
CNN – Os investidores de mercados emergentes elevaram suas apostas para a América Latina no primeiro trimestre deste ano, segundo relatório da Bloomberg Intelligence (BI) cedido com exclusividade à CNN. Após um período de baixa performance na região, os gestores desses fundos voltaram a se expor aos mercados latino-americanos, tendo o Brasil e o México como principais pontos de alocação. Segundo o levantamento, a exposição média dos fundos aumentou de 10,2% no último trimestre de 2024 para 11% nos primeiros três meses de 2025. Ademais, 90 dos 100 maiores fundos estavam com peso neutro ou acima da média para a América Latina, ante 80 no trimestre anterior. Outro país que chamou atenção foi a Argentina, sobre a qual 20 dos 100 maiores fundos de mercados emergentes estavam expostos. Por setores, os destaques ficaram com o financeiro e o de consumo, sendo a ação do Mercado Livre a líder na América Latina e entre todos os mercados emergentes. E enquanto os gestores buscam estar mais posicionados na região, há divergências quanto à exposição em asiáticos como China, Taiwan e Índia, onde a exposição média caiu mais rapidamente que seu peso no benchmark. Os gestores mantêm


O governo Lula enfrenta seu momento mais crítico desde a posse. A combinação entre a sanha do grande capital e a submissão de setores do Congresso — personificada no presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) — ameaça desestabilizar não apenas a política econômica, mas o próprio contrato social que elegeu o presidente. Motta, investigado na Operação Outside por desvios de recursos públicos em sua cidade natal, Patos (PB), abandonou qualquer pretensão de neutralidade. Ao pautar com urgência o projeto que derruba a medida provisória do IOF, ele age como operador direto dos interesses financeiros que há décadas sequestram o orçamento nacional.








