Do UOL – NYT – Um dos espetáculos há mais tempo em exibição no Brasil conta com um número desconcertante de personagens cuja teatralidade aparece em milhões de televisores quase toda noite. O elenco em constante mudança de 594 integrantes e inclui suspeitos de homicídio e tráfico de drogas, ex-jogadores de futebol, um campeão de judô, um astro sertanejo e uma coleção de homens barbados que adotaram papéis como líderes do movimento das mulheres. O elenco até mesmo inclui um palhaço cujo nome significa “Zangado”. Mas eles não são atores. Eles são os homens e mulheres que servem no Congresso nacional. A democracia pode causar perplexidade e confusão, mas no mundo há pouco que se iguala ao Congresso brasileiro. Enquanto a nação enfrenta sua pior crise política em uma geração, os legisladores que orquestraram a remoção da presidente Dilma Rousseff (que foi suspensa na quinta-feira e enfrenta um processo de impeachment sob acusação de manipulação do orçamento) estão sob novo escrutínio. Mais da metade dos membros do Congresso enfrenta processos na Justiça, de casos envolvendo auditoria de contratos públicos até crimes sérios como sequestro ou homicídio, segundo o Transparência Brasil, um grupo que monitora a corrupção. As figuras sob investigação incluem o presidente do Senado e o novo presidente da Câmara. Neste mês, o presidente anterior da Câmara, um comentarista de rádio evangélica que gosta de postar versos bíblicos no Twitter, foi afastado para ser julgado pela acusação de esconder até US$ 40 milhões em propinas em contas bancárias na Suíça. Muitos dos problemas do Legislativo derivam das generosas recompensas proporcionadas pelo sistema partidário brasileiro de múltiplas cabeças como de uma hidra, uma coleção desajeitada de dezenas de partidos políticos cujos nomes e agendas com frequência deixam os brasileiros coçando suas cabeças. Há o Partido da Mulher Brasileira, por exemplo, um grupo cujos membros eleitos no Congresso são todos homens.
O pré-candidato do PSD, Nildson Dantas acredita estar preparado para administrar a Prefeitura de Caicó caso seja eleito nas eleições de 2016. Sobre a possibilidade do apoio do governador Robinson Faria manchar com o seu projeto, Nildson afirmou que não vai abrir mão deste apoio. “Eu não abro mão do apoio do governador Robinson Faria a nossa candidatura, ele tem se empenhado bastante para resolver diversos problemas no município”.
Quando o assunto foi o companheiro de chapa de Nildson, ele relatou que tem conversado com várias pessoas e partidos em torno do seu projeto e que este pode ser uma mulher. “Ninguém ganha uma eleição sozinho, não existe mais a disputa entre bandeiras verde ou vermelha. Hoje se tem muitos candidatos e com projetos bons e os caicoenses analisam os nomes e os projetos”, disse Nildson.
O pré-candidato a prefeito do PSD ainda aproveitou para externar um pensamento vindo de vários caicoenses sobre a viabilização das pré-candidaturas de Judas e Deibi que na sua opinião é duvidosa, já que de acordo com alguns relatos algumas pessoas tem questionado o porquê de dois jovens atrapalharem os seus estudos ainda em andamento para investir num sonho político. “Nossa candidatura traz algo diferente para Caicó. Nós planejaremos e executaremos mesmo com os poucos recursos”, disse Nildson Dantas.
Fonte Agora RN









