


Na noite desse domingo (19) voltou a chover em diversas cidades da região do Vale do Piancó.
Conforme a EMPAER, o município que obteve maior índice pluviométrico foi Nova Olinda, com 75.0 mm registrados; seguido por Pedra Branca, com 50.6.
Em alguns pontos das localidades, houve pequenos alagamentos e ventos fortes.
Confira os dados dos registros nas cidades:
Aguiar – 1.8 mm;
Boa Ventura – 9.5 mm;
Curral Velho – 13.7 mm;
Diamante – 8.5 mm;
Ibiara – 2.1 mm;
Igaracy – 6.7 mm;
Itaporanga – 14.0 mm;
São José de Caiana – 11.2 mm;
Santana de Mangueira – 4.2 mm;
Serra Grande – 39.4 mm.
José de Abreu soltou a língua nas redes sociais, neste domingo (19/01/2020) e fez uma série de postagens sobre Regina Duarte.
No Instagram, ele criticou a atriz e a possibilidade de ela aceitar ser a nova Secretária de Cultura do governo Bolsonaro, após demissão de Roberto Alvim, nessa sexta-feira (17/01).
“A mulher ideal para participar do governo nazista-homofóbico-miliciano”, escreveu no Instagram, ao postar uma frase da atriz em que ela chama Jair Bolsonaro (sem partido) de “doce”.

Foto: Reprodução
Briga antiga
A treta entre os dois atores é desde a época das eleições, em 2018. Vira e mexe, os figurões da TV Globo aparecem nas redes sociais trocando farpas.
Metrópoles
O chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Fabio Wajngarten, está cada vez mais enrolado em conflito de interesses e suspeita de corrupção
A agência de publicidade Artplan, que é cliente da empresa de Wajngarten, também é a que mais recebeu verbas da Secom no ano passado: R$ 70 milhões. Segundo a Folha de São Paulo, o valor é 36% maior do que o ano anterior.
Antes da nomeação Wajngarten, a agência que mais recebia verbas era a Calia Y2.
O escândalo envolvendo o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fabio Wajngarten é que ele recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, dinheiro de emissoras de TV e de agências de publicidade contratadas pela própria secretaria. Isso sem falar dos ministérios e estatais do governo Bolsonaro.
Com informações da Folha de São Paulo.
Foto: Divulgação
A senadora Zenaide declarou estar muito preocupada com a acentuada queda do número de estudantes beneficiados pelo PROUNI no Rio Grande do Norte. Em 2015, 4.175 estudantes foram beneficiados pelo programa no Rio Grande do Norte. Em 2016 esse número subiu para 4.209. Em 2017, caiu para 3.277 sendo reduzido ainda mais em 2018 para apenas 2.660. Agora em 2019 apenas 1.623 estudantes tinham sido contemplados até o primeiro semestre já que o MEC ainda não divulgou os dados do segundo semestre.
“Será que essa redução é por falta de interesse das universidades no programa? Eu não acredito. Precisamos de uma explicação. Mais do que isso, precisamos reverter essa queda. Não é possível que estejamos regredindo, também, no acesso dos jovens à universidade. Isso é um direito constitucional, gente. Não podemos aceitar que esse direito seja negado a quem não pode pagar pela faculdade”, disse a Senadora.
Zenaide ressaltou, ainda, a relevância social do programa: “O PROUNI é uma das únicas janelas pra você sair da pobreza, quebrando o ciclo vicioso e mudando a realidade de jovens e suas famílias pela via da educação, com uma formação superior. Você sabe quem está sendo atingido em cheio com essa redução? São os estudantes que vêm da rede pública, de famílias que ganham até um salário mínimo e meio ou três salários no caso das bolsas parciais. São esses jovens que estão tendo seus sonhos quebrados, arrancados, por um governo insensível e sem noção do que faz”, protestou a Senadora.
Criado pela Lei nº 11.096 de 2005, o Programa Universidade para Todos (PROUNI) tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de cursos de graduação e de cursos sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. As instituições que aderem ao programa recebem isenção de tributos.
Têm direito às bolsas integrais estudantes oriundos de escolas públicas com renda familiar de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais, de 50% e de 25%, são concedidas de acordo com regulamentação do MEC para alunos com renda familiar até 3 salários mínimos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, decidiu neste sábado, 18, na véspera de deixar o comando do plantão do STF, pedir que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido da defesa do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) para suspender novamente as investigações do caso Queiroz. As informações são do jornal Estado e da agência Estadão Conteúdo.
A investigação mira um suposto esquema de “rachadinha” no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio, quando ele era deputado estadual. A partir deste domingo, 19, o vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, assumirá o plantão do tribunal, sendo responsável pela análise de casos considerados urgentes. O STF retoma suas atividades regularmente em fevereiro.

A referida via asfáltica está bastante deteriorada com vários buracos, o que contribui para ocasionar acidentes para os motoristas que trafegam naquela área.
O detalhe é que a prefeitura enviará um novo REFIS para aprovação na Câmara Municipal em convocação extraordinária no próximo dia 22 de janeiro e que tem recursos carimbados para realizar a obra de asfalto no trecho que dá acesso ao Hospital Regional. No ano passado, o REFIS que foi enviado para a Câmara também constava recursos carimbados para realizar a referida obra do asfalto no trecho citado, mas não foi aprovado pelo grupo de vereadores denominado G8, o que inviabilizou esse benefício para a população.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O MEC (Ministério da Educação) ainda não tem a dimensão do número de participantes do Enem 2019 com notas erradas por causa da falha na gráfica. Mesmo assim, o ministro Abraham Weintraub se apressou em minimizar o impacto do problema e manteve o calendário do Sisu, que seleciona alunos para universidade públicas.
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do MEC responsável pela prova, promete ter a situação resolvida até segunda-feira, véspera da abertura das inscrições no Sisu (Sistema de Seleção Unificada). O presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse não trabalhar com a hipótese de adiar as inscrições.
O governo identificou a falha nas notas a partir de relatos de candidatos nas redes sociais e aposta numa solução rápida do problema. O Inep disponibilizou um email (enem2019@inep.gov.br) para receber reclamações, e Lopes disse que vai analisar todas as mensagens recebidas até a noite de segunda.
Se os questionamentos sobre as notas se avolumarem, porém, o Inep terá dificuldades de garantir a confiabilidade dos resultados.
Weintraub esteve no Inep na manhã deste sábado (18), gravou um vídeo ao lado de Lopes e o publicou em sua conta no Twitter relatando o problema. Não compareceu, entretanto, na entrevista concedida no final da manhã.
O ministro disse a interlocutores que a realização de um Enem sem problemas sempre foi crucial para sua permanência no cargo. A preocupação se tornou ainda maior quando sua saída da pasta passou a ser defendida por vários aliados do governo –o presidente Jair Bolsonaro, entretanto, garantiu sua permanência até agora.

O subprocurador-geral do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado, pediu, nesta sexta-feira (17), ao tribunal que suspenda a contratação, determinada pelo governo, de militares da reserva atuarem na redução das filas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O pedido será distribuído a um dos ministros do TCU e caberá ao relator aceitar ou não o pedido. AS informações são do site Congresso em Foco.
No pedido apresentado ao TCU, o subprocurador-geral questiona a contratação direcionada apenas a militares da reserva. Furtado também argumentou que o militar da reserva não é um funcionário público aposentado e que a disponibilidade dos militares de reserva visa atender a possíveis necessidades das Forças Armadas, não a necessidades de atividades de natureza civil.
A Câmara dos Deputados e o Senado pagam pensões mensais de até R$ 35 mil a filhas solteiras de ex-parlamentares e ex-servidores. Previsto numa lei sancionada por Juscelino Kubitschek em março de 1958, o benefício atende até hoje 194 mulheres e custa, por ano, R$ 30 milhões – o equivalente ao dinheiro necessário para construir 500 casas populares do Minha Casa Minha Vida. A norma foi derrubada em 1990, mas foi mantido o privilégio para quem já estava na folha de pagamento. O levantamento é de O Estadão.
Denúncias de pagamento indevido não faltam. No mês passado, a Polícia Legislativa passou cinco dias no Rio para investigar o estado civil de uma pensionista. A notificação partiu do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou inconsistências no registro da beneficiada a partir de cruzamentos de bases de dados. Num relatório sobre a viagem, um agente da Polícia Legislativa escreveu que, após uma “exaustiva” investigação, descobriu que a mulher tinha um marido. A pensionista foi indiciada por estelionato em inquérito sigiloso encaminhado ao Ministério Público Federal.
Pelos critérios do Congresso, a pensão deve ser paga até a filha se casar, ter uma união estável ou conseguir um emprego público permanente. Mesmo quando completa 21 anos, a filha solteira mantém o direito.
Sob ataques por ter sancionado um fundo eleitoral de R$ 2 bilhões, o presidente Jair Bolsonaro chamou de “falsa direita” quem o critica pela iniciativa e afirmou neste sábado (18) que atrapalharia a democracia se vetasse a medida. As informações são da Folha de S. Paulo.
Em evento de mobilização do Aliança pelo Brasil, partido que pretende viabilizar, ele disse que é escravo da legislação e que os deputados e senadores do PSL que se posicionam contra a decisão dele falam “abobrinha”.
“A esquerda bater tudo bem. A falsa direita e os isentões já caem de pau. ‘Ele deveria vetar esse fundão’. Eu tenho de cumprir a lei”, disse. “Nós somos escravos da lei. Eu estaria atrapalhando a democracia e o cumprimento da lei eleitoral com o veto”, acrescentou.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira ( Inep ), Alexandre Lopes, disse que até 30 mil candidatos podem ter sido afetados por uma falha na contabilização dos pontos da prova do Exame Nacional do Ensino Médio ( Enem ). O número equivale a pouco menos de 1% dos quase 3,9 milhões de candidatos inscritos.
Ainda segundo ele, a falha teria sido cometida pela gráfica responsável pela impressão e transmissão dos dados dos gabaritos ao Inep, a Valid S.A.. A reportagem procurou a empresa, mas não obteve resposta. Apesar das falhas, Lopes afirmou que a data para abertura do Sistema de Seleção Unificada ( Sisu ) continua mantida para a terça-feira (21).
O Globo