De acordo boletim médico, a unidade de saúde usou a cloroquina “conforme indica o protocolo do Ministério da Saúde”.
Metrópoles.
Na última quarta-feira (13), o presidente Jair Bolsonaro voltou a recomendar o uso da cloroquina (e seu derivado menos agressivo, a hidroxicloroquina) para tratar pacientes diagnosticados e com sintomas leves da Covid-19. Dias antes, o medicamento ganhou as manchetes de jornais ao redor do mundo, mas por outro motivo. Resultados dos dois maiores estudos já realizados com a droga para o tratamento da Covid-19 indicaram que seu uso em pacientes internados com a doença não trouxe benefícios, como a redução na letalidade ou no tempo de internação. Além disso, efeitos colaterais como a arritmia cardíaca vêm sendo observados em muitas pesquisas, levando a Associação Médica Americana a emitir um comunicado pedindo que o uso da cloroquina fosse limitado a estudos clínicos e dentro de hospitais sob rigoroso controle.

247 – O Brasil está se tornando um país tão isolado no mundo, que até mesmo as embaixadas começam a retirar seus funcionários. “Recebi a informação de que em algumas embaixadas tem chegado circulares de países para que seus diplomatas deixem o Brasil. E que as representações diminuam o número de pessoal dentro das embaixadas, porque o Brasil está sendo considerado um país perigoso, pela condução temerária do presidente Bolsonaro nesta pandemia. A fonte me informa que algumas embaixadas grandes podem reduzir o pessoal, ainda que ninguém vá dizer isso abertamente”, aponta a jornalista Miriam Leitão, em sua coluna.
“A saída de Nelson Teich hoje vem confirmar essa ideia de país desgovernado. Ele ficou pouco tempo e agregou pouco. Ao sair, na entrevista coletiva prestou um desserviço ao país, por não explicar exatamente o motivo de sua saída. Esse silêncio dele, quando perguntado por jornalistas após a entrevista, é ruim porque não ajuda nem favorece a transparência. Seria melhor que ele falasse claramente, porque isso ajudaria a ver exatamente o tamanho do problema”, diz ainda Miriam.

Os recursos de R$ 50 milhões destinados ao Complexo de Oiticica são provenientes das emendas impositivas da bancada federal em 2019, então não existe a possibilidade de serem contingenciados. Eles se encontram na conta da Semarh e parte já foi utilizado para pagamento de faturas.
“A questão de Oiticica e a redenção hídrica do Seridó é uma prioridade que sempre esteve pautada nas minhas principais lutas enquanto pessoa pública. E agora como governadora não é diferente. Estamos trabalhando com muito afinco e não mediremos esforços para tornar possível esse sonho da região do Seridó” enfatiza a governadora Fátima Bezerra.

Após diálogo com o Movimento dos Atingidos pela construção da Barragem de Oiticica e a constatação, pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), de que o Consórcio EIT/Encalso não teria condição de cumprir as exigências sanitárias e preventivas para evitar contágio da Covid-19, o Governo do Estado adiou, até o próximo dia 20, a retomada das obras do reservatório, em Jucurutu.
Em nota endereçada à Governadora Fátima Bezerra, a comunidade expôs preocupação com a atual situação de crescimento acelerado do contágio da Covid-19 no interior, levando em consideração que a maioria dos trabalhadores da obra são moradores de Barra de Santana, a comunidade a ser realocada.
Os recursos de R$ 50 milhões destinados ao Complexo de Oiticica são provenientes das emendas impositivas da bancada federal em 2019, então não existe a possibilidade de serem contingenciados. Eles se encontram na conta da Semarh e parte já foi utilizado para pagamento de faturas.
“A questão de Oiticica e a redenção hídrica do Seridó é uma prioridade que sempre esteve pautada nas minhas principais lutas enquanto pessoa pública. E agora como governadora não é diferente. Estamos trabalhando com muito afinco e não mediremos esforços para tornar possível esse sonho da região do Seridó” enfatiza a governadora Fátima Bezerra.
Logo que o Consórcio concluir a implantação de todos protocolos e medidas preventivas quanto a contaminação por Covid-19, será feita uma vistoria com a Sesap, para atestar o cumprimento do que foi pactuado. Até que isso aconteça, a orientação ao consórcio é que garanta o pagamento do salário dos trabalhadores, uma vez que não existe nenhuma fatura em atraso.

De acordo boletim médico, a unidade de saúde usou a cloroquina “conforme indica o protocolo do Ministério da Saúde”.
Metrópoles.
ReproduçãoO Ministério da Educação decidiu prorrogar por mais 30 dias a suspensão das aulas presenciais em todo o país. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (13) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).A suspensão das aulas presenciais e autorização da substituição por aulas em meios digitais foram decretadas no dia 17 de março, inicialmente por apenas 30 dias.
Desde então, este é o segundo adiamento do prazo. No dia 15 de abril, em decorrência do agravamento da crise sanitária no Brasil, o MEC publicou uma portaria adiando o retorno do ensino presencial.
O novo prazo também é prorrogável, “a depender de orientação do Ministério da Saúde e dos órgãos de saúde estaduais, municipais e distrital”.
Agora RN
Josué Moreira, reitor pró tempore do IFRN, nomeou servidor pró-reitoria de extensão que já foi suspenso por processo administrativo disciplinar (nomeação aqui e portaria de punição logo em seguida). É o pau que bate em Chico que não bate em Francisco, pois a alegação dada pelo deputado federal General Girão, para impedir via ministério da …
Após tentar organizar show da banda grafith em frente ao Walfredo Gurgel no dia do trabalho em plena pandemia, o que foi impedido pela polícia militar; e entrar na justiça contra hospital de campanha em Natal, Sinmed/RN emite nota defendendo protocolo sem comprovação científica e afirmando posição contra lockdown. O sindicato dos médicos do RN …
Imagem: reprodução
Um dos codinomes usados pelo presidente Jair Bolsonaro ao fazer exames para o novo coronavírus pertence ao filho da oficial médica das Forças Armadas que coletou as amostras do presidente, no dia 17 de março. A informação foi revelada pelo jornal Correio Braziliense.
De acordo com o Ministério da Defesa, a tenente-coronel da Aeronáutica Maria Amélia Alves da Costa Ferraz é servidora do Hospital da Força Aérea Brasileira, mas está cedida para o HFA (Hospital das Forças Armadas), onde o presidente Jair Bolsonaro realizou um dos exames. Segundo ministério, servidora do Hospital da Força Aérea Brasileira adotou nome que ‘lhe ocorreu naquele momento’.
A pasta acrescenta que a tenente-coronel coordenava naquele dia a coleta de amostras do presidente e de seus auxiliares, além do envio ao laboratório credenciado.
Ao colher a amostra do presidente, a militar registrou números de RG e CPF que pertencem realmente a Bolsonaro, mas usou um codinome para não identificá-lo. A militar então usou o nome de seu próprio filho, o adolescente Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz, de 16 anos. Foi o nome que “lhe ocorreu naquele momento”, segundo o ministério.
A pasta afirmou que a decisão de atribuir um codinome foi tomada em consonância com a equipe médica da Presidência, para garantir a confidencialidade dos exames de Jair Bolsonaro.
“Cabe destacar, ainda, que, de acordo com a própria Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial, o uso de pseudônimos em exames de saúde de pessoas públicas, visando proteger a privacidade, é comum e não representa irregularidade”, informou a pasta, por meio de nota.
A Folha tentou contato por telefone com a tenente-coronel Maria Amélia e também com o pai do adolescente. Nenhum dos dois atendeu a reportagem.
Bolsonaro apresentou nesta semana três exames para o novo coronavírus ao Supremo Tribunal Federal, com resultados negativos para a Covid-19.
O presidente usou os codinomes Airton Guedes, Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz e Paciente 05. Em um dos exames, não aparecem os números de documentos de Bolsonaro.
FolhaPress
Solteiros sentindo falta de intimidade devem escolher um “amigo sexual” ou “amigo de abraço”, recomendou nesta sexta (15) em seu site o Instituto Nacional de Saúde Pública da Holanda (RIVM).
O governo, porém, ressalva que a proximidade física deve ser “sempre com a mesma pessoa”.
Na Holanda, que chama suas medidas de restrição de “lockdown inteligente”, desde 23 de março era permitido receber até três visitas que morassem em casas diferentes, mas sob a condição de manter distância de 1,5 metro.
O instituto, porém, incluiu orientações para os solteiros depois de críticas contra o título “A regra de 1,5 metro permite que você faça sexo apenas com seu parceiro regular”, em sua página de informações de saúde.
No novo texto, o RIVM diz que “faz sentido que, como solteiro, você também queira ter contato físico“, mas sugere que todos negociem regras com seu “amigo sexual” para evitar maiores riscos.
Não deve haver proximidade se um dos dois tiver sintomas de gripe, e o ideal é que eles se encontrem o menos possível com outras pessoas. “Faça bons acordos e limite o risco de coronavírus. Quanto mais pessoas você vê, maior a chance de contágio.”
No texto anterior, que já permitia o sexo para parceiros regulares, o instituto acrescentava: “Afinal, você já está muito perto e é praticamente impossível evitar um ao outro fisicamente”. Mas ressalvava que a prática só deveria acontecer se houvesse o desejo mútuo.
Se um dos parceiros tiver suspeita de infecção, o instituto de saúde recomenda a masturbação ou o sexo a distância: “Pense em contar histórias eróticas, se masturbar juntos”.
“É extremamente importante que você mantenha o risco de [infecção por] coronavírus o mais baixo possível durante a intimidade e o sexo. Discutam juntos a melhor forma de fazer isso”, completa a orientação do instituto.
Na Bélgica, o governo também sugeriu parcerias fixas para evitar a transmissão da doença, mas apenas para grupos de amigos e com distanciamento físico.
Cada morador pode escolher até quatro pessoas para sua “bolha social”, que deve permanecer sempre a mesma.
FOLHAPRESS
Pesquisa DataPoder360 indica que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro se manteve estável desde o último levantamento, há duas semanas. 30% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 39% classificam a administração federal como ruim ou péssima. Outros 27% afirmaram que o trabalho do presidente é regular e 4% não souberam responder.
Tanto a avaliação positiva quanto a negativa oscilaram 1 ponto percentual desde o último levantamento, realizado de 27 a 29 de abril. Ou seja, foi uma variação dentro da margem de erro do estudo.
O infográfico abaixo mostra que o chefe do Executivo perdeu apoio com a escalada da pandemia no último mês e os impactos na economia, mas mantém cerca de ⅓ do eleitorado ao seu lado.

Desde o início do mandato, em janeiro de 2019, as pesquisas indicam que o Brasil está dividido em 3 grandes grupos: 1 a favor do governo, 1 contra o governo e 1 que se movimenta de 1 lado para o outro de acordo com o momento.
Esta rodada do DataPoder360 capta uma movimentação na percepção da classe média a respeito de Bolsonaro.
O estrato da população que recebe de 2 a 5 salários mínimos (de R$ 2.090 a R$ 5.225) começa a se desprender do governo. Agora, 59% nesse grupo demográfico consideram Bolsonaro ruim ou péssimo. O percentual representa 1 aumento de 15 pontos percentuais desde o último levantamento, há 15 dias.

Diferentemente dos mais ricos (que têm os meios para enfrentar a pandemia) e dos mais pobres (que recebem o auxílio emergencial mensal de R$ 600), a classe média é a que fica mais desamparada: sem nenhum tipo de ajuda e vendo os empregos desaparecerem. A taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos já chega a 27%.
A pesquisa foi realizada de 11 a 13 de maio pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia o relatório completo dos resultados no Brasil (2 MB).
Também como observado nos últimos levantamentos, os mais ricos (mais de 10 salários mínimos) e os mais escolarizados (com ensino superior) são os que mais rejeitam Bolsonaro: 48% e 50%, respectivamente, consideram o trabalho do presidente ruim ou péssimo.
Já os sulistas são os que mais aprovam o governo: 52% dos entrevistados da região acham a administração boa ou ótima. O número é 22 pontos percentuais a mais do que a média nacional.
PODER 360
