30/10/2019
07:56

bolsonaroemarielle 58d5d40ad6c9f916f2020f178b5980f0 1200x600 e1572393567242 - VEREADORA ASSASSINADA: STF vai investigar possível envolvimento de Jair Bolsonaro na morte de Marielle Franco

A Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde tem casa o presidente Jair Bolsonaro e o policial militar Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco.

No dia do crime, em 14 março de 2018, um dos envolvidos no caso teria anunciado na portaria do condomínio que iria visitar Bolsonaro e acabou indo até a casa do PM reformado, informou o Jornal Nacional nesta terça-feira na chamada de abertura. Segundo o jornal, a citação a Bolsonaro pode levar a investigação da morte de Marielle ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato de o presidente ter foro privilegiado – na época, ele era deputado federal.

 

Via Veja

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:47

Testemunhas relataram que, durante a tentativa de abordagem, o policial fugiu imaginando que estava sendo assaltado. (Foto: Reprodução)

Um policial militar morreu atingido por disparos de arma de fogo na tarde desta terça-feira (29), confundido com um suspeito que conduzia um veículo no distrito de Cachoeirinha, em Tacima, município do interior da Paraíba.

Cabo Edmo Tavares, lotado no 9º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Picuí, no interior da Paraíba, estava conduzindo um veículo carregado com cestas básicas quando foi atingido.

Ele foi confundido por três policiais à paisana, do estado do Rio Grande do Norte, que cumpriam um mandado de prisão na região. Testemunhas relataram que, durante a tentativa de abordagem, o policial fugiu imaginando que estava sendo assaltado.

Ele chegou a ser socorrido para o Hospital de Belém, na Paraíba, mas morreu a caminho do hospital.

A Polícia Científica foi acionada para realização da perícia e remoção do corpo para o NUMOL de Guarabira.

O caso está sob investigação pelas polícias da Paraíba e Rio Grande do Norte.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:41

O salário dos servidores estaduais amanhece na conta nesta quarta-feira, 30, concluindo o pagamento de outubro. A exceção é para os pensionistas, cujo, crédito vai sendo realizado ao longo do dia.

Hoje é pago 70% do salário de quem ganha até R$ 3 mil, além dos servidores que fazem parte dos órgãos com arrecadação própria.

No dia 15 já foi feito o pagamento integral a quem recebe até R$ 3 mil e aos servidores dos órgãos que compõe a Segurança Pública. Também foi feito o adiantamento de 30% de quem ganha essa faixa salarial.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:35

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu à citação de seu nome na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e, em tom irritado e agressivo, fez uma transmissão em redes sociais na qual atacou a TV Globo e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

Em viagem à Arábia Saudita, Bolsonaro acordou na madrugada de quarta-feira (30), noite de terça-feira (29) no Brasil, para responder a uma reportagem do Jornal Nacional, baseada no depoimento à Polícia Civil de um porteiro do condomínio onde o presidente tem casa no Rio de Janeiro.

Segundo a reportagem, o ex-policial militar Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes em março de 2018, disse na portaria que iria à casa de Jair Bolsonaro, na época deputado federal, no dia do crime. Os registros de presença da Câmara dos Deputados, no entanto, mostram que Bolsonaro estava em Brasília nesse dia.

Além de negar envolvimento no assassinato da vereadora, Bolsonaro chamou o governador do Rio de “inimigo” e ameaçou a não renovação da concessão da emissora de televisão em 2022.

“Acabei de ver aqui na ficha que o senhor [Witzel] teria vazado esse processo que está em segredo de Justiça para a Globo. O senhor só se elegeu governador porque o senhor ficou o tempo todo colado no Flávio Bolsonaro, meu filho”, disse o presidente.

Segundo ele, o governador do Rio teria vazado essa informação da investigação porque é pré-candidato à disputa presidencial em 2022 e estaria empenhado em, segundo ele, “destruir a família Bolsonaro”.

“Deixa muito claro que algo muito errado está neste processo. Eu gostaria de falar muito neste processo, conversar com esses delegados. Colocar em pratos limpos o que está acontecendo em meu nome. Por que querem me destruir? Por que essa sede pelo poder, senhor Witzel?”, questionou.

Bolsonaro disse ainda que o processo de investigação da morte da vereadora está “bichado” e ressaltou que uma solução seria que, a partir de agora, ele fosse supervisionado pelo Conselho Superior do Ministério Público.

“Agora querer me vincular à morte da Marielle? Não vai colar. Não tinha motivo para matar quem quer que seja no Rio de Janeiro. Conheci essa vereadora no dia em que ela foi executada, em 14 de março”, disse.

O PSOL afirmou que tentará audiência com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, nesta quarta (30) para tratar do caso. O partido quer que a corte autorize a polícia a investigar a menção a Bolsonaro, que tem foro privilegiado em razão do cargo.

Em uma série de críticas, Bolsonaro acusou a TV Globo de querer infernizar a sua vida e disse que, se a emissora tivesse “o mínimo de decência”, não teria divulgado detalhes de uma investigação em segredo judicial.

“Vocês vão renovar a concessão em 2022. Não vou persegui-los, mas o processo vai estar limpo. Se o processo não estiver limpo, legal, não tem renovação da concessão de vocês, e de TV nenhuma. Vocês apostaram em me derrubar no primeiro ano e não conseguiram”, disse.

No Brasil, as emissoras de TV e de rádio funcionam por concessões públicas, que precisam ser renovadas periodicamente.

Bolsonaro já havia feito menção à TV Globo nesta semana. A atual permissão da emissora vence em abril de 2023. A concessão é renovada ou cancelada pelo presidente, e o Congresso pode referendar ou derrubar na sequência o ato presidencial em votação nominal de 2/5 das Casas (artigo 223 da Constituição).

Segundo lei sancionada no governo Michel Temer (MDB), o presidente pode decidir sobre a concessão até um ano antes de ela vencer —ou seja, em abril de 2022, último ano do mandato de Bolsonaro.

Em tom exaltado, Bolsonaro chamou ainda de “patifaria” a cobertura que a emissora faz de seu mandato e disse que é feito um jornalismo “podre” e “canalha”. Ele chamou ainda a imprensa de “porca” e “nojenta”.

“Não vou conversar com vocês da TV Globo. Temos uma conversa em 2022. Eu tenho que estar morto até lá. O processo de renovação da concessão não vai ser perseguição”, disse. “Mas tem de estar enxuto, legal. Não vai ter jeitinho para vocês, nem para ninguém, essa é a preocupação de vocês”, acrescentou.

Para ele, o objetivo da emissora de televisão é prender o seu filho e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeitas das práticas de lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa em seu gabinete parlamentar na época em que era deputado estadual.

“Parem de trair o Brasil. Não estão traindo a mim, não. Estão traindo o Brasil”, disse. “Não tem dinheiro público para vocês. Vão ficar me infernizando até quando?”, questionou.

Em relação ao caso Marielle, Bolsonaro afirmou ainda que o porteiro pode ter assinado o depoimento sem ler. “O que parece? Ou que o porteiro mentiu, ou que induziram o porteiro a cometer um falso testemunho, ou que escreveram algo no inquérito que o porteiro não leu e assinou na confiança. A intenção é sempre a mesma”, afirmou.

Em entrevista à TV Record ainda na noite desta terça, Bolsonaro voltou a acusar Witzel de ter vazado à TV Globo as informações sobre o depoimento.

Bolsonaro afirmou que o inquérito da Polícia Civil do Rio de Janeiro está sendo mal conduzido e que há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para encobrir a real autoria do crime.

WITZEL CRITICA REAÇÃO DE PRESIDENTE; GLOBO LAMENTA DECLARAÇÕES

A Globo afirmou em nota que lamenta que o presidente demonstre “não conhecer a missão do jornalismo de qualidade e use termos injustos para insultar aqueles que não fazem outra coisa senão informar com precisão”.

Disse que “não fez patifaria nem canalhice” e que a mera citação do nome do presidente leva o Supremo a analisar a situação.

“[A reportagem] ressaltou, com ênfase e por apuração própria,  que as informações do porteiro se chocavam com um fato: a presença do então deputado Jair Bolsonaro em Brasília, naquele dia, com dois registros na lista de presença em votações. O depoimento do porteiro, com ou sem contradição, é importante, porque diz respeito a um fato que ocorreu com um dos principais acusados, no dia do crime.”

Sobre as declarações de Bolsonaro de que renovará em 2022 a concessão se o processo estiver “enxuto”, a Globo disse que não poderia esperar do presidente outra atitude. “Há 54 anos, a emissora jamais deixou de cumprir as suas obrigações.”

O governador Wilson Witzel divulgou nota no fim da noite dizendo lamentar profundamente a “manifestação intempestiva do presidente” e que foi “atacado injustamente”.

“Jamais houve qualquer tipo de interferência política nas investigações conduzidas pelo Ministério Público e a cargo da Polícia Civil. Em meu governo, as instituições funcionam plenamente e o respeito à lei rege todas nossas ações. Não transitamos no terreno da ilegalidade, não compactuo com vazamentos à imprensa”, disse o governador.

Ele também afirmou que defenderá o equilíbrio e o bom senso nas relações pessoais e institucionais, como fez nos anos em que exerceu a magistratura.

O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, disse que as investigações sobre as mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes continuam a cargo da Delegacia de Homicídios subordinada à Polícia Civil do Rio. Também afirmou que o trabalho é acompanhado pelo Ministério Público e tramita sob sigilo.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:34

O líder do PSL na Câmara, Eduardo Bolsonaro (SP), defendeu nesta terça-feira (29) o uso da repressão policial caso o Brasil registre protestos como os que estão acontecendo no Chile por melhorias sociais e contra o alto custo de vida no país.

Em discurso no plenário da Casa, Eduardo acusou a esquerda de não ser democrática e de querer um terceiro turno das eleições. “Eles vão querer repetir no Brasil o que está acontecendo no Chile. O Chile é a referência da América Latina com relação à economia. A maior renda per capita da América Latina, a referência em Previdência”, afirmou.

Segundo o deputado, “essa galera está doida para voltar no poder para mamar de novo nas estatais, para mamar de novo nos fundos de pensão.”

“Não vamos deixar isso aí vir para cá. Se vier para cá, vai ter que se ver com a polícia. E se eles começarem a radicalizar do lado de lá, a gente vai ver a história se repetir. Aí é que eu quero ver como a banda vai tocar”, criticou, sem especificar a que acontecimento histórico se referia.

No discurso, Eduardo elogiou as reformas realizadas pelo economista José Piñera no Chile nos anos 1980, durante a ditadura de Augusto Pinochet, que, segundo o parlamentar, colocaram o país vizinho “num círculo virtuoso que, até hoje, mesmo quando entra uma esquerdista como a [ex-presidente Michelle] Bachelet no poder, ela não consegue alterar.”

Piñera é irmão do atual presidente do Chile, Sebástian Piñera, cujo modelo de governo tem sido questionado pela população. No último dia 25, um protesto no país reuniu 1,2 milhão de pessoas.

Inicialmente contrárias ao aumento de 3,75% na tarifa de metrô, as mobilizações debandaram para outras reivindicações e hoje representam o episódio social mais grave em quase três décadas no país, desde o final da ditadura de Pinochet, em 1990.

Mesmo com o cancelamento do reajuste, as mobilizações só cresceram. As demandas agora englobam melhoria no acesso à saúde e à educação, serviços privatizados e que consomem boa parte da renda dos chilenos. Ainda que o Chile seja uma das economias mais estáveis da América Latina, é ao mesmo tempo uma das mais desiguais da região.

No discurso, Eduardo também rebateu uma reportagem da revista IstoÉ que afirma que o parlamentar usou recursos do fundo partidário para pagar sua lua de mel. O deputado qualificou a matéria de “covardia” e disse que ainda está pagando as nove parcelas da viagem.

O líder do PSL disse ainda que entraria com uma ação contra o jornalista responsável pela reportagem e que vai convocá-lo para depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das fake news.

Eduardo aproveitou para criticar reportagem da Folha sobre disparos em massa realizados pela campanha de Jair Bolsonaro durante as eleições e, assim como seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, distorceu uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). “Ele [o presidente] foi absolvido agora, mas olha só, mais de um ano para ser absolvido”, disse.

Não houve, porém, qualquer decisão do TSE neste sentido. Na verdade, o relator da ação citada, o corregedor-geral de Justiça Eleitoral Jorge Mussi, negou pedidos de produção de prova feitos pelos advogados do ex-candidato presidencial Fernando Haddad (PT) e abriu prazo para as alegações finais de ambas as partes.

Depois dessa etapa, falta ainda manifestação do Ministério Público Eleitoral e só posteriormente o caso segue para o plenário do TSE —momento em que tanto Mussi quanto os demais ministros do tribunal eleitoral apresentarão os seus votos e haverá uma decisão da corte do tribunal sobre o tema.

Em uma série de reportagens desde outubro do ano passado, a Folha revelou a contratação durante a campanha eleitoral de empresas de marketing que faziam envios maciços de mensagens políticas, usando de forma fraudulenta CPFs de idosos e até contratando agências estrangeiras.

Uma das reportagens noticiou que empresários apoiadores do então candidato Bolsonaro bancaram o disparo de mensagens em massa contra Haddad, que foi derrotado e também acabou multado pelo TSE pelo impulsionamento irregular de conteúdo desfavorável ao seu então adversário.​

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:34

Jair Bolsonaro foi desmentido na noite desta terça-feira pelo vereador carioca Carlos Bolsonaro. “O Presidente pediu desculpas sobre a publicação do vídeo QUE ELE MESMO O FEZ [sic]”, anotou o filho Zero Dois do presidente no Twitter, realçando a atitude do pai em letras maiúsculas. “Qualquer um que tente plantar uma narrativa contrária age de ma fé [sic] e com interesses terrivelmente anti-republicanos [sic]. Para bom entendedor meia palavra basta!”.

No vídeo mencionado por Carluxo, Bolsonaro é representado por um leão cercado por hienas. As hienas são associadas a órgãos de imprensa, partidos políticos, entidades como a ONU e a OAB e o Supremo Tribunal Federal. Decano da Suprema Corte, Celso de Mello reagiu por meio de nota. Escreveu que Bolsonaro não é um “monarca presidencial” e o Brasil não é “uma selva”.

Bolsonaro desculpou-se. E tentou se desvincular da postagem. “O vídeo não é meu, esse vídeo apareceu, foi dada uma olhada e ninguém percebeu com atenção que tinham alguns símbolos que apareciam por frações de segundos”, disse em entrevista ao Estadão. “Depois, percebemos que estávamos sendo injustos, retiramos e falei que o foco [nas redes sociais] são as nossas viagens”.

Quer dizer: na prática, Carlos Bolsonaro acusa o pai de “plantar uma narrativa” inverídica, agindo “de má-fé e com interesses terrivelmente antirrepublicanos.”.

Perguntou-se a Bolsonaro se o autor da postagem era Carluxo. E ele: “Não se pode culpar o Carlos. A responsabilidade final é minha. O Carlos foi um dos grandes responsáveis pela minha eleição e é comum qualquer coisa errada em mídias sociais culpá-lo diretamente. A responsabilidade é minha, tem mais gente que tem a senha e não sei por que passou despercebido essa matéria aí”.

Numa segunda postagem que levou ao ar na noite desta terça, Carluxo anotou que não hesitaria em admitir a responsabilidade pela veiculação do vídeo nas redes do pai. Em seguida, expressando-se num dialeto muito parecido com o português, deu a entender que não gostou de declarações feitas sobre o tema no Jornal Nacional. Parece ter enxergado nas manifestações material para ser explorado pela CPI das Fake News.

A única autoridade cuja opinião foi reproduzida no telejornal da TV Globo foi o vice-presidente Hamilton Mourão, que exerce interinamente a Presidência: “Essa questão alguém postou na rede do presidente, o presidente já pediu desculpas, muito claramente ele já se desculpou, porque quando ele viu o conteúdo do vídeo ele retirou. Então, acho que vira a página”.

Carluxo também quer virar a página, só que para trás.

JOSIAS DE SOUZA

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:31

O ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno vai se filiar ao PSDB a convite do governador de São Paulo, João Doria. A informação foi revelada pelo site Congresso em Foco e confirmada pelo Estado.

Bebianno articulou a ida do presidente Jair Bolsonaro para o PSL, coordenou a campanha presidencial de 2018, mas deixou o partido e o governo depois de se desentender com o presidente.

O ex-ministro ainda não decidiu se disputará algum cargo na eleição do ano que vem. Segundo ele, o momento agora é de pensar no Brasil e não em projetos pessoais. Por isso, já declarou apoio à pré-candidatura de Doria para a sucessão de Bolsonaro.

“Meu objetivo é olhar para o País. Tem que acabar com esse extremismo. Entre os dois polos existe um espaço imenso e João Doria representa isso”, afirmou.

Segundo Bebianno, que se define como “centro-direita”, não vai haver dificuldade de relação com a ala histórica do PSDB. “O presidente Fernando Henrique fez um governo liberal”.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:29


O presidente do nacional do PSOL, Juliano Medeiros, divulgou uma nota nesta noite de terça-feira (28) em que exige respostas sobre depoimento que envolve Bolsonaro com assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A informação veiculada no Jornal Nacional desta terça-feira “é grave”, disse o dirigente partidário.

Segundo ele, horas antes do crime que vitimou nossa companheira Marielle Franco, um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, contatou a casa do então deputado federal Jair Bolsonaro. A informação foi obtida através do depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, onde vivia a família Bolsonaro.

“Exigimos esclarecimentos imediatamente. O PSOL nunca fez qualquer ilação entre o assassinato e Jair Bolsonaro. Mas as informações veiculadas hoje são gravíssimas. O Brasil não pode conviver com qualquer dúvida sobre a relação entre o Presidente da República e um assassinato. Exigimos respostas. Exigimos justiça para Marielle e Anderson”, diz a nota do partido.

Marielle Franco era vereadora do PSOL e foi assassinada no dia 14 de março de 2018, no Estácio, região central do Rio de Janeiro.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


30/10/2019
07:26

A TV Globo levou ao ar explosiva reportagem na noite desta terça-feira (29), no Jornal Nacional, ligando os assassinos da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL) ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A emissora dos Marinhos fez questão de esclarecer na abertura da matéria que, como o presidente da República foi citado, é dever do Supremo Tribunal Federal (STF) investigar o caso.

A Globo afirmou no Jornal Nacional que o suspeito da morte de Marielle se reuniu com outro acusado no condomínio de Bolsonaro, antes do crime.

Às 17h10 da data do crime, o porteiro do condomínio Vivendas da Barra escreve no livro de visitantes o nome de quem entra, Élcio, o carro, um Logan, a placa, AGH 8202, e a casa que o visitante iria, a de número 58

A reportagem traz relato do porteiro segundo qual o suspeito, ao entrar, alegou que ia para a casa do presidente e que ao interfonar na “casa 58” atendeu o “Seu Jair”. A casa 58 pertence ao presidente Jair Bolsonaro.

O presidente Bolsonaro também é dono da casa 36, onde vive um dos filhos dele, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC) –conhecido como Carluxo.

Sempre de acordo com o JN, o porteiro explicou que, depois que Élcio entrou, ele acompanhou a movimentação do carro pelas câmeras de segurança e viu que o carro tinha ido para a casa 66 do condomínio. A casa 66 era onde morava Ronnie Lessa, acusado de matar Marielle e Anderson.

Ainda de acordo com o JN, há uma contradição no depoimento do porteiro do condomínio porque –de acordo com registros– Bolsonaro estava na Câmara neste dia.

Via Esmael Morais.

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Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
12:23

Resultado de imagem para dinheiro pelo ralo

Para o advogado Jules Queiroz caso a Prefeitura de Mossoró tente tomar o valor máximo de R$ 150 milhões previstos no Projeto de Lei no 1.214, aprovado na quarta-feira pela Câmara Municipal, não teria condições de pagar a conta.

O quadro é simples: a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) não permite que um gestor deixe uma Antecipação de Receitas Orçamentárias (ARO) para o sucessor pagar. Trocando em miúdos: a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) teria que pagar o empréstimo antes do final do mandato que se encerra em 31 de dezembro de 2020.

O problema é que ela deu no projeto o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como garantia. Ano passado esses recursos totalizaram R$ 92.994.776,20. Já em 2019 foram transferidos R$ 76.588.784,56 dos R$ 81.835.505,00 previsto para o atual exercício orçamentário.

“Isso pode provocar de maneira indireta a violação também ao art. 38, inciso IV, alínea “b”, da LRF, posto que comprometerá a receita de FPM atribuível ao mandatário que assuma a municipalidade em 1º de janeiro de 2021”, diz Jules Queiroz.

Ele reforça que a ilegalidade não está em se fazer empréstimo, mas na modalidade escolhida vinculando receitas correntes como garantia. “O que é vedado é a vinculação de receitas orçamentárias a essa atividade, em especial quando a amortização da operação arrisca as receitas financeiras não apenas dos exercícios de 2019 e 2020, mas também de 2021, quando haverá novo mandato de prefeito no Município”, explicou.

A Prefeita Rosalba Ciarlini (PP) pediu e recebeu autorização da Câmara Municipal para contrair empréstimo de R$ 150 milhões através do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (FINISA). Foi dado como garantia o FPM.

Via Bruno Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
12:07

Resultado de imagem para FOTOS DA APRESENTADORA Millena Machado,
“Não estou em nenhuma emissora, estou desempregada. Tem vaga aqui?’, perguntou a jornalista” 

Por IG — Milena Machado, ex-apresentadora do Auto Esporte, na Globo, participou do quadro Jogo das Três Pistas, no programa do Silvio Santos, e aproveitou a situação para pedir um emprego ao dono do SBT.

“Você está em qual rádio ou televisão?”, perguntou Silvio Santos. “Não estou em nenhuma emissora, estou desempregada. Tem vaga aqui?”, perguntou a jornalista aos risos para Silvio Santos.

Em resposta, Silvio Santos perguntou: “Você é casada?”. Milena disse que sim e o apresentador disse: “Ah, não quero!”. A jornalista rebateu dizendo: “Só pode entrar solteira”.

Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
11:58

A senadora Zenaide Maia (PROS/RN) acabou de publicar em suas redes sociais que assinou um pedido para que o Tribunal de Contas da União inspecione o governo federal em relação ao casos das manchas de óleo no litoral nordestino.
Veja a mensagem da senadora Zenaide:

Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
11:36

O jornalista Leandro Demori, do site The Intercept Brasil, quer saber por que e de quem Adélio Bispo, o homem que esfaqueou o presidente Jair Bolsonaro (PSL), recebe hiperproteção.

A pulga atrás da orelha do colega de Glenn Greenwald veio após Fabrício Queiroz reclamar em áudios vazados que “o cara lá está hiperprotegido” e que estava “com uma pica do tamanho de um cometa para enterrar na gente”.

Segundo o post de Demori no Twitter, O Globo teve acesso completo ao áudio e afirma que o “hiperprotegido” seria o esfaqueador Adélio Bispo.

Queiroz se queixa porque não viu ninguém agir para defendê-lo da “pica” do tamanho de um cometa [enorme] do Ministério Público.

“Quem protege Adelio Bispo?”, quer saber o editor do Intercept, um dos responsáveis pela #VazaJato.

“Mas vem cá, o que o Queiroz quis dizer com a proteção que Adélio Bispo, o homem que esfaqueou Bolsonaro, vem protegendo? Quem protege Adélio Bispo?”, questionou Leandro Demori.

O Intercept estuda abrir uma investigação especial sobre Adélio Bispo e a facada que levou Bolsonaro.

Acerca de Adélio Bispo, o esfaqueador

Adélio Bispo está preso desde o crime no presídio federal de Campo Grande (MS). Ele foi declarado inimputável (incapaz de responder por seus atos). Por ter insanidade mental, o esfaqueador recebeu da Justiça a chamada absolvição imprópria, usada para casos em que o réu é reconhecidamente culpado, mas não pode ser punido.

Leandro Demori

@demori

Bolsonaro postou o leão pra tirar o foco do Queiroz. Mas vem ca, o que o Queiroz quis dizer com a proteção que Adelio Bispo, o homem que esfaqueou Bolsonaro, vem protegendo? Quem protege Adelio Bispo?

Leandro Demori

@demori

Ver imagem no Twitter

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
11:31

O instituto Paraná Pesquisas divulgou sondagem nesta terça-feira (29) atestando que a esquerda é a favorita na disputa pela Prefeitura de Recife, em 2020.

De acordo com o levantamento, os pré-candidatos do campo de esquerda (PT, PSB, PDT e PSOL) estão no batalhão de frente na corrida eleitoral do ano que vem.

A Paraná Pesquisas apurou os seguintes números para os candidatos identificados com o ex-presidente Lula:

* Marília Arraes (PT), 15,9%

* João Campos (PSB), 12,2%

* Túlio Gadêlha (PDT), 6,5%

* Ivan Moraes (PSOL), 2,1%

A direita bolsonarista, isto é, ligada ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) é representada pelo presidente da Embratur, Gilson Neto (PSL). Ele tem apenas 2,2% da intenção dos votos.

Já a pré-candidata do campo lavajatista, qual seja, ligada ao ministro Sérgio Moro, é a Delegada Patrícia (sem partido). Ela tem 9,3% na pesquisa.

O ex-ministro da Educação no governo Michel Temer (MDB), Mendonça Filho (DEM), aparece com 12,4% numa faixa própria.

Na lanterna pela prefeitura recifense está André de Paula (PSD), com 1,7%, atrás de “não sabe” (4,1%) e “nenhum” (13,5%).

A Paraná Pesquisas entrevistou 828 eleitores no município de Recife entre os dias 25 e 28 de outubro. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


29/10/2019
11:07

Com a nova previdência os servidores federais passam a ter um novo Cálculo sobre sua contribuição. Aqueles que ganham mais terão de contribuir mais.

O governo definiu várias porcentagens que aumentam conforme a categoria definida de salário.

A partir da reforma, o governo poderá realizar cobranças de alíquotas extraordinárias. Entretanto, isso ocorrerá apenas se houver um rombo nas contas da Previdência.

A nova regra começa a valer após o quarto mês subsequente da publicação de PEC.

Mudança da contribuição do servidor com nova previdência

Publicado por: Chico Gregorio