A CPMI das ‘fake news’ conseguiu identificar as principais contas do Whatsapp responsáveis pelo maior número de disparos pro-Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018.
O levantamento está sendo feito a partir de dados fornecidos pelo próprio Whatsapp. Segundo matéria do Portal UOL, 400 mil contas foram banidas por uso inapropriado durante a eleição. Dessas, 55 mil tinham comportamento anormal, com indício de serem operadas por robôs. E dentre essas, 24 respondem pela maior parte das mensagens disparadas em massa.
As linhas telefônicas identificadas são dos Estados Unidos, Vietnã, Inglaterra e Brasil. Mas todas foram operadas a partir de IPs localizados no Brasil
Com essas informações, a CPMI espera chegar aos responsáveis pelas linhas e desbaratar o esquema de mensagens que ajudou a eleger Bolsonaro, além de parlamentares e governadores.
Fica cada vez mais evidente que o esquema que elegeu Bolsonaro não tinha nada de espontâneo. Além das mensagens em massa serem ilegais, é preciso chegar aos financiadores dessa campanha. A uso de caixa 2 também é óbvio.
Tic, tac…
As informações são do Portal UOL.

O Ministério Público Federal decidiu abrir um inquérito civil contra o presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, para apurar “interferências indevidas” no processo de aprovação da Reforma da Previdência. A informação foi divulgada pela coluna Radar, da Veja.
A saúde de Natal enfrenta vários problemas e a maioria deles provocadas pela falta de recursos. Não bastasse a falta de dinheiro, a Prefeitura do Natal ainda perdeu quase R$ 40 milhões em atendimento de pactuações não repassadas pelos demais municípios do Estado.
FOTO: EBC



Um levantamento feito pelo Blog do Barreto junto ao Portal da Transparência do Governo Federal mostra que ao longo de 2019 apenas 46 dos 167 municípios do Estado tiveram emendas empenhadas em 2019. É preciso entender que o empenho das emendas não quer dizer que os recursos foram pagos aos entes municipais.
O presidente Jair Bolsonaro ficou incomodado com a repercussão de reportagem publicada pela Folha nesta quarta-feira (15) que mostra possível conflito de interesses na atuação do chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), Fabio Wajngarten.
O acordo comercial fechado na quarta-feira entre Washington e Pequim, que pôs fim a uma disputa que já durava 18 meses, prevê que a China compre mais US$ 200 bilhões em produtos americanos em até dois anos. Desse total, US$ 32 bilhões são de produtos agrícolas como carne, soja e outros grãos, itens tradicionais da pauta exportadora do Brasil ao país asiático.