 40 anos. Agora o Associação deverá ter uma nova sede: o prédio do antigo…

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:56

bolsonaroemarielle 58d5d40ad6c9f916f2020f178b5980f0 1200x600 e1572393567242 - VEREADORA ASSASSINADA: STF vai investigar possível envolvimento de Jair Bolsonaro na morte de Marielle Franco

A Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde tem casa o presidente Jair Bolsonaro e o policial militar Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco.

No dia do crime, em 14 março de 2018, um dos envolvidos no caso teria anunciado na portaria do condomínio que iria visitar Bolsonaro e acabou indo até a casa do PM reformado, informou o Jornal Nacional nesta terça-feira na chamada de abertura. Segundo o jornal, a citação a Bolsonaro pode levar a investigação da morte de Marielle ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato de o presidente ter foro privilegiado – na época, ele era deputado federal.

 

Via Veja

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:47

Testemunhas relataram que, durante a tentativa de abordagem, o policial fugiu imaginando que estava sendo assaltado. (Foto: Reprodução)

Um policial militar morreu atingido por disparos de arma de fogo na tarde desta terça-feira (29), confundido com um suspeito que conduzia um veículo no distrito de Cachoeirinha, em Tacima, município do interior da Paraíba.

Cabo Edmo Tavares, lotado no 9º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Picuí, no interior da Paraíba, estava conduzindo um veículo carregado com cestas básicas quando foi atingido.

Ele foi confundido por três policiais à paisana, do estado do Rio Grande do Norte, que cumpriam um mandado de prisão na região. Testemunhas relataram que, durante a tentativa de abordagem, o policial fugiu imaginando que estava sendo assaltado.

Ele chegou a ser socorrido para o Hospital de Belém, na Paraíba, mas morreu a caminho do hospital.

A Polícia Científica foi acionada para realização da perícia e remoção do corpo para o NUMOL de Guarabira.

O caso está sob investigação pelas polícias da Paraíba e Rio Grande do Norte.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:41

O salário dos servidores estaduais amanhece na conta nesta quarta-feira, 30, concluindo o pagamento de outubro. A exceção é para os pensionistas, cujo, crédito vai sendo realizado ao longo do dia.

Hoje é pago 70% do salário de quem ganha até R$ 3 mil, além dos servidores que fazem parte dos órgãos com arrecadação própria.

No dia 15 já foi feito o pagamento integral a quem recebe até R$ 3 mil e aos servidores dos órgãos que compõe a Segurança Pública. Também foi feito o adiantamento de 30% de quem ganha essa faixa salarial.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:35

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu à citação de seu nome na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e, em tom irritado e agressivo, fez uma transmissão em redes sociais na qual atacou a TV Globo e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Em viagem à Arábia Saudita, Bolsonaro acordou na madrugada de quarta-feira (30), noite de terça-feira (29) no Brasil, para responder a uma reportagem do Jornal Nacional, baseada no depoimento à Polícia Civil de um porteiro do condomínio onde o presidente tem casa no Rio de Janeiro.

Segundo a reportagem, o ex-policial militar Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes em março de 2018, disse na portaria que iria à casa de Jair Bolsonaro, na época deputado federal, no dia do crime. Os registros de presença da Câmara dos Deputados, no entanto, mostram que Bolsonaro estava em Brasília nesse dia.

Além de negar envolvimento no assassinato da vereadora, Bolsonaro chamou o governador do Rio de “inimigo” e ameaçou a não renovação da concessão da emissora de televisão em 2022.

“Acabei de ver aqui na ficha que o senhor [Witzel] teria vazado esse processo que está em segredo de Justiça para a Globo. O senhor só se elegeu governador porque o senhor ficou o tempo todo colado no Flávio Bolsonaro, meu filho”, disse o presidente.

Segundo ele, o governador do Rio teria vazado essa informação da investigação porque é pré-candidato à disputa presidencial em 2022 e estaria empenhado em, segundo ele, “destruir a família Bolsonaro”.

“Deixa muito claro que algo muito errado está neste processo. Eu gostaria de falar muito neste processo, conversar com esses delegados. Colocar em pratos limpos o que está acontecendo em meu nome. Por que querem me destruir? Por que essa sede pelo poder, senhor Witzel?”, questionou.

Bolsonaro disse ainda que o processo de investigação da morte da vereadora está “bichado” e ressaltou que uma solução seria que, a partir de agora, ele fosse supervisionado pelo Conselho Superior do Ministério Público.

“Agora querer me vincular à morte da Marielle? Não vai colar. Não tinha motivo para matar quem quer que seja no Rio de Janeiro. Conheci essa vereadora no dia em que ela foi executada, em 14 de março”, disse.

O PSOL afirmou que tentará audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, nesta quarta (30) para tratar do caso. O partido quer que a corte autorize a polícia a investigar a menção a Bolsonaro, que tem foro privilegiado em razão do cargo.

Em uma série de críticas, Bolsonaro acusou a TV Globo de querer infernizar a sua vida e disse que, se a emissora tivesse “o mínimo de decência”, não teria divulgado detalhes de uma investigação em segredo judicial.

“Vocês vão renovar a concessão em 2022. Não vou persegui-los, mas o processo vai estar limpo. Se o processo não estiver limpo, legal, não tem renovação da concessão de vocês, e de TV nenhuma. Vocês apostaram em me derrubar no primeiro ano e não conseguiram”, disse.

No Brasil, as emissoras de TV e de rádio funcionam por concessões públicas, que precisam ser renovadas periodicamente.

Bolsonaro já havia feito menção à TV Globo nesta semana. A atual permissão da emissora vence em abril de 2023. A concessão é renovada ou cancelada pelo presidente, e o Congresso pode referendar ou derrubar na sequência o ato presidencial em votação nominal de 2/5 das Casas (artigo 223 da Constituição).

Segundo lei sancionada no governo Michel Temer (MDB), o presidente pode decidir sobre a concessão até um ano antes de ela vencer —ou seja, em abril de 2022, último ano do mandato de Bolsonaro.

Em tom exaltado, Bolsonaro chamou ainda de “patifaria” a cobertura que a emissora faz de seu mandato e disse que é feito um jornalismo “podre” e “canalha”. Ele chamou ainda a imprensa de “porca” e “nojenta”.

“Não vou conversar com vocês da TV Globo. Temos uma conversa em 2022. Eu tenho que estar morto até lá. O processo de renovação da concessão não vai ser perseguição”, disse. “Mas tem de estar enxuto, legal. Não vai ter jeitinho para vocês, nem para ninguém, essa é a preocupação de vocês”, acrescentou.

Para ele, o objetivo da emissora de televisão é prender o seu filho e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeitas das práticas de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa em seu gabinete parlamentar na época em que era deputado estadual.

“Parem de trair o Brasil. Não estão traindo a mim, não. Estão traindo o Brasil”, disse. “Não tem dinheiro público para vocês. Vão ficar me infernizando até quando?”, questionou.

Em relação ao caso Marielle, Bolsonaro afirmou ainda que o porteiro pode ter assinado o depoimento sem ler. “O que parece? Ou que o porteiro mentiu, ou que induziram o porteiro a cometer um falso testemunho, ou que escreveram algo no inquérito que o porteiro não leu e assinou na confiança. A intenção é sempre a mesma”, afirmou.

Em entrevista à TV Record ainda na noite desta terça, Bolsonaro voltou a acusar Witzel de ter vazado à TV Globo as informações sobre o depoimento.

Bolsonaro afirmou que o inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro está sendo mal conduzido e que há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para encobrir a real autoria do crime.

WITZEL CRITICA REAÇÃO DE PRESIDENTE; GLOBO LAMENTA DECLARAÇÕES

A Globo afirmou em nota que lamenta que o presidente demonstre “não conhecer a missão do jornalismo de qualidade e use termos injustos para insultar aqueles que não fazem outra coisa senão informar com precisão”.

Disse que “não fez patifaria nem canalhice” e que a mera citação do nome do presidente leva o Supremo a analisar a situação.

“[A reportagem] ressaltou, com ênfase e por apuração própria,  que as informações do porteiro se chocavam com um fato: a presença do então deputado Jair Bolsonaro em Brasília, naquele dia, com dois registros na lista de presença em votações. O depoimento do porteiro, com ou sem contradição, é importante, porque diz respeito a um fato que ocorreu com um dos principais acusados, no dia do crime.”

Sobre as declarações de Bolsonaro de que renovará em 2022 a concessão se o processo estiver “enxuto”, a Globo disse que não poderia esperar do presidente outra atitude. “Há 54 anos, a emissora jamais deixou de cumprir as suas obrigações.”

O governador Wilson Witzel divulgou nota no fim da noite dizendo lamentar profundamente a “manifestação intempestiva do presidente” e que foi “atacado injustamente”.

“Jamais houve qualquer tipo de interferência política nas investigações conduzidas pelo Ministério Público e a cargo da Polícia Civil. Em meu governo, as instituições funcionam plenamente e o respeito à lei rege todas nossas ações. Não transitamos no terreno da ilegalidade, não compactuo com vazamentos à imprensa”, disse o governador.

Ele também afirmou que defenderá o equilíbrio e o bom senso nas relações pessoais e institucionais, como fez nos anos em que exerceu a magistratura.

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse que as investigações sobre as mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes continuam a cargo da Delegacia de Homicídios subordinada à Polícia Civil do Rio. Também afirmou que o trabalho é acompanhado pelo Ministério Público e tramita sob sigilo.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio