27/05/2016
08:59

EAgripino foto Ana Volpe Agência Senado

A crise política ganhou nesta quinta-feira (26) mais um capítulo com a revelação de novos trechos de conversas do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, com integrantes da cúpula do PMDB. Os diálogos, divulgados pelo Jornal Nacional nesta quinta-feira (26), foram gravados por Machado e mostram a tentativa de livrar políticos da Lava Jato. Sérgio Machado era considerado pelos investigadores o caixa da cúpula do PMDB.

O senador José Agripino mais uma vez está no centro das discussões, sendo citado no diálogo, por Sérgio Machado, como alguém que “que pode ser parceiro”. “Não é possível que ele vá fazer maluquice”, disse o ex-presidente da Transpetro.

Em contrapartida, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), responde: “O Zé nós combinamos de botá-lo na roda. Eu disse ao Aécio e ao Serra que no próximo encontro que a gente tiver tem que botar o Zé Agripino e o Fernando Bezerra. Eu acho”.

Para o que Machado replica: “O PSB virou uma oposição radical. O Zé não tem como não entrar na roda”.

Renan é padrinho político de Sérgio Machado: foi pelas mãos de Renan que Machado ficou 12 anos na presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobras na área de gás natural e combustíveis.

Machado mudou de estratégia, saindo da condição de aliado para delator, quando percebeu que poderia ser alvo de novas delações e receando ser preso.

No mesmo diálogo, Renan e Machado fazem críticas a vários políticos. Citam o senador Aécio Neves, presidente do PSDB. O deputado Pauderney Avelino, líder do Democratas. Mendoncinha, como o agora ministro da Educação, deputado Mendonça Filho, do Democratas, é chamado por vários políticos. Senador José Agripino, presidente do Democratas. Senador Fernando Bezerra Coelho, do PSB. Senador José Serra, do PSDB, hoje ministro das Relações Exteriores. Aparentemente, segundo investigadores, eles criticam os políticos por defenderem o impeachment e se posicionarem a favor da Lava Jato.

VEJA A TRANSCRIÇÃO DO DIÁLOGO

Sérgio Machado: E o PSDB pensava que não, mas o Aécio agora sabe. O Aécio, Renan, é o cara mais vulnerável do mundo.

Renan: É.

Sérgio Machado: o Aécio é vulnerabilíssimo. Vulnerabilíssimo há muito tempo. Como que você tem cara de pau, Renan, aquele cara Pauderney que agora virou herói. Um cara mais corrupto que aquele não existe, Pauderney Avelino.

Renan: Pauderney Avelino, Mendocinha.

Sérgio Machado: Mendocinha, todo mundo pô? Que *** é essa querer ser agora o dono da verdade? O Zé (Zé Agripino) é outro que pode ser parceiro, não é possível que ele vá fazer maluquice.

Renan: O Zé nós combinamos de botá-lo na roda. Eu disse ao Aécio e ao Serra que no próximo encontro que a gente tiver tem que botar o Zé Agripino e o Fernando Bezerra. Eu acho.

Sérgio Machado: O PSB virou uma oposição radical. O Zé não tem como não entrar na roda.

Renan: O PSB quer o impeachment, mas o Fernando (Bezerra) é um cara bom.

Sérgio Machado: Porque também entende disso que a gente está falando.

Renan: É.

Machado e Renan falam sobre Dilma, que na época da gravação ainda não tinha sido afastada. Renan se confunde e dá a entender que, para ele, manter Dilma é a maneira de melar a Lava Jato.

Sérgio Machado: porque tem que tomar cuidado porque esse *** desse Noblat botou que essa coisa de tirar a Dilma é maneira de salvar os corruptos.

Renan: Tirar a Dilma? Manter a Dilma?

Sérgio Machado: Tirar a Dilma, que é um processo de salvação, de salvação.

Renan: Que é a lógica que ela fez o tempo todo.

Renan e o então aliado concordam com um cenário: a Lava Jato atingiu o mundo político em cheio e que o dinheiro não era apenas para campanha eleitoral.

Sérgio Machado: É porque esse processo. Porque Renan, vou dizer o seguinte, dos políticos do Congresso, se sobrar cinco que não fez, é muito (receber dinheiro para campanha). Governador nenhum. Não tem como, Renan.

Renan: Não tem como sobreviver.

Sérgio Machado: Não tinha como sobreviver.

Renan: Tem não.

Sérgio Machado: Não tem como sobreviver porque não é só, é a eleição e a manutenção toda do processo.

Renan: É.

LAVA JATO

À medida em que as delações na Lava Jato foram aumentando e atingindo mais políticos, surgiram novas propostas no Congresso sobre o alcance de investigações criminais.
A ideia é proibir a delação de presos e impedir prisões depois do julgamento em segunda instância, contrariando a decisão do Supremo Tribunal Federal, tomada há três meses.

O Ministério Público Federal diz que é uma reação da classe política para limitar a Lava Jato.

Nos diálogos já divulgados, tanto Renan como Romero Jucá dizem que é essencial mudar a lei das delações, proibindo que presos possam fazer esse tipo de acordo. Eles acreditam que a prisão leva os acusados a colaborar e também se mostram contrariados com a decisão recente do Supremo que permite que réus condenados em segunda instância já comecem a cumprir a pena na cadeia.

AGRIPINO

O senador José Agripino, do Democratas, disse que sempre defendeu a Operação Lava Jato e que nunca conversou com o presidente do Senado, nem com Sérgio Machado sobre as investigações.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
16:36

acari AcariRN

O InovaCidade 2015, premiação que faz parte do Smart Business America – Congress & Expo 2015, foi entregue a projetos e iniciativas que contribuam com a melhoria da qualidade de vida nas Cidades, nas áreas de sustentabilidade, inovação tecnológica, governança, energia e mobilidade urbana.

 

Acari, Rio de Janeiro e Florianópolis foram às únicas cidades presentes no seleto grupo dos doze agraciados com o prêmio. A solenidade de premiação aconteceu durante jantar na noite de ontem (20), no Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná.

 

As 12 organizações vencedoras desta edição e seus respectivos projetos premiados são:

1 – BASF do Brasil – CasaE

2 – Brookfield Energia – Sistemas Agroflorestais Sustentáveis

3 – Dow Chemical do Brasil – Telhados Frios

4 – Globo News – Programa Cidades e Soluções

5 – Vision Research Lab – Projeto GET IN – Gerenciamento de Transito Inteligente

6 – Prefeitura de Acari-RN – A cidade mais limpa do Brasil

7 – Prefeitura de Florianópolis-SC – PLANUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis

8 – Prefeitura do Rio de Janeiro-RJ – Porto Maravilha

9 – Rede Mobilizadora Meu Rio – Meu Rio

10 – Renova Energia – Parques Eólicos

11 – Sabesp – Projeto Tietê

12 – São Paulo Negócios – PPP da Iluminação Pública

Fonte : Tonny Washington

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
16:26

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Apenas os deputados Antônio Jácome e Zenaide Maia votaram atendendo apelo dos municípios, que amargaram mais uma derrota e frustração na tentativa de sair da grave crise financeira.

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) vem a público manifestar insatisfação com falta de apoio da maior parte da bancada federal potiguar para um projeto que poderia contribuir para amenizar a grave crise financeira das cidades, com o devido registro e reconhecimento do voto dos deputados federais Antônio Jácome (PTN) e Zenaide Maia (PR) em favor dos municípios.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
16:17

Inspeção realizada hoje no presídio “Pereirão”, em Caicó, resultou na localização de um túnel com cerca de 30 metros.

Agentes penitenciários encontraram um túnel de aproximadamente 30 metros de extensão na Penitenciária Estadual Francisco Pereira da Nóbrega, o presídio “Pereirão” de Caicó, na região Seridó do Estado. A descoberta aconteceu após revista no início da manhã desta quinta-feira (26).

De acordo com a Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape), a cratera foi localizada dentro da Ala B da unidade prisional e estava a cerca de cinco metros para atingir a parte externa. Ainda segundo a Coape, uma fuga em massa poderia ocorrer nesta semana no presídio que possui 280 internos. Na inspeção também foram apreendidos aparelhos celulares, facas e drogas.

A inspeção de hoje faz parte de uma série de ações que vêm sendo realizadas pela Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc) com o objetivo de controlar as unidades e impedir novas fugas.

Fonte: Numinuto

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
11:17

O sanfoneiro Luiz Bento usou seu perfil no Facebook para cobrar do Prefeito Ademir Morais o cachê de sua apresentação no São João de 2015. O sanfoneiro publicou a notícia após ter ficado de fora da programação do São João deste ano. A notícia repercutiu em Santa Luzia e tá dando o que falar.
Luiz Bento é hoje o artista mais conhecido do município de Santa Luzia e tem aparecido vez por outra em programas de tv das principais emissoras do país.
Fonte: Marcos Costa.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
11:04

Por Clarissa Thomé

A exemplo de artistas e intelectuais que se uniram pela volta do Ministério da Cultura, cientistas, pesquisadores e professores universitários se mobilizam contra a fusão dos Ministérios da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e das Comunicações. Nesta quarta-feira, 25, cem deles participaram do lançamento da Frente Contra a Extinção do MCTI, na Coordenadoria de Pós-Graduação em Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Eles programam uma série de ações, como abraço a prédios históricos, convocação de alunos e abertura de laboratórios nos fins de semana. De acordo com professores, a fusão já causou problemas: estudantes de 55 programas de formação de recursos humanos estariam sem receber bolsas. “A extinção do MCTI já impactou o pagamento de bolsas de alunos de graduação e pós-graduação vigentes no programa de recursos humanos (PRHs), que atuam nas áreas de petróleo e gás. São alunos que não têm como dar continuidade às pesquisas”, afirmou a professora do Instituto de Química da UFRJ Jussara Miranda.

A preocupação dos cientistas é com a desorganização de redes de pesquisa. Em um caso como o da epidemia de zika, em que diversas instituições se mobilizam para entender desde a estrutura do vírus à microcefalia, passando pelo desenvolvimento de medicamentos e vacinas, não haveria resposta rápida se os grupos de pesquisas não estivessem ativos, com bolsistas, alunos de iniciação científica, mestrandos e doutorandos atuando nos laboratórios.

Para o reitor da UFRJ, Roberto Leher, a extinção do MCTI surpreendeu a comunidade científica brasileira, que estaria agora diante de um “aviso de incêndio”. “É uma reforma sem debater com a cidadania, imposta por um governo interino.”

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
10:55

Por Gerlane Lima
O feriado acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição do sacramento da Eucaristia.

Hoje se comemora o feriado de Corpus Christi. Para muitos significa apenas mais um dia de descanso ou uma oportunidade de imprensar e dá uma esticadinha no feriadão. Mas para a Igreja Católica, este dia é sagrado.

Corpus Christi é um nome que vem do latim e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus Christi é um feriado católico que tem por objetivo celebrar a manifestação pública da fé na presença de Cristo na igreja por meio da eucaristia, presença e atuação de Deus na história da humanidade.

De acordo com o diácono José Alberto, que congrega na Paróquia de Santa Luzia, zona Norte de Natal, o feriado acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição do sacramento da Eucaristia.

Neste dia se deu a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem sua memória comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

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“O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente” (Jo 6, 55 – 59).

Esta é a citação bíblica referente à Quinta-feira Santa, lembra o diácono. José Alberto ressalta ainda que é através da Eucaristia que Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar a caminhada cristã.

O curioso é que esse é um feriado móvel da Igreja Católica. Todos os anos o dia de Corpus Christi ocorre em uma data diferente, mas acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que por sua vez ocorre no domingo seguinte ao de Pentecostes.

A igreja celebra o dia de Corpus Christi com uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

Procissão lembra a caminhada do povo de Deus. Festa dá direito à decoração.

Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
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A festa dá direito também a decoração, os fiéis enfeitam as ruas, por onde vai passar a procissão, com flores e tapetes.

Origem
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:59

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A Prefeitura Municipal de São Vicente, na região Seridó potiguar, possui atualmente 339 servidores ativos entre cargos efetivos, comissionados e eletivos.

 

No mês de abril, a folha salarial ultrapassou os R$ 579 mil reais.

Fonte: Tony Washington

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:57

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Para manter a folha salarial em dia, a prefeita Márcia Nobre (DEM) tem feito cortes e ajustes. Segundo dados do Portal da Transparência, a Prefeitura Municipal de Florânia possui atualmente 454 servidores ativos entre cargos efetivos, comissionados, eletivos e contratos temporários.

 

No mês de abril a folha salarial bruta ultrapassou R$ 857 mil reais. Isso equivale a quase toda receita do município.

Fonte: Tonny Washington

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:35

Postado por: Elder Pereira –

 

Com a saída da presidenta Dilma Rousseff e a ascensão do presidente interino Michel Temer, o Estado do Ceará viu diminuir consideravelmente seu espaço na geopolítica nacional. Nos 13 anos de governos petistas, o Ceará sempre esteve presente no staff ministerial. Agora, com o governo do PMDB, o estado ficou fora de qualquer representação no ministério, à exemplo dos governos tucanos de Fernando Henrique, quando os projetos estruturantes para o desenvolvimento estadual foram sempre relegados à segundo plano, como foi o caso da transposição, da refinaria, da siderúrgica e tantos outros, considerados estratégicos.

Tido como figura de proa nas articulações finais do golpe, o senador Eunício Oliveira era tido como um “futuro homem forte do governo” nas avaliações de articulistas e políticos locais. Não foi o que se viu. Após a indicação dos principais cargos, não se vê a “digital” do senador no governo. Hoje, em entrevista a uma cadeia de rádio local, Eunício justificou a sua situação. “Não ficarei no bate-boca. Vou continuar trabalhando para levar benefícios para a população, diferente dos que só querem títulos. E complementou “que recusou o cargo de Ministro da Integração para fortalecer órgãos como o DNOCS e atender demandas do Ceará”.  Eunício criticou ainda os ex-ministros cearenses, esquecendo que também foi ministro no governo de Lula. “São pessoas que fazem política por cargos, que não tiveram a menor importância para o estado enquanto foram ministros” afirmou.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:23


Por Kelly Barros

arena cariocaO segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil (NBB), em sua oitava edição, entre Flamengo-RJ e Bauru-SP, será realizado nesta quinta-feira também com intuito olímpico. A partida, marcada para as 17 horas, será na Arena Carioca 2, construída no Parque Olímpico da Barra.

A escolha do local para receber o jogo desta quinta-feira – e do próximo sábado – resolve dois problemas: dá uma casa confortável ao time carioca e permite ao Comitê Rio-2016 finalmente testar uma das novas instalações olímpicas com capacidade total de público.

Desde 2014, o Rio-2016 realizou 44 eventos-teste para a Olimpíada, mas apenas três deles tiveram acesso total do público – e todos em instalações já existentes. Foi o caso das finais da Liga Mundial de Vôlei (ginásio do Maracanãzinho), de uma das etapas do Mundial de Saltos Ornamentais (Parque Aquático Maria Lenk) e do Pré-Olímpico de Ginástica (HSBC Arena). Nenhuma das novas instalações foi testada com lotação máxima. Mais do que isso, em geral o acesso de público se limitou a familiares e estafe de atletas.

Dentre as razões para isso, as principais foram as competições sendo realizadas em meio a obras e o enxugamento de gastos. Assim, praticamente todos os eventos-teste serviram para avaliar apenas a área de disputa, não a de público. Essa alternativa foi bem diferente do que antes da Copa do Mundo no Brasil, quando a Fifa exigiu que todos os novos estádios tivessem testes com arquibancadas lotadas.

Além de testar a logística, havia a preocupação de não se vender ingressos para assentos inexistentes ou com visibilidade limitada.

Do blog: Esse é o Brasil de Lula e Dilma, quem imaginava nosso país realizar uma Copa do Mundo, jogos Olímpicos,

em pouco mais de 10 anos, ainda fazer obras importantes por todo o Brasil, como a gigante Transposiçã

do Rio São Francisco, duplicação BR 101, Transnordestina.

 

 

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:13

Do Estadão:

Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), seja ouvido pessoalmente pela Polícia Federal em um dos nove inquéritos contra o congressista que tramitam na Corte no âmbito da Lava Jato.
O ministro negou um pedido formulado pela defesa de Renan, que pediu ao STF para enviar as explicações sobre o caso por escrito. A Procuradoria-Geral da República havia se manifestado contrária à solicitação. A Polícia Federal afirma que falta apenas o depoimento do presidente do Senado para concluir o inquérito.
O inquérito investiga suposto pagamento de propina em acordo da Petrobras com o Sindicato dos Práticos, categoria de profissionais que atua em portos. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) também é alvo da investigação, que surgiu a partir da delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.
Os dois são investigados por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Tanto a defesa de Renan quanto a de Aníbal negam envolvimento no caso.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:08


Por: Redação – Agência Estado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso estabeleceu o prazo de cinco dias para que o presidente em exercício, Michel Temer, se pronuncie sobre a realização da reforma administrativa ocorrida logo após o afastamento da presidente Dilma no processo de impeachment.

“Tratando-se a medida cautelar de providência de caráter excepcional, à vista da presunção de validade dos atos estatais, determino a oitiva da Exmo. Sr. Presidente da República em exercício, a cerca do pedido de medida cautelar, no prazo de cinco dias”, diz Barroso no despacho proferido na segunda-feira (23).

“A precariedade do mandato de um presidente em exercício não permite que ele faça reformas tão profundas. Defendemos que ele se abstenha de fazer esse tipo de ação durante o mandato interino que pode prejudicar programas tão essenciais ao País”, afirmou à reportagem o deputado federal e ex-ministro das Comunicações André Figueiredo (CE).

Após os esclarecimentos de Temer, a ação será encaminhada para um posicionamento do advogado-geral da União e do procurador-geral da República que deverão se manifestar também no prazo de cinco dias.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
09:03

Por: Redação – Carta Capital

Consumada a demissão de Romero Jucá (PMDB-RR) do governo após a divulgação de gravações a mostrá-lo em aparente conspiração contra a Operação Lava Jato, o presidente interino Michel Temer reuniu no Palácio do Jaburu alguns aliados. Entre eles, outro investigado, o ministro do Turismo, Henrique Alves. Temer quis saber se não era melhor ele deixar o cargo antes de virar alvo de um bombardeio político e midiático. Alves deu de ombros. Seria “irrelevante” o que existe contra ele.

Não é a opinião do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por investigar perante o Supremo Tribunal Federal (STF) políticos detentores de foro privilegiado. Para Janot, há “indícios bastante seguros” da participação de Alves na corrupção descoberta pela Lava Jato.

A expressão foi usada por Janot em um pedido enviado no início de maio ao STF, no qual ele requer a ampliação da lista de investigados daquele que, pela quantidade de políticos incluídos, é o maior inquérito da Lava Jato, o 3.989, aberto em março de 2015. O ministro do Turismo é um dos citados entre aqueles contra os quais existem “indícios bastante seguros”.

Ex-deputado, Alves é ligado ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a ponto de ter passado o bastão a ele tanto na liderança do PMDB na Câmara, em 2013, quanto no comando da Câmara, em 2015. Por causa do vínculo, o ministro é citado em outro inquérito recém-aberto pelo STF.

É o 4.207, de março. Nasceu da delação premiada dos empreiteiros Ricardo Pernambuco e seu filho Junior. Eles alegam que a construtora da família, a Carioca, teve de pagar propina a políticos para conseguir tomar empréstimo da perna “fundo de investimento” do FGTS e assim tocar as obras do Porto Maravilha, no Rio.

Cunha tinha um apadrinhado, Fabio Cleto, na diretoria da Caixa Econômica Federal, órgão gestor do FGTS, por meio do qual podia atrapalhar a concessão de financiamentos. Entre os políticos contemplados com propina pela Carioca em troca do empréstimo estaria Henrique Alves.

A propina, segundo a família Pernambuco, foi disfarçada de doação oficial à campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte na eleição de 2014. Na ocasião, o peemedebista recebeu 400 mil reais da empreiteira, em duas parcelas, uma de 300 mil, outra de 100 mil.

O inquérito está com o ministro do STF Teori Zavascki. Alves é citado nele, mas não está na condição de investigado.

Os advogados de Cunha tentam tirar o caso das mãos de Zavascki e transferi-lo a outro relator, sob o argumento de que o assunto não tem relação com a Petrobras, foco original da Lava Jato. No pedido, dizem que é “fantasioso” o suposto pedido de Cunha de doações eleitorais da Carioca a Henrique Alves.

O ministro do Turismo aparece junto com Cunha em um outro inquérito solicitado pelo procurador-geral ao STF, um pedido até agora sob segredo de Justiça, segundo a Folha de S. Paulo. Refere-se a mais uma história do tipo propina camuflada de doação. Neste caso, da empreiteira OAS.

Mensagens trocadas por celular entre Cunha e um ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, indicam que o peemedebista pressionou a construtora para que desse dinheiro a Alves na campanha de 2014. O então candidato recebeu 650 mil reais da empresa, em três parcelas.

Entre as mensagens apreendidas nas apurações da Lava Jato, Pinheiro escreveu: “Eduardo Cunha é o grande articulador de Henrique Alves”.

Ao deixar o ministério do Planejamento, Romero Jucá manteve o direito de ser investigado no STF, já que tem mandato de senador por Roraima até 2018. Já Henrique Alves, se sair do Turismo, será investigado pelo juiz Sergio Moro, em Curitiba, pois não tem mais mandato.

Publicado por: Chico Gregorio


26/05/2016
08:58

Por: Redação – Folha de S.Paulo

 

Para evitar que queixas de parlamentares atinjam diretamente seu núcleo político, Michel Temer decidiu terceirizar parte da montagem do governo. Pediu que os partidos aliados se organizem entre si nos Estados e levem ao Planalto uma definição prévia das indicações. Enquanto não houver acerto, as nomeações não acontecem. Com isso, o presidente tenta impedir que a Secretaria de Governo receba o ônus de decidir entre dois padrinhos quando houver disputa por um mesmo cargo.

*A nota foi publicada na coluna Painel da Folha de S.Paulo.

Publicado por: Chico Gregorio